Novidades
Início / COMENTÁRIOS PARA JOVENS - 1° TRIMESTRE 2019 / Comentários para Jovens: Lição 05 – Os Sete Selos – 26 de Janeiro a 02 de Fevereiro 2019

Comentários para Jovens: Lição 05 – Os Sete Selos – 26 de Janeiro a 02 de Fevereiro 2019

Print Friendly, PDF & Email

 


 


SÁBADO A TARDE – 26 DE JANEIRO 2019 – PRÉVIA DA SEMANA

Comentário por:  Gerson Benedito Prado

Da leitura e estudo de Apocalipse até aqui, nos propiciou muitos aprendizados, não tomando em conta nosso tempo de dedicação ao estudo, pesquisa e reflexão. Resumindo as quatro abordagens anteriores vimos (1) Jesus como centro da visão apocalíptica dada a João em Patmos e proclamando Sua segunda vinda como o foco principal do livro; (2) a intenção de Jesus é que Suas mensagens (as cartas às sete igrejas e as profecias) alcancem todos em todo tempo da história humana e que Sua volta à Terra será para dar vida eterna aos que creem em Sua Palavra; (3) Suas cartas a cada um de nós é para que tenhamos a Ele, Jesus, como centro de nossas vidas e, arrependidos de nossas falhas e pecados nos apossemos de Sua comunhão, bênçãos, graça e misericórdia; (4) Cristo é Sacerdote, Sumo Sacerdote, Rei, Príncipe e Salvador, pois como Cordeiro de Deus, foi morto e reviveu, para nos dar remissão de nossos pecados, e por isso mesmo, é digno para desatar os selos e abrir o livro do mistério de Deus.

Cristo, por Sua vida sem pecado e por Sua morte em que não permanece morto, pois Ele é a fonte da vida, sendo vitorioso pode nos conceder a vitória que vence o mundo e nos garante a vida eterna com Ele, assentados no Seu trono, como Ele, vencendo, se assentou no trono de Seu Pai.

Os selos que fecham o livro do mistério de Deus e que só o Cordeiro é digno de abrir, são a explicação para o ser humano do plano da salvação. Por isso, na continuidade da revelação estudaremos o simbolismo de cada selo, do primeiro ao sexto, admitida a conexão entre eles e a história do povo de Deus no contexto da história da humanidade, pelos séculos, até a vitória desse povo peculiar, propriedade do Senhor!

Pense: “O Cordeiro toma o livro e procede imediatamente à abertura dos selos, e a atenção do apóstolo é chamada para as cenas que ocorrem sob cada selo. Já notamos que o número sete significa nas Escrituras plenitude e perfeição. Os sete selos representam acontecimentos de caráter religioso e abrangem a história da igreja desde o início da era cristã até a vinda de Cristo”. (Uriah Smith, Daniel e Apocalipse, p. 425.1).

Desafio: Preparar-se para estar com os que louvarão o Cordeiro por ser digno de abrir o livro.


DOMINGO, 27 DE JANEIRO 2019 – A ABERTURA DO PRIMEIRO SELO 

Nosso foco é o primeiro selo, porém, consideraremos os quatro primeiros selos, porque há semelhanças com o simbolismo do Antigo Testamento.

Os quatro primeiros selos apresentam cavalos e seus cavaleiros, em cores diferentes, sendo o primeiro branco, o segundo vermelho, o terceiro preto e o quarto amarelo, cada um com simbolismo próprio.

O primeiro simboliza o evangelho que sai, empoderado no Pentecostes, vencendo e para vencer, e qual guerreiro e a imagem de Deus lutando por Seu povo, tem um arco, cuja significância, reforçada pela coroa que carrega (no grego “stephanos”), é a coroa da vitória.

O segundo cavalo, vermelho, cujo cavaleiro porta uma grande espada, significa o derramamento de sangue pela perseguição levantada contra o reino de Cristo, e lhes tira a paz.

O terceiro cavalo, preto, seu cavaleiro carrega uma balança na mão, simbolizando ausência da luz do evangelho e miséria, já que cavalo e cavaleiro trazem à humanidade fome e pobreza. Mas o ser vivente que conduz a abertura dos selos avisa para não danificar o azeite e o vinho, simbolismo do Espírito Santo e da graça salvadora do Cordeiro.

O quarto selo apresenta cavalo amarelo e seu cavaleiro é a Morte, seguidos do Inferno. Representam os acontecimentos que matarão a quarta parte da população do mundo por guerras e fome e feras.

As semelhanças com as bênçãos e maldições que Deus advertiu os israelitas é muito grande (veja Levítico 26:21-26). E também com o que ensinou Jesus a seus seguidores no conhecido sermão profético de Mateus 24:1-14.

Historicamente o primeiro selo, seu cavalo e cavaleiro correspondem ao período da igreja de Éfeso (31-100 a.C.), início da expansão do evangelho entre povos e nações, mas também se aplica aos dias de hoje, pois ainda há localidades para serem alcançadas pela mensagem de salvação.

Pense: Nosso foco é o primeiro selo, porém, consideraremos os quatro primeiros selos, porque há semelhanças com o simbolismo do Antigo Testamento.

Os quatro primeiros selos apresentam cavalos e seus cavaleiros, em cores diferentes, sendo o primeiro branco, o segundo vermelho, o terceiro preto e o quarto amarelo, cada um com simbolismo próprio.

O primeiro simboliza o evangelho que sai, empoderado no Pentecostes, vencendo e para vencer, e qual guerreiro e a imagem de Deus lutando por Seu povo, tem um arco, cuja significância, reforçada pela coroa que carrega (no grego “stephanos”), é a coroa da vitória.

O segundo cavalo, vermelho, cujo cavaleiro porta uma grande espada, significa o derramamento de sangue pela perseguição levantada contra o reino de Cristo, e lhes tira a paz.

O terceiro cavalo, preto, seu cavaleiro carrega uma balança na mão, simbolizando ausência da luz do evangelho e miséria, já que cavalo e cavaleiro trazem à humanidade fome e pobreza. Mas o ser vivente que conduz a abertura dos selos avisa para não danificar o azeite e o vinho, simbolismo do Espírito Santo e da graça salvadora do Cordeiro.

O quarto selo apresenta cavalo amarelo e seu cavaleiro é a Morte, seguidos do Inferno. Representam os acontecimentos que matarão a quarta parte da população do mundo por guerras e fome e feras.

As semelhanças com as bênçãos e maldições que Deus advertiu os israelitas é muito grande (veja Levítico 26:21-26). E também com o que ensinou Jesus a seus seguidores no conhecido sermão profético de Mateus 24:1-14.

Historicamente o primeiro selo, seu cavalo e cavaleiro correspondem ao período da igreja de Éfeso (31-100 a.C.), início da expansão do evangelho entre povos e nações, mas também se aplica aos dias de hoje, pois ainda há localidades para serem alcançadas pela mensagem de salvação.

Desafio: Manter a pureza da fé para que a coroa da vitória seja concedida ao vencedor.


SEGUNDA-FEIRA, 28 DE JANEIRO 2019 – A ABERTURA DO SEGUNDO E O TERCEIRO SELO

O segundo selo libera o cavalo vermelho e seu cavaleiro que porta uma grande espada. O vermelho é a cor do sangue e a espada traz como consequência tirar a paz da Terra. Não é o cavaleiro que causa mortes, como pode sugerir a espada, mas, ao tirar a paz da Terra abre caminho para que pessoas possuídas de ódio matem outras pessoas.

Isso ocorre por consequência de pessoas terem rejeitado o evangelho, inicialmente logo após a entrada do segundo século do período após Cristo, quando lideranças de cultos de paganismo, ameaçados em seu poder e domínio sobre as populações, combatem a propagação do evangelho.

Imediatamente após esse período e como continuação dos resultados da rejeição da mensagem de Deus, é aberto o terceiro selo que apresenta o cavalo preto e seu cavaleiro com uma balança para alimentos. Preto é o oposto do branco.

E como o cavalo branco simbolizou a expansão do evangelho, o preto é o combate ao crescimento da mensagem de Deus, resultando escuridão espiritual. A balança atende o anúncio que serão negociados “Uma medida de trigo por um denário; três medidas de cevada por um denário” (Apocalipse 6:6), simbolizando a miséria em que se encontrariam os seres humanos, pois, denário era o salário de um dia e, normalmente, garantiam o alimento de um dia para uma família. Mas, uma medida de trigo ou três de cevada não garantiam uma boa alimentação diária de uma família, ou pela quantidade – uma medida, ou pela baixa qualidade alimentar da cevada.

Os cereais simbolizam a Palavra de Deus. A rejeição da mensagem de salvação traz a fome espiritual, como já profetizara Amós (Amós 8:11-13).

Pense: “Os acontecimentos do segundo selo prepararam o terreno para o estado de coisas aqui apresentado. O tempo que ocorreu entre o reinado de Constantino e o estabelecimento do papado em 538 pode ser com razão considerado o tempo em que se levantaram na igreja os mais obscuros erros e as mais grosseiras superstições”. (Uriah Smith, Daniel e Apocalipse, p. 428.3)

Desafio: Esforçar-se para que o evangelho de Jesus seja sempre a luz e o alimento de sua vida.


TERÇA-FEIRA, 29 DE JANEIRO 2019 – A CENA DO QUARTO SELO

A cena do quarto selo é, também, uma continuação das cenas oriundas do segundo e terceiro selo, ou seja, das profecias de apocalípticas de Cristo, pois, após a falta de paz e perseguição que resultou em mortandade do cavalo vermelho, e da rejeição à mensagem do evangelho e da Palavra de Deus, trazendo a miséria e a fome espiritual, o cavaleiro do cavalo amarelo (no grego “chloros” – cinza-pálido, como um cadáver) recebe “autoridade … para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra”. (Apocalipse 6:8).

Isto é, mais do que já fora apresentado com os cavalos e cavaleiros anteriores. Louvado seja Deus que limitou a maldade da “Morte” e do “Inferno” à quarta parte da humanidade, porque Jesus é aquele que tem “as chaves da morte e do inferno”. (Apocalipse 1:18).

As cenas representadas na visão do livro e seus sete selos é a história da igreja de Cristo ao longo dos séculos, até que Ele venha para estabelecer Seu reino eterno, como também refletem os mesmos períodos espelhados pelas cartas às sete igrejas. O primeiro selo, período do primeiro século de nossa era, como já afirmamos, foi um período de vitórias para a igreja recém estabelecida. Já o segundo selo corresponde ao segundo até o início do quarto século, o terceiro selo abrange o período do quarto e quinto século, e o quarto selo foi o período de quase mil anos de trevas espirituais entre o sexto e o décimo-sexto séculos, predominando as trevas sobre a luz e a troca da verdade bíblica pelas ilusões da tradição, e o próprio cristianismo mergulhado na escuridão da ignorância espiritual.

Pense: “O quarto selo — É notável a cor deste cavalo. A palavra original denota a “cor pálida ou amarelada” que se vê em plantas murchas ou doentes. Este símbolo deve representar um estranho estado de coisas na professa igreja de Deus. … Deve referir-se ao tempo em que o papado exerceu, sem restrição, o seu domínio perseguidor, desde 538 até o tempo em que os reformadores começaram a expor as corrupções do sistema papal”. (Uriah Smith, Daniel e Apocalipse, p. 431.3).

Desafio: Zelar para que a verdade seja proclamada e vivenciada com toda clareza e luz que possa apresentar.


QUARTA-FEIRA, 30 DE JANEIRO 2019 – A ABERTURA DO QUINTO SELO

O quinto selo muda a cena de cavalos e cavaleiros para uma descrição do altar do santuário. Diz que ali estavam “as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que sustentavam” (Apocalipse 6:9).

Não desfrutam as benesses descritas como dos que viverão no Céu, com Deus e os habitantes do lar eterno. Seu sangue está no local onde era derramado o sangue do sacrifício, no altar do santuário. (Levítico 4:7).

O texto não explica o estado dos mortos, mas apresenta a visão que expõe o interesse e atenção de Deus aos sofrimentos e sacrifícios de Seu povo. Afirma que Deus tem olhos para as injustiças e crueldades cometidas aqui na Terra e atenderá à súplica dos mártires.

A resposta de Deus à oração dos santos de que, aparentemente, Deus não julgava, nem vingava o sangue inocente de Seus filhos fieis (Apocalipse 6:10), foi que “a cada um deles foi dada uma vestidura branca,” e que aguardassem um pouco mais pois ainda haveriam outros servos de Deus a serem completados em suas estaturas espirituais. O texto no original (Apocalipse 6:11) não contém a palavra “número”, mas, a palavra “completasse” vem do significado “ser totalmente completo” no caráter, como o de Cristo.

O período do quinto selo representa os tempos imediatos antes e logo após a Reforma, quando milhares de milhares foram martirizados por serem fieis a Deus e Sua Palavra. E a cena relembra o assassinato de Abel por Caim, quando Deus declarou que o sangue do justo Abel clamava deste a Terra. E, como na história de Abel, chegará o tempo em que Deus vingará “o sangue dos Seus servos” (Apocalipse 19:2).

Pense: “Foi-lhe mostrada uma visão simbólica em que ele viu um altar; e debaixo dele as almas dos que tinham sido mortos pela palavra de Deus — martirizados por sua dedicação à Palavra de Deus e seu testemunho — são representadas como mortas, vítimas da idolatria e superstição. O altar está na Terra e não no Céu”. (Adam Clarke, Commentary on the New Testament, vol. I, p. 994, Note on Revelation 6:9, citado em Uriah Smith, Daniel e Apocalipse, p. 432.6).

Desafio: Reter a fé na mensagem de Deus, ainda que seja requerida a entrega da vida no altar.


QUINTA-FEIRA, 31 DE JANEIRO 2019 – A ABERTURA DO SEXTO SELO

A abertura do sexto selo mostra sinais semelhantes aos que Jesus predissera em seu sermão profético de Mateus 24:29, 30, isto é, terremoto, escurecimento do sol, a lua como sangue, a queda das estrelas, e acrescenta o céu recolhendo-se como pergaminho e os montes e ilhas sendo movidos de seus locais conhecidos.

Esses sinais foram reconhecidos como ocorridos a partir de 1755, com o terremoto de Lisboa, o escurecimento do sol em 19 de maio de 1780, uma “chuva” de meteoros sobre o oceano Atlântico em 13 de novembro de 1833, o que levou uma grande parcela da cristandade a entender que os sinais mostravam a breve volta de Jesus para buscar os seus, resultando num forte reavivamento nas igrejas cristãs e em movimentos ultra denominacionais.

Na sequência o profeta vê a cena de poderosos deste mundo se escondendo em cavernas e penhascos e rogando a essas formações da natureza que os escondam da face de Deus e da ira do Cordeiro, pois havia chegado o “grande Dia da ira deles” e ninguém “pode suster-se” (Apocalipse 6:17), e que confirma o que o profeta Isaias havia registrado em Isaías 2:19, confirmado por Oséias 10:8 e definido por Jesus em Lucas 23:30.
.
A pergunta dos ímpios “e quem é que pode suster-se?” (Apocalipse 6:17) terá sua resposta nas ações descritas entre o sexto e o sétimo selo, quando há o selamento do povo de Deus e em Apocalipse 7:4 responde que esse povo selado de Deus pode subsistir à presença do que se assenta sobre o trono e o Cordeiro em Seu dia de ira.

Pense: “E deve ocorrer logo a seguir aos sinais no Sol, na Lua e nas estrelas, porque estes sinais apareceram e esta obra de selamento ainda não se cumpriu. Ocorre, portanto, entre os versículos 13 e 14 de Apocalipse 6. Como já demonstramos, este é justamente o tempo em que nos encontramos. Por isso, a primeira parte de Apocalipse 7 refere-se a uma obra cuja realização pode considerar-se para o tempo presente”. (Uriah Smith, Daniel e Apocalipse, p. 453.2).

Desafio: Estar firme na Palavra de Deus de tal modo que seja selado e esteja em pé diante do Cordeiro


SEXTA-FEIRA, 01 DE FEVEREIRO 2019 – A ABERTURA DO SÉTIMO SELO

>> AGUARDANDO COMENTÁRIO….

sobre Portal da Escola Sabatina Online

O Portal da Escola Sabatina Online, Foi criado no dia 31 de Dezembro 2016 com o único intuito é incentivar a todos interessados a estudarem a LES e lhe concedendo a oportunidade de terem acessos diariamente pela via online. Todos os conteúdos do Portal é extremamente de máxima qualidade! Direção: Thiago A. de Oliveira - Baixo Guandu/ES.

Além disso, verifique

8ºSáb (1°Trim19) Materiais Primários

  Contém 2 PPTs: 1 com a lição, 1 com o Informativo Mundial das Missões, …

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Fale Conosco!!