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Início / AUXILIAR DA SEMANA - 2° TRIMESTRE 2018 / Auxiliar da Semana: Lição 12 – Babilônia e o Armagedom – 16 a 23 de Junho 2018

Auxiliar da Semana: Lição 12 – Babilônia e o Armagedom – 16 a 23 de Junho 2018

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TEXTO-CHAVE: Apocalipse 14:8

Conhecer: A batalha final que colocará em oposição o exército de Deus e o exército de Babilônia.
Sentir: A natureza espiritual do conflito e como ele se relaciona com sua vida pessoal com Deus.
Fazer: Usar as armas divinas para resistir ao inimigo, lutar contra ele e se preparar para o conflito final.

I. Conhecer: A batalha do Armagedom

A. O que significa a palavra hebraica Armagedom?
B. Quando e onde acontecerá essa batalha?
C. Quais são as identidades dos exércitos opostos?

II. Sentir: A batalha espiritual

A. Por que essa batalha é espiritual?
B. Como essa batalha afetará nossa vida?
C. Qual é a diferença entre essa batalha espiritual e as que enfrentamos hoje?

III. Fazer: Preparação para a batalha

A. Quais armas espirituais serão necessárias para sobrevivermos à batalha?
B. Como a ideia de uma batalha literal pode nos desviar da necessária ação real?
C. Como devemos nos preparar para o futuro Armagedom?

A batalha do Armagedom é espiritual e reunirá todas as forças do mal contra o acampamento do reino de Deus.

Ciclo do aprendizado

1 Motivação

Focalizando as Escrituras: Efésios 6:10-18

Conceito-chave para o crescimento espiritual: O fato de que a batalha do Armagedom é espiritual não significa que será menos dura e real do que batalhas militares verdadeiras: “Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” (Ef 6:12). Pela primeira vez na história, todas as forças do mal se reunirão e revelarão mais completamente sua face real e suas verdadeiras intenções. A batalha espiritual tem um alcance cósmico. Nossas lutas diárias serão intensificadas.

Para o professor: A lição desta semana é parte de nossa preparação para a batalha final do Armagedom. Portanto, o desafio é informar as pessoas e explicar a elas sobre o cenário dessa batalha, e relacioná-la também às nossas batalhas espirituais diárias. Discuta o tema da batalha espiritual, o “grande conflito” descrito na Bíblia. Apresente textos-chave do Antigo e do Novo Testamento que se referem à batalha espiritual (Nm 24; Dn 10-11; Mt 26:36-42; etc.).

Discussão e atividade inicial: Muitos evangélicos creem numa batalha literal do Armagedom que se dará em Israel e envolverá exércitos reais. Discuta as diferentes interpretações evangélicas populares na atualidade.

2 Compreensão

Para o professor: A história da torre de Babel permaneceu na memória dos profetas bíblicos como um paradigma da tolice do orgulho humano. Leia o relato com a classe (Gn 11:1-9). Leve uma figura das ruínas do Grande Zigurate de Ur (próximo à base aérea de Ali no Iraque). Mostre como Daniel faz referência a essa história (Dn 1:2; 3:1; 8:11). De igual maneira, para João, Babel (ou Babilônia) representava o poder maligno que quer tomar o lugar de Deus. O tema da Babilônia, nome grego de Babel, permeia o livro do Apocalipse (é usado seis vezes, o número associado à Babilônia) e atinge seu clímax na profecia do Armagedom. Como os construtores da torre de Babel, as forças do mal se unem contra o Rei celestial. Como na história da torre de Babel, o grande confronto terminará com a descida de Deus e a queda da Babilônia espiritual. Sua queda é descrita com termos que relembram a queda da antiga Babilônia histórica.

Comentário bíblico

I. A reunião de Babilônia

(Recapitule com a classe Ap 16:16; Dn 11:43).

O livro do Apocalipse se refere ao último acontecimento da história humana como uma batalha de proporções gigantescas, em que se ajuntam todas as forças malignas (Ap 16:16), unindo o dragão e as duas bestas (Ap 16:13; compare com 12:17; 13:1, 11; ver lição anterior). Esse triunvirato arrasta os “reis do mundo inteiro” (Ap 16:14). Esse acampamento é identificado como “a grande cidade” (Ap 16:19), nome que designa Babilônia (Ap 14:8).

O profeta Daniel teve a mesma visão. Na profecia sobre os reinos, representados por uma estátua humana, ele viu no final uma grande reunião de reis da Terra (Dn 2:43, 44). O mesmo cenário reaparece na profecia do “grande conflito” (Dn 10:1), que termina também com a reunião de todas as forças do norte, unidas contra o sul (Dn 11:40-45).

De acordo com essas profecias, os últimos sinais da história humana serão caracterizados por movimentos de união. Não está claro como esses movimentos acontecerão; no entanto, é interessante observar que esse cenário já começa a ser organizado diante de nossos olhos: todos os poderes do mundo se esforçam para tornar o mundo um só em todos os sentidos: uma só cultura, religião, economia, um só sistema político e complexo militar. Há uma tendência cada vez maior de que todos falem a mesma língua, vistam-se da mesma forma, cantem as mesmas músicas, comam os mesmos alimentos, e até pensem e acreditem da mesma forma. O mundo nunca esteve tão interligado e se torna cada vez mais “uma vila global”.

Pense nisto: Quais instituições mundiais sugerem a tendência da unidade global e quais demonstram claramente ter a mentalidade de Babilônia? Quais instituições mundiais podemos aprovar, e por quê? Qual é sua experiência com a “vila global”?

II. A batalha de Babilônia

(Recapitule com a classe Dn 2:35, 45; 11:45.)

Em ambas as suas profecias, Daniel afirmou que as forças do mal se reuniriam contra o monte santo celestial. O livro do Apocalipse diz que esse ajuntamento final se oporá ao “santuário” (Ap 16:17); isto é, também ao monte santo, como indica o prefixo har (“monte”) do nome Armagedom. A palavra Mageddon, o nome antigo de Megido, traz a lembrança de muitos conflitos (Jz 7; 2Rs 10:11; 2Rs 23:29, 30). A profecia tem a ver com a Jerusalém celestial e não com a Jerusalém terrestre do atual Israel. Não se refere a conflitos militares de exércitos da Terra e não tem nenhuma relação com o conflito no Oriente Médio, como creem muitos cristãos evangélicos.

A batalha do Armagedom é espiritual por natureza e coloca em conflito dois inimigos espirituais: Babilônia e a Jerusalém celestial. O exército de Babilônia é representado pelas três bestas: o dragão, a besta do mar e a besta da terra. O último poder recebe um novo nome, “falso profeta”, título que confirma seu papel como defensor da instituição terrestre do papado (Jr 5:30, 31; 23:14) e como enganador (Jr 5:13; 23:16). A profecia especifica que esses poderes usam métodos sobrenaturais, “espíritos de demônios”, para seduzir os “reis do mundo inteiro” (Ap 16:14).

Pense nisto: Localize em um mapa a cidade de Megido. Qual é a distância entre o monte Carmelo e a cidade de Megido? Como podemos entender o fato de que não existe um monte Megido? Você se lembra de alguma batalha de Megido registrada na Bíblia? Portanto, por que é impossível que a batalha do Armagedom aconteça no “monte” ou até mesmo no vale de Megido?

III. A queda de Babilônia

(Recapitule com a classe Dn 2:35, 45; 11:45; Ap 16:17-21.)

Nas visões de Daniel e de João, o desfecho é o mesmo: Deus desce e destrói todas as forças do mal. O autor do livro do Apocalipse descreve essa destruição como uma divisão de Babilônia, a qual é chamada de “a grande cidade” (Ap 16:19; compare com 14:8). O grande ajuntamento será aniquilado, assim como o grande ajuntamento dos construtores de Babel foi dividido pela confusão das línguas e esmagado (Gn 11:7, 8).

O antigo relato da queda da Babilônia histórica serve de modelo para a futura queda da Babilônia espiritual. As águas do Eufrates secaram “para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do lado do nascimento do sol” (Ap 16:12). A Bíblia relata a tomada de Babilônia por Ciro, em 539 a.C., por meio da estratégia de fazer secar as águas do Eufrates. De acordo com Isaías, Deus disse: “Digo à profundeza das águas: Seca-te, e Eu secarei os teus rios; […] digo de Ciro: Ele é Meu pastor e cumprirá tudo o que Me apraz” (Is 44:27, 28; Jr 50:38). O antigo historiador Heródoto (484-425 a.C.) testemunhou dessa estratégia: “[Ciro] colocou seu exército no lugar em que o rio entra na cidade, e a outra parte dele onde o rio sai da cidade, e ordenou que seus homens entrassem na cidade pelo canal do Eufrates quando vissem que estava raso o suficiente. […] Quando isso aconteceu, os persas que foram colocados ali com esse objetivo invadiram Babilônia pelo canal do Eufrates, o qual havia então baixado à altura da metade da coxa de um homem” (Herodotus I, Livros I e II. Tradução de A. D. Godley. Mass: Harvard University Press, 1975, p. 239).

Discussão e atividade inicial: Observe o tempo verbal da expressão “caiu Babilônia” (passado) para se referir ao acontecimento futuro da queda da Babilônia espiritual.

Perguntas para discussão

1. Por que a queda de Babilônia foi tão importante para os judeus daquela época? Qual foi o único rei pagão chamado de Messias, e por quê?

2. Quais são os paralelos entre a queda da Babilônia histórica e a da Babilônia espiritual?

3 Aplicação

Para o professor: Com frequência, a Bíblia se refere a um bem conhecido evento do passado para falar de um evento futuro. Identifique alguns exemplos dessa prática bíblica no Antigo e no novo Testamento.

Perguntas para reflexão

1. Que lição pedagógica podemos tirar dessa prática de mencionar um evento bem conhecido do passado como uma forma de falar de um fato que ainda vai ocorrer?

2. Por que o profeta bíblico usou o tempo verbal no passado para falar de um evento futuro? Quais outros exemplos dessa prática bíblica você conhece?

4 Criatividade

Para o professor: Na mídia há muitas referências ao Armagedom. Liste algumas delas para a classe.

Atividades: Se possível, selecione um exemplo, como uma música, que ilustre o fascínio da mídia pelo Armagedom. Compartilhe-o com a classe e discuta as diferentes razões para essa tendência.

Planejando atividades: O que sua classe pode fazer na próxima semana como resposta ao estudo da lição?

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um comentário

  1. Criginel Milheres

    o armagedom é uma guerra espiritual entre o bem e o mal isso é os guardam verdadeiramente os mandamentos
    de Deus o sabádo

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