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Início / AUXILIAR DA SEMANA - 1° TRIMESTRE 2019 / Auxiliar da Semana: Lição 04 – Digno é o Cordeiro 19 a 26 de Janeiro 2019

Auxiliar da Semana: Lição 04 – Digno é o Cordeiro 19 a 26 de Janeiro 2019

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    1. TEXTO-CHAVE: Apocalipse 5:5, 6 FOCO DO ESTUDO: Nesta lição a ênfase está na visão celestial de Apocalipse 4 e 5 (Ap 4:1–5:14).
    2. INTRODUÇÃO: A passagem abordada nesta lição está dividida em duas partes. Na primeira, há uma descrição geral da adoração celestial dirigida Àquele que está assentado no trono, Deus Pai (Ap 4:1-11). Na segunda, há um momento de crise na sala do trono celestial, mas isso é resolvido com a chegada do Cordeiro, Jesus Cristo (Ap 5:1-14).
    3. TEMAS DA LIÇÃO: A lição e a passagem em foco introduzem os seguintes temas: I. Apocalipse 4 é uma descrição geral ou um evento único?

      Como veremos, os detalhes do texto respondem a essa pergunta.

      II. O conceito bíblico de adoração

      Adoração não tem a ver conosco, mas com o que Deus fez e com nossa resposta apropriada e sincera às Suas ações.

      III. A identidade dos 24 anciãos

      Os anciãos não são um grupo angelical; eles representam o povo de Deus.

      IV. O significado do livro selado

      O livro selado representa o plano de salvação de Deus.

      V. A dignidade do Cordeiro

      O Cordeiro é excepcionalmente digno de abrir o livro por causa de Sua combinação de humanidade e divindade.

      VI. A progressão dos cinco hinos (Ap 4:8, 11; 5:9, 10, 12, 13)

      A progressão enfatiza a divindade do Cordeiro.

      VII. O conflito cósmico

      O conflito é o pano de fundo desse cenário celestial.

  1. APLICAÇÃO PARA A VIDA: Os alunos são convidados a considerar as implicações dessa visão celestial para a adoração terrestre e para a compreensão do sábado.

Parte II: COMENTÁRIO

No início do capítulo 4, João é convidado a ir ao Céu pela primeira vez (Ap 4:1). Esse capítulo é uma descrição geral da adoração contínua no Céu (ver evidência textual no tema 1 abaixo), na qual Deus, o Pai, é adorado por causa da Criação (Ap 4:11). Mas o capítulo 5 é um evento único de crise no Céu. Apresenta-se um problema de grandes dimensões cuja solução está fora da alçada do Pai (Ap 5:1-4). Contudo, o impasse é solucionado quando aparece o Cordeiro, o Deus-Homem Jesus Cristo (ver tema V abaixo). Ele é adorado porque foi morto e é nosso Redentor. Esses fatos solucionam a crise no Universo (Ap 5:5-14).

EXPLICAÇÃO DOS PRINCIPAIS TEMAS DA LIÇÃO 4:

I. Apocalipse 4 é uma descrição geral ou um evento único?

Três evidências indicam que o capítulo 4 não é um evento único, mas uma descrição geral da adoração celestial. (1) O trono no verso 2 não foi estabelecido; ao contrário, ele “estava” continuamente no Céu (grego: keitai, tempo imperfeito). (2) O canto no verso 8 não é um episódio único; mas continua de dia e de noite. (3) O canto dos quatro seres viventes é continuamente repetitivo (“Toda vez que”, Ap 4:9, NVI).

II. O conceito bíblico de adoração

Em Apocalipse 4:11, a base da adoração é “que” Deus criou todas as coisas. Em Apocalipse 5:9, a adoração acontece “porque” o Cordeiro foi morto e redime. Em Apocalipse 11:17, a adoração acontece “porque” Deus começou a reinar. Todos os três versos usam a palavra grega hoti, que significa a razão ou a base sobre a qual uma ação é tomada. Deus é adorado “porque” Ele fez algo. Em toda a Bíblia, adoração tem a ver com falar, cantar, recitar, repetir o que Deus fez (Dt 26:1-11; Sl 66:3-6; 78:5-15; 111:4). Inclui até mesmo a representação da morte e ressurreição de Jesus por meio do batismo (Rm 6: 3, 4) e da Ceia do Senhor (1Co 11:26). Adoração na Bíblia não diz respeito a nós, mas ao que Deus fez.

III. A identidade dos 24 anciãos

O número 12 na Bíblia é usado com frequência como um símbolo do povo de Deus e que os 24 anciãos poderiam, portanto, representar o povo de Deus, tanto do Antigo quanto do Novo Testamento. Em Mateus 19:28, Jesus disse a Seus discípulos que eles se sentarão em 12 tronos e julgarão as 12 tribos de Israel. Esse verso une o número 12, os tronos, os apóstolos e as 12 tribos. Em Apocalipse 21:12, os nomes das 12 tribos estão escritos nas portas da nova Jerusalém, enquanto os 12 fundamentos têm os nomes dos 12 apóstolos escritos neles (Ap 21:14). O número 24 acrescenta 12 a 12, como ocorre em Apocalipse 21. Em Apocalipse 7:4-8, além disso, o povo de Deus é descrito como 12 x 12 mil (144 mil). O múltiplo de 12 é visto também na altura da muralha da nova Jerusalém, 144 côvados (Ap 21:17). Portanto, a melhor explicação para os 24 anciãos é que eles representam o povo de Deus tanto no Antigo quanto no Novo Testamento.

IV. O significado do livro selado

Pergunte à classe quantas podem ser as possibilidades de significado para o livro selado de Apocalipse 5. Algumas opções bíblicas incluem uma última vontade e testamento, a constituição de Israel (Deuteronômio), um registro da história humana, um emblema do direito do Cordeiro de governar, o registro de ações humanas, o livro da vida e uma lista de recompensas e punições para o comportamento humano (julgamento). Com base em um comentário de uma carta de Ellen G. White, a lição sugere que o livro contenha a história das providências de Deus e a história profética das nações e da igreja. A lição conclui que o livro selado representa o plano da salvação. João chorou (Ap 5:4) porque o plano da salvação não seria implementado a menos que alguém fosse considerado digno de abrir o livro. Como sabemos que o livro (Ap 5:2; [grego: biblion]) é um pergaminho e não como os livros de hoje? Sabemos porque a mesma palavra é usada em Apocalipse 6:14, que diz “o céu recolheu-se como um pergaminho [grego: biblion] quando se enrola”.

V. A dignidade do Cordeiro

O Cordeiro é digno de abrir o livro (Ap 5: 5, 6). O capítulo apresenta as duas principais qualidades do Cordeiro: Ele foi morto, o que indica a Sua natureza humana. Por outro lado, Ele é adorado junto com Aquele que está sentado no trono (Ap 5:13). Isso aponta para Sua divindade. O Deus-Homem é único em toda a história. De todos os seres inteligentes (ver Jo 1:3, 14), somente o Jesus divino-humano poderia revelar completamente o caráter de Deus e expiar o pecado, porque Ele é totalmente Deus e totalmente humano. Assim, inserida nessa visão simbólica está uma profunda cristologia, uma doutrina de quem Jesus Cristo é.

VI. Os cinco hinos enfatizam a divindade do Cordeiro (Ap 4:8, 11; 5:9, 10, 12, 13)

Nessa visão, a divindade de Cristo é enfatizada na progressão de cinco hinos. Os dois primeiros louvam Aquele que está assentado no trono (Ap 4:8, 11); o terceiro e quarto hinos louvam o Cordeiro (Ap 5:9-12); o quinto hino oferece adoração tanto Àquele que está assentado no trono como ao Cordeiro (Ap 5:13). O quinto hino é o clímax da série, em que bênção, honra, glória e poder são proclamados como pertencendo Àquele que Se assenta no trono e ao Cordeiro.

Uma segunda característica desses hinos também destaca o quinto hino. É o clímax de um grande crescendo no canto. O primeiro hino é cantado pelos quatro seres viventes (Ap 4:8). O segundo hino é cantado pelos 24 anciãos (Ap 4:11). O terceiro é cantado pelos quatro seres viventes e pelos 24 anciãos (Ap 5:9, 10). O quarto hino é cantado por milhões de anjos (Ap 5:11, 12). O quinto hino é cantado por todas as criaturas do Universo (Ap 5:13). Assim, o quinto hino é o clímax de um grande crescendo, no momento em que toda a atenção se concentra no trono, afirmando a divindade do Cordeiro.

VII. O conflito cósmico é o pano de fundo desse cenário celestial

Um aspecto notável de Apocalipse 4 e 5 é a total ausência de Satanás, apesar do fato de que a crise celestial tenha algo a ver com o conflito cósmico (veja Ap 2:9, 24). Mas o papel de Satanás em Apocalipse 4 e 5 é esclarecido em Apocalipse 12:10, que resume a cena do capítulo 5 com Cristo assumindo o poder. Contudo, isso acontece juntamente com a expulsão de Satanás, o “acusador dos nossos irmãos”. O verso esclarece que Satanás acusa os irmãos “de dia e de noite”. Esse ato claramente lembra Apocalipse 4:8, em que os quatro seres viventres cantam a tríplice canção sagrada “de dia e de noite”. Seu constante louvor debilita as constantes acusações de Satanás, que não são mais ouvidas nem vistas. Satanás está ausente da cena dos capítulos 4 e 5, pois já havia sido expulso por causa da cruz.

Parte III: APLICAÇÃO NA VIDA

1. Considerando as evidências bíblicas relativas à adoração no tema II acima, fale sobre a adoração em sua igreja local. É centrada em Deus ou nos adoradores? Ressalta o que Deus fez (criação, a cruz, as orientações diárias do Espírito) e nossa resposta à Sua obra, ou concentra-se no que devemos fazer por conta própria? Entender e praticar essa verdade é o segredo para liberar o poder de Deus na igreja local. Se a adoração parece impotente, é porque não está centrada em Deus. Nos tempos bíblicos, quando as pessoas louvavam a Deus pelo que Ele havia feito por elas no passado, o poder do ato original de Deus era liberado no presente do adorador (2Cr 20:5-22; Dn 9:15; Dn 10:19-21). A adoração não tem a ver conosco, mas com Deus. Adoração não é dizer um ao outro o que devemos fazer, mas lembrar a nós mesmos e um ao outro o que Deus fez por nós.

2. Qual é a relação entre Apocalipse 4 e 5 e o sábado? A adoração é apresentada a Deus e ao Cordeiro por causa da criação (Ap 4:11) e da salvação (Ap 5:9, 10). No Antigo Testamento, o sábado é o memorial tanto da criação (Êx 20:11) como do Êxodo, o grande ato da salvação de Israel (Dt 5:15). Assim, o sábado nos aponta os poderosos atos de Deus na criação, no Êxodo e na cruz. Guardar o sábado não é ganhar mérito com Deus. Quando nos lembramos do sábado, também estamos nos lembrando das grandes coisas que Deus fez por nós, e essa lembrança é o fundamento da verdadeira adoração.

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