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Comentários de Ellen White: Lição 04 – Digno é o Cordeiro – 19 a 26 de Janeiro 2019

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SÁBADO A TARDE – 19 DE JANEIRO 2019 – INTRODUÇÃO

Fazemos hoje a viagem da vida por entre os perigos dos últimos dias. Precisamos observar cuidadosamente cada passo, e estar certos de que estamos seguindo nosso grande Guia. O ceticismo, a infidelidade, a extravagância e o crime se acham de todos os lados. Seria coisa fácil largar as rédeas do domínio próprio e imergir no precipício, para uma segura destruição. […]

O infinito Amor lançou ao alto um caminho pelo qual os remidos do Senhor podem passar da Terra ao Céu. Esse caminho é o Filho de Deus. Anjos-guia são enviados a dirigir nossos errantes pés. A gloriosa escada para o Céu é descida no caminho de todo homem, impedindo-lhe o caminho para o vício e a loucura. […] Mas Aquele que é infinito em sabedoria não força ninguém a aceitar o mais precioso dom do Céu – não compele ninguém a andar na estrada erguida para o alto, por tão elevado custo. Todos têm permissão de escolher por si mesmos a estreita e luminosa subida que conduz ao Céu, ou aquele mais amplo e fácil caminho que termina em morte (Nossa Alta Vocação [MM 1962], p. 6).

Deus nos fala por meio de Sua Palavra. É ali que encontramos em linhas mais claras a revelação do Seu caráter, da Sua maneira de tratar as pessoas e da grande obra da redenção. Ali, diante de nós, está a história dos patriarcas, dos profetas e de outros homens santos da antiguidade. […] Ao lermos sobre as preciosas experiências que lhes foram concedidas, a luz, o amor e as bênçãos que desfrutavam, e o trabalho efetuado por meio da graça que lhes era dada, o espírito que os inspirava acende em nosso coração uma chama que inspira em nós o desejo de sermos semelhantes a eles no caráter e de andarmos com Deus como eles andaram.

Com relação às Escrituras do Antigo Testamento – e isso é ainda mais verdadeiro a respeito do Novo –, Jesus Cristo disse: ‘‘São elas mesmas que testificam de Mim’’ (Jo 5:39), o Redentor, Aquele em quem está depositada nossa esperança de vida eterna. Sim, toda a Bíblia fala de Cristo. Desde o primeiro registro da criação – pois “sem Ele, nada do que foi feito se fez” (Jo 1:3) – até a promessa final, “eis que venho sem demora” (Ap 22:12), lemos sobre Suas obras e ouvimos Sua voz. Se você quiser conhecer o Salvador, estude as Santas Escrituras, a Bíblia (Caminho a Cristo, p. 87, 88).

O divino plano de salvação é amplo bastante para abranger o mundo todo. Deus anseia soprar o fôlego da vida na prostrada humanidade. Ele não permitirá que se decepcione qualquer pessoa sincera em seu desejo de algo mais elevado e mais nobre do que qualquer coisa oferecida pelo mundo. Constantemente está Ele enviando Seus anjos aos que, embora rodeados por situações desanimadoras, oram com fé para que algum poder mais alto que eles mesmos lhes traga libertação e paz. Por várias maneiras Deus os colocará em contato com situações que fortalecerão sua confiança Naquele que deu a Si mesmo em resgate de todos, “para que pusessem em Deus a sua esperança, e se não esquecessem das obras de Deus, mas guardassem os Seus mandamentos” (Sl 78:7; Profetas e Reis, p. 377, 378).


DOMINGO, 20 DE JANEIRO 2019 – NA SALA DO TRONO CELESTIAL

O arco-íris da promessa, que circunda o trono no alto, é um perpétuo testemunho de que “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16). Ele testifica perante o Universo que Deus nunca abandonará Seu povo na luta com o mal. Enquanto durar o próprio trono de Deus, é para nós uma garantia de força e proteção. […]

O arco-íris da promessa é uma certeza a cada pessoa humilde, contrita e crente de que sua vida é uma com Cristo e de que Cristo é um com Deus. A ira de Deus não cairá sobre uma alma que Nele procura refúgio (A Maravilhosa Graça de Deus [MM 1974], p. 65].

Dali em diante, os seguidores de Cristo deviam olhar Satanás como um inimigo vencido. Na cruz Jesus devia ganhar a vitória para eles; essa vitória, Ele desejava que aceitassem como sua própria. “Eis”, disse Ele, “que vos dou poder para pisar serpentes, e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum” (Lc 10:19).

O onipotente poder do Espírito Santo é a defesa de toda alma contrita. Cristo não permitirá que ninguém que, em arrependimento e fé, haja clamado por Sua proteção passe para sob o poder do inimigo. É verdade que Satanás é um poderoso ser; mas, graças a Deus, temos um Todo-poderoso Salvador, que expulsou do Céu o maligno. Satanás se agrada quando magnificamos seu poder. Por que não falar de Jesus? Por que não engrandecer Seu poder e amor? (A Ciência do Bom Viver, p. 94).

Satanás pôs em dúvida a filiação divina de Cristo. Na maneira por que foi sumariamente despedido, teve a irrefutável prova. A divindade irradiou através da humanidade sofredora. Satanás foi impotente para resistir à ordem. Torcendo-se de humilhação e raiva, foi forçado a retirar-se da presença do Redentor do mundo. A vitória de Cristo tinha sido tão completa, como o fracasso de Adão.

Assim podemos resistir à tentação, e forçar Satanás a retirar-se de nós. Jesus obteve a vitória por meio da submissão e fé em Deus, e diz-nos mediante o apóstolo: “Sujeitai-vos pois a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e Ele Se chegará a vós” (Tg 4:7, 8). […] Satanás treme e foge diante da mais débil alma que se refugia nesse nome poderoso. […]

Jamais poderá o preço de nossa redenção ser avaliado enquanto os remidos não estiverem com o Redentor ante o trono de Deus. Então, ao irromperem as glórias do lar eterno em nossos arrebatados sentidos, nos lembraremos de que Jesus abandonou tudo isso por nós, que Ele não somente Se tornou um exilado das cortes celestiais, mas enfrentou por nós o risco da derrota e eterna perdição. Então, lançaremos aos Seus pés nossas coroas, erguendo o cântico: “Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória e ações de graças” (Ap 5:12; O Desejado de Todas as Nações, p. 130, 131


SEGUNDA-FEIRA, 21 DE JANEIRO 2019 – A ASSEMBLEIA CELESTIAL NA SALA DO TRONO

Aquele que apanha um vislumbre do imaculado amor de Cristo, conta como perda todas as coisas, e olha-O como O que traz a bandeira entre dez mil, como O totalmente desejável (Ct 5:10, 16). Ao olharem para Cristo, os serafins e querubins cobrem a face com as asas. Não ostentam sua própria perfeição na presença e glória de seu Senhor. Quão impróprio é, pois, que os homens se exaltem! Revistam-se, antes, de humildade, cesse toda luta pela supremacia, e aprendam o que significa ser manso e humilde de coração. Aquele que contempla a glória e o infinito amor de Deus, terá de si mesmo opinião humilde; mas contemplando o caráter divino, será transformado na imagem divina (Para Conhecê-Lo [MM 1965], p. 171).

E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; toda a Terra está cheia da Sua glória (Is 6:3).

Aqueles seres santos cantavam louvor e glória de Deus, com lábios não poluídos pelo pecado. O contraste entre o débil louvor que ele [Isaías] havia sido habituado a expressar ao Criador, e os jubilosos louvores dos serafins, deixou atônito e humilhado o profeta. […]

Os serafins perante o trono são tão possuídos de reverente respeito ao contemplar a glória de Deus, que nem por um momento olham para si mesmos com complacência, ou com admiração própria ou mútua. Seu louvor e glória dirigem eles ao Senhor dos Exércitos. […] Ficam plenamente satisfeitos glorificando a Deus; e em Sua presença, sob Seu sorriso de aprovação, não desejam nenhuma outra coisa. Em trazer Sua imagem, em fazer Seu serviço e em adorá-Lo, alcançam plenamente sua mais alta ambição (Vidas Que Falam [MM 1971], p. 234).

No ano em que morreu o rei Uzias, Isaías teve uma visão que lhe permitiu contemplar o lugar santo e o lugar santíssimo, no santuário celestial. Os véus da parte mais interior do santuário foram afastados, e um alto e sublime trono, que se erguia, por assim dizer, até o próprio Céu, foi revelado aos seus olhos. Uma glória indescritível provinha de uma pessoa no trono, e Seu cortejo enchia o templo, como a Sua glória finalmente encherá a Terra. Havia querubins de ambos os lados do propiciatório […] e resplandeciam com a glória que os ocultava da presença de Deus. […] Esses seres celestiais cantavam louvor e glória a Deus com lábios não poluídos pelo pecado (Refletindo a Cristo [MM 1986], p. 330).

A suprema glória dos atributos de Cristo, é Sua santidade. Os anjos se inclinam diante Dele em adoração, exclamando: “Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-poderoso” (Ap 4:8). Declara-se a Seu respeito que Ele é glorioso em Sua santidade. Considerem o caráter de Deus. Contemplando a Cristo, buscando-O com fé e oração, vocês podem se tornar semelhantes a Ele (Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 402).


TERÇA-FEIRA, 22 DE JANEIRO 2019 – O LIVRO SELADO

A cruz de Cristo nos leva para mais perto de Deus, reconciliando o homem com Ele, e Deus com o homem. […] A cruz tem sido quase perdida de vista, mas sem a cruz não há ligação com o Pai, nem unidade com o Cordeiro em meio do trono do Céu, nem bom acolhimento dos errantes que quiserem voltar ao abandonado caminho da justiça e da verdade, nem esperança para o transgressor no dia do juízo. Sem cruz não há meio algum para vencer o poder de nosso forte inimigo. Toda esperança pende da cruz (Nossa Alta Vocação [MM 1962], p. 41).

Na carreira celeste, porém, todos podemos correr e todos receberemos o prêmio. Não há incerteza nem risco a esse respeito. Cumpre revestir-nos das graças celestes e, com os olhos voltados para a coroa da imortalidade, manter o Modelo sempre diante de nós. Ele foi um “homem de dores, experimentado nos trabalhos” (Is 53:3). Devemos conservar sempre em vista a vida humilde e abnegada de nosso divino Senhor. E então, ao buscarmos imitá-Lo, olhos fitos na recompensa, podemos correr com segurança essa carreira, sabendo que, se fizermos o melhor ao nosso alcance, certamente conseguiremos o prêmio (Testemunhos para a Igreja, v. 2, p. 358).

Permanecendo Nele, você vai florescer. Se sua vida estiver ligada a Ele, você não murchará nem deixará de produzir frutos. […]

Muitos pensam que devem fazer sozinhos uma parte do trabalho. Confiaram em Cristo para obter o perdão de seus pecados, mas agora procuram viver retamente através dos próprios esforços. Mas esse esforço é em vão. Jesus diz: “Sem Mim nada podeis fazer.” Nosso crescimento na graça, nossa alegria, nossa utilidade – tudo depende de nossa união com Cristo. É pela comunhão com Ele, todo dia, toda hora, permanecendo Nele, que crescemos na graça. Ele não é somente o Autor, mas também o Consumador da nossa fé. Cristo deve ser o primeiro e o último. Ele deve estar conosco não apenas no começo e no fim da nossa carreira, mas a cada passo do caminho (Caminho a Cristo, p. 69).


QUARTA-FEIRA, 23 DE JANEIRO 2019 – DIGNO É O CORDEIRO

Uma voz disse: “Jesus, que está sentado sobre o trono, amou o homem de tal maneira que deu Sua vida em sacrifício para resgatá-lo do poder de Satanás e para elevá-lo ao Seu trono. Aquele que está acima de todos os poderes, Aquele que tem a maior influência no Céu e na Terra, Aquele a quem toda alma é devedora por todo favor que recebeu, era manso e humilde de espírito, santo, inocente e imaculado na vida. […]

Os mestres da iniquidade no mundo se tornaram fortes e terríveis sob o domínio de Satanás, mas poderoso é o Senhor Deus que julga Babilônia. Os justos nada mais têm que temer da força ou da fraude enquanto forem leais e fiéis. Alguém mais poderoso do que o forte homem armado constitui sua defesa. Todo poder, e grandeza e excelência de caráter serão dados aos que creram e se colocaram em defesa da verdade, erguendo-se e defendendo firmemente as leis de Deus (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 429).

Não precisamos esperar até que sejamos trasladados, para então seguir a Cristo. O povo de Deus pode fazer isso aqui na Terra. Só havemos de seguir o Cordeiro nos átrios celestiais, se O seguirmos aqui. […] Não devemos seguir a Cristo intermitente ou caprichosamente, apenas quando é para vantagem nossa. Devemos decidir segui-Lo. Na vida diária devemos seguir Seu exemplo, como um rebanho segue, confiante, seu pastor. Devemos segui-Lo mesmo sofrendo por Sua causa, dizendo a todo passo: “Ainda que Ele me mate, Nele esperarei” (Jó 13:15). A prática de Sua vida deve ser a prática da nossa. E ao assim buscarmos ser semelhantes a Ele, e a pôr nossa vontade em conformidade com a Sua, havemos de revelá-Lo (Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 306).

É uma lei da natureza que nossas ideias e sentimentos sejam animados e fortalecidos ao lhes darmos expressão.

Ao passo que as palavras exprimem pensamentos, é também verdade que estes seguem aquelas. Se exprimíssemos mais a nossa fé, mais nos regozijássemos nas bênçãos que sabemos possuir – a grande misericórdia e o amor de Deus – teríamos mais fé e maior alegria. Língua alguma pode traduzir, nenhuma mente conceber a bênção que resulta de apreciar a bondade e o amor de Deus. Mesmo na Terra podemos fruir alegria como uma fonte inesgotável, porque se nutre das correntes que emanam do trono de Deus.

Eduquemos, pois, o coração e os lábios a entoar o louvor de Deus por Seu incomparável amor. Eduquemos a alma a ser esperançosa, e a permanecer na luz que irradia da cruz do Calvário. Nunca devemos nos esquecer de que somos filhos do celeste Rei, filhos e filhas do Senhor dos Exércitos. É nosso privilégio manter um calmo repouso em Deus (A Ciência do Bom Viver, p. 251, 252).


QUINTA-FEIRA, 24 DE JANEIRO 2019 – O SIGNIFICADO DO PENTECOSTES

Todavia, digo-vos a verdade: que vos convém que Eu vá, porque, se Eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, se Eu for, enviar-vo-Lo-ei (Jo 16:7). Cristo declarou que depois de Sua ascensão, haveria de mandar à Sua igreja, como supremo dom, o Consolador, que Lhe devia ocupar o lugar. Esse Consolador é o Espírito Santo – a alma de Sua vida, a eficácia de Sua igreja, a luz e a vida do mundo. …

No dom do Espírito, Jesus deu ao homem o mais alto bem que o Céu podia conceder. […] É o Espírito que torna eficaz o que foi executado pelo Redentor do mundo. É pelo Espírito que o coração é purificado. Pelo Espírito o crente se torna participante da natureza divina. Cristo deu Seu Espírito como um poder divino para vencer todas as tendências hereditárias e cultivadas para o mal, e para imprimir Seu caráter na igreja. […] É o privilégio de todo filho e filha de Deus ter a presença permanente do Seu Espírito (Nossa Alta Vocação [MM 1962], p. 145).

O Espírito Santo desceria sobre aqueles que neste mundo amavam a Cristo. Deste modo eles seriam habilitados, na glorificação de sua Cabeça e por intermédio Dele, a receber toda dotação necessária para o cumprimento de sua missão. O Doador da vida tinha em mãos não somente as chaves da morte, mas todo um Céu de ricas bênçãos. Foi-Lhe dado todo o poder no Céu e na Terra e, tendo assumido Sua posição nas cortes celestiais, Ele poderia conferir essas bênçãos a todos os que O recebessem.

Cristo disse a Seus discípulos: “Convém-vos que Eu vá, porque, se Eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, Eu for, Eu vo-­lo enviarei” (Jo 16:7). Esse era o Dom dos dons. O Espírito Santo foi enviado como o mais inestimável tesouro que o homem poderia receber. A igreja foi batizada com o poder do Espírito. Os discípulos foram habilitados a sair proclamando Cristo (Este Dia Com Deus [MM 1980], p. 357).

Jesus sabe as necessidades de Seus filhos, e gosta de escutar-lhes as orações. Excluam eles o mundo e tudo quanto desviaria o pensamento de Deus, e sintam que se acham a sós com Ele, que Seus olhos veem o mais íntimo do coração, e leem o desejo da alma, e que podem falar com o Senhor. Com fé humilde podem reivindicar as Suas promessas, e sentir que embora não haja em vocês coisa alguma por que Lhe possam exigir o favor, podem, pelos méritos e a justiça de Cristo, chegar com ousadia ao trono da graça, e achar graça em tempo de necessidade. Não há nada que possa tornar a pessoa tão forte para resistir às tentações de Satanás no grande conflito da vida como buscar a Deus em humildade, lançando perante Ele sua alma em todo o seu desamparo, esperando que Ele seja seu ajudador e defensor (Filhos e Filhas de Deus [MM 1956/2005], p. 122).


SEXTA-FEIRA, 25 DE JANEIRO 2019 – ESTUDO ADICIONAL

*O Desejado de Todas as Nações, “Para Meu Pai e Vosso Pai”, p. 829-835.

*Atos dos Apóstolos, “O Dom do Espírito”, p. 47-56.

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