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Comentário Ellen White: Lição 02 – Vejo, Quero, Pego – 06 á 13 Janeiro 2018

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SÁBADO Á TARDE – 06 JANEIRO 2018 – INTRODUÇÃO

A graça só pode florescer no coração que está sendo preparado continuamente para as preciosas sementes da verdade. Os espinhos do pecado crescem em qualquer solo; não precisam de cultivo especial; mas a graça necessita ser cultivada cuidadosamente. A sarça e os espinhos estão sempre prontos para germinar, e a obra de purificação precisa avançar continuamente. Se o coração não for guardado sob a direção de Deus, se o Espírito Santo não refinar e enobrecer incessantemente o caráter, serão revelados na vida os velhos costumes. Os homens podem professar crer no evangelho; mas a não ser que sejam por ele santificados, nada vale sua religião. Se não obtiverem vitória sobre o pecado, este estará obtendo vitória sobre eles. Os espinhos que foram cortados, mas não desarraigados, brotam novamente, até sufocar a alma (Parábolas de Jesus, p.50).

Meus queridos irmãos e irmãs, que os mandamentos de Deus e o testemunho de Jesus estejam de contínuo em sua mente, expulsando assim cuidados e pensamentos mundanos. Quando vocês se deitam e quando se levantam, sejam eles sua meditação. Vivam e ajam de maneira íntegra em relação com a vinda do Filho do homem. O tempo do selamento é muito curto, e logo passará. Agora, enquanto os quatro anjos estão contendo os ventos, é o tempo de fazer firme a nossa vocação e eleição (Primeiros Escritos, p.58).

A Palavra de Deus tem sido desprezada. Nela estão as advertências ao povo de Deus, as quais apontam para os perigos que correm. Mas eles têm se envolvido com tantos cuidados e perplexidades, que dificilmente se permitem tempo para orar. Tem havido mera e oca forma de piedade, sem o poder. Jesus orava, e, oh, quão fervorosas eram Suas orações! Entretanto, Ele era o amado Filho de Deus!

Se Jesus manifestou tanto zelo, tanto esforço e agonia, quanto mais necessários são esses aos que Ele chamou como herdeiros da salvação, dependentes de Deus para obter toda força, e para ter sua alma movida para lutar com Deus e dizer: “Não Te deixarei ir, se me não abençoares” (Gn 32:26). Mas, vi que os corações ficaram sobrecarregados com os cuidados da vida e que Deus e Sua Palavra foram desprezados (Testemunhos Para a Igreja, v. 1, p.151).

A incredulidade, o orgulho, a cobiça e o amor ao mundo existentes no coração do professo povo de Deus ofendem os santos anjos. Quando veem os terríveis e presunçosos pecados existentes no coração de muitos professos seguidores de Cristo, e como Deus tem sido desonrado por sua conduta contraditória e distorcida, os anjos choram. Aqueles que mais estão em falta, que causam grande fraqueza na igreja e trazem desonra sobre sua santa profissão de fé, não parecem alarmados nem convencidos, mas se sentem como que prosperando no Senhor (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p.125).


DOMINGO, 07 JANEIRO 2018 – O EVANGELHO DA PROSPERIDADE

A prosperidade espiritual está intimamente ligada à liberalidade cristã. Os seguidores de Cristo devem regozijar-se pelo privilégio de revelar em sua vida a beneficência do seu Redentor. Dando ao Senhor, eles têm a certeza de que seu tesouro está indo em sua frente para as cortes celestiais. Querem os homens ter seus bens seguros? Coloquem-nos nas mãos que levam as marcas da crucifixão. Querem aproveitar seus rendimentos? Usem-nos para abençoar os necessitados e sofredores (Atos dos Apóstolos, p. 344, 345).

Tudo quanto os homens recebem da generosidade divina pertence ainda a Deus. Tudo quanto Ele tem concedido das coisas valiosas e belas da Terra é colocado em nossas mãos para provar-nos, para sondar a profundidade de nosso amor por Ele, e de nossa apreciação de Seus favores. Sejam os tesouros da riqueza ou da inteligência, devem ser depositados como oferta voluntária aos pés de Jesus.

Nenhum de nós pode passar sem as bênçãos de Deus, mas Ele pode fazer Sua obra sem o auxílio humano, se assim quiser. Deus, no entanto, dá a cada pessoa sua obra, e confia-lhe tesouros de riqueza e de inteligência, como a mordomos Seus (Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p.736).

Ensinam as Escrituras que a riqueza só é uma posse perigosa quando posta em competição com os tesouros imortais. É quando o que é terreno e temporal absorve os pensamentos, as afeições, a devoção que Deus requer se torna uma cilada. Os que estão trocando o peso eterno de glória por um pouco do brilho e dos ouropéis da Terra, as eternas habitações por um lar que, na melhor das hipóteses, poderá ser seu apenas por alguns anos, fazem insensata escolha.

O dinheiro, em si, é o dom de Deus aos homens, para ser usado com fidelidade em Seu serviço. Deus abençoou Abraão, e o tornou rico em gado, prata e ouro. E a Bíblia declara, como evidência do favor divino, que Deus deu a Davi, Salomão, Josafá e Ezequias, muita riqueza e honras.

Como os outros dons de Deus, a posse de riqueza traz seu quinhão de responsabilidade, e suas peculiares tentações. Quantos que, na adversidade, permaneceram fiéis a Deus, têm caído ante as cintilantes seduções da prosperidade. Na posse de riquezas, revela-se a paixão dominante de uma natureza egoísta. O mundo é hoje amaldiçoado pela ávida avareza e pelos vícios de condescendência própria dos adoradores de Mamom (Conselhos Sobre Mordomia, p.138, 139).


SEGUNDA, 08 JANEIRO 2018 – VISÃO ESPIRITUAL OBSCURECIDA

Cristo especificou as coisas que são perigosas para a alma. Como relata Marcos, Ele menciona os cuidados deste mundo, os enganos das riquezas e as ambições de outras coisas. Lucas especificou: cuidados, riquezas e deleites da vida. Estes são os que sufocam a Palavra, a crescente semente espiritual. A alma cessa de extrair alimento de Cristo, e extingue-se no coração a espiritualidade.

“Os cuidados deste mundo” (Mt 13:22). Nenhuma classe está livre da tentação dos cuidados deste mundo. Aos pobres a labuta, privação e temor de pobreza trazem perplexidades e fardos; aos ricos vêm o temor de perda e uma multidão de ansiosas preocupações. Muitos dos seguidores de Cristo esquecem as lições que Ele nos ordenou aprender das flores do campo. Não confiam em Sua constante providência. Cristo não pode carregar-lhes os fardos, porque não os depõem sobre Ele. Portanto, os cuidados da vida, que os deveriam levar ao Salvador para receber auxílio e conforto, Dele os separam (Parábolas de Jesus, p.51).

Vocês estão decidindo seu destino eterno. Seu orgulho e amor às modas do mundo, sua conversação vazia e insensata, seu egoísmo, estão todos postos na balança, e o peso do mal está temerariamente contra vocês. Vocês são pobres, miseráveis, cegos e nus. Enquanto o mal está crescendo e lançando profundas raízes, a boa semente lançada no coração é sufocada. […] Vi que muitos que estavam se vangloriando de ser bons cristãos, não tinham nem mesmo um simples raio de luz da parte de Jesus. Eles não sabem o que é ser renovado pela graça de Deus. Não têm nenhuma experiência real nas coisas de Deus. Vi que o Senhor estava afiando Sua espada no Céu para abatê-los. Quem dera todo morno professo adventista compreenda a obra de purificação que Deus está prestes a efetuar entre o povo que professa pertencer-Lhe! Prezados amigos, não se iludam quanto à sua condição. Não podem enganar a Deus. Diz a Testemunha Verdadeira: “Eu sei as tuas obras” (Ap 2:2; 3:15). O terceiro anjo está, passo a passo, guiando um povo cada vez mais para cima. A cada passo cada um será provado (Testemunhos Para a Igreja, p.189, 190).

Há uma grande obra a ser feita pelos observadores do sábado. Seus olhos precisam ser abertos para que possam ver sua real condição. Eles precisam ser zelosos e arrepender-se, ou perderão a vida eterna. O espírito mundano tomou posse deles e estão cativos dos poderes das trevas. Eles não ouvem a exortação do apóstolo Paulo: “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:2;Testemunhos Para a Igreja, v. 1, p.478, 479).


TERÇA, 09 JANEIRO 2018 – PASSOS DA COBIÇA

E a serpente respondeu a Eva que a ordem de Deus, proibindo-os de comer da árvore do conhecimento, foi dada para conservá-los num tal estado de subordinação que lhes vedasse o conhecimento, o qual era poder. Assegurou-lhe que o fruto dessa árvore era desejável acima de todas as do jardim, para fazê-los sábios e exaltá-los à igualdade com Deus. Ele lhes recusou, disse a serpente, o fruto desta árvore, a qual dentre todas as árvores, é a mais desejável pelo delicioso sabor e estimulante influência.

Eva pensou que o discurso da serpente fosse muito sábio, e que a proibição de Deus fosse injusta. Olhava com ardente desejo para a árvore carregada de frutos que pareciam muito deliciosos. A serpente estava comendo-os com evidente deleite. Eva agora desejava este fruto mais do que todas as variedades que Deus lhe pusera ao alcance, com pleno direito de uso (No Deserto da Tentação, p.17).

Predomina em muitos um espírito mundano, cobiçoso e egoísta. Aqueles que o possuem estão cuidando dos próprios interesses. O rico egoísta não se interessa nas coisas de seus semelhantes, a menos que possa obter vantagem para si. A nobreza e a semelhança com Deus são sacrificadas por interesses egoístas. “O amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males” (1Tm 6:10). Ele cega a visão e impede que as pessoas discirnam suas obrigações para com Deus e os semelhantes (Testemunhos Para a Igreja, v. 1, p.478).

Todo egoísmo é cobiça, sendo, portanto, idolatria. Muitos dos que têm o nome no rol da igreja, como crentes em Deus e na Bíblia, estão adorando os bens que o Senhor lhes tem confiado para que sejam Seus despenseiros. Pode ser que não se curvem literalmente diante de seus tesouros terrestres, não obstante esse é o seu deus. São adoradores de Mamom. Prestam às coisas deste mundo a homenagem que pertence ao Criador. Aquele que vê e sabe todas as coisas registra a falsidade de sua profissão (Conselhos Sobre Mordomia, p.223).

Beneficência constante e abnegada é o remédio que Deus propõe para os ulcerosos pecados do egoísmo e da avareza. Deus dispôs o plano de doação sistemática para o sustento de Sua causa e para aliviar as necessidades dos pobres e dos sofredores. Ele ordenou que o doar deve tornar-se um hábito, para que possa contrapor-se ao perigoso e enganador pecado da avareza. O doar continuamente faz com que a avareza morra de inanição. A doação sistemática destina-se no plano de Deus a arrancar tesouros dos avarentos tão depressa são ganhos, e a consagrá-los ao Senhor a quem pertencem (Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p.548).


QUARTA, 10 JANEIRO 2018 – GANÂNCIA: FAZENDO AS COISAS DO SEU JEITO

Pouco antes da páscoa, Judas tinha renovado seu trato com os sacerdotes para entregar Jesus. Combinou-se então que o Salvador fosse aprisionado, imediatamente, no retiro aonde costumava ir para orar e meditar. Desde a festa em casa de Simão Judas tivera oportunidade de refletir no ato que havia concordado em praticar, mas seu propósito ficou imutável. Por trinta moedas de prata – o preço de um escravo – ele vendeu o Senhor da glória para a ignomínia e a morte.

Judas tinha naturalmente grande amor ao dinheiro; mas não tinha sido sempre bastante corrupto para praticar um ato como esse. Havia alimentado o mau espírito de avareza até que se lhe tornou o motivo dominante na vida. O amor de Mamom sobrepujou o amor de Cristo. Tornando-se escravo de um vício, entregou-se a Satanás, para ser impelido a toda extensão do pecado (O Desejado de Todas as Nações, p.716).

A estreiteza egoísta da vida de Judas, Cristo procurou curar pelo contato com Seu próprio amor abnegado. Em Seus ensinos desdobrava princípios que feriam pela raiz as ambições egoístas do discípulo. Dava assim lições após lições, e muitas vezes Judas compreendeu que seu caráter fora retratado, e indicado seu pecado; mas não quis ceder.

Resistindo aos esforços da misericórdia, o impulso do mal adquiriu finalmente o domínio. Judas, irado pela devida reprovação, e desesperado pela decepção que tivera com seus sonhos de ambição, entregou o coração ao demônio da avidez, e decidiu a traição de seu Mestre. Da sala da Páscoa; da alegria da presença de Cristo, e da luz da esperança imortal, ele saiu para a sua nefanda obra – nas trevas exteriores, onde não havia esperança (Educação, p.92).

Acã havia acariciado a avidez ao ganho até que isso se tornou um hábito, atando-o em grilhões quase impossíveis de quebrar. Enquanto alimentava esse mal, teria se enchido de horror ao pensamento de acarretar desgraça sobre Israel; mas suas percepções se amorteceram pelo pecado, e, quando sobreveio a tentação, caiu como fácil presa (Patriarcas e Profetas, p.496).

Mas Satanás põe em operação projetos que despertarão na mente de nossos irmãos o grande desejo de tentar a sorte, como na loteria. Muitos se entusiasmam com a grande propaganda de lucros financeiros, se tão-somente fizerem investimentos de seu dinheiro em terras; retiram então seus meios de nossas instituições, e os sepultam na terra, onde a causa do Senhor nenhum benefício pode obter.

Então, se alguém tem bom êxito, tão entusiasmado fica com o fato de haver ganho algumas centenas de dólares, que decide continuar ganhando dinheiro enquanto puder. Continua a investir em propriedades ou em minas. A armadilha de Satanás alcança êxito. Em vez de mais recursos fluírem para o tesouro, há uma retirada de meios de nossas instituições, para que os donos possam tentar a sorte em empreendimentos de mineração ou negociando com terras. O espírito de avareza é incentivado, e o homem que é, por natureza, mesquinho, chora cada dólar que se pede para usar no avanço da causa de Deus na Terra (Conselhos Sobre Mordomia, p. 238).


QUINTA, 11 JANEIRO 2018 – DOMÍNIO PRÓPRIO

Agora, exatamente agora, é nosso tempo de graça, quando nos devemos preparar para o Céu. Cristo deu a vida para que pudéssemos fruir essa graça. Mas enquanto durar o tempo, Satanás lutará pelo domínio sobre nós. Ele atua com poder para levar os homens a se absorverem na busca ao dinheiro. Inventa muitas espécies de diversões, de modo que seu pensamento seja dominado pelos prazeres mundanos. Ele quer que se esqueçam de tudo acerca do adorno interior – o adorno de um espírito manso e quieto – que, à vista de Deus, é de grande preço. Ele está resolvido a fazer que cada um de seus momentos seja tomado pelo empenho de levar a efeito projetos ambiciosos, ou de divertir-se e satisfazer a si mesmo. […]

Satanás usa sua influência para abafar a voz de Deus e a voz da consciência. O mundo age como se estivesse sob o seu controle. Os homens o escolheram como seu líder. … Absortos em esquemas de prazer e entretenimento, lutam por aquilo que perece com o uso (Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p.357).

Aqueles que sempre se vão aproximando mais do mundo, tornando-se mais e mais semelhantes a ele nos sentimentos, planos e ideias, deixaram um espaço entre eles e o Salvador, e Satanás se insinuou nesse espaço, de modo que sua vida se torna entretecida com planos reles, mundanos e egoístas.

Se nos aproximarmos de Deus, também nos aproximaremos uns dos outros. Não podemos aproximar-nos da mesma cruz, sem chegarmos à unidade de espírito. Cristo orou para que Seus discípulos fossem um, como Ele e o Pai são um. Devemos esforçar-nos por ser unidos em espírito e entendimento. Devemos lutar para ser unidos, para que Deus seja glorificado em nós como foi glorificado em Seu Filho, e Deus nos amará como ama o Filho.

Deus vos ama. Não deseja atrair-vos a Ele para vos fazer mal, oh, não! Mas, sim para vos confortar, para vos dar o óleo de gozo [Isaías 61:3], para curar as feridas que o pecado ocasionou, para tratar as chagas causadas por Satanás. Ele quer dar-vos as vestes de louvor por espírito angustiado (Para Conhecê-Lo [MM 1965], p.242, 243).

O apóstolo apresentou perante os crentes a escada do progresso cristão, cujos degraus contêm, cada qual, um acréscimo no conhecimento de Deus e em cuja ascensão não deve haver parada. Fé, virtude, ciência, temperança, paciência, piedade, amor fraternal e caridade são os degraus da escada. Somos salvos pelo subir degrau a degrau, passo após passo, para o alto ideal de Cristo para nós. Assim é Ele feito para nós sabedoria, e justiça, e santificação e redenção.

Dando um passo após outro, pode-se escalar a mais alta encosta e alcançar afinal o cume do monte. Não se tornem opressos pela grande soma de trabalho que vocês têm que realizar durante a vida, pois não se requer de vocês que o façam todo de uma vez. Levem para o trabalho de cada dia toda faculdade de seu ser, aproveitem cada oportunidade preciosa, apreciem o auxílio que Deus dá e avancem degrau a degrau na escada do progresso. Lembrem-se de que vocês devem viver apenas um dia de cada vez, de que Deus lhes deu um dia e de que os registros celestiais mostrarão como vocês avaliaram seus privilégios e oportunidades (Minha Consagração Hoje [MM 1989/1953], p.87).


SEXTA, 12 JANEIRO 2018 – ESTUDO ADICIONAL

Testemunhos para a Igreja, v. 2, p.273-280.

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