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Comentários de Ellen White: Lição 03 – Preparando-se para a Mudança – 13 a 20 de Abril 2019

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SÁBADO A TARDE – 13 DE ABRIL 2019 – INTRODUÇÃO

É a justiça de Cristo que vai adiante de nós. É o Seu caráter que devemos imitar. E que sucederá então? – A glória do Senhor será a nossa retaguarda. Nosso Líder vai à nossa frente, e, quando O seguimos, Ele nos comunica Sua justiça, a qual é revelada em nossa vida por uma existência bem ordenada e uma conversação piedosa. É a fé e as obras que nos torna cristãos, preparando-nos para nos sentarmos nos lugares celestiais junto com Cristo (Este Dia Com Deus [MM 1980], p. 260).

Uma vida monótona não favorece o desenvolvimento espiritual. Alguns só podem atingir a mais alta norma de espiritualidade mediante uma mudança na ordem regular das coisas. Quando, em Sua providência, Deus vê que é essencial que sobrevenham mudanças, para a edificação do caráter, perturba a tranquila corrente da vida. Ele vê que um obreiro necessita de estar mais intimamente ligado com Ele; e, para efetuar isso, separa-o de amigos e conhecidos. Quando Ele estava preparando Elias para a trasladação, fazia-o mudar de um lugar para outro, a fim de que o profeta não se estabelecesse comodamente, e deixasse assim de adquirir força espiritual (Obreiros Evangélicos, p. 269).

A presença do Pai acompanhava a Cristo, e nada Lhe sucedia que o amor infinito não tivesse permitido para a bênção do mundo. Aí residia o Seu e o nosso motivo de conforto. Quem está imbuído do Espírito de Cristo habita em Cristo. Tudo o que lhe sucede vem do Salvador que o rodeia com Sua presença. Nada pode atingi-lo sem a permissão do Senhor. Todos os sofrimentos e desgostos, todas as tentações e provas, todas as nossas tristezas e pesares, todas as perseguições e privações, em suma, todas as coisas cooperam para nosso bem. Todas as experiências e circunstâncias são agentes benfazejos de Deus em nosso favor (A Ciência do Bom Viver, p. 488, 489).

Tragam o resplendor do Céu para a sua conversação. Ao pronunciarem palavras que animam e confortam, vocês revelarão que o brilho da justiça de Cristo habita em seus pensamentos. As crianças precisam de palavras amáveis. É fundamental para a sua felicidade se sentirem aprovadas. Se esforcem por evitar expressões duras, e cultivem as entonações suaves. Captem a beleza contida nas lições da Palavra de Deus, e alimentem isso como sendo fundamental à felicidade e sucesso de seu lar. Num ambiente feliz as crianças desenvolverão temperamento dócil e alegre.

A verdadeira beleza de caráter não é algo que se distingue apenas em ocasiões especiais; a graça de Cristo habitando na vida é revelada sob qualquer circunstância. Aquele que nutre essa graça como uma inabalável presença na vida, revelará beleza de caráter tanto sob circunstâncias aflitivas como favoráveis. No lar, no mundo, na igreja, precisamos viver a vida de Cristo (Refletindo a Cristo [MM 1986], p. 177).


DOMINGO, 14 DE ABRIL 2019 – DESPREPARADOS

O apóstolo ordenou aos crentes coríntios a atenderem às lições contidas na experiência de Israel. […] Ele mostrou como o amor ao conforto e aos prazeres tinha preparado o caminho para os pecados que atraíram a notável vingança de Deus. Foi quando os filhos de Israel se assentaram a comer e a beber, e se levantaram para folgar, que se afastaram do temor de Deus. […]

As palavras de advertência do apóstolo à igreja de Corinto, são aplicáveis a todos os tempos, e especialmente adaptadas a nossos dias. Por idolatria entendia ele não apenas a adoração de ídolos, mas o egocentrismo, o amor das comodidades e a condescendência com o apetite e paixão. Uma mera profissão de fé em Cristo, um presumido conhecimento da verdade, não tornam um homem cristão. Uma religião que busca apenas o deleite dos olhos, dos ouvidos, do paladar, ou que sanciona a condescendência própria, não é a religião de Cristo (Atos dos Apóstolos, p. 316, 317).

Deus não sancionou a poligamia num único exemplo sequer. Ela é contrária a Sua vontade. Ele sabia que a felicidade do homem seria destruída por ela. A paz de Abraão foi grandemente turbada por seu infeliz casamento com Hagar. […]

Se Abraão e Sara tivessem esperado em confiante fé no cumprimento da promessa de que teriam um filho, muita infelicidade teria sido evitada. Eles criam que seria tal como Deus havia prometido, mas não podiam crer que Sara em sua idade avançada pudesse ter um filho. Sara sugeriu um plano pelo qual ela pensava que a promessa de Deus pudesse ser cumprida. Ela suplicou a Abraão para tomar Hagar como esposa. Nisto ambos mostraram falta de fé e de perfeita confiança no poder de Deus. Por ter ouvido a voz de Sara e tomado Hagar como esposa, Abraão falhou em resistir à prova de sua fé no ilimitado poder de Deus, e atraiu sobre si e sobre Sara muita infelicidade. O Senhor intentava provar a firme fé e confiança de Abraão nas promessas que lhe havia feito (História da Redenção, p. 76, 77).

Nosso perigo é-nos apresentado pelo próprio Cristo. Ele conhecia os perigos que haveríamos de deparar nestes últimos dias, e queria que nos preparássemos para eles. “Como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem.” Comiam e bebiam, plantavam e edificavam, casavam-se e davam-se em casamento, e não o conheceram, até que veio o dilúvio e levou-os a todos. O dia do Senhor encontrará os homens, da mesma forma, absorvidos nos negócios e prazeres do mundo, em banquetes e glutonaria, condescendendo com o apetite pervertido. […]

A crença na iminente vinda do Filho do homem nas nuvens do céu não levará o verdadeiro cristão a tornar-se negligente e descuidado nas atividades comuns da vida. Os expectantes, que aguardam o breve aparecimento de Cristo, não ficarão ociosos, mas serão diligentes nas atividades. Seu trabalho não será feito descuidada e desonestamente, mas com fidelidade, prontidão e perfeição (Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p. 309).


SEGUNDA-FEIRA, 15 DE ABRIL 2019 – PREPARANDO-SE PARA O CASAMENTO

Alguns de nós somos de temperamento nervoso, e somos naturalmente quase como um relâmpago para pensar e agir; mas não permitamos a alguém pensar que não podemos aprender a paciência. A paciência é uma planta que fará rápido crescimento se cuidadosamente cultivada. Tornando-nos inteiramente familiarizados conosco mesmos, e então combinando com a graça de Deus uma firme determinação de nossa parte, podemos nos tornar vencedores, e nos tornar perfeitos em todas as coisas, de nada necessitados.

A paciência flui um bálsamo de paz e amor à vida do lar. […] A paciência produzirá unidade na igreja, na família, e na sociedade. Esta graça deve ser estampada em nossa vida (Minha Consagração Hoje [MM 1953, 1989], p. 97).

Palavras bondosas, alegres, animadoras, se mostrarão mais eficazes do que os melhores remédios. Elas darão ânimo ao coração do desalentado e abatido, e a felicidade e a luz solar introduzidas na família por meio de atos de bondade e de palavras animadoras, recompensarão multiplicadamente o esforço feito. O marido deve lembrar que muito da responsabilidade de educar as crianças recai sobre a mãe; que ela tem muito que ver com o moldar-lhes o espírito. Isto deve chamar à atividade da parte dele os mais delicados sentimentos, fazendo-o aliviar cuidadosamente os fardos a sua esposa. Ele deve animá-la a descansar em sua ampla afeição, e encaminhar-lhe a mente ao Céu, onde há força e paz, e um repouso final para o cansado. Não deve voltar para casa com o semblante carregado, mas trazer com sua presença luz solar à família, e estimular a esposa a olhar para cima e confiar em Deus. Podem, unidos, rogar as promessas divinas, e atrair sobre a família Suas ricas bênçãos. As descortesias, queixas e zangas, excluem Jesus da habitação. Vi que os anjos de Deus fugirão de uma casa onde há palavras desagradáveis, irritação e contenda (Testemunhos Para a Igreja, v. 1, p. 306, 307).

É seguro não apressar-se nestes assuntos. Dê tempo suficiente a si mesmo para observá-la em cada ponto. E então não confie na própria decisão. Permita que sua mãe que o ama, seu pai e amigos íntimos façam observações críticas àquela que você se inclina a preferir. Não confie no próprio discernimento. Não se case com alguém que, você sabe, não será uma honra para seus pais, e sim com alguém que tenha inteligência e dignidade moral. A moça que entrega suas afeições a um homem e atrai suas atenções através de insinuações, exibindo-se por toda a parte para ser notada por ele, a menos que ele se mostre rude, não é a moça com quem você deve associar-se. […]

Será muito melhor nunca se casar do que estar casado e infeliz. Busque conselho de Deus em todas estas coisas. Seja tão calmo e tão submisso à vontade de Deus, de modo que você não seja afetado por uma excitação febril, e assim desqualificado para Seu serviço por causa de seus laços afetivos (Carta 59, 1880; Testemunhos Sobre Conduta Sexual, Adultério e Divórcio, p. 22).


TERÇA-FEIRA, 15 DE ABRIL 2019 – PATERNIDADE E MATERNIDADE

A mãe de Jesus] foi Seu primeiro mestre. De seus lábios e dos rolos dos profetas, Ele aprendeu as coisas celestiais. Viveu num lar campestre, e fiel e alegremente desempenhou Sua parte. […] Ele havia sido o Comandante do Céu, e os anjos se deleitavam em cumprir Sua vontade; agora era voluntário servo, um amável e obediente filho. Aprendeu um ofício, e com Suas próprias mãos agiu na oficina de carpintaria ao lado de José. Nas vestimentas simples de um operário comum, caminhou pelas ruas da pequena cidade, indo e retornando de Seu humilde labor.

Sua educação foi obtida de fontes indicadas pelo Céu, do trabalho útil, do estudo das Escrituras e da natureza, e também das experiências da vida os livros-textos de Deus, cheios de instruções para todos os que se apresentam com coração disposto, com olhos que almejam ver, com entendimento pronto a compreender (Testemunhos Para a Igreja, v. 8, p. 222).

Ana dedicou Samuel ao Senhor, e Deus Se revelou a ele na infância e juventude. Devemos trabalhar muito mais por nossas crianças e pelos jovens, pois Deus os aceitará para que façam grandes coisas em Seu nome. […] Ele Deseja que os filhos O sirvam com afeição não dividida.

Pais, há uma grande obra a fazer por Jesus, que tudo fez por vocês. Tomem-No como seu guia e auxiliador. Deus não reteve de vocês o melhor dom que tinha para dar – Seu Filho unigênito. As crianças e os jovens não devem ser impedidos de ir a Jesus. Satanás procura prender a si as crianças, como com cordas de aço, e vocês só alcançarão êxito em levá-las a Jesus mediante resoluto esforço pessoal. As crianças e os jovens devem receber em seu favor trabalho mais fervoroso, pois são a esperança da igreja. José, Daniel e seus companheiros, Samuel, Davi, João e Timóteo são exemplos brilhantes, que atestam o fato de que “o temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 319).

A mãe deve sentir sua necessidade da guia do Espírito Santo para que ela mesma possa ter uma experiência genuína de submissão ao caminho e vontade de Deus. Então, pela graça de Cristo, pode ser uma instrutora sábia, gentil e amorável. Fazer o seu trabalho como deve ser feito exige talento, perícia, e cuidado perseverante, ponderado. Isso requer desconfiança de si mesma e oração fervorosa. Procure toda mãe cumprir com esforço constante as suas obrigações. Leve ela os seus pequeninos a Jesus nos braços da fé, falando-Lhe de sua grande necessidade, e rogando sabedoria e graça. Fervorosa, paciente e corajosamente, deve ela procurar aperfeiçoar suas habilidades a fim de poder usar corretamente as mais elevadas faculdades do espírito ao ensinar seus filhos.

Como governantes comuns do reino do lar, mostrem o pai e a mãe bondade e cortesia um ao outro. Jamais deve o seu comportamento militar contra os preceitos que procuram incutir. Devem manter pureza de coração e vida, se desejam que os filhos sejam puros. Devem educar e disciplinar o eu, se desejam que os filhos estejam sujeitos à disciplina. Devem pôr diante dos filhos um exemplo digno de imitação (Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 128).


QUARTA-FEIRA, 17 DE ABRIL 2019 – PREPARANDO-SE PARA A VELHICE

A infinita misericórdia e amor de Jesus, o sacrifício feito por Ele em nosso favor, demandam a mais séria e solene reflexão. Devemos demorar o pensamento no caráter de nosso amado Redentor e Intercessor. Devemos meditar na missão Daquele que veio salvar Seu povo, dos seus pecados. Ao contemplarmos assim os temas celestiais, nossa fé e amor se fortalecerão, e nossas orações serão cada vez mais aceitáveis a Deus, porque a elas se misturarão cada vez mais a fé e o amor. Serão inteligentes e fervorosas. Haverá mais constante confiança em Jesus, e uma diária e viva experiência em Seu poder de salvar perfeitamente a todos os que por Ele se chegam a Deus.

Ao meditarmos nas perfeições do Salvador, havemos de desejar ser transformados por completo, e renovados na imagem de Sua pureza. A alma terá fome e sede de tornar-se semelhante Àquele a quem adoramos. Quanto mais nossos pensamentos se demorarem em Cristo, tanto mais falaremos Dele aos outros e O representaremos perante o mundo (Caminho a Cristo, p. 88, 89).

Se quisermos desenvolver um caráter que Deus possa aceitar, precisamos formar hábitos corretos em nossa vida religiosa. A oração diária é tão essencial ao crescimento na graça, e mesmo à própria vida espiritual, como o alimento temporal ao bem-estar físico. Devemos acostumar-nos a elevar muitas vezes os pensamentos a Deus em oração. Se a mente vagueia, devemos fazê-la retornar; mediante perseverante esforço, o hábito finalmente fará que isto seja fácil. Não podemos, por um momento, separar-nos de Cristo com segurança. Podemos contar com Sua presença para nos assistir a cada passo, mas somente observando nós as condições que Ele mesmo estabeleceu.

A religião deve tornar-se o grande negócio da vida. Tudo mais deve ficar subordinado a ela. Todas as nossas faculdades morais, físicas e espirituais devem empenhar-se na batalha cristã. Devemos olhar para Cristo em busca de força e graça, e ganharemos a vitória tão certamente como Jesus morreu por nós (Santificação, p. 93).

Jesus continuou: “Se vocês Me reconhecerem diante dos homens, Eu reconhecerei vocês diante de Deus e dos santos anjos. Vocês devem ser Minhas testemunhas na Terra e Eu serei seu representante no Céu. O Pai não vê seu caráter defeituoso; Ele os vê vestidos com Minha perfeição. E todos os que têm parte no Meu sacrifício pelos perdidos terão parte na glória e alegria dos salvos”.

Aqueles que testemunharem por Cristo deverão tê-Lo como hóspede permanente. Os discípulos podiam até falar com fluência sobre as doutrinas, mas se não tivessem a mansidão de Cristo, não O estariam representando. […]

A missão dos servos de Cristo é uma elevada honra, um sagrado depósito (O Desejado de Todas as Nações, p. 357, 358).


QUINTA-FEIRA, 18 DE ABRIL 2019 – PREPARANDO-SE PARA A MORTE

Se vocês se alienaram e deixaram de ser cristãos bíblicos, convertam-­se; pois o caráter que apresentarem no tempo de graça será o caráter que terão por ocasião da vinda de Cristo. Se vocês desejam ser santos no Céu, devem ser primeiro na Terra. Os traços de caráter que vocês nutrirem na vida não se mudarão pela morte ou pela ressurreição. Vocês sairão do sepulcro com a mesma disposição que manifestavam no lar e na sociedade. Jesus não muda o caráter em Sua vinda. A obra de transformação precisa ser feita agora. Nossa vida diária está determinando nosso destino (Carta 18b, 1891; O Lar Adventista, p. 16).

O serviço público de Davi estava para se encerrar. Ele sabia que logo morreria, e não deixou confusos os assuntos pertinentes à sua função, para afligir a alma de seu filho. Mas, enquanto teve suficiente força física e mental, organizou os negócios de seu reino, mesmo nos menores assuntos. […]

Davi, ao organizar seus negócios, deu um bom exemplo a todos os que são avançados em anos, para que coloquem em ordem seus assuntos enquanto são capazes de fazê-lo, a fim de que, quando estiverem se aproximando da morte e suas faculdades mentais diminuírem, não tenham nada de natureza mundana para lhes desviar de Deus a mente (comentários de Ellen G. White, no Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 2, 1134).


SEXTA-FEIRA, 19 DE ABRIL 2019  – ESTUDO ADICIONAL

  • Este Dia Com Deus, “Constante Comunhão com Deus”, p. 118.
  • Caminho a Cristo, capítulo 10, “O Deus que eu Conheço”, p. 85-91.

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