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Comentários de Ellen White: Lição 06 – O Ministério de Pedro – 04 a 11 de Agosto 2018

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SÁBADO A TARDE – 04 DE AGOSTO 2018 – INTRODUÇÃO

Cristo veio à Terra com uma mensagem de misericórdia e perdão. Lançou o fundamento de uma religião pela qual judeus e gentios, negros e brancos, livres e escravos são ligados numa irmandade comum, reconhecidos como iguais à vista de Deus. O Salvador tem ilimitado amor por cada ser humano. Em cada pessoa Ele vê a possibilidade de aperfeiçoamento. Com divina energia e esperança, Ele atende àqueles pelos quais deu a vida. Em Sua força, eles podem desenvolver uma vida repleta de boas obras e cheia do poder do Espírito (Testemunhos para a Igreja, v. 7, p. 225).

O Senhor requer que reconheçamos os direitos de todos os homens. Os direitos sociais dos homens, e seus direitos como cristãos, devem ser tomados em consideração. Todos têm que ser tratados fina e delicadamente, como filhos e filhas de Deus.

O cristianismo tornará o homem cavalheiro. Cristo era cortês, mesmo com Seus perseguidores; e Seus verdadeiros seguidores manifestarão o mesmo espírito. Vejam Paulo, quando foi levado perante governadores. Seu discurso diante de Agripa é uma ilustração da verdadeira cortesia, bem como de persuasiva eloquência. O evangelho não incentiva a polidez formal que circula no mundo, mas a cortesia que parte de real bondade do coração (Refletindo a Cristo, [MM 1986], p. 20).

A religião de Cristo eleva o que a recebe a um plano mais alto de pensamento e ação, ao mesmo tempo que apresenta toda a família humana como sendo, semelhantemente, objeto do amor de Deus, sendo comprados pelo sacrifício de Seu Filho. Vêm encontrar-se aos pés de Jesus, o rico e o pobre, o letrado e o inculto sem nenhuma ideia de discriminação ou preeminência mundana. Todas as distinções terrestres desaparecem ao contemplarmos Aquele a quem nossos pecados traspassaram. A abnegação, a condescendência, a infinita compaixão Daquele que era tão exaltado no Céu, faz envergonhar o orgulho humano, a presunção e as classes sociais. A religião pura e imaculada manifesta seus princípios celestiais, levando à unidade todos quantos são santificados pela verdade. Todos se unem como almas compradas por sangue, igualmente dependentes Daquele que os redimiu para Deus (Obreiros Evangélicos, p. 330).

Os esforços de Satanás foram nulos para destruir pela violência a igreja de Cristo. O grande conflito em que os discípulos de Jesus rendiam a vida, não cessava quando estes fiéis porta-estandartes tombavam em seus postos. Com a derrota, venciam. Os obreiros de Deus eram mortos, mas a Sua obra ia avante com firmeza. O evangelho continuava a espalhar-se, e o número de seus adeptos a aumentar. …

Milhares eram aprisionados e mortos, mas outros surgiam para ocupar as vagas. E os que eram martirizados por sua fé tornavam-se aquisição de Cristo, por Ele tidos na conta de vencedores. Haviam pelejado o bom combate, e deveriam receber a coroa de glória quando Cristo viesse. Os sofrimentos que suportavam, levavam os cristãos para mais perto uns dos outros e de seu Redentor (O Grande Conflito, p. 41, 42).


DOMINGO, 05 DE AGOSTO 2018 – EM LIDA E JOPE

Em Jope, que era perto de Lida, vivia uma mulher chamada Dorcas, cujas boas ações a tornaram grandemente amada. Era uma digna discípula de Jesus e sua vida estava repleta de atos de bondade. Sabia quem carecia de roupa confortável e quem necessitava de simpatia, e liberalmente ministrava aos pobres e tristes. …

“Aconteceu que, naqueles dias, ela adoeceu e veio a morrer” (At 9:37,NAA). A igreja de Jope sentiu sua perda; e, ouvindo que Pedro estava em Lida, os crentes lhe enviaram mensageiros “rogando-lhe que não se demorasse em vir ter com eles. … Em vista da vida de serviços que Dorcas vivera, não admira que chorassem, que cálidas lágrimas caíssem sobre o corpo inanimado.

O coração do apóstolo foi tocado de simpatia ao contemplar-lhes a tristeza. Então, determinando que os amigos em pranto se retirassem do quarto, ajoelhou-se e orou fervorosamente a Deus, para que restabelecesse Dorcas à vida e à saúde. Voltando-se para o corpo, disse: “Tabita, levante-se! Ela abriu os olhos, e vendo Pedro, sentou-se” (At 9:40, NAA). Dorcas tinha sido de grande utilidade à igreja, e Deus houve por bem trazê-la da terra do inimigo, a fim de que sua habilidade e energia pudessem ainda ser uma bênção a outros, e que também por essa manifestação de Seu poder a causa de Cristo se fortalecesse (Atos dos Apóstolos, p. 131, 132).

O seguidor de Cristo precisa ter no coração fé perseverante; pois sem ela é impossível agradar a Deus. A fé é a mão que se apega ao auxílio infinito; é o meio pelo qual o coração renascido é levado a pulsar em uníssono com o coração de Cristo.

Em seu esforço por atingir o ninho, a águia é muitas vezes abatida pela tempestade nos estreitos desfiladeiros das montanhas. As nuvens, em massas negras e iradas, permanecem entre ela e as alturas batidas pelo sol, em que se encontra seu ninho. Por algum tempo ela fica aturdida, seguindo ora este ora aquele rumo, batendo as fortes asas como se quisesse espancar as densas nuvens. Desperta os pombos das montanhas, com seus gritos selvagens, em seus vãos esforços por encontrar saída de sua prisão. Por fim, precipita-se para o alto, para dentro das nuvens negras, e dá um estridente grito de triunfo ao emergir, momentos depois, na calma luz do sol acima. As trevas e a tempestade estão abaixo, e a luz do céu brilha ao seu redor. Ela alcança o ninho amado, no alto rochedo, e está satisfeita. Foi através das trevas que alcançou a luz.

Esse é o único procedimento que nós, como seguidores de Cristo, podemos adotar. Precisamos exercer essa fé viva, que penetra as nuvens que, como grossa muralha, nos separam da luz do Céu. Temos alturas de fé a alcançar, onde tudo é paz e alegria no Espírito Santo (Mensagens aos Jovens, p. 102, 103).


SEGUNDA-FEIRA, 06 DE AGOSTO 2018 – NA CASA DE CORNÉLIO

Pedro não tinha ainda pregado o evangelho aos gentios. Muitos deles tinham sido interessados ouvintes das verdades que ele ensinava; porém, o muro de separação, que a morte de Cristo havia posto abaixo, ainda existia na mente dos apóstolos, e eles excluíam os gentios dos privilégios do evangelho. Os judeus gregos tinham recebido a obra dos apóstolos e muitos deles corresponderam àqueles esforços aceitando a fé em Jesus; mas a conversão de Cornélio ia ser a primeira de importância entre os gentios.

Pela visão do lençol e seu conteúdo, baixado do céu, Pedro devia ser despido de seu apegado preconceito contra os gentios e entender que, mediante Cristo, todas as nações seriam participantes das bênçãos e privilégios dos judeus, e seriam assim igualmente beneficiadas como eles. Alguns têm afirmado que essa visão significa que Deus removeu Sua proibição do uso de carne de animais que foram primeiramente chamados imundos; e que, por causa disso, a carne de porco servia para alimento. Essa é uma interpretação estreita e totalmente errônea, e plenamente refutada no sentido escriturístico da visão e suas consequências (História da Redenção, p. 285).

Cristo não reconhece nenhuma casta ou nacionalidade. Ele considera Sua prerrogativa, divina e incomunicável, trabalhar de acordo com Sua própria força e prazer. O compassivo Redentor labutou entre todas as classes. Quando o paralítico foi baixado a Seus pés, através do telhado, Ele viu num relance a dificuldade do sofredor e exerceu imediatamente Seu poder como Salvador que perdoa o pecado. “Tem bom ânimo”, disse Ele, “estão perdoados os teus pecados” (Mt 9:2; Este Dia Com Deus, [MM 1980], p. 106).

Lembremo-nos de que nosso trabalho, ainda que o não tenhamos escolhido, deve ser aceito como tendo sido escolhido por Deus para nós.

Seja ele agradável ou não, temos obrigações de cumprir o dever que se nos apresenta. “Tudo quanto o que vier às suas mãos para fazer, faça-o conforme as suas forças, porque na sepultura, que é para onde você vai, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma” (Ec 9:10, NAA).

Se o Senhor deseja que levemos uma mensagem a Nínive, não Lhe será agradável que vamos a Jope ou a Cafarnaum. Ele tem motivos para nos enviar aonde nossos passos foram dirigidos. Talvez lá houvesse alguém em necessidade do auxílio que lhe poderíamos prestar. Aquele que enviou Filipe ao ministro etíope, Pedro ao centurião romano, e a menina israelita em auxílio de Naamã, o capitão sírio, envia hoje homens, mulheres e jovens como Seus representantes aos que têm necessidade de ajuda e guia divinas (A Ciência do Bom Viver, p. 472, 473).


TERÇA-FEIRA, 07 DE AGOSTO 2018 – O DOM DO ESPÍRITO

Em sua primeira viagem missionária, os discípulos deviam ir apenas às “ovelhas perdidas da casa de Israel”. Houvessem pregado então o evangelho aos gentios ou aos samaritanos, teriam perdido a influência para com os judeus. Despertando os preconceitos dos fariseus, teriam se envolvido em conflitos que os haveriam desanimado no princípio de seus labores. Mesmo os apóstolos eram tardios em compreender que o evangelho devia ser levado a todas as nações. Enquanto eles mesmos não fossem capazes de apreender esta verdade, não se achavam preparados para trabalhar pelos gentios. Se os judeus recebessem o evangelho, Deus intentava fazê-los Seus mensageiros aos gentios. Eram, portanto, eles os que primeiro deviam ouvir a mensagem salvadora (O Desejado de Todas as Nações, p. 351).

“Havendo grande debate, Pedro tomou a palavra e disse: – Irmãos, vocês sabem que, desde há muito, Deus me escolheu entre vocês para que da minha boca os gentios ouvissem a palavra do evangelho e cressem” (At 15:7, NAA). Ele arrazoou que o Espírito Santo havia decidido o assunto em discussão ao descer com igual poder sobre os gentios incircuncisos e sobre os circuncisos judeus. Rememorou a visão em que Deus havia apresentado perante ele um lençol cheio de toda a espécie de quadrúpedes, e lhe ordenara matar e comer. …

Essa mensagem mostrava que Deus não faz acepção de pessoas, mas aceita e reconhece quantos O temem. Pedro falou de seu assombro quando, ao transmitir as palavras da verdade àquela assembleia em casa de Cornélio, havia testemunhado que o Espírito Santo Se havia tomado posse de seus ouvintes, tanto gentios como judeus. A mesma luz e glória que se refletira sobre os judeus circuncidados, brilhou igualmente na face dos incircuncisos gentios. Isso foi uma advertência de Deus a Pedro para que não considerasse pessoa alguma inferior a outra; porque o sangue de Cristo pode limpar de toda a imundícia (Atos dos Apóstolos, p. 192, 193).

Cristo não conhecia distinção de nacionalidade, posição nem credo. Os escribas e fariseus desejavam fazer dos dons celestiais um privilégio local e nacional, e excluir o restante da família de Deus no mundo. Mas Cristo veio derrubar todo muro de separação. Veio mostrar que Seu dom de misericórdia e amor é tão ilimitado como o ar, a luz ou a chuva que refrigera a terra.

A vida de Cristo estabeleceu uma religião em que não há diferenças. A religião em que judeus e gentios, livres e servos são ligados numa fraternidade comum, iguais perante Deus. Nenhuma questão política Lhe influenciava a maneira de agir. Não fazia diferença nenhuma entre vizinhos e estranhos, amigos e inimigos. O que tocava Seu coração era alguém sedento pelas águas da vida (A Ciência do Bom Viver, p. 25).


QUARTA-FEIRA, 08 DE AGOSTO 2018 – A IGREJA EM ANTIOQUIA

Em Antioquia os discípulos foram pela primeira vez chamados cristãos. Este nome foi-lhes dado porque Cristo era o principal tema de sua pregação, conversação e ensino. Continuamente eles estavam repetindo os incidentes ocorridos durante os dias de Seu ministério terrestre, quando Seus discípulos foram abençoados com Sua presença pessoal. Demoravam-se incansavelmente sobre Seus ensinos e milagres de cura. Com lábios trêmulos e olhos rasos d’água falavam de Sua agonia no jardim, Sua traição, julgamento e execução, a paciência e humildade com que havia suportado a afronta e a tortura a Ele impostas por Seus inimigos e a divina piedade com que tinha orado por Seus algozes. … Os pagãos bem podiam chamá-los cristãos, uma vez que pregavam Cristo e dirigiam suas orações a Deus por intermédio Dele.

Foi Deus quem lhes deu o nome de cristãos. Esse é um nome real, dado a todos os que se unem a Cristo (Atos dos Apóstolos, p. 157).

Não é coisa insignificante ser cristão, de propriedade divina e por Deus aprovado. O Senhor me mostrou alguns que professam a verdade presente, cuja vida não corresponde à sua profissão. Têm norma de piedade muito baixa, e estão longe da santidade recomendada na Bíblia. Alguns se entretêm em conversação inútil e indecorosa, e outros, dão lugar às imposições do eu. Não devemos esperar agradar a nós mesmos, viver e agir como o mundo, ter seus prazeres, desfrutar a companhia dos que são do mundo, e reinar com Cristo em glória (Primeiros Escritos, p 47).

Os cristãos são elevados em sua conversação e, embora creiam ser pecado condescender com a tola lisonja, são corteses, bondosos e benévolos. Suas palavras são as da sinceridade e da verdade. São fiéis em seu trato com os irmãos e com o mundo. No vestuário, evitam a superfluidade e a ostentação, mas suas roupas são asseadas, não luxuosas, discretas, e arranjadas com correção e bom gosto (Mensagens aos Jovens, p. 349).

“A religião pura e imaculada” (Tg 1:27) enobrece seu possuidor. Vocês sempre encontrarão no verdadeiro cristão acentuado contentamento, santa e alegre confiança em Deus, submissão às Suas providências que refrigeram a alma. O amor e a bondade de Deus podem ser vistos pelo cristão em toda dádiva que ele recebe. …

É a ausência de religião que torna sombrio o caminho de tantos que professam religião. Há muitos que podem se passar como cristãos, mas são indignos do nome. Não têm caráter cristão. Quando seu cristianismo é posto à prova, sua falsidade é demasiadamente evidente. Verdadeira religião é vista na conduta diária. A vida do cristão é caracterizada por atividade sincera e desprendida para fazer o bem a outros e para glorificar a Deus. Seu caminho não é escuro nem sombrio. Um escritor inspirado disse: “A vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito. O caminho dos ímpios é como a escuridão; nem conhecem aquilo em que tropeçam” (Pv 4:18, 19; Testemunhos Para a Igreja, p. 377).


QUINTA-FEIRA, 09 DE AGOSTO 2018 – A PERSEGUIÇÃO DE HERODES

A morte de Tiago causou grande dor e consternação entre os crentes. Quando Pedro também foi preso, a igreja toda se empenhou em jejum e oração. …

Enquanto, sob vários pretextos, a execução de Pedro estava sendo retardada para depois da Páscoa, os membros da igreja tinham tempo para examinar profundamente o coração e orar com fervor. Oravam sem cessar em favor de Pedro, pois achavam que ele não poderia ser dispensado da causa. Compreendiam que haviam chegado a um ponto em que, sem o auxílio especial de Deus, a igreja de Cristo seria destruída (Atos dos Apóstolos, p. 144, 145).

O coração de Herodes se tornou ainda mais duro; e, quando ele ouviu que Cristo havia ressuscitado, não ficou muito perturbado. Ele tirou a vida a Tiago, e quando viu que isso havia agradado os judeus, lançou mão de Pedro também, intentando levá-lo à morte. Mas Deus tinha uma obra para Pedro fazer, e enviou Seu anjo para libertá-lo. Herodes foi visitado com os juízos de Deus. Enquanto exaltava a si mesmo na presença de grande multidão, foi ferido pelo anjo do Senhor, e morreu da maneira mais horrível (Primeiros Escritos, p. 185, 186).

O apóstolo não se intimidou por sua situação. Desde sua reafirmação após sua negação de Cristo, ele tinha afrontado corajosamente o perigo e manifestado nobreza e ousadia em pregar o crucificado, ressurreto e assunto Salvador. Acreditava ter chegado o tempo em que devia depor sua vida por amor de Cristo. …

Na última noite antes da execução, um poderoso anjo, enviado do Céu, desceu para resgatá-lo. As vigorosas portas que encerravam o santo de Deus abriram-se sem auxílio de mãos humanas. O anjo do Altíssimo por elas entrou, fechando-se as portas sem ruído por trás dele. Ele entrou na cela, aberta na sólida rocha, e ali estava Pedro dormindo o abençoado, pacífico sono da inocência e perfeita confiança em Deus, ligado por cadeias a vigorosos guardas, um de cada lado. …

Pedro não despertou antes de sentir o toque da mão do anjo e ouvir sua voz dizendo: “Levanta-te depressa” (At 12:7). Ele viu … um anjo de grande glória em pé diante dele. Maquinalmente obedeceu à ordem do anjo e, como ao se levantar ergueu as mãos, verificou que as cadeias lhe haviam caído dos pulsos. De novo a voz do anjo foi ouvida: “Cinge-te, e ata as tuas alparcas” (At 12:8; História da Redenção, p. 293-295).

Não é porque vejamos ou sintamos que Deus nos ouve, que devemos crer. Devemos confiar em Suas promessas. Quando chegamos a Ele com fé, devemos crer que toda petição chega ao coração de Cristo. Quando temos pedido Sua bênção, devemos crer que a receberemos, e agradecer-Lhe porque a temos. Entreguemo-nos então aos nossos deveres, certos de que a bênção virá quando mais dela necessitarmos.

Quando houvermos aprendido a fazer assim, saberemos que nossas orações são atendidas. Deus fará por nós “muito mais abundantemente” (Ef 3:20), “segundo as riquezas da Sua glória” (Ef 3:16), e “a operação da força do Seu poder” (Ef 1:19; Obreiros Evangélicos, p. 261, 262).


SEXTA-FEIRA, 10 DE AGOSTO 2018 – ESTUDO ADICIONAL

Filhos e Filhas de Deus,“Criados Para as Boas Obras”, p. 271.

Porque somos feitura dEle, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que
andássemos nelas. Efésios 2:10.

Há possibilidades de fazerem para Jesus trabalho com que nunca sonharam. O cristão é um homem semelhante a Cristo, uma mulher que com Cristo se assemelha, ativos no serviço de Deus, presentes na reunião social, cuja presença animará a outros também. A religião não consiste em obras, mas a religião atua; não está adormecida. A pura religião de Jesus é a fonte de onde procedem correntes de caridade, amor, sacrifício.

Tendo no coração o amor de Cristo, os lábios Lhe emitirão o louvor e enaltecerão o nome. Haverá uma pressão na alma cheia do amor de Cristo.

Os filhos e filhas de Deus devem mostrar que são de origem celeste. O grande homem diante de Deus é aquele que, em meio das multidões, dos cuidados, da pressão financeira, guarda impoluta sua alma, imaculada e sem um traço de mundana corrupção. Apoiando-se firmemente em Deus pela oração e a fé, a alma permanecerá firme na independência moral, todavia com bondade perfeita, perfeito amor. As tentações da sociedade são enfrentadas e resistidas, é mantida comunhão com Deus, e a comunhão entre sua vida e Deus o habilita a transmitir aos outros mediante suas relações sociais as seletas bênçãos que o Céu tem a doar.

Em todos os seus tratos ver-se-á justiça imparcial; porém, seu dever não termina aí. Deus requer mais.

Ele requer de vocês que amem assim como Cristo amou as pessoas. Requer de vocês compaixão para com o sofredor, o errante, os que estão sujeitos às tentações de Satanás.
Requer de vocês bondade, cortesia mesmo ao desafortunado, generosa consideração para com os sentimentos dos outros.
Devem ordenar de tal maneira seu intercâmbio e trato com o mundo que assegurem para vocês mesmos uma serena paz santificada, ao passo que deixam atrás de vocês o registro de um piedoso exemplo. Carta 7, 1883.

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