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Início / AUXILIAR DA SEMANA - 2° TRIMESTRE 2018 / Auxiliar da Semana: Lição 13 – A Volta do Nosso Senhor Jesus – 23 a 30 de Junho 2018

Auxiliar da Semana: Lição 13 – A Volta do Nosso Senhor Jesus – 23 a 30 de Junho 2018

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TEXTO-CHAVE: Daniel 7:13

O ALUNO DEVERÁ

Conhecer: A realidade e a importância da segunda vinda de Jesus.
Sentir: Aguardar e alegrar-se com a expectativa de encontrar o Senhor face a face.
Fazer: Viver com esperança, apesar da perspectiva da morte e da presente condição de desespero em que se encontra o mundo.

ESBOÇO

I. Conhecer: O fim é o começo

A. Por que o reino celestial implica a destruição dos reinos terrestres?
B. Por que a segunda vinda de Cristo é real e não apenas uma parábola espiritual?
C. Por que a segunda vinda de Jesus faz sentido?

II. Sentir: Anseio de vê-Lo

A. Que sentimentos você tem quando pensa na segunda vinda de Cristo?
B. Como a esperança na volta de Jesus afeta seu modo de pensar?
C. Por que o regresso de Cristo é a única solução real para o nosso sofrimento?

III. Fazer: Esperança contra o desespero

A. Como a esperança na segunda vinda de Cristo o ajuda a lidar com a injustiça?
B. Como a esperança na volta de Cristo o ajuda a lidar com a morte?
C. Como a esperança no retorno do Salvador o ajuda a tomar as decisões certas na vida?

RESUMO

A segunda vinda de Cristo é a crença fundamental que dá sentido a todas as religiões cristãs. Esse acontecimento finalmente concretizará todos os sonhos e esperanças da humanidade.

Ciclo do aprendizado

1 Motivação

Focalizando as Escrituras: 2 Timóteo 4:7, 8

Conceito-chave para o crescimento espiritual: A crença na segunda vinda de Jesus constitui mais do que uma verdade dogmática a ser repetida em nossa confissão de fé. Ela é o fundamento da nossa vida espiritual. A súplica de Jesus: “Venha o Teu reino” (Mt 6:10) é o ápice da oração modelo. Os antigos israelitas oravam na direção de Jerusalém (Dn 6:10), pois a oração era a expressão de sua esperança.

Para o professor: A crença na segunda vinda de Cristo engloba todos os outros princípios de fé. Analise com seus alunos o significado do nome “adventista do sétimo dia”. Peça-lhes que meditem sobre o significado de cada componente do nome e sobre a tensão entre eles. Em seguida, compartilhe a seguinte citação: “Nosso nome é formado por duas entidades opostas […]. Enquanto o termo ‘sétimo dia’ nos liga à existência terrestre e à história humana, a palavra ‘adventista’ nos remete ao futuro, ao que está além da história humana e pertence ao domínio profético, que aponta para a esfera celestial. Enquanto o termo ‘sétimo dia’ nos confronta com a realidade presente da cidade terrestre e nos faz respirar ao ritmo do tempo ‘debaixo do céu’ (Ec 3:1), a palavra ‘adventista’ nos tira daqui e nos faz sonhar, orar e aguardar a vinda do reino celestial, e fortalece em nosso coração o sentido de ‘eternidade’” (Ec 3:11; extraído de Jacques Doukhan, The Tension of Seventh-day Adventist Identity: An Existential & Eschatological Perspective” [A Tensão da Identidade Adventista do Sétimo Dia: Uma Perspectiva Existencial e Escatológica], Journal of the Adventist Theological Society, 26 de Janeiro, 2015, p. 29, 37

Discussão e atividade inicial: Examine a ligação entre a doutrina da segunda vinda de Jesus e as demais doutrinas adventistas do sétimo dia. Se você não tivesse essa esperança, como as outras crenças subsistiriam? Qual é a relação entre a esperança na volta de Cristo e o mandamento do sábado?

Perguntas para discussão

1. Por que a Bíblia começa com a criação e termina com o reino de Deus? Que outros exemplos bíblicos demonstram essa mesma relação?

2. Por que não seria possível ser um bom adventista sem o sábado, e por que não é possível ser um bom adventista do sétimo dia sem a esperança da segunda vinda de Jesus?

2 Compreensão

Para o professor: Um palestrante zombou dos ingênuos cristãos que acreditavam na segunda vinda de Jesus: “Vocês acham que Jesus virá num paraquedas?” As pessoas riram, e o palestrante alcançou seu objetivo. Nos últimos anos, muitos teólogos cristãos têm enfatizado a importância de se ter um encontro com Jesus Cristo. Argumentam que o que importa é nosso relacionamento pessoal com Ele, nossa ética e nossa fé no Seu amor por nós na vida presente. Esta lição fala sobre essa perigosa maneira de pensar. A esperança bíblica não tem a ver com este mundo, mas envolve um mundo radicalmente novo, que terá início com uma real interrupção divina na história, que trará uma nova vida totalmente diferente da nossa presente condição mortal.

Comentário bíblico

I. O reino do futuro

(Recapitule com a classe Dn 2:34, 35.)

As profecias de Daniel deixam muito claro que o reino celestial será diferente de todos os outros reinos terrestres. A história profética dos reinos da Terra é descrita como uma contínua sucessão de reinos, que desaparecem um após outro, embora cada um ainda retenha algo dos reinos anteriores.

Por outro lado, o reino de Deus surgirá repentinamente do céu e não terá absolutamente nenhuma ligação com os reinos terrestres anteriores. De fato, o estabelecimento do reino de Deus implica a destruição total e radical de todos os outros reinos, como está escrito: “E deles não se viram mais vestígios” (Dn 2:35). Observe que essa operação não será resultado de guerras humanas nem de um desastre ecológico. Assim como a criação do mundo foi um ato unicamente divino, a destruição do mundo acontecerá “sem auxílio de mãos” (Dn 2:45). Em contrapartida, “o Deus do Céu suscitará um reino que não será jamais destruído” (Dn 2:44). Enquanto os reinos terrestres não duram nem têm futuro, o reino de Deus é o único que se abre ao futuro e à eternidade.

Essa perspectiva futura do reino de Deus contém o segredo da sabedoria bíblica. Enquanto a sabedoria do mundo está orientada para o presente, a sabedoria do reino celestial está voltada para o futuro. Tudo que fazemos deve ser avaliado com base nesse assunto. Como aconselha Ellen G. White: “Não pode ser integral nem completo nenhum projeto de negócios ou plano para a vida que apenas inclua os breves anos da existência presente, e não tome providências para o interminável futuro. Que os jovens sejam ensinados a tomar em consideração a eternidade” (Educação, p. 145).

Pense nisto: Quais são as diferenças entre os reinos terrestres (representados pelos metais) e o reino celestial (representado pela pedra) na visão de Daniel 2? Por que a segunda vinda de Jesus e a teoria da evolução são incompatíveis?

II. Como ladrão

(Recapitule com a classe 1Ts 5:4; Ap 3:3; 16:15).

O ponto de vista bíblico e as teorias humanas sobre esperança são radicalmente diferentes. Enquanto todas as filosofias humanas sobre esperança advogam que a solução para as misérias humanas vem deste mundo e do esforço humano, a Bíblia promete que a solução dos nossos problemas vem de Deus. Por essa razão, o Messias, nosso Salvador, é descrito como “vindo com as nuvens do céu” (Dn 7:13; Mt 24:30; Ap 14:14). Assim como não podemos criar a nós mesmos, não podemos salvar a nós mesmos.

De igual maneira, não podemos prever o momento da volta de Cristo. De acordo com a Bíblia, o “fim” não será um processo gradual, resultado de um amadurecimento progressivo. A palavra hebraica para “fim”, qets, é derivada do verbo hebraico qatsats, que significa cortar (Dt 25:12) e sugere um evento repentino, que não tem ligação com eventos anteriores. Portanto, a vinda de Jesus irá surpreender e atingir como um desastre violento e inesperado.

A Bíblia compara a vinda de Cristo à chegada de um ladrão. Essa comparação sugere que o mundo que Ele tomará não está em Suas mãos no presente; e sim nas mãos de um inimigo (Mt 13:28, compare com Jó 1:11, 12). Para nos salvar, Deus terá que arrombar e tomar, assim como fez quando tirou Israel de Faraó ou quando tomou do diabo o possesso pelo demônio (Mt 12:28, 29).

Perguntas para discussão

1. Por que o ser humano não pode se salvar?

2. Quais filosofias humanas de esperança você conhece? Como e por que elas falharam ou falharão?

3. O povo de Deus e todos os demais serão surpreendidos pela segunda vinda de Cristo?

4. Deus salvará muitas pessoas do mundo. A salvação implica violência?

5. O que a comparação da volta de Cristo com a chegada de um ladrão sugere para os que aguardam a segunda vinda de Jesus? (Mt 24:44).

III. Novos céus e nova Terra

(Recapitule com a classe Is 65:17-25.)

Deus não irá apenas “tomar” das mãos do inimigo. Ele dará coisas novas. O reino de Babilônia será destruído e, em seu lugar, será criada a Nova Jerusalém. A morte será substituída pela vida eterna. A ressurreição dos mortos será a primeira manifestação da segunda vinda de Cristo. Daniel é o livro do Antigo Testamento que mais reflete essa esperança (Dn 12:2, 3, 13). A vida eterna será desfrutada completamente em nosso corpo transformado. Nossa imaginação é incapaz de conceber como será o reino de Deus, um lugar que Deus preparou para nós (1Co 2:7-9).

O fato de que o reino de Deus está além da nossa capacidade de imaginação não quer dizer que essa nova ordem escape totalmente do nosso entendimento. Em vez disso, significa que a promessa divina é verdadeira, mesmo que não possamos imaginá-la por inteiro, pois o Libertador não surgiu de nossa mente nem de nossos sonhos. O Céu é um lugar real que Ele tem preparado para nós (Jo 14:2). Nesse reino, a vida terá outra forma, como nunca teve neste mundo, porque pela primeira vez depois do jardim do Éden teremos uma vida livre da sombra da morte.

Pense nisto: Por que não conseguimos imaginar completamente como será o reino de Deus? Por que a ressurreição dos mortos exclui a ideia da imortalidade da alma?

3 Aplicação

Para o professor: Certa vez, o autor da edição para professores deste trimestre foi entrevistado numa rádio pública francesa. Durante o programa, ele falou de sua esperança no reino de Deus. Em contraste com seus comentários sobre a esperança no Deus dos Céus, o técnico de música, um ateu, transmitiu uma música popular que retratava um pássaro voando pelo céu, sugerindo que a fé do entrevistado não estava em coisas reais. Para o técnico, o Céu significava apenas pássaros num céu literal. Contrário ao que essa música sugeria, por que a esperança na segunda vinda de Cristo está em coisas reais, embora não possam ser vistas?

Perguntas para reflexão

1. Por que não é possível testemunhar do reino celestial de Deus se não vivemos como cidadãos dele aqui e agora? Qual é a importância de viver agora como cidadãos do reino de Deus?

2. Em nossa vida, quais coisas nos desviam a atenção do reino celestial?

4 Criatividade

Para o professor: Discuta com a classe os desafios que enfrentamos ao compartilhar a verdade da volta de Jesus com os que não creem nessa verdade.

Atividades

1. Peça aos membros da classe que compartilhem durante a semana a sua esperança na segunda vinda de Cristo. Na semana seguinte, peça que eles relatem a reação das pessoas ao seu testemunho.

2. Encoraje os alunos a fazer esta reflexão pessoal: Quais mudanças farei na minha vida após o estudo desta lição?

Planejando atividades: O que sua classe pode fazer na próxima semana como resposta ao estudo da lição?

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