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Início / AUXILIAR DA SEMANA - 4° TRIMESTRE 2018 / Auxiliar da Semana: Lição 09 – A Prova mais Convincente – 24 de Novembro a 01 de Dezembro 2018

Auxiliar da Semana: Lição 09 – A Prova mais Convincente – 24 de Novembro a 01 de Dezembro 2018

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TEXTO-CHAVE: Efésios 5:1, 2

O ALUNO DEVERÁ

Saber: Que a interação com as pessoas é a evidência mais convincente da unidade da igreja.
Sentir: A necessidade de avaliar a natureza e o impacto de seus relacionamentos.
Fazer: Pedir a Deus que opere em sua vida e por meio dela, de modo que você seja uma testemunha da verdade do evangelho.

ESBOÇO

I. Saber: Unidade visível

A. Por que apenas a unidade na doutrina não é suficiente para tornar visível ao mundo a unidade da igreja?
B. O nosso estilo de vida e os nossos relacionamentos demonstram nossa fidelidade a Jesus?
C. Como a unidade visível demonstra ativamente o poder de Deus?

II. Sentir: Necessidade de avaliar

A. Como as atitudes de outra pessoa impacta sua jornada espiritual tanto positiva quanto negativamente?
B. Como você avaliaria o testemunho de sua identidade em Cristo?
C. Por que a reconciliação produz emoções poderosas tanto em quem se reconcilia quanto em quem observa?

III. Fazer: Atitudes para com o outro

A. Que área de sua vida mais necessita da transformação divina a fim de que você ofereça um testemunho positivo ao mundo?
B. Você precisa adotar o ministério da reconciliação em seus relacionamentos?

RESUMO: A unidade visível nasce da nova identidade que assumimos ao expressarmos fé na obra salvífica de Cristo. O modo como vivemos e interagimos com as pessoas expressa a realidade da unidade e oferece prova convincente do caráter divino e do poder transformador de Deus.

CICLO DO APRENDIZADO

Motivação

Focalizando as Escrituras: Efésios 2:13-16

Conceito-chave para o crescimento espiritual: Quando os cristãos vivem sua identidade no Cristo ressurreto dão um poderoso testemunho do amor e do poder de Deus.

Para o professor: Ao iniciar a recapitulação desta lição, ajude os alunos a reconhecer a importância daquilo que as pessoas observam em nossa vida. Enfatize como nossas palavras e ações influenciam o modo como os outros veem Deus e nossa ligação com Ele.

Discussão inicial: Quando era bebê, Julie foi adotada por uma família que lhe dava cuidado e amor. Com o tempo, ela se tornou uma cristã generosa e comprometida, que amava profundamente sua família adotiva. Contudo, ao atingir a maioridade se sentiu compelida a descobrir mais sobre sua mãe de sangue e seus outros parentes. Julie fez uma solicitação do contato de sua mãe e ficou muito feliz quando recebeu as informações que buscava. Antes de se encontrar com ela e seus outros parentes de sangue, Julie enviou fotos e a prova escrita de sua ligação com eles, mas isso se tornou irrelevante quando chegou o dia de encontrá-los face a face. Ao verem Julie reconheceram que ela pertencia à sua família. Seus novos irmãos ficaram comovidos com a semelhança entre Julie e sua mãe, pois não eram apenas semelhantes, mas também tinham os mesmos trejeitos e gostos. A semelhança de Julie com sua mãe verdadeira foi a prova mais convincente de que ela era de fato parte da família.

Do mesmo modo, os escritores do Novo Testamento sugerem que a unidade e o amor entre os cristãos são a prova mais convincente da sua ligação com Cristo. Nossa aparência e nossas atitudes são indicativos de nosso relacionamento com Ele, mais do que qualquer outra prova que possamos apresentar.

Perguntas para discussão

Em que você acredita mais: atitudes ou provas por escrito? Por quê? Que tipos de suposições você já fez sobre pessoas com base em suas palavras e atitudes? Todas estavam corretas?

Compreensão

Para o professor: Esta seção fala sobre viver o reino dos Céus, o que demonstra o poder de Deus. Ela acentua a ligação entre nossas ações e nossa identidade em Cristo. Ao explanar a lição na classe, enfatize o fato de que a unidade visível não é obra nossa, mas do Senhor; somos apenas chamados a viver a nova identidade que recebemos em Cristo.

COMENTÁRIO BÍBLICO

I. Uma nova identidade

(Recapitule com a classe Ef 2:13-16.)

Conforme discutido anteriormente neste trimestre, a unidade da igreja depende da morte e ressurreição de Cristo, que fizeram de nós novas criaturas, reconciliados com Ele, e que nos deram uma nova identidade Nele. Portanto, o chamado para que os crentes exibam uma unidade visível não é um desafio aparentemente impossível, mas “um chamado a viver uma identidade que nos é dada gratuitamente quando submetemos nossa vida a Cristo” (Gregory A. Boyd, Living in, and Looking Like, Christ, in Servant God: The Cosmic Conflict Over God’s Trustworthiness [“Vivendo em Cristo e Sendo Semelhante a Ele”, citado em Deus Servo: O Conflito Cósmico Sobre a Fidelidade de Deus], editado por Dorothee Cole. Loma Linda, Calif.: Loma Linda University Press, 2013, p. 410). Somente quando vivemos nossa identidade em Cristo é que testificamos do evangelho e do poder de Deus.

II. Reconciliados com Deus

(Recapitule com a classe 2Co 5:17-21.)

A reconciliação bíblica refere-se à restauração do relacionamento entre companheiros que estiveram em hostilidade ou inimizade. Embora o ser humano seja responsável pela hostilidade e alienação no seu relacionamento com Deus, Jesus nos reconciliou com Deus ao lidar com a raiz do problema da inimizade. Como nosso Substituto, Ele assumiu a pena imposta pela lei em relação ao pecado. Portanto, Deus deve ser visto como o Iniciador e o Centro da reconciliação. Por ter Ele reconciliado toda a humanidade consigo por meio de Cristo e dado aos seres humanos nova vida, Paulo convidou os coríntios a viver a nova identidade, reconciliados com Deus, dando continuidade ao ministério de reconciliação nas situações concretas de seu dia a dia. Paulo esperava que os coríntios difundissem a mensagem da reconciliação e que seu fruto fosse manifesto àqueles com quem se encontrassem na jornada cristã. Na ausência de evidência externa de sua identidade como reconciliados, Paulo foi levado a questionar se os coríntios haviam aceitado verdadeiramente a reconciliação oferecida por Deus. Por isso declarou aos coríntios: “Rogamos que vos reconcilieis com Deus” (2Co 5:20).

Pense nisto: Qual é a diferença entre reconciliação e justificação? Em que se justifica o questionamento de Paulo em relação ao compromisso dos coríntios com Deus e à reconciliação que Deus lhes havia oferecido? O que significa aceitar a missão da reconciliação?

III. Vivendo os valores do reino

(Recapitule com a classe Ef 4:25–5:2; Rm 14:1-6.)

Viver como cidadão do reino de Deus envolve mais do que reconciliação; tem a ver com um novo estilo de vida que difere radicalmente do modo de vida do mundo ao nosso redor, pois se baseia em valores diferentes. Envolve não apenas uma troca de senhorios, mas uma mudança de estilo de vida. Os cristãos são chamados a adotar um estilo de vida caraterizado por amor, graça e misericórdia. Paulo explica que nossa antiga vida deve ser abandonada para que vivamos a nova identidade no reino, criada “segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade” (Ef 4:24). Essa nova vida deve ser acompanhada da renovação da mente para que haja mudança de atitudes e prioridades.

“A igreja é chamada a ser uma expressão dessa sociedade alternativa. […] Um lugar em que se opera a inversão das prioridades mundanas, onde servir é mais importante que o status, onde a humildade supera a arrogância, onde se expressa amor em vez de desejo, e onde a colaboração substitui a competição” (Lowell C. Cooper, “Doing Justice, Loving Mercy – in the End Time” [Fazendo Justiça, Demostrando Misericórdia – no Tempo do Fim], citado em Do Justice: Our Call to Faithful Living [Fazer Justiça: Nosso Chamado para uma Vida de Fidelidade], editado por Nathan Brown and Joanna Darby; Warburton, Victoria: Signs Publishing Company, 2014, p. 86). Viver nossa nova identidade com essas novas prioridades atrai a atenção para o evangelho. A harmonia e unidade que ocorrem quando o serviço substitui o uso das pessoas para fins egoístas, e quando a humildade substitui o orgulho das conquistas pessoais e do status, é tão estranha à cultura vigente que evidencia o poder de Deus para transformar vidas.

Pense nisto: Por que é importante que nossa identidade como cidadãos do reino de Deus seja acompanhada de uma renovação mental? Como sua igreja tem representado os valores do reino de Deus?

Aplicação

Para o professor: Esta seção convida os alunos a refletir se sua vida e sua igreja expressam de forma precisa sua identidade em Cristo e, portanto, dão prova do poder de Deus em seu coração.

Perguntas para reflexão

1. Qual é a diferença entre mensagem da reconciliação e ministério da reconciliação?

2. Muitos estudos sugerem que as ações e condutas da igreja diferem pouco da sociedade ao redor. Por que isso acontece? O que podemos concluir a partir dessa informação?

3. Na prática, de que forma você pode demonstrar sua identidade como reconciliado com Deus? O Senhor pede que você demonstre o viver do reino a alguém em especial nesta semana? O que você está comunicando às pessoas por meio de suas palavras e ações?

4. Entre as caraterísticas da vida no reino discutidas nesta lição, qual você acha mais difícil de demostrar? A referência de Paulo ao fato de que o amor de Cristo nos constrange pode fazer diferença nas suas atitudes e motivações?

Criatividade e atividades práticas

Para o professor: As atividades abaixo oferecem opções para os membros focalizarem uma área da vida em que eles falharam em dar testemunho de sua identidade ao mundo ao redor.

Atividades

1. Localize uma característica de sua antiga identidade na lista de Paulo em Efésios 4 que tende a infiltrar-se novamente na sua vida (mentira, furto, palavras torpes, ira, malícia, etc.). Depois identifique a característica que deve substituí-la, segundo Paulo. Encontre vários textos sobre a característica que deve substituir sua fraqueza e escreva-os em pequenos cartões que possa levar consigo. Reflita sobre eles várias vezes ao dia na próxima semana. No fim da semana, escreva sobre o que Deus lhe falou a respeito de sua fraqueza e sobre o que você precisa fazer a seguir.

2. Liste exemplos práticos do tipo de conversação que, segundo Paulo, os cristãos devem ter. Como ponto de partida talvez você queira considerar as ideias listadas em 1 Tessalonicenses 5:11, Hebreus 3:13 e 2 Coríntios 13:11. Escolha um desses exemplos e pense como você pode colocá-lo em prática nesta semana na sua casa, no seu trabalho e no seu círculo mais amplo de amigos.

3. Planeje duas atividades em grupo nas quais você poderá servir e demonstrar cuidado para com alguém de sua congregação e alguém de sua comunidade.

Planejando atividades: O que sua classe pode fazer na próxima semana como resposta ao estudo da lição?

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