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Comentários da CPB: Lição 11 – Unidade na Adoração – 08 a 15 de Dezembro 2018

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Autor: Fernando Beier
Editor: André Oliveira Santos: andre.oliveira@cpb.com.br
Revisora: Josiéli Nóbrega

Sábado

Por que o cristão deveria estar em união com seus irmãos de fé? Para começar, ele está na igreja porque Jesus a estabeleceu por meio de Seu sacrifício e de Seu sangue derramado na cruz. Cristo o perdoou e o purificou do pecado. Colocou sobre ele Suas vestes de justiça e o elevou a uma atmosfera de paz e alegria. O cristão está unido em comunidade porque deseja que o mundo saiba que sua união a um corpo de fiéis o leva a seguir e exaltar a Palavra de Deus. A vontade do cristão é apresentar ao mundo a imagem da suficiência de Cristo e a representação do mundo eterno, em que as leis e as aspirações são mais elevadas que as da Terra. Ele deseja se unir à igreja na obra de levar ao mundo o conhecimento do evangelho da graça. O propósito dessa proclamação é que os raios do Sol da justiça resplandeçam em todos os corações.

Enfim, o cristão se torna o sal da Terra e a luz do mundo quando está unido em adoração e serviço. Cumpre a nós buscar esse ideal todos os dias, e certamente Deus suprirá o que faltar.

Domingo, 9 de dezembro

A adoração dos cristãos sempre será uma resposta às inúmeras bênçãos recebidas das mãos do Criador, em especial o sacrifício de Jesus realizado no Calvário. Como escreveu Ed René Kivitz: “A resposta cristã para a necessidade de um projeto existencial é a vida em comunidade – a comunidade cristã que o Novo Testamento apresenta como sendo a ‘comunidade da cruz’, pois é em resposta à obra da cruz, aos benefícios da cruz e aos imperativos da cruz que a igreja existe.”

Contudo, no momento em que o evento que ocorreu no Gólgota começa a ser esquecido no dia a dia dos cristãos, a adoração se enfraquece, e consequentemente a unidade da igreja se desfaz lentamente. Por isso, o tempo que cada cristão reserva para relembrar a vida, morte e ressurreição de Jesus terá impacto real na qualidade da adoração reservada a Deus, bem como na sua alegria dentro da comunidade de fé.

O desafio se concentra em entender o chamado de Deus: “Buscar-Me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração” (Jr 29:13).

Segunda-feira, 10 de dezembro

Deus solicitou aos irmãos Caim e Abel uma oferta de adoração, mas somente a oferta de Abel foi aceita. Qual foi o problema de Caim? Bem, o problema daquele filho de Adão é o mesmo da maioria das pessoas desde o surgimento do pecado: fazer a própria vontade em vez de obedecer aos reclamos do Criador.

Adoração implica rendição. Em um dos seus livros, Morris Venden fala de alguém que escorregou pela borda de um rochedo ficando suspenso acima do oceano. Em total desespero, clamou por ajuda. Então, uma voz vinda do céu disse: “Eu o ajudarei, mas a primeira coisa que você precisa fazer é soltar-se”. Depois de muito lutar, ele se soltou no vazio, e surpreso, não caiu no mar, mas numa rede. Era a rede do evangelho.

Para que a adoração a Deus seja verdadeira, nosso eu precisa ser confrontado e destronado; nosso orgulho deve ser abatido. Somente assim teremos fé na poderosa mão de Jesus Cristo.

Terça-feira, 11 de dezembro

Adoração genuína envolve entrega e obediência. Desde a entrada do pecado na Terra, os homens procuram viver à sua própria maneira. E eis a aventura mais perigosa que a humanidade pode empreender: seguir completamente os impulsos de sua natureza. Não há abraço mais mortal do que aquele que une o homem ao seu ego. Nessa tentação Caim mergulhou profundamente. Infelizmente, ao longo dos séculos, a egolatria transformou-se em virtude. Friedrich Nietzsche acreditava tanto nela que escreveu algo absurdo: “O que é bom? – Tudo o que aumenta o sentimento de poder, a vontade de poder, o próprio poder no homem”.

No momento em que a vontade de quem quer que seja é colocada acima da razão e da obediência aos limites delineados pelo Criador, então essa pessoa não mais é livre em nenhum ângulo. O eu estará com as rédeas na mão. O fim sempre será solidão, angústia e morte.

Hoje, os cristãos têm a grata oportunidade de mostrar ao mundo que render-se ao Criador é o único caminho para a salvação. Ao fazê-lo, estarão se unindo cada vez mais.

Quarta-feira, 12 de dezembro

Poucos cristãos estão cientes de que o estudo cuidadoso das Escrituras envolve uma espécie de adoração. Ler a Bíblia é entrar em contato com a verdade eterna em Cristo Jesus. E foi Ele que afirmou que Deus busca os verdadeiros adoradores – os que O adoram em “espírito e em verdade” (Jo 4:23).

Gastar mais tempo com a Bíblia parece ser um dos grandes desafios da vida espiritual do cristão moderno. A vida é corrida, e os problemas não são poucos. Porém, somos convidados por Jesus para insistir em dar atenção ao livro de Deus. Ele disse: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de Mim” (Jo 5:39). Só nas Escrituras podemos encontrar Cristo, Aquele que nos oferece vida eterna (Jo 5:40).

A busca coletiva pelo conhecimento bíblico fará com que o povo de Deus esteja mais unido em sua fé e no propósito de servir. Como disse Morris Venden: “O propósito principal do estudo da Bíblia é entrar em comunhão e companheirismo com Jesus. Quando abre a Sua palavra, você suplica Sua presença, e coloca-se no quadro para compreender o que Ele diz a você cada dia. Então você passa a conhecê-Lo melhor e a ter mais confiança Nele”.

Quinta-feira, 13 de dezembro

Na igreja primitiva, as reuniões de comunhão incluíam muitas vezes a Santa Ceia, mas não se restringia apenas a ela. Os primeiros discípulos também se envolviam em refeições coletivas, algo que hoje chamamos de “junta-panelas”.

Seja como for, a comunhão e a unidade da igreja sempre envolveu o companheirismo entre seus membros. E poucas situações geram tanta oportunidade de fortalecer amizades como sentar-se ao redor de uma mesa para uma agradável refeição.

Entretanto, convém lembrar de uma coisa: os primeiros cristãos uniam suas refeições com momentos de oração. Ou seja, não era apenas uma oportunidade para desfrutar de prazer gastronômico, mas incluía o crescimento espiritual.

Nos dias velozes em que vivemos, corremos o risco de deixar passar o tempo e perdermos a oportunidade de ter maior companheirismo entre nossos irmãos de fé. Cabe a cada membro da igreja fazer um esforço maior para fortalecer a unidade dos cristãos e a adoração a Deus.

Sexta-feira, 14 de dezembro

A adoração que prestamos ao Criador pode ser sincera e proveitosa, mas se ela for feita sempre longe dos irmãos de fé, correrá o risco de se tornar egocêntrica e impessoal. Para que nossa adoração amadureça e seja sempre significativa, convém lembrar dos seguintes pontos:

• Podemos adorar a Deus pelas bênçãos recebidas, mas também pelas dádivas alcançadas por outros crentes. Por isso é tão importante estar nos cultos e comungar com nossos irmãos de fé.

• Adoração envolve submissão à vontade de Deus, e nosso esforço deve se concentrar em buscar Sua graça, conhecendo-O cada dia mais.

• Sem dúvida alguma, adoração é uma resposta à dádiva da salvação. Quanto mais nos aproximamos de Jesus através da oração e do estudo da Bíblia, mais forte será nosso desejo de adorá-Lo.

Adorar a Deus junto à nossa igreja constitui um privilégio enorme, e também uma oportunidade de testemunhar ao mundo da graça redentiva de Cristo. Que tal aproveitar ainda mais tamanha benção?

Conheça o autor dos comentários deste trimestre: Fernando Beier é Mestre em Teologia, escritor e conferencista. Autor dos livros Crise Espiritual e Experimente um Recomeço, ambos da CPB. É pastor na Associação Paulista Sudoeste.

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