Novidades
Início / COMENTÁRIOS ELLEN WHITE - 2° TRIMESTRE 2018 / Comentários de Ellen White: Lição 06 – A Mudança da Lei – 05 a 12 de Maio 2018

Comentários de Ellen White: Lição 06 – A Mudança da Lei – 05 a 12 de Maio 2018

Print Friendly, PDF & Email

 

 



SÁBADO Á TARDE – 05 DE MAIO 2018 – INTRODUÇÃO

Na consumação da obra de Deus na Terra, a norma de Sua lei será de novo exaltada. A falsa religião pode prevalecer, a iniquidade multiplicar-se, o amor de muitos esfriar, a cruz do Calvário pode ser perdida de vista, e as trevas, como um manto de morte, podem espalhar-se sobre o mundo. Toda a força da corrente popular pode ser carreada contra a verdade; trama após trama pode ser formada para aniquilar o povo de Deus; mas na hora de maior perigo, o Deus de Elias levantará instrumentalidades humanas para dar uma mensagem que não será silenciada. Nas populosas cidades da Terra, e nos lugares em que os homens têm ido mais longe em falar contra o Altíssimo, a voz de severa repreensão será ouvida. Corajosamente, homens indicados por Deus denunciarão a união da igreja com o mundo. Com fervor chamarão homens e mulheres para que voltem da observância de uma instituição de feitura humana para a guarda do verdadeiro sábado. “Temam a Deus e deem glória a Ele”, proclamarão a toda nação, “pois é chegada a hora em que Ele vai julgar. E adorem Aquele que fez o céu, a Terra, o mar e as fontes das águas. … Se alguém adorar a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na testa, ou na mão, também esse beberá do vinho do furor de Deus, preparado, sem mistura, no cálice da Sua ira” (Ap 14:7-10; Profetas e Reis, p. 186, 187).

Necessitamos hoje de homens totalmente fiéis, homens que sigam ao Senhor com integridade, homens que não sejam capazes de silenciar quando devem falar, firmes como o aço em seguir o princípio, que não busquem pretensiosas exibições, mas andem humildemente com Deus, pacientes, bondosos, prestativos, corteses, que compreendam que a ciência da oração é exercer fé e mostrar obras que promovam a glória de Deus e o bem de Seu povo. … Seguir a Jesus requer sincera conversão no princípio, e uma repetição dessa conversão a cada dia.

Foi a fé de Calebe em Deus que lhe inspirou coragem, que o guardou do temor dos homens, e o habilitou a permanecer ousada e inabalavelmente na defesa do direito. Pela confiança no mesmo poder, o poderoso General dos exércitos celestes, todo verdadeiro soldado da cruz pode receber força e ânimo para vencer os obstáculos que parecem insuperáveis (Filhos e Filhas de Deus [MM 2005/1995], p. 207).

Deus concedeu aos homens o sábado como sinal entre Ele e eles, como uma prova da fidelidade deles. Os que, na grande crise que está perante nós, depois de receberem iluminação no tocante à lei de Deus, prosseguem desobedecendo e exaltando as leis humanas acima da de Deus, receberão o sinal da besta.

Foi-me mostrado que Satanás nos está furtivamente tomando a dianteira. A lei de Deus, pela intervenção de Satanás, será invalidada. Em nossa terra [Estados Unidos] de alardeada liberdade, a liberdade religiosa terá seu fim. A luta será decidida no que toca ao assunto do sábado, e agitará o mundo inteiro.

Curto é o nosso tempo para trabalhar, e Deus nos chama, como pastores e povo, para sermos rápidos. Instrutores tão sábios quanto as serpentes e tão prudentes quanto as pombas precisam acorrer em auxílio do Senhor, em auxílio do Senhor contra os poderosos. Muitos há que não compreendem as profecias relativas a estes dias, e precisam ser esclarecidos (Evangelismo, p. 235-237).


DOMINGO, 06 DE MAIO 2018 – A PROMESSA

O maior perigo do homem está em se enganar a si mesmo, em condescender com a presunção, separando-se assim de Deus, a fonte de sua força. A menos que sejam corrigidas pelo Santo Espírito de Deus, nossas tendências naturais encerram em si mesmas os germes da morte. A menos que nos ponhamos em uma ligação vital com Deus, não podemos resistir aos profanos efeitos da satisfação própria, do amor de nós mesmos e da tentação para pecar.

Para que possamos receber auxílio de Cristo, devemos compreender nossa necessidade. Cumpre-nos conhecer-nos verdadeiramente. Unicamente ao que se reconhece pecador, Cristo pode salvar. Só quando vemos nosso inteiro desamparo e renunciamos a toda confiança própria, lançaremos mão do poder divino.

Todas as nossas boas obras são dependentes de um poder fora de nós. Deve haver, portanto, um constante anelo do coração para Deus, uma contínua e fervorosa confissão de pecado, e humilhação da alma perante Ele. Os perigos nos cercam; e só estamos a salvo quando sentimos nossa fraqueza, e nos apegamos com a segurança da fé ao nosso poderoso Libertador (A Ciência do Bom Viver, p. 455, 456).

Paulo reconhecia sua fraqueza, e bem podia duvidar de sua força. Referindo-se à lei, ele disse: “E o mandamento que me havia sido dado para vida, esse se tornou mandamento para morte” (Rm 7:10). Ele havia confiado nas obras da lei. … Mas quando o espelho da lei foi colocado diante dele, e viu a si mesmo como Deus o via, cheio de faltas, manchado pelo pecado, exclamou: “Miserável homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (Rm 7:24).

Paulo contemplou o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ouviu a voz de Cristo dizendo: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim” (Jo 14:6). Resolveu apossar-se dos benefícios da graça que salva, estar morto para as transgressões e pecados, ter a culpa removida pelo sangue de Cristo, ser revestido da justiça de Cristo, tornar-se um ramo da Videira que vive. Andava com Cristo, e Jesus tornou-Se para ele – não uma parte da salvação, enquanto suas boas obras eram a outra parte – mas o seu tudo em todos, o primeiro e o último, e o melhor em tudo. Tinha a fé que extrai vida de Cristo, que o habilitava a harmonizar a vida com a do Exemplo divino. Essa fé nada reivindica para seu possuidor devido à sua justiça, mas tudo reivindica em virtude da justiça de Cristo (Exaltai-O [MM 1992], p. 32).


SEGUNDA, 07 DE MAIO 2018 – A LEI E O PECADO

Em Seus ensinos, Cristo mostrou de quão vasto alcance são os princípios da lei proferida do Sinai. Ele fez uma aplicação viva dessa lei cujos princípios permanecem para sempre a grande norma de justiça – norma pela qual todos serão julgados naquele grande dia em que se assentar o juízo e os livros forem abertos. Ele veio para cumprir toda a justiça e, como cabeça da humanidade, mostrar ao homem que ele pode fazer a mesma obra, satisfazendo a todas as especificações dos reclamos de Deus. Pela medida da graça que Ele concede ao agente humano, ninguém precisa perder o Céu. A perfeição de caráter é alcançável por todo aquele que nela se empenha. Isto é a própria base do novo concerto evangélico. A lei de Jeová é a árvore; o evangelho são as perfumosas flores e os frutos que ela produz (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 211).

Para nós é impossível, por nós mesmos, escapar ao abismo do pecado em que estamos mergulhados. Nosso coração é ímpio, e não o podemos transformar. “Quem poderá tirar coisa pura daquilo que é impuro? Ninguém!” (Jó 14:4). “A inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeita à lei de Deus, nem mesmo pode estar” (Rm 8:7). A educação, a cultura, o exercício da vontade, o esforço humano, todos têm sua devida esfera de ação, mas neste caso são impotentes. Poderão levar a um procedimento exteriormente correto, mas não podem mudar o coração; são incapazes de purificar as fontes da vida. É preciso um poder que opere interiormente, uma nova vida que proceda do Alto, antes que os homens possam substituir o pecado pela santidade. Esse poder é Cristo. Sua graça, unicamente, é que pode avivar as amortecidas faculdades da alma, e atraí-la a Deus, à santidade.

Disse o Salvador: “Se alguém não nascer de novo” – não receber um novo coração, novos desejos, propósitos e motivos, que conduzem a uma nova vida – “não pode ver o Reino de Deus” (Jo 3:3). A ideia de que basta desenvolver o bem que por natureza existe no homem, é um erro fatal (Caminho a Cristo, p. 18, 19)

Não há segurança nem repouso nem justificação na transgressão da lei. O homem não pode esperar colocar-se inocente diante de Deus e em paz com Ele, mediante os méritos de Cristo se, ao mesmo tempo, continua em pecado. Tem que deixar de transgredir, e tornar-se leal e verdadeiro. Ao olhar o pecador para o grande espelho moral, vê seus defeitos de caráter. Vê-se a si mesmo tal qual é, maculado, corrupto e condenado. Ele sabe, porém, que a lei não pode, de modo algum, remover a culpa nem perdoar ao transgressor. Tem que ir mais longe que isso. A lei é apenas o aio para levá-lo a Cristo. Ele precisa olhar para seu Salvador, o Portador dos pecados. E ao ser-lhe revelado Cristo na cruz do Calvário, morrendo sob o peso dos pecados de todo o mundo, o Espírito Santo lhe mostra a atitude de Deus para com todos os que se arrependem de suas transgressões (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 213).


TERÇA, 08 DE MAIO 2018 – DO SÁBADO PARA O DOMINGO?

Quando Jesus Se encontrou com os discípulos, relembrou-lhes as palavras que lhes tinha dito antes de Sua morte, de que deviam se cumprir todas as coisas que a Seu respeito estavam escritas na lei de Moisés, nos profetas e nos Salmos. “Então lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras. E disse-lhes: Assim está escrito que o Cristo tinha de sofrer, ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia, e que em Seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando em Jerusalém. Vocês são testemunhas destas coisas” Lc 24:45-48; (O Desejado de Todas as Nações, p. 804, 805).

Em Filipos Paulo demorou-se para celebrar a Páscoa. Só Lucas ficou com ele, e os demais membros da comitiva partiram para Trôade, a fim de ali o esperarem. Os filipenses eram dentre os conversos do apóstolo os mais amorosos e sinceros, e durante os oito dias da festa ele desfrutou pacífica e feliz comunhão com eles.

Embarcando em Filipos, Paulo e Lucas alcançaram os companheiros cinco dias mais tarde, em Trôade, e demoraram-se sete dias com os crentes naquele lugar.

Na última noite de sua estada ali os irmãos se ajuntaram “para partir o pão”. O fato de que seu amado mestre iria partir, promoveu um ajuntamento maior que o de costume. Reuniram-se num “cenáculo” (At 20:7, 8), no terceiro andar. Ali, no fervor de seu amor e solicitude por eles, o apóstolo pregou até a meia-noite (Atos dos Apóstolos, p. 390, 391).

Quando foram postos os fundamentos da Terra, quando as estrelas da alva juntamente cantavam, e todos os filhos de Deus rejubilavam, foi então lançado o fundamento do sábado (Jó 38:6, 7; Gn 2:1-3). Bem pode essa instituição reivindicar a nossa reverência; não foi ordenada por nenhuma autoridade humana, e não repousa sobre tradições humanas; foi estabelecida pelo Ancião de Dias e ordenada por Sua eterna Palavra (O Grande Conflito, p. 455).

Deus é misericordioso. Razoáveis são as Suas reivindicações, em harmonia com a bondade e benevolência de Seu caráter. O objetivo do sábado foi beneficiar toda a humanidade. O homem não foi feito para ajustar-se ao sábado; pois o sábado foi feito depois da criação do homem, a fim de lhe satisfazer às necessidades. Depois de haver Deus feito o mundo em seis dias, descansou, e santificou e abençoou o dia no qual descansou de toda a Sua obra que criara e fizera. Ele separou aquele dia especial para que o homem nele repousasse de seu labor, para que, ao olhar para a Terra embaixo e para os céus em cima, lembrasse de que Deus fez tudo isso em seis dias e descansou ao sétimo; e para que ao contemplar as provas palpáveis da infinita sabedoria de Deus, seu coração se enchesse de amor e reverência por seu Criador (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 582, 583).


QUARTA, 09 DE MAIO 2018 – O SÉTIMO DIA NO NOVO TESTAMENTO

Durante a infância e a juventude, Jesus adorava entre Seus irmãos, na sinagoga de Nazaré. Desde o início de Seu ministério, estivera ausente deles, mas não ignoravam o que Lhe acontecia. Ao aparecer novamente em seu meio, o interesse e expectação deles subiu ao mais alto grau. Ali estavam as figuras e fisionomias familiares, que havia conhecido na infância. Ali estava Sua mãe, Seus irmãos, e todos os olhos se voltaram para Ele quando entrou na sinagoga, no sábado, tomando lugar entre os adoradores (O Desejado de Todas as Nações, p. 236).

Cristo, durante Seu ministério terrestre, deu ênfase aos imperiosos reclamos do sábado; em todo o Seu ensino Ele mostrou reverência pela instituição que Ele mesmo tinha estabelecido. Em Seus dias o sábado tinha-se tornado tão pervertido que sua observância refletia o caráter de homens egoístas e arbitrários, em lugar do caráter de Deus. Cristo pôs de lado o falso ensino pelo qual os que proclamavam conhecer a Deus O tinham deformado. Embora seguido com impiedosa hostilidade pelos rabis, Ele não pareceu sequer conformar-Se às suas exigências, mas prosseguiu retamente, guardando o sábado de acordo com a lei de Deus.

Em linguagem que não pode deixar de ser compreendida, Ele testificou de Sua consideração pela lei de Jeová. “Não pensem que vim revogar a Lei ou os Profetas”, declarou; “não vim para revogar, mas para cumprir. Porque em verdade lhes digo: até que o céu e a Terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra. Aquele, pois, que desrespeitar um destes mandamentos, ainda que dos menores, e ensinar os outros a fazer o mesmo, será considerado mínimo no Reino dos Céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no Reino dos Céus” (Mt 5:17-19; Profetas e Reis, p. 183).

Jesus descansou, afinal. Findou-se o longo dia de vergonha e tortura. Ao introduzirem os derradeiros raios do sol poente o dia do sábado, o Filho de Deus estava em repouso, no sepulcro de José. Concluída Sua obra, as mãos cruzadas em paz, descansava durante as sagradas horas do sábado.

No princípio, o Pai e o Filho repousaram no sábado após Sua obra de criação. … Agora Jesus descansava da obra de redenção; e se bem que houvesse dor entre os que O amavam na Terra, reinou contudo alegria no Céu. Gloriosa era aos olhos dos seres celestiais a perspectiva do futuro. Uma criação restaurada, a humanidade redimida que, havendo vencido o pecado, nunca mais poderia cair – eis o resultado visto por Deus e os anjos, da obra consumada por Cristo. Com esta cena se acha para sempre ligado o dia em que Jesus descansou. … o sábado da criação, o dia em que Jesus esteve em repouso no sepulcro de José, será ainda um dia de descanso e regozijo. O Céu e a Terra se unirão em louvor, quando, “de um sábado a outro” (Is 66:23), as nações dos salvos se inclinarem em jubiloso culto a Deus e ao Cordeiro (O Desejado de Todas as Nações, p. 769, 770).


QUINTA, 10 DE MAIO 2018 – A TENTATIVA DE MUDANÇA DO SÁBADO

A característica especial da besta, e, portanto, de sua imagem, é a transgressão dos mandamentos de Deus. … Unicamente mudando a lei de Deus o papado poderia exaltar-se acima de Deus. Quem quer que conscientemente guarde a lei assim modificada, estará a prestar suprema honra ao poder pelo qual se efetuou a mudança. Tal ato de obediência às leis papais seria um sinal de vassalagem ao papa em lugar de Deus.

O papado tentou mudar a lei de Deus. O segundo mandamento, que proíbe o culto às imagens, foi omitido da lei, e o quarto foi mudado de molde a autorizar a observância do primeiro dia em lugar do sétimo, como sábado. … A mudança no quarto mandamento cumpre exatamente a profecia. Para isso a única autoridade alegada é a da Igreja. Aqui o poder papal se coloca abertamente acima de Deus (O Grande Conflito, p. 446).

Satanás está em constante ação para agitar os poderes do inferno de sua confederação do mal contra os justos. Ele capacita instrumentos humanos com seus próprios atributos. Anjos malignos, unidos com homens iníquos, empreenderão esforços para prejudicar, perseguir e destruir. Mas o Senhor Deus de Israel não Se esquecerá daqueles que Nele confiam. …

Os mandamentos de Deus serão calçados aos pés, assim como o foram no Céu por Satanás. A menos que Deus derrame Seu poder convertedor e Sua graça sobre a pessoa, não haverá nenhuma tentativa para opor-se a Satanás, mas os homens estarão sob o seu controle, seus cativos voluntários. A inimizade contra Satanás é colocada no homem pelo próprio Deus. …

Os escolhidos e fiéis se colocarão sob a bandeira ensanguentada do Príncipe Emanuel, e os outros sob o estandarte de Satanás. Todos quantos estão do lado de Satanás se unirão com ele em honrar o sábado espúrio, prestando assim homenagem ao homem do pecado que se exaltou acima de tudo quanto se chama Deus e [que] julgou poder mudar os tempos e as leis. Calçam aos pés as leis de Jeová e formulam leis para compelir todos a adorar o falso sábado, o ídolo que exaltaram. Mas o dia do livramento do povo de Deus não está muito distante (Olhando Para o Alto [MM 1983], p. 288).

No capítulo 14 de Apocalipse, os homens são convidados a adorar o Criador; e a profecia revela uma classe de pessoas que, como resultado da tríplice mensagem, observam os mandamentos de Deus. Um desses mandamentos aponta diretamente para Deus como sendo o Criador. … Acerca do sábado, diz mais o Senhor ser ele um “sinal… para que saibam que Eu sou o Senhor, o seu Deus” (Ez 20:20). …

Enquanto o fato de que Ele é o nosso Criador continuar a ser razão por que O devamos adorar, o sábado permanecerá como sinal e memória disto. Tivesse sido o sábado universalmente guardado, os pensamentos e afeições dos homens teriam sido dirigidos ao Criador como objeto de reverência e culto, jamais tendo havido idólatra, ateu, nem incrédulo. A guarda do sábado é um sinal de lealdade para com o verdadeiro Deus, “Aquele que fez o céu, e a Terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap 14:7). Segue-se que a mensagem que ordena aos homens adorar a Deus e guardar Seus mandamentos, apelará especialmente para que observemos o quarto mandamento (Exaltai-O [MM 1992], p. 45, 46).


SEXTA, 11 DE MAIO 2018 – ESTUDO ADICIONAL

*Primeiros Escritos, “A Ressurreição de Cristo”, p. 181.*

Facebook Comments

sobre Escola Sabatina

Além disso, verifique

Comentários para adolescentes: Lição 12 – Marcas de Identificação – 16 a 23 de Junho 2018

    SÁBADO A TARDE- 16 DE JUNHO 2018 – GUERRA Olá amigos, espero que …

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Fale Conosco!