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Início / COMENTÁRIOS DE ELLEN WHITE - 1° TRIMESTRE 2019 / Comentários de Ellen White: Lição 01 – O Evangelho de Patmos – 29 de Dezembro a 05 de Janeiro 2019

Comentários de Ellen White: Lição 01 – O Evangelho de Patmos – 29 de Dezembro a 05 de Janeiro 2019

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SÁBADO A TARDE – 29 DE DEZEMBRO 2018 – INTRODUÇÃO

Quando os livros de Daniel e Apocalipse forem bem compreendidos, os crentes terão uma experiência religiosa inteiramente diferente. Serão dados a eles vislumbres das portas abertas do Céu que o coração e a mente se impressionarão com o caráter que todos devem desenvolver a fim de alcançar a bem-aventurança que deve ser a recompensa dos puros de coração. O Senhor abençoa todo aquele que, com humildade e mansidão, procura compreender o que está revelado no Apocalipse. Este livro fala tanto acerca da imortalidade e da glória, que todos os que o leem e pesquisam fervorosamente recebem as bênçãos prometidas àqueles “que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas”. Certamente algo será compreendido com o estudo de Apocalipse – que a ligação entre Deus e Seu povo é íntima e decidida.

Devemos dar mais tempo ao estudo da Bíblia. Não compreendemos a Palavra como é necessário. O livro de Apocalipse abre com uma ordem para compreendermos a instrução que ele contém. […] Quando […] compreendermos o que este livro significa para nós, veremos entre nós grande reavivamento (A Fé Pela Qual Eu Vivo [MM 1959], p. 344).

A sensacional verdade que tem soado em nossos ouvidos por muitos anos: “O Senhor está às portas; vocês estão também preparados”, não é menos verdade hoje em dia do que quando ouvimos a mensagem pela primeira vez. Os mais caros interesses da igreja e do povo de Deus, e o destino de um mundo rebelde e ímpio, para o tempo e a eternidade, estão aí envolvidos. Estamos no limiar do Juízo. […]

Esses eventos momentosos estão próximos, às portas; todavia, muitos que professam crer na verdade estão dormindo. Caso permaneçam na condição em que estão, eles certamente serão tidos como servos infiéis, os quais dizem em seu coração: “meu Senhor tarde virá”. É tão somente àqueles que O estão aguardando em esperança e fé que Cristo aparecerá, sem pecado, para a salvação. Muitos detêm a teoria da verdade, mas negam a eficácia da piedade. Quando a Palavra de Deus habita o coração, ela também controla a vida. Fé, pureza e conformidade com a vontade de Deus testificarão de seu poder santificador (Testemunhos para a Igreja, v. 5, p. 14, 15).

Devemos acariciar e cultivar a fé da qual testificaram profetas e apóstolos – a fé que se apodera das promessas de Deus, e espera pelo livramento na ocasião e maneira apontados. A firme palavra da profecia encontrará seu final cumprimento no glorioso advento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, como Rei dos reis e Senhor dos senhores. O tempo de espera pode parecer longo, a alma pode ser oprimida por desanimadoras circunstâncias, muitos daqueles em quem confiamos podem cair ao longo do caminho; mas como o profeta que procurou encorajar Judá em tempo de apostasia sem precedente, confiadamente declaramos: “O Senhor está no Seu santo templo; cale-se diante Dele toda a Terra” (Hc 2:20; Profetas e Reis, p. 387, 388).


DOMINGO, 30 DE DEZEMBRO 2018 – O TÍTULO DO LIVRO

Em tons claros e distintos uma voz lhe falou, dizendo: “Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim.” Virando-se, ele contemplou seu Senhor, com quem havia andado e falado na Judeia, e sobre cujo peito havia se reclinado.

Mas, oh, quão mudada estava Sua aparência! João O tinha visto vestido num velho manto escarlate e coroado de espinhos. Agora Ele está vestido com um traje de brilho celestial e cingido com um cinto de ouro. […]

Meio século havia se passado desde que Jesus ascendera para apresentar Sua igreja diante de Deus, e para preparar mansões para Seus fiéis. Ele ainda amava Seu povo, pois foi até Seu idoso servo para revelar-lhe os planos de Deus para o futuro (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 1065).

À medida que nos aproximamos do fim da história deste mundo, as profecias referentes aos últimos dias exigem nosso estudo especial. O último dos escritos do Novo Testamento está cheio de verdades cuja compreensão nos é necessária. […]

“A vida eterna é esta”, disse Cristo, “que Te conheçam a Ti só por único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17:3). Por que não reconhecemos o valor deste conhecimento? Por que não nos ardem no coração estas gloriosas verdades? Por que não nos tremem nos lábios e não nos penetram todo o ser? […]

Meditando sobre a vida de Cristo e o caráter de Sua missão, em cada tentativa de descobrir a verdade, raios de luz refulgirão mais distintamente. Cada novo estudo revelará algum ponto de interesse mais profundo do que já fora desdobrado. O assunto é inesgotável. O estudo da encarnação de Cristo, Seu sacrifício propiciatório e Sua mediação hão de, enquanto o tempo durar, ocupar o espírito do estudante diligente; e, con­templando o Céu com seus inumeráveis anos, exclamará: “Grande é o mistério da piedade” (1Tm 3:16; Parábolas de Jesus, p. 133, 134).

“Não se turbe o vosso coração”, disse; “credes em Deus, crede também em Mim. Na casa de Meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, Eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se Eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para Mim mesmo, para que onde Eu estiver estejais vós também. Mesmo vós sabeis para onde vou, e conheceis o caminho” (Jo 14:1-4). Por amor de vocês vim ao mundo. Estou trabalhando em seu benefício. Quando Eu for, continuarei ainda a trabalhar fervorosamente por vocês. Vim ao mundo para Me revelar a vocês, para que pudessem crer. Vou para o Pai para cooperar com Ele em favor de vocês. O objetivo da partida de Jesus era o contrário daquilo que temiam os discípulos. Não significava uma separação definitiva. Ia preparar-lhes lugar, para que pudesse voltar, e recebê-los junto de Si. Enquanto lhes estava construindo mansões, eles deviam formar caráter à semelhança divina (O Desejado de Todas as Nações, p. 663).


SEGUNDA-FEIRA, 31 DE DEZEMBRO 2018 – O PROPÓSITO DO LIVRO

A Palavra de Deus é luz e verdade – lâmpada para os pés e luz para o caminho. Ela pode guiar em cada passo em direção à cidade de Deus. Por essa razão, Satanás tem feito desesperados esforços para obscurecer a luz, a fim de que os homens não encontrem nem observem o caminho estabelecido para que nele andem os resgatados do Senhor. […]

A Bíblia interpreta a si mesma. Um texto deve ser comparado com outro. O estudante deve aprender a encarar a Palavra como um todo, e ver a relação de suas partes. Deve adquirir conhecimento de seu grandioso tema central, ou seja, do propósito original de Deus em relação ao mundo, da origem do grande conflito, e da obra da redenção. Deve compreender a natureza dos dois princípios que contendem pela supremacia, e aprender a divisar sua operação através dos relatos da história e profecia, até a grande consumação. […]

Toda a Bíblia é dada por inspiração de Deus, e é proveitosa. […]

O Antigo Testamento derrama luz sobre o Novo, e o Novo sobre o Antigo. Cada qual é uma revelação da glória de Deus, em Cristo. Cristo, conforme foi manifestado aos patriarcas, conforme foi simbolizado no serviço dos sacrifícios, descrito na lei, e revelado pelos profetas, é a riqueza do Antigo Testamento. Cristo em Sua vida, Sua morte e Sua ressurreição; Cristo, conforme é manifesto pelo Espírito Santo, é o tesouro do Novo. Tanto o Antigo como o Novo Testamento apresentam verdades que revelarão continuamente novas profundezas de sentido ao dedicado pesquisador (Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 461-463).

Ninguém precisa se preocupar com as coisas que o Senhor não nos revelou. Nos dias atuais, são comuns as especulações, mas Deus declara: “As coisas encobertas são para o Senhor, nosso Deus” (Dt 29:29). […] Os homens assentaram a própria vontade contra a vontade de Deus, mas isso não Lhe pode silenciar as palavras de sabedoria e de ordem, embora eles ponham suas teorias especulativas em oposição aos ensinos da revelação, e exaltem a sabedoria humana acima de um claro “Assim diz o Senhor”.

Deve ser a decisão de toda pessoa não tanto buscar compreender tudo quanto às condições reinantes no futuro estado, como conhecer o que o Senhor requer nesta vida. É a vontade de Deus que todo professo cristão aperfeiçoe o caráter segundo a semelhança divina. Estudando o caráter de Cristo, revelado na Bíblia, praticando-Lhe as virtudes, o crente será transformado à mesma semelhança de bondade e misericórdia (Ibid., p. 248, 249).


TERÇA-FEIRA, 01 DE JANEIRO 2019 -A LINGUAGEM SIMBÓLICA DO APOCALIPSE

A Palavra de Deus é verdadeira filosofia, verdadeira ciência. As opiniões humanas e a pregação sensacional, pouco valem. Os que se acham imbuídos da Palavra de Deus, irão ensiná-la da maneira singela como a ensinava Jesus. O maior Mestre do mundo empregava a mais simples linguagem e os símbolos mais simples (Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 433).

Seu ministério ativo consistia não somente em pregar sermões, mas em instruir o povo. Ao passar pelas aldeias, mantinha contato pessoal com as pessoas em suas casas, ensinando-as e atendendo-lhes as necessidades. Ao aumentarem as multidões que O seguiam, quando chegava a um local apropriado falava-lhes, simplificando Seus discursos com o emprego de parábolas e símbolos (Carta 192, 1906; Evangelismo, p. 203).

Deus mesmo, porém, empregou figuras e símbolos para apresentar aos Seus profetas lições que desejava que eles transmitissem ao povo e que assim seriam melhor compreendidas do que se fossem dadas de outro modo. Ele apelou para o entendimento através do sentido da visão. A história profética foi apresentada a Daniel e a João em símbolos, e estes deviam ser representados claramente em tábuas, para que os que lessem os compreendessem (Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 319, 320; Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 1, p. 1219).

Em figuras e símbolos, assuntos de vasta importância foram apresentados a João para que os relatasse, a fim de que o povo de Deus do seu século e dos séculos futuros tivesse inteligente compreensão dos perigos e conflitos diante deles.

Esta revelação foi dada para guia e conforto da igreja através da dispensação cristã. No entanto, mestres religiosos têm declarado que este é um livro selado e seus segredos não podem ser explicados. Em consequência, muitos se têm desviado do relato profético, recusando devotar tempo e estudo a seus mistérios. Mas Deus não deseja que Seu povo tenha este livro em semelhante conta. Ele é a “revelação de Jesus Cristo, a qual Deus Lhe deu, para mostrar aos Seus servos as coisas que brevemente devem acontecer”. […]

O próprio Senhor revelou a Seu servo os mistérios contidos neste livro, e propõe que seja aberto ao estudo de todos. Suas verdades são dirigidas aos que vivem nos últimos dias da história da Terra, como o foram aos que viviam nos dias de João. […]

Que ninguém pense que por não poder explicar o significado de cada símbolo do Apocalipse, é-lhe inútil pesquisar este livro numa tentativa de conhecer o significado da verdade que ele contém. Aquele que revelou estes mistérios a João dará ao diligente pesquisador da verdade um antegozo das coisas celestiais. Aqueles cujo coração está aberto à recepção da verdade serão capacitados a compreender seus ensinos (Atos dos Apóstolos, p. 582).


QUARTA-FEIRA, 02 DE JANEIRO 2019 – A DIVINDADE

Em Cristo o mundo contemplou o Deus invisível. “Estou no Pai”, disse Ele, “e o Pai, em Mim” (Jo 14:11). “Quem Me vê a Mim vê o Pai” (Jo 14:9). “Se vós Me conhecêsseis a Mim, também conheceríeis a Meu Pai; e já desde agora O conheceis, e O tendes visto” (Jo 14:7). Em todos os nossos atos de verdadeira devoção, fixamos os olhos da fé sobre o nosso Advogado que está entre o homem e o trono eterno, esperando atender todos os nossos esforços, e pelo Seu Espírito ajudar-nos a obter mais perfeito conhecimento de Deus.

O Cordeiro de Deus é representado a nós como estando “sobre o trono” (Ap 4:10). de Deus. É Ele a grande ordenança pela qual o homem e Deus se unem e comungam juntos. Assim é o homem representado como estando assentado nos lugares celestiais em Cristo Jesus. Este é o lugar designado para o encontro entre Deus e a humanidade (Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 123, 124).

Com todos os nossos pecados e fraquezas, não somos rejeitados como indignos. […] A glória que repousou sobre Cristo é um penhor do amor de Deus para conosco. Indica-nos o poder da oração – como a voz humana pode chegar aos ouvidos de Deus, e nossas petições podem achar aceitação nas cortes celestiais. Em razão do pecado, a Terra foi separada do Céu e alienada de sua comunhão; mas Jesus a ligou novamente com a esfera da glória. Seu amor circundou o homem e atingiu o mais alto Céu. A luz que se projetou das portas abertas sobre a cabeça de nosso Salvador, incidirá sobre nós ao pedirmos auxílio para resistir à tentação. A voz que falou a Cristo, diz a toda alma crente: “Este é Meu Filho amado, em quem Me comprazo.” […] Nosso Redentor abriu o caminho, de maneira que o mais pecador, necessitado, opresso e desprezado pode achar acesso ao Pai. Todos podem ter um lar nas mansões que Jesus foi preparar (A Maravilhosa Graça de Deus [MM 1974], p. 78).

Queridos Irmãos e Irmãs: Cremos de todo o coração que Cristo está prestes a vir e que estamos tendo agora a última mensagem de misericórdia a ser dada a um mundo culpado? É nosso exemplo aquilo que deve ser? Por nossa vida e santa conversação, mostramos aos que estão ao nosso redor que estamos aguardando o glorioso aparecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que mudará esses corpos vis e os modelará segundo o Seu corpo glorioso? Temo que não creiamos e não compreendamos essas coisas como devíamos. Os que creem nas importantes verdades que professamos devem agir em manifestação dessa fé. Há grande número indo após divertimentos e coisas que chamam a atenção neste mundo; a mente é deixada a divagar em demasia sobre roupas, e a língua se empenha muitas vezes em conversação leviana e frívola, o que denota a mentira de nossa profissão, pois nossa conversação não é do Céu, de onde aguardamos o Salvador (Primeiros Escritos, p. 111).


QUINTA-FEIRA, 03 DE JANEIRO 2019 – A NOTA TÔNICA DO APOCALIPSE

A vinda do Senhor tem sido em todos os séculos a esperança de Seus verdadeiros seguidores. A última promessa do Salvador no Monte das Oliveiras, de que Ele viria outra vez, iluminou o futuro a Seus discípulos, encheu-lhes o coração de alegria e esperança que as tristezas não poderiam apagar nem as provações empanar. Em meio ao sofrimento e à perseguição, “o aparecimento do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo” foi a “bem-aventurada esperança”. […]

Na rochosa ilha de Patmos o discípulo amado ouviu a promessa: “Certamente cedo venho”, e em sua anelante resposta sintetiza a prece da igreja em toda a sua peregrinação: “Amém. Ora vem, Senhor Jesus” (Ap 22:20; O Grande Conflito, p. 302).

Nenhuma linguagem humana pode descrever as cenas da segunda vinda do Filho do homem nas nuvens do céu. Ele virá com Sua própria glória, e com a glória do Pai e dos santos anjos. Ele virá trajado de uma veste de luz, por Ele usada desde os dias da eternidade. Os anjos O acompanharão. Miríades de miríades O escoltarão. Será ouvido o som da trombeta, chamando da sepultura os santos adormecidos. A voz de Cristo penetrará o túmulo, e os ouvidos dos mortos, e “todos os que estão nos sepulcros […] sairão” (Maranata [MM 1977], p. 290).

Pelas quais Ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que, pela concupiscência, há no mundo (2Pe 1:4).

Cada promessa que se encontra no Livro de Deus apresenta-nos o encorajamento, para que possamos ser participantes da natureza divina. Esta é a possibilidade: depender de Deus, crer em Sua Palavra, fazer Sua obra, e isto podemos fazer quando nos apossamos da divindade de Cristo. Essa possibilidade vale mais para nós do que todas as riquezas do mundo. Não há nada na Terra para se comparar a ela. À medida que nos apossamos da força assim posta ao nosso alcance, recebemos tão forte esperança, que podemos depender inteiramente da promessa de Deus; e lançando mão das possibilidades que estão em Cristo, nós nos tornamos filhos e filhas de Deus (Minha Consagração Hoje [MM 1953/1989], p. 256).

As Escrituras devem ser recebidas como a Palavra de Deus a nós, não meramente escrita, mas falada também. […]

O mesmo se dá quanto a todas as promessas da Palavra de Deus. Por meio delas, Ele está falando a nós, individualmente; falando tão diretamente, como se Lhe pudéssemos ouvir a voz. É por intermédio dessas promessas que Cristo nos comunica Sua graça e poder. Elas são folhas daquela árvore que é “para a saúde das nações” (Ap 22:2). Recebidas, assimiladas, elas serão a fortaleza do caráter, a inspiração e o sustentáculo da vida. Nenhuma outra coisa pode possuir tal poder restaurador. Nada além delas pode comunicar o ânimo, e a fé que dá energia vital a todo o ser (A Ciência do Bom Viver, p. 122).


SEXTA-FEIRA, 04 DE JANEIRO 2019 – ESTUDO ADICIONAL

Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, “Estudo dos Livros de Daniel e Apocalipse”, p. 112-118; Minha Consagração Hoje, “As Promessas de Deus são para Mim”, p. 317.


PROMESSAS DE DEUS PARA MIM

Cantai ao Senhor, vós que sois Seus santos, e celebrai a memória da Sua santidade. Porque a Sua ira dura só um momento; no Seu favor está a vida; o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã. Salmos 30:4, 5.

Apagar da Palavra as promessas de Deus seria como querer apagar o Sol no céu. Não haveria então nada para alegrar nossa experiência. Deus colocou as promessas em Sua Palavra para conduzir-nos à fé nEle. Nessas promessas Ele faz correr o véu da eternidade, desvendando-nos vislumbres da glória inexcedível e eterna que espera o vencedor. Repousemos, então, em Deus. Louvemo-Lo por nos dar uma tão gloriosa revelação de Seus propósitos.

Ao longo de todo o nosso caminho coloca Deus as flores da promessa para alegrar-nos a jornada. Mas muitos se recusam a ajuntar essas flores, escolhendo, pelo contrário, os espinhos e cardos. A cada passo reclamam e murmuram, quando podiam regozijar-se no Senhor por haver tornado tão agradável a estrada para o Céu.

Ao olharmos para as promessas de Deus, encontramos conforto e esperança, pois falam-nos as palavras do Ser Infinito. Para apreciarmos devidamente essas preciosas promessas devemos estudá-las com muito cuidado, examinando-as minuciosamente. Quanta alegria podemos trazer para nossa vida, quanta bondade ao nosso caráter, se apenas, nos apossarmos dessas promessas! Ao viajarmos em nossa viagem para cima, falemos das bênçãos recolhidas ao longo do caminho. Ao pensarmos nas mansões que Cristo nos está preparando, esqueçamo-nos das pequenas contrariedades com que dia a dia nos defrontamos. Procuremos respirar a atmosfera da pátria celestial para a qual caminhamos, e seremos pacificados e confortados.

*Honremos a Deus entretecendo mais a Jesus e o Céu em nossa vida.* — The Youth’s Instructor, 23 de Janeiro de 1902.

*As infalíveis promessas de Deus nos manterão o coração em paz perfeita.* — Carta 27, 1886.

 

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