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Início / AUXILIAR DA SEMANA - 2° TRIMESTRE 2018 / Auxiliar da Semana: Lição 09 – Enganos do Tempo do Fim – 26 de Maio a 02 de Junho 2018

Auxiliar da Semana: Lição 09 – Enganos do Tempo do Fim – 26 de Maio a 02 de Junho 2018

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TEXTO-CHAVE: 2 Coríntios 11:14

O ALUNO DEVERÁ

Conhecer: As advertências a respeito dos enganos mais hábeis de Satanás.

Sentir: Manter atentos todos os sentidos para evitar as armadilhas das falsas emoções.

Fazer: Proteger-se contra os enganos de Satanás.

ESBOÇO

I. Conhecer: Os enganos de Satanás

A. Qual é o engano mais eficaz do diabo a respeito de si mesmo?
B. Quais são as duas principais mentiras sobre a natureza humana que apoiam as falsas alegações do inimigo?
C. Como Satanás promoverá a falsa adoração?

II. Sentir: A armadilha emocional

A. Por que somos mais vulneráveis ao diabo por meio de nossos sentimentos?
B. Quais tipos de sentimentos responderiam melhor aos ataques de Satanás?
C. Como podemos controlar nossos sentimentos?

III. Fazer: Defesa contra Satanás

A. Qual é a melhor proteção contra o inimigo?
B. Quais são as melhores armas contra o diabo?
C. Como podemos superar os enganos do anjo rebelde?

RESUMO

Os enganos de Satanás a respeito de si mesmo, sobre Deus e os seres humanos são mentiras que devem ser desvendadas e denunciadas a fim de tornar possível a proteção divina eficaz.

Ciclo do aprendizado

1 Motivação

Focalizando as Escrituras: Apocalipse 12:9
Conceito-chave para o crescimento espiritual: O maior engano de Satanás é a ilusão de que não precisamos de Deus e não dependemos Dele.  As ideias da evolução e da imortalidade da alma ilustram esse engano e podem levar à adoração da criatura em lugar do Criador.  A melhor defesa contra essas ilusões de independência é depender somente do Senhor e mantê-Lo diante de si continuamente, colocando as decisões diárias sob Seu controle absoluto e executando-as segundo Sua vontade. Então precisamos ouvir e esperar por Sua orientação e ajuda.

Para o professor: Nesta semana, identificaremos os enganos de Satanás para nos precavermos contra eles e nos defendermos de suas tentativas de nos controlar. Mostre como os enganos mais perigosos parecem vir de nós mesmos, promovendo ideais egocêntricos. Explique como esse egocentrismo é a origem para a filosofia evolucionista e a imortalidade da alma.

Discussão e atividade inicial: Como as duas falsas crenças –imortalidade da alma e evolução – afetam outros valores? Por que é importante estar ciente das estratégias “teológicas” de Satanás? Quais outras mentiras Satanás tem usado para enganar cristãos e o mundo em geral?

2 Compreensão

Para o professor: Satanás desenvolveu suas táticas de engano para empreender um ataque tríplice. Primeiramente, ele quer que você relaxe e se sinta confortável em relação à ameaça dele contra você. Tenta levá-lo a acreditar que ele é inofensivo e até que não existe. Em segundo lugar, o inimigo deseja que você se sinta grande e poderoso. Ele tenta iludir você com a ideia de que você não precisa de Deus para sobreviver e ser feliz. Em terceiro lugar, uma vez que ele cria um vazio que só pode ser preenchido por Deus, ele busca preencher esse vazio com ele mesmo.

Comentário bíblico

I. A mais traiçoeira armadilha do diabo

(Recapitule com a classe Ap 12:9; 20:10.)

Em nossa cultura secular, muitas pessoas rejeitam a existência de Satanás, associando-o a contos de fadas, ou simplesmente, e de modo mais eficaz, fazendo piadas sobre sua existência. O poeta francês Baudelaire usava humor cético para falar da questão da existência do diabo: “Sua majestade, o diabo, disse a Baudelaire que apenas uma vez temeu perder seu poder no dia em que ouviu um pregador, um pouco mais perspicaz que outros, pregar: ‘Queridos irmãos, ao ouvirem do progresso deste século das luzes, jamais se esqueçam de que a armadilha mais traiçoeira do diabo é iludi-los com a crença de que ele não existe” (Charles Baudelaire, Le Spleen de Paris, oeuvres completes, Bibliothèque de la Pléiade, Paris, 1961, p. 101).

No Apocalipse, João expôs de forma clara e precisa a malignidade de Satanás e sua existência. Ele abertamente identificou “a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo” (Ap 12:9). Para João, Satanás não era uma figura mítica inofensiva e engraçada, com chifres e rabo. Ele é real e mau, e mestre do disfarce. O inimigo gosta de camuflar a maldade com a bondade e converter verdades em erros. Ele usou essa estratégia com Eva quando apresentou a desobediência como virtude (Gn 3:5). No Apocalipse, Satanás é uma pessoa real e perigosa.

Pense nisto: Identifique algumas concepções equivocadas apresentadas como verdades (por exemplo, comer carne lhe dará força; vinho faz bem ao coração; fumar é legal, etc.). Por que conceitos populares são tão propagados e misturados com a mentira?

II. Evolução e imortalidade

(Recapitule com a classe Ec 9:5; Hb 11:1).

Desde o início da Bíblia, nos relatos da criação em Gênesis 1 e 2, são apresentadas verdades sobre nossa origem e a natureza humana que servem como advertências contra os dois grandes erros que enganam muitas pessoas: evolução e imortalidade da alma.

Contrário à filosofia da evolução, o texto bíblico diz que Deus criou o Universo e formou os primeiros humanos à Sua imagem. Além disso, abençoou o sábado e o deu aos seres humanos como sinal para que se recordassem do que havia feito para eles quando ainda não existiam (Gn 2:1-3; Êx 20:8-11). A ideia da evolução é muito antiga, e tentou os antigos egípcios pagãos a observar que o besouro parecia ter emergido do esterco sozinho e, portanto, havia a crença de que a vida surgiu sozinha. Assim, o besouro foi chamado de kheper, que significa “evoluir”, e se tornou o nome do deus criador Khepri, que expressa o conceito evolucionista. Khepri significa “aquele que vem à existência por si mesmo, que se autoevolui”. O salmista nos advertiu contra esse autoengano quando disse: “Foi Ele que nos fez, e não nós a nós mesmos” (Sl 100:3, Almeida Corrigida e Revisada Fiel).

Contrário à filosofia da imortalidade, Deus demonstrou aos primeiros humanos que eles não são imortais por natureza. A vida deles dependia do Criador e, caso se desligassem Dele e Lhe desobedecessem, certamente morreriam (Gn 2:17). Desde então, Satanás tem feito de tudo para persuadir os seres humanos de que eles são imortais: “A serpente disse à mulher: é certo que não morrereis” (Gn 3:4). Os antigos egípcios imaginavam que o espírito podia sobreviver ao corpo e ir para o Céu, onde se tornariam deuses. Posteriormente, o filósofo grego Platão discorreu sobre a filosofia da imortalidade da alma, que, para ele, existia separada do corpo. Esse falso conceito tem influenciado o judaísmo e o cristianismo tradicional. Atualmente, até pessoas não religiosas acreditam na filosofia da imortalidade da alma e promovem todo tipo de teorias “espirituais” e os chamados experimentos para apoiarem seu idealismo.

Evolucionismo e imortalidade são as duas concepções mais populares e predominantes nas culturas ao redor do mundo. Na verdade, elas se fundamentam no mesmo engano de que os humanos são deuses que se criaram por meio do processo da evolução, atingindo o estágio da divindade. O fundamento desses dois conceitos é a mentira do próprio Satanás, proferida no Éden: “sereis como Deus” (Gn 3:5, ARC).

Pense nisto: Por que essas teorias ? evolução e imortalidade da alma ? são tão importantes no grande conflito? Quais textos bíblicos negam o conceito de imortalidade da alma? Por que a observância do sábado indica fé na criação histórica em seis dias?

III. A falsa trindade

(Recapitule com a classe Ap 12:17–13:18).

Quase que de forma satírica, o livro do Apocalipse apresenta Satanás como uma caricatura de Deus. Tentando imitar Deus, Satanás se apresenta como uma trindade: o dragão, a besta do mar e a besta da terra. Essas feras são descritas em relação uma com a outra e em relação ao dragão. A besta que emerge do mar é muito semelhante ao dragão. Assim como este último, a besta tem sete cabeças e dez chifres (Ap 13:1). Ela recebeu poder do dragão (Ap 13:4) e representa um poder religioso (veja a próxima lição). Da mesma forma, a besta que emerge da terra, que aparece em seguida, promove a adoração à besta do mar (Ap 13:12-14) e apoia o dragão (Ap 13:4). A besta da terra, que se alia à do mar, representa um poder político (veja a próxima lição).

Esses três animais estão do mesmo lado e estão comprometidos com o mesmo projeto. Além disso, essas três criaturas monstruosas contrastam com as três criaturas bem definidas que representam a Divindade: o Cordeiro, o Leão e o Homem. Essa distorção de Deus deve nos servir de alerta. Quando Satanás imita Deus, o resultado não é apenas enganoso e desfigurador, mas é perigoso e conduz ao abismo.

Perguntas para discussão

Por que Satanás escolhe imitar? Qual é o significado dessas três representações simbólicas: o dragão, a besta do mar e a besta da terra? Como o dragão imita Deus, o Pai? Como a besta do mar imita Jesus? Como a besta da terra imita o Espírito Santo? Qual elemento cósmico cada uma dessas criaturas evoca? Como suas respectivas representações expressam a função de cada uma?

3 Aplicação

Para o professor: De acordo com o testemunho do historiador grego Heródoto, quando os antigos egípcios se assentavam para um banquete, havia o costume de ter alguém circulando com uma estatueta que imitava um morto mumificado a fim de relembrá-los da morte e encorajar as pessoas a repensar o valor da vida. Embora esse costume fosse mórbido, o que podemos aprender com ele?

Perguntas para reflexão

Muitas vezes a perda de um ente querido é uma boa oportunidade para testemunhar de nossa fé. Comente sobre Eclesiastes 7:1-4.

1. Por que a perspectiva da morte pode trazer sabedoria?

2. Como denunciar o engano da imortalidade da alma e ainda assim trazer conforto aos enlutados?

4 Criatividade

Para o professor: Identifique o ponto comum destes três enganos: evolução, imortalidade da alma e a falsa trindade satânica. De que maneira eles afetam a natureza divina, a natureza humana e o destino do mundo? Por que Satanás se identifica com três seres? Identifique os paralelos entre os três animais monstruosos e a Trindade divina. Qual é a evidência bíblica da Trindade no Antigo Testamento?

Atividade

Se possível, leve para a classe uma representação (desenhos ou estatuetas) das três bestas satânicas e compare-as com as três representações de Deus. Quais lições aprendemos sobre a natureza divina a partir dessa comparação?

Planejando atividades: O que sua classe pode fazer na próxima semana como resposta ao estudo da lição?

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