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Auxiliar da Semana: Lição 10 – América e Babilônia – 02 a 09 de Junho 2018

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TEXTO-CHAVE: Apocalipse 13:1-18

 

O ALUNO DEVERÁ

Saber: Identificar os poderes históricos representados pelas duas bestas e reconhecer os eventos associados a elas.
Sentir: A seriedade dos temas em questão, e controlar os sentimentos na adoração.
Fazer: Documentar evidências que demonstrem o cumprimento das profecias, e encontrar mais razões para confiar no Deus que controla a história.

ESBOÇO

I. Saber: América e Babilônia

A. Quais indícios sugerem que a besta do mar é a Igreja Católica Romana?
B. Quais pistas sugerem que a besta da terra são os Estados Unidos da América?

II. Sentir: Controle emocional

A. Por que sentir-se bem não é uma evidência suficiente de que temos a presença divina?
B. Como podemos ter certeza de que nossos sentimentos na adoração estão em sintonia com o Deus verdadeiro?
C. Por que devemos amar as pessoas ainda que elas possam pertencer ao exército da besta?

III. Fazer: Apegar-se a Deus

A. Qual é a tentação mais comum da adoração falsa?
B. Como sair de Babilônia?
C. Por que sair de Babilônia não é suficiente para evitar sua influência?

RESUMO: A ambição de Babilônia é ser adorada pelo mundo todo.

Ciclo do aprendizado

1 Motivação

Focalizando as Escrituras: Apocalipse 13:10

Conceito-chave para o crescimento espiritual: A vida espiritual não é egocêntrica, mas requer uma experiência de adoração teocêntrica e uma vida fundamentada na confiança Nele. A verdadeira adoração não é apenas companheirismo e passar bons momentos juntos; de igual maneira, não basta pertencer ao exército certo de crentes para apresentar uma adoração verdadeira. Em vez disso, a verdadeira adoração deve nos conduzir à profunda devoção a Deus.

Para o professor: A identificação dos poderes por trás das duas bestas de Apocalipse 13 nos ajuda a situar o período profético em que vivemos, e nos instrui a viver em conformidade com ele. Examine a evidência histórica que apoia a identificação das bestas. Tanto quanto possível, selecione fontes bem conhecidas, até mesmo livros de história, para garantir objetividade e credibilidade. O principal objetivo desta lição é incentivar o comprometimento com o Deus verdadeiro e a adoração a Ele.

Discussão e atividade inicial: Nunca houve tantas religiões e denominações que alegassem ser a igreja verdadeira de Deus quanto hoje. A reação a essa proliferação de seitas pode ser refugiar-se na igreja tradicional em que crescemos, devido à sua suposta legitimidade histórica? Comente com a classe.

Perguntas para discussão

1. Como podemos explicar a proliferação de seitas?

2. Considere também a ilusão de se refugiar em igrejas tradicionais simplesmente porque possuem suposta legitimidade histórica. Como denunciar essa ilusão sem cair na armadilha do orgulho e da autossuficiência que caracterizam a igreja de Laodiceia (Ap 3:17)?

2 Compreensão

Para o professor: É importante ter muita sensibilidade ao apresentar esta lição. Em primeiro lugar, revele a identidade das duas bestas à luz de acontecimentos contemporâneos. Em segundo lugar, identifique o principal assunto em jogo, e discuta por que denunciar o engano de confiar numa igreja tradicional é importante para nossa vida espiritual. Faça uma apresentação criativa e relevante sobre o tema. Fortaleça o fundamento de sua abordagem e use os melhores argumentos e evidências para apresentar esta lição.

Comentário bíblico

I. Babilônia e seus aliados

(Recapitule com a classe Ap 13:12).

As características da besta do mar relembram os quatro animais de Daniel 7 – os três primeiros são o leopardo, o urso e o leão (Ap 13:2; compare com Dn 7:2, 3), mas o foco está especialmente no quarto animal (Ap 13:1; compare com Dn 7:7). O elemento característico desse quarto animal que chamou a atenção de João é o chifre pequeno. Assim como o chifre pequeno, a besta do mar usurpa o poder de Deus, e exige adoração. A pergunta “Quem é semelhante à besta?”, proferida por seus adoradores (Ap 13:4) segue o padrão tradicional da frase que caracteriza a adoração a Deus no antigo Israel: “Ó Senhor, quem é como Tu?” (Êx 15:11; Sl 35:10). Além disso, como o chifre pequeno, essa besta perseguiu o povo de Deus pelo mesmo período de tempo, 42 meses, que corresponde a um tempo, dois tempos e metade de um tempo do chifre pequeno (Ap 13:5, Dn 7:25), período que começou em 538 d.C. e terminou em 1798 d.C. Então, a besta do mar representa o mesmo poder simbolizado pelo chifre pequeno, isto é, a Igreja Católica Romana como instituição.

A visão do livro do Apocalipse acrescenta outra marca distintiva para nosso entendimento do chifre pequeno: a besta do mar (o chifre pequeno) seria ferida e perderia temporariamente seu prestígio, que depois seria recuperado, e a besta seria de novo adorada (Ap 13:8). A ferida se refere à pressão da Revolução Francesa e, mais especificamente, ao golpe de Napoleão contra a igreja, quando o papa foi capturado e aprisionado em 1798. A cura da ferida se refere à recuperação da igreja, que começou no século 19, quando se pronunciou o dogma da infalibilidade do papa (1870), dentre muitos outros. A popularidade e influência política do papado nunca foram tão grandes como agora.

Pense nisto: De acordo com o livro do Apocalipse, quais são as características que tornam a quarta besta um poder perseguidor?

II. A adoração está em jogo

(Recapitule com a classe Ap 13:16, 17).

Após a visão da besta do mar, João viu uma besta se levantando da terra. Essa besta da terra apoiaria a besta do mar e encorajaria as pessoas a adorá-la (Ap 13:12), assim como o dragão já havia promovido a adoração à besta (Ap 13:4).

Com o surgimento da besta da terra, seria reafirmado o clamor da besta do mar por adoração. A besta da terra faria tudo que pudesse por meio de seu poder político para promover a adoração à besta do mar. A linguagem da visão de João relembra a história de Daniel 3, na qual Nabucodonosor erigiu uma estátua que era a réplica da imagem de seu sonho, relatado em Daniel 2, e ordenou a todos que a adorassem. Aqueles que se recusassem seriam mortos (Dn 3:4, 7). Da mesma forma, a besta da terra faria com que fossem mortos todos os que se recusassem a adorar a imagem da besta do mar (Ap 13:15).

A passagem do Apocalipse especifica como se manifestaria essa adoração à besta do mar: o adorador da besta receberia a marca na mão e na fronte (Ap 13:16). Para o judeu fiel, essa linguagem relembra o costume antigo de atar o tefilin à mão e à fronte para simbolizar total submissão aos mandamentos divinos (ver Dt 6:8; Pv 3:3; 6:21; 7:3), envolvendo ações (a mão) e pensamentos (a fronte). O mesmo símbolo aparece em Apocalipse 14:9, em que foi associado à fé na criação, sugerindo assim uma referência mais específica ao sábado (ver a lição 6). Várias pistas sugerem que a besta da terra seja uma referência aos Estados Unidos da América. Essa profecia ainda não foi cumprida completamente. Os seguintes indícios ajudarão a confirmar a identidade da besta da terra:

1. Esse poder é diferente da besta do mar: não é religioso; não é adorado (Ap 13:12, 15); é apenas político. Pode matar (Ap 13:15) e atua como um poder econômico, uma vez que determina quem pode comprar e vender (Ap 13:17).

2. Esse poder ganha importância após a besta do mar e começa a atuar logo depois que a besta do mar é golpeada (Ap 13:12); portanto, no final do século 18.

3. Esse poder tem um caráter reconfortante. Parece cordeiro (Ap 13:11), símbolo de Jesus Cristo em Sua vulnerabilidade. Contudo, fala como dragão e tem um tremendo poder. Além disso, vem da “terra” – uma parte pouco povoada do mundo, diferente da besta do mar (ver Ap 17:15).

4. Esse poder exerce importante influência política e cultural sobre o mundo; é um superpoder.

O profeta bíblico não somente acusa os poderes malignos. O propósito espiritual por trás da revelação dos movimentos da história não é bancar o juiz e apontar o dedo contra as pessoas. Em vez disso, a intenção é nos encorajar a sair de Babilônia (Ap 18:2-4) e fortalecer a fé e a esperança (Ap 13:10). É desenvolver confiança na Palavra divina e no controle de Deus sobre a história e nos exortar a adorar somente ao Deus verdadeiro.

Perguntas para discussão

Quais características da besta da terra combinam com as características dos Estados Unidos da América? Quais acontecimentos atuais indicam que os Estados Unidos cumprem o papel profético traçado em Apocalipse 13? O que torna o sábado a prova ideal de adoração? O que significa sair de Babilônia? Qual é o efeito do cumprimento da profecia na sua vida espiritual? Como o contraste entre o cordeiro e o dragão se ajusta ao caráter dos Estados Unidos na profecia? Como essa associação paradoxal relembra o chifre pequeno com características humanas?

3 Aplicação

Para o professor: A internet contém muitas lições sobre profecia. De modo contraditório, as pessoas não acreditam em Deus porque imaginam que seja uma crença primitiva, mas examinam horóscopos e avidamente consultam adivinhadores. Por quê?

Perguntas para reflexão

1. Como podemos nos proteger contra interpretações inadmissíveis do livro do Apocalipse?

2. Por que existem tantas interpretações diferentes e até mesmo contraditórias do livro do Apocalipse?

4 Criatividade

Para o professor: Comente sobre o seguinte artigo que relata a viagem do papa Francisco aos Estados Unidos:

“Ele veio como um pastor e, em toda parte, atendia seu rebanho, com o toque humano que cativava até mesmo céticos […]. Vimos elementos desse cortejo antes: Paulo VI foi o primeiro papa a visitar os Estados Unidos, em 1965, quando o concílio Vaticano II havia sido iniciado recentemente. […] João Paulo II fez sete visitas aos Estados Unidos durante seus 27 anos no cargo. […] Mas nenhuma dessas visitas aconteceu na era do Instagram, quando cada um dos milhões que saíram para vê-lo pôde compartilhar a experiência com outros milhões. […] Ele é o primeiro papa a usar o Google Hangout [plataforma de mensagens instantâneas e conversa em vídeo desenvolvido pelo Google] e o primeiro a reunir mais de 20 milhões de seguidores no Twitter” (Time, 5 de Outubro de 2015, p. 36, 40)

Atividade: Reúna artigos recentes de revistas populares que confirmem o cumprimento da profecia de Apocalipse 13.

Planejando atividades: O que sua classe pode fazer na próxima semana como resposta ao estudo da lição?

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