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Comentários de Ellen White: Lição 06 – Imagens de Unidade – 03 a 10 de Novembro 2018

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SÁBADO A TARDE – 03 DE NOVEMBRO 2018

Caso não houvesse disciplina e governo eclesiásticos, a igreja se esfacelaria; não poderia manter-se unida como um corpo. Sempre tem havido pessoas de espírito independente, pretendendo estar certos e que Deus os havia ensinado, impressionado e guiado especialmente. Cada um tem uma teoria sua particular, ideias peculiarmente suas, e cada um pretende que essas ideias se acham em harmonia com a Palavra de Deus. […] Essas pessoas se separam da corporação e constituem por si mesmas uma igreja à parte. Não podem estar todas certas, entretanto pretendem todas ser guiadas pelo Senhor. A palavra da Inspiração não pode ser sim e não, mas sim e amém em Cristo Jesus.

Nosso Salvador acompanha Suas lições com a promessa de que, se dois ou três se unirem em pedir alguma coisa a Deus, isso lhes será feito. Cristo mostra aqui que deve haver união com outros, mesmo em nossos desejos por determinado objetivo. Grande importância é atribuída à oração feita em comum, à união de desígnios. […] Deve haver acordo acerca das coisas que desejam, e pelas quais oram. Não simplesmente os pensamentos e esforços de uma só pessoa, sujeita a enganos; mas as petições devem constituir o veemente desejo de várias mentes concentradas em um ponto (Testemunhos Para a Igreja, v. 3, 428, 429).

Ninguém pense que não tem necessidade de correção alguma. Não existe pessoa nem nação que seja perfeita em todos os seus costumes e pensamentos. Uma precisa aprender da outra. Por isso, Deus quer que as diversas nacionalidades se coordenem para chegar a ser um só povo, em sua visão e propósitos. Assim, será exemplificada a união que há em Cristo (Testemunhos Para a Igreja, v. 9, p. 180, 181).

No tempo em que vivemos, todo verdadeiro cristão deve manter viva ligação com Deus. O mundo está inundado de enganos do inimigo, e só estamos seguros quando aprendemos as lições de verdade do Grande Mestre. O solene trabalho em que estamos empenhados, exige de nós um forte e unido esforço, sob a orientação divina.

O Senhor deseja que Seus filhos se aconselhem mutuamente, e não que se movam independentemente. Os que foram colocados como pastores e guias do povo, devem orar muito quando se reúnem. Isso dará maravilhoso auxílio e coragem, ligando coração a coração e alma a alma, e conduzindo toda pessoa à unidade, e à paz e à força em seus esforços (Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, p.485).

O Céu e os santos anjos estão trabalhando para unir, para conduzir à unidade de fé, em um só corpo. Satanás se opõe a isso e está determinado a dispersar e dividir e produzir os mais variados sentimentos. […] Jesus determinou que a fé de Seu povo seja uma. Se uma pessoa sai pregando uma coisa, e outra uma coisa diferente, como pode alguém crer que sua palavra seja uma só? (Testemunhos Para a Igreja, v. 1, p. 326, 327).


DOMINGO, 04 DE NOVEMBRO 2018 – O POVO DE DEUS

Cristo não reconhece nenhuma distinção étnica, cor ou classe como necessárias para que alguém se torne súdito do Seu reino. A admissão ao Seu reino não depende de riqueza nem de superior hereditariedade. Mas os que são nascidos do Espírito são súditos de Seu reino. É o caráter espiritual que será reconhecido por Cristo. Seu reino não é deste mundo. Seus súditos são os que participam da natureza divina, havendo escapado da corrupção que pela concupiscência há no mundo. E essa graça lhes é dada por Deus. […]

Contemplando Jesus, obedecendo Suas ordens, cresceram no conhecimento de Deus e de Jesus Cristo a quem Ele enviou. Assim tornaram-se mudados em sua imagem de caráter para caráter, até que ficaram distintos do mundo, e deles pôde ser escrito: “Vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes Daquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz; vós que, em outro tempo, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus” (1Pe 2:9, 10; A Maravilhosa Graça de Deus [MM 1974], p. 46).

Da maneira mais definida, Deus pôs diante deles, por meio de Moisés, Seu desígnio, e tornou claras as condições de sua prosperidade. “Porque povo santo és ao Senhor teu Deus”, disse Ele; “o Senhor teu Deus te escolheu, para que Lhe fosses o Seu povo próprio, de todos os povos que sobre a Terra há. […] Saberás pois que o Senhor teu Deus é Deus, o Deus fiel, que guarda o concerto e a misericórdia até mil gerações aos que O amam e guardam os Seus mandamentos. […] Será pois que, se ouvindo estes juízos, os guardardes e fizerdes, o Senhor teu Deus te guardará o concerto e a beneficência que jurou a teus pais, e amar-te-á, e abençoar-te-á, e te fará multiplicar. […] Bendito serás mais do que todos os povos” (Dt 7:6, 9:12-14; Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 222).

A igreja é o instrumento apontado por Deus para a salvação das pessoas. Foi organizada para servir, e sua missão é levar o evangelho ao mundo. Desde o princípio tem sido plano de Deus que, através de Sua igreja seja refletida para o mundo Sua plenitude e suficiência. Aos membros da igreja, a quem Ele chamou […] compete manifestar Sua glória. A igreja é a depositária das riquezas da graça de Cristo; e pela igreja será a seu tempo manifesta, mesmo aos “principados e potestades nos Céus” (Ef 3:10), a final e ampla demonstração do amor de Deus (Atos dos Apóstolos, p. 9).

Lembre o povo de Deus, porém, que unicamente crendo e executando os princípios do evangelho, Ele poderá torná-los um louvor na Terra. Unicamente usando no serviço de Deus a capacidade que Ele lhes concedeu, fruirão a plenitude e poder da promessa sobre a qual a igreja foi chamada a ficar de pé. Se os que professam crer em Cristo como seu Salvador só atingirem a norma baixa da medida mundana, a igreja deixará de produzir a colheita farta que Deus espera. “Achado em falta” (Dn 5:27), será escrito em seu registro (Testemunho Para a Igreja, v. 8, p.14).


SEGUNDA-FEIRA, 05 DE NOVEMBRO 2018 – A CASA DE DEUS

Devemos considerar-nos integrantes da família de Cristo e segui-Lo como filhos amados. Adotados na família de Deus, não havemos de honrar nosso Pai e nossos familiares? […]

Temos que estabelecer uma irredutível inimizade entre nossa vida e nosso inimigo. Cumpre, porém, abrirmos o coração ao poder e à influência do Espírito Santo. Queremos que seja espancada a treva de Satanás, e que entre em seu lugar a luz do Céu. Devemos tornar-nos tão sensíveis às influências santas, que o mais leve murmúrio de Jesus nos comova o coração. […] Então teremos prazer em fazer a vontade de Deus, e Cristo pode reconhecer-nos perante o Pai e os santos anjos como os que Nele permanecem, e não Se envergonhará de chamar-nos irmãos (Para Conhecê-Lo [MM 1965], p. 359).

O templo israelita foi construído de pedras lavradas e extraídas das montanhas; e cada pedra era preparada para seu respectivo lugar no templo, lavrada, polida e provada antes de ser transportada para Jerusalém. E quando todas estavam no terreno, a edificação foi erguida sem que se ouvisse o ruído de um único machado ou martelo. Essa construção representa o templo espiritual de Deus, composto de material trazido de todas as nações, línguas, povos e classes sociais, elevados e humildes, ricos e pobres, sábios e iletrados. Não se trata de substâncias inertes que devam ser trabalhadas com martelo e cinzel. São pedras vivas, tiradas da pedreira do mundo por meio da verdade, e o grande Arquiteto principal, o Senhor do templo, as está agora lavrando, polindo e preparando para seu lugar respectivo no templo espiritual. Uma vez terminado, esse templo será perfeito em todas as suas partes e causará a admiração dos anjos e dos homens; porque seu Arquiteto e Construtor é Deus (Testemunhos Para a Igreja, v. 9, p. 180).

“Ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo” (1Co 3:11). Sobre esta pedra”, disse Jesus, “edificarei a Minha igreja” (Mt 16:18). Na presença de Deus e de todos os entes celestiais, em presença do invisível exército do inferno, Cristo fundou Sua igreja sobre a Rocha viva. A Rocha é Ele próprio – Seu próprio corpo, quebrantado e ferido por nós. Contra a igreja edificada sobre esse fundamento, não prevalecerão as portas do inferno.

Quão fraca parecia a igreja, quando Cristo proferiu estas palavras! Havia apenas um punhado de crentes, contra os quais se dirigiria todo o poder dos demônios e dos homens maus. Entretanto, os seguidores de Cristo não deveriam temer. Edificados sobre a Rocha de sua fortaleza, não poderiam ser vencidos (O Desejado de Todas as Nações, p. 413).

Devemos aprender a ser leais uns aos outros, ser verdadeiros como o aço na defesa de nossos irmãos. Olhemos para nossos próprios defeitos. É melhor descobrirmos um de nossos próprios defeitos, do que dez de nosso irmão. Lembremo-nos de que Cristo orou por esses irmãos Seus, para que pudessem ser um, como Ele é um com o Pai. Lutem, no máximo de sua capacidade, para estarmos em harmonia com nossos irmãos segundo a extensão da medida de Cristo, assim como Ele é um com o Pai (Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 181].


TERÇA-FEIRA, 06 DE NOVEMBRO 2018 – O SANTUÁRIO DO ESPÍRITO SANTO

Desde os séculos eternos era o desígnio de Deus que todos os seres criados, desde os luminosos e santos serafins até ao homem, fossem um templo para morada do Criador. Devido ao pecado, a humanidade cessou de ser o templo de Deus. Obscurecido e contaminado pelo pecado, o coração do homem não mais revelava a glória da Divindade. Pela encarnação do Filho de Deus, porém, cumpriu-se o desígnio do Céu. Deus habita na humanidade, e mediante a salvadora graça, o coração humano se torna novamente um templo.

O Senhor tinha em vista que o templo de Jerusalém fosse um testemunho contínuo do elevado destino franqueado a toda pessoa. No entanto, os judeus não haviam compreendido a significação do edifício de que tanto se orgulhavam. Não se entregavam como templos santos para o divino Espírito. Os pátios do templo de Jerusalém, cheios do tumulto de um tráfico profano, representavam com exatidão o templo da alma. … Purificando o templo dos compradores e vendilhões mundanos, Jesus anunciou Sua missão de limpar a alma da contaminação do pecado – dos desejos terrenos, das ambições egoístas, dos maus hábitos que a corrompem (A Fé Pela Qual Eu Vivo [MM 1959], p. 188).

O Senhor deu Seu Filho unigênito para resgatar-nos do pecado. Somos feitura Dele, somos Seus representantes no mundo, e Ele espera que revelemos o verdadeiro valor do homem por meio de nossa pureza de vida e pelos fervorosos esforços para recuperar a pérola de grande valor. Nosso caráter deve ser moldado de acordo com a semelhança divina e reformado pela fé que atua por amor e purifica o coração. A graça de Deus embelezará, enobrecerá e santificará o caráter. O servo do Senhor que trabalha inteligentemente será bem-sucedido. Nosso Salvador disse que ele fará maiores obras do que estas; “porque Eu vou para junto do Pai” (Jo 14:12; Exaltai-O [MM 1992], p. 42).

Olhem para as flores num tapete, e notem os diferentes fios coloridos. Nem todos são rosados, nem todos são verdes e nem todos são azuis. Uma variedade de cores é entretecida para aperfeiçoar o modelo. Assim é no desígnio de Deus. Ele tem um propósito ao colocar-nos onde precisamos viver como indivíduos. Nem todos somos adaptados à mesma obra, mas é desígnio de Deus que a obra de cada um ajude a contribuir para Seu plano (Review and Herald, 4/7/1899; Comentários de Ellen G. White, no Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 6, p. 1.205, 1.206).


QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO 2018 – O CORPO DE CRISTO

O Senhor tomou providências para que Seu amor nos seja dado da mesma forma que Sua generosa e abundante graça, como nossa herança nesta vida, para habilitar-nos a difundi-lo estando ligados a Cristo. Jesus comunica a circulante vitalidade de puro e santificado amor semelhante ao Seu a todas as partes de nossa natureza humana. Quando esse amor é manifestado no caráter, revela a todos com quem nos relacionamos que é possível Deus ser formado em nós, a esperança da glória. Demonstra que Deus amou os obedientes como ama a Jesus Cristo; e nada menos do que isso satisfaz Suas aspirações a nosso respeito. Logo que o agente humano se une a Cristo em coração, alma e espírito, o Pai ama essa pessoa como parte de Cristo, como membro do corpo de Cristo, sendo Ele mesmo a gloriosa Cabeça (Manuscrito, 21 de junho de 1897; Fundamentos da Educação Cristã, p. 466).

Pela comparação da igreja com o corpo humano, o apóstolo ilustrou habilmente a íntima e harmoniosa relação que deve existir entre todos os membros da igreja de Cristo. “Todos nós fomos batizados em um Espírito formando um corpo”, escreveu ele, “quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito. Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos”. …

E então, com palavras que desde aquele dia até ao presente têm sido uma fonte de inspiração e encorajamento a homens e mulheres, Paulo expôs a importância desse amor que deve ser acalentado pelos seguidores de Cristo: “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse caridade, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. […]

Não importa quão alta seja a profissão, aquele cujo coração não está cheio de amor a Deus e aos semelhantes, não é verdadeiro discípulo de Cristo. Embora tenha grande fé e poder mesmo para operar milagres, contudo sem amor sua fé será de nenhuma valia (Atos dos Apóstolos, p. 317, 318).

Todos os verdadeiros seguidores de Cristo darão frutos para Sua glória. Sua vida atestará que uma boa obra tem sido realizada neles pelo Espírito de Deus, e seus frutos são para santidade. Sua vida é elevada e pura. Retas ações, eis os frutos inequívocos da verdadeira piedade, e os que não os dão dessa espécie revelam não ter experiência nas coisas de Deus. Não se acham na Videira. Disse Jesus: “Estai em Mim, e Eu, em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em Mim. Eu sou a Videira, e vós as varas; quem está em Mim, e Eu nele, esse dá muito fruto, porque sem Mim nada podeis fazer” (Jo 15:4, 5; Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 328, 329).


QUINTA-FEIRA, 08 DE NOVEMBRO 2018 – OVELHAS E PASTOR

A relação de Cristo com Seu povo é comparada à de um pastor. Depois da Queda, Ele viu Suas ovelhas em deplorável condição, expostas à inevitável destruição. Deixou as honras e glória da casa de Seu Pai para Se tornar um Pastor, para salvar as… ovelhas transviadas que estavam prestes a perecer. Ouviu-se Sua voz cativante chamando-as ao Seu aprisco, um refúgio seguro contra a ação dos ladrões e também um abrigo do calor abrasador e uma proteção contra rajadas enregelantes. Seu cuidado era exercido continuamente para o bem de Suas ovelhas. Fortalecia os fracos, socorria os sofredores, recolhia os cordeirinhos entre os Seus braços e os carregava no colo. Suas ovelhas O amam. Ele vai adiante de Suas ovelhas, e elas ouvem-Lhe a voz e O seguem. … Cristo diz: “Eu sou o bom Pastor. O bom Pastor dá a vida pelas ovelhas” (Jo 10:5, 11; Exaltai-O [MM 1992], p. 222).

Quantas das ovelhas extraviadas e perdidas vocês buscaram e trouxeram de volta para o aprisco com um coração repleto de compassiva ternura, perdão e amor? Quantas palavras de encorajamento proferiram para as ovelhas extraviadas, que lhes causaram dor, ansiedade, e muito incômodo? […] Vocês proferiram suaves palavras de esperança, coragem e perdão? […]

Não é tempo de ser cristãos na prática bem como na profissão? Que benignidade, que compaixão, que terna simpatia tem Jesus manifestado para com a humanidade sofredora! O coração que bate em uníssono com Seu grande coração de amor infinito dará simpatia a toda pessoa necessitada e tornará evidente que tem o espírito de Cristo. […] Toda pessoa que sofre faz jus à simpatia de outros, e os que estão imbuídos do amor de Cristo e repletos de Sua piedade, ternura e compaixão atenderão a todo apelo a sua simpatia. […] Toda pessoa que procura retroceder de suas vagueações e voltar para Deus precisa da ajuda dos que têm um coração terno e compassivo, de amor semelhante ao de Cristo (Exaltai-O [MM 1992], p. 234).

“Eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância” (Jo 10:10). Esta é a vida que precisamos ter, e precisamos tê-la em abundância. Deus insuflará esta vida em toda vida que morrer para o próprio eu e viver para Cristo. Requer-se, porém, inteira renúncia de si mesmo. A menos que isso aconteça, levamos conosco o mal que destrói nossa felicidade. Porém, quando o eu é crucificado, Cristo vive em nós e o poder do Espírito assiste nossos esforços (Nossa Alta Vocação [MM 1962], p. 16).


SEXTA-FEIRA, 09 DE NOVEMBRO 2018 – ESTUDO ADICIONAL

*O Desejado de Todas as Nações, “O Divino Pastor”, p. 476-484.

*Conselhos Para a Igreja, “A Igreja na Terra”, p. 244-247.

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