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Comentários de Ellen White: Lição 07 – As Sete Trombetas – 09 a 16 de Fevereiro 2019

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SÁBADO A TARDE – 09 DE FEVEREIRO 2019 – INTRODUÇÃO

Em diligente e angustiante oração clamam para que Deus não os abandone. Os reis, os poderosos, os altivos, os orgulhosos, os homens comuns, semelhantemente se curvam sob a pressão do pesar, da desolação, da miséria inexprimível. Orações angustiosas escapam de seus lábios: Misericórdia! Misericórdia! Salvem-nos da ira de um Deus ofendido! Uma voz lhes responde com terrível distinção, austeridade e majestade: “Mas, porque clamei, e vós recusastes; porque estendi a Minha mão, e não houve quem desse atenção; antes, rejeitastes todo o Meu conselho e não quisestes a Minha repreensão; também Eu Me rirei na vossa perdição e zombarei” (Pv 1:24-26; Testemunhos para a Igreja, v. 2, p. 41).

As pessoas que foram audazes em sua rebelião cumprirão a descrição dada em Apocalipse 6:15-17. Nessas mesmas cavernas e covas eles encontram a própria declaração da verdade nas cartas e nas publicações como testemunho contra eles. Os pastores que guiaram as ovelhas por caminhos falsos ouvirão a acusação feita contra eles: “Foram vocês que fizeram pouco caso da verdade. Foram vocês que nos disseram que a lei de Deus foi abolida, que ela era um jugo de servidão. Foram vocês que enunciaram falsas doutrinas quando nos convencemos de que esses adventistas do sétimo dia tinham a verdade. O sangue de nossa alma está sobre as suas vestes sacerdotais. […] Vocês pagarão agora o resgate de nossa alma? Que faremos nós, que prestamos atenção à sua deturpação das Escrituras e à sua falsificação da verdade que nos teria salvo, caso fosse obedecida?”

Quando Cristo vier para tomar vingança contra os que têm educado e ensinado o povo a pisar sobre o sábado de Deus, a demolir o Seu memorial e a calcar aos pés o alimento de Seus pastos, as lamentações serão inúteis. Os que confiaram nos falsos pastores poderiam ter examinado a Palavra de Deus por si mesmo e verificam que Deus julgará todo homem que teve a verdade e se afastou da luz porque ela envolvia abnegação e a cruz. Rochas e montanhas não podem ocultá-los da indignação daquele que está assentado no trono e da ira do Cordeiro (Carta D-86, 1900; Maranata[MM 1977], p. 288).

De cortiços, de pobres choças, de prisões, de cadafalsos, das montanhas e desertos, das cavernas da Terra e dos abismos do mar, Cristo recolherá Seus filhos. Na Terra tinham sido destituídos, afligidos e atormentados. Milhões baixaram ao túmulo carregados de infâmia, porque recusaram render-se às enganosas pretensões de Satanás. Por tribunais humanos os filhos de Deus foram condenados como os mais vis criminosos. Mas próximo está o dia em que “Deus mesmo é o juiz” (Sl 50:6). Então as sentenças dadas na Terra serão invertidas. Então “tirará o opróbrio do Seu povo de toda a Terra” (Is 25:8). Vestes brancas dar-se-ão a todos eles (Ap 6:11). “E chamar-lhes-ão povo santo, os remidos do Senhor” (Is 62:12).

Qualquer que tenha sido a cruz que suportaram, quaisquer as perdas sofridas, qualquer a perseguição que padeceram, mesmo a perda da vida temporal, os filhos de Deus serão amplamente recompensados. “Verão o Seu rosto, e na sua testa estará o Seu nome” (Ap 22:4; Parábolas de Jesus, p. 179, 180).


DOMINGO, 10 DE FEVEREIRO 2019 – AS ORAÇÕES DOS SANTOS

Quando os sacerdotes entravam no lugar santo pela manhã e à tarde, o sacrifício diário estava pronto para ser oferecido sobre o altar, no pátio. Essa era uma ocasião de grande interesse para os adoradores que se reuniam junto ao tabernáculo. Antes de entrarem à presença de Deus pelo ministério do sacerdote, deviam empenhar-se em ardoroso exame de coração e confissão de pecado. Uniam-se em oração silenciosa, com o rosto voltado para o lugar santo. Assim suas petições subiam com a nuvem de incenso, enquanto, pela fé, recebiam os méritos do Salvador prometido, representado pelo sacrifício expiatório. As horas designadas para o sacrifício da manhã e da tarde eram consideradas sagradas por toda a nação judaica. […] Nesse costume têm os cristãos um exemplo para a oração da manhã e da noite. […] Deus […] olha com grande prazer àqueles que O amam, prostrando-se de manhã e à noite, a fim de buscar o perdão dos pecados cometidos e apresentar os pedidos de bênçãos de que necessitam (Patriarcas e Profetas, p. 353, 354).

Solenes acontecimentos ainda ocorrerão diante de nós. Soará uma trombeta após a outra; uma taça após a outra será derramada sucessivamente sobre os habitantes da Terra.

Logo o mundo será abandonado pelo anjo da misericórdia, e as sete últimas pragas estão para ser derramadas. […] Os raios da ira de Deus estão prestes a cair, e quando Ele começar a punir os transgressores, não haverá um período de pausa até ao fim (Eventos Finais, p. 238).

Aos olhos humanos parecerá que o povo de Deus está prestes a morrer por sua fé, assim como fizeram os mártires antes deles. Eles mesmos começam a recear que o Senhor os abandonou para sucumbirem às mãos de seus inimigos. É um tempo de terrível agonia. Dia e noite clamam a Deus rogando livramento. […] Semelhantes a Jacó, todos estão a lutar com Deus. Seu semblante exprime sua luta íntima. A palidez repousa em cada rosto. Não cessam, porém, de orar fervorosamente.

Pudessem os homens ver com visão celestial e contemplariam grupos de anjos magníficos em poder, posicionados em redor daqueles que cumpriram a ordem de Cristo para perseverar. Com ternura compassiva, os anjos têm testemunhado sua angústia e ouvido suas orações. Estão à espera da ordem de seu Comandante para livrá-los do perigo. Mas devem ainda esperar um pouco mais. O povo de Deus deve beber o cálice e ser batizado com o batismo. A própria demora, para eles tão penosa, é a melhor resposta às suas petições. Esforçando-se por esperar confiantemente que o Senhor opere, são levados a exercitar a fé, esperança e paciência, que muito pouco foram exercitadas durante sua experiência religiosa. Contudo, por amor dos escolhidos, o tempo de angústia será abreviado. “E Deus não fará justiça a Seus escolhidos, que clamam a Ele de dia e de noite? […] Digo-vos que depressa lhes fará justiça” (Lc 18:7, 8). O fim virá mais rapidamente do que os homens esperam (O Grande Conflito, p. 630, 631).


SEGUNDA-FEIRA, 11 DE FEVEREIRO 2019 – O SIGNIFICADO DAS TROMBETAS

Logo depois de deixarem o Egito, estavam organizados e mais plenamente disciplinados. […] O Senhor não permitiu que Seu santo tabernáculo fosse transportado descuidadamente por qualquer tribo. […] Os levitas foram designados por Deus como a tribo que deveria levar a arca. Moisés e Arão marchavam logo adiante da arca e os filhos de Arão seguiam próximo a eles, cada um com suas trombetas. Eles recebiam instruções de Moisés, as quais deviam transmitir ao povo através do toque das trombetas. Estes instrumentos produziam sons especiais que o povo compreendia e atendia, movimentando-se de acordo com eles.

Os trombeteiros tocavam um sinal especial para chamar a atenção do povo, então todos ficavam atentos e obedeciam ao som emitido. Não havia confusão de sons no toque das trombetas, portanto não havia desculpas para confusão nos movimentos. O comandante de cada companhia dava instruções definidas sobre os movimentos que deviam fazer, e ninguém que prestasse atenção ignorava o que fazer (Testemunhos para a Igreja, v. 1, p. 650, 651).

Refletindo a imagem de Jesus Cristo, pela beleza e santidade do caráter deles, por sua constante abnegação e separação de todo ídolo, grande ou pequeno que seja, revelam haver aprendido na escola de Cristo. Estão continuamente apanhando o espírito de amor e domínio próprio, de mansidão e benignidade, e são representantes de Cristo, um espetáculo ao mundo, aos anjos e aos homens. […]

Devem estar na posição de poderosas fortalezas da verdade, irradiando longe sua luz na treva moral do mundo. O Senhor tem uma mensagem para ser dada pelos vigias nos muros de Sião. A trombeta não deve dar sonido incerto (Nossa Alta Vocação [MM 1962], p. 244).

Há uma obra a ser cumprida entre as igrejas adventistas do sétimo dia, que ainda não foi feita. […] Que todos se humilhem perante Deus, rogando por graça e sabedoria para que possam saber onde violaram Sua santa lei. A menos que Seu Espírito os ilumine, nunca saberão, mesmo que a violação lhes seja apontada por seus irmãos. Aqueles que se recusam a manter um relacionamento correto com Deus e que não obedecem às normas de Seu governo, não levam Sua marca. […]

O Senhor é misericordioso. Ele não castiga Seu povo porque este O aborrece, mas porque Ele odeia os pecados que cometem. Ele precisa castigá-lo para que possam voltar a ser leais a Ele. Determina que sua punição seja uma advertência a ele e aos outros. Ninguém precisa andar em trevas. Ninguém precisa dizer: “Especifica-me os exatos erros de que sou culpado.” Aos que dizem isto, transmito a palavra do Senhor: “Buscai com oração e achareis” (Mt 7:7; Olhando Para o Alto [MM 1983], p. 263).


TERÇA-FEIRA, 12 DE FEVEREIRO 2019 – O ANJO COM UM LIVRO ABERTO

[O] anjo de Apocalipse 10 é apresentado como tendo um pé no mar e outro em terra, mostrando que a mensagem será levada a terras distantes, que o oceano será atravessado e as ilhas do mar ouvirão a proclamação da última mensagem de advertência ao nosso mundo.

Esta mensagem anuncia o fim dos períodos proféticos. A decepção dos que esperavam ver o Senhor em 1844 foi na verdade amarga para os que haviam tão ardentemente antecipado Seu aparecimento. Achava-se no desígnio do Senhor que viesse esse desapontamento e se revelassem os corações (Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 107, 108).

Precavenham-se todos os nossos irmãos e irmãs de qualquer que marque tempo para o Senhor cumprir Sua palavra a respeito de Sua vinda, ou acerca de qualquer outra promessa de especial importância, por Ele feita. “Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo Seu próprio poder” (At 1:7). Falsos mestres podem parecer muito zelosos da obra de Deus, e podem despender meios para apresentar ao mundo e à igreja as suas teorias; mas como misturam o erro com a verdade, sua mensagem é de engano, e levará pessoas para caminhos falsos. Devemos apresentar-lhes oposição, não porque sejam homens maus, mas porque são mestres de falsidades e procuram colocar sobre a falsidade o sinete da verdade (Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 55).

Não baixa sobre a igreja nenhuma nuvem para a qual Deus não esteja preparado; nenhuma força oponente se tem erguido para opor-se à obra de Deus, que Ele não a haja previsto. Tudo tem ocorrido como Ele predisse por meio de Seus profetas. Não tem deixado Sua igreja em trevas, abandonada, mas traçou em declarações proféticas o que havia de acontecer, e mediante Suas providências, agindo no lugar indicado na história do mundo, Ele executou aquilo que Seu Santo Espírito havia inspirado os profetas a predizer. Todos os Seus desígnios se cumprirão e serão estabelecidos. Sua lei acha-se ligada a Seu trono, e os agentes satânicos aliados com instrumentos humanos não a podem destruir. A verdade é inspirada e guardada por Deus; ela viverá, e vencerá, se bem que pareça às vezes sobrepujada. O evangelho de Cristo é a lei exemplificada no caráter. Os enganos praticados contra ela, toda invenção para vindicar a falsidade, todo erro forjado por instrumentos satânicos, serão finalmente para sempre destruídos, e a vitória da verdade será como o surgimento do Sol ao meio-dia. O Sol da Justiça brilhará trazendo saúde em Suas asas, e a Terra inteira se encherá de Sua glória (Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 108).


QUARTA-FEIRA, 13 DE FEVEREIRO 2019 – COMENDO O LIVRO

Devemos dar a última advertência de Deus aos homens, e qual não deve ser nosso fervor em estudar a Bíblia, e nosso zelo em espalhar a luz! Que cada um que recebeu a iluminação divina procure comunicá-la. Os obreiros devem ir de casa em casa, abrindo a Bíblia ao povo, disseminando nossa literatura, falando a outros da luz que lhes trouxe bênção a sua própria vida. […]

Uma grande obra deve ser realizada, e os que conhecem a verdade devem apresentar poderosa intercessão, pedindo ajuda. O amor de Cristo necessita encher os corações. O Espírito de Cristo precisa ser derramado sobre eles, enquanto se preparam para permanecer em pé no dia do juízo. À medida que se consagram a Deus, convincente poder assistirá seus esforços na apresentação da verdade a outros. […] A última advertência deve ser pregada diante de “muitos povos, e nações, e línguas, e reis” (Ap 10:11), sendo-nos garantida a promessa: “Eis que Eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos” (Mt 28:20; Testemunhos para a Igreja, v. 9, p. 122, 123).

Todos […] serão provados. Se fizerem de Cristo seu companheiro, receberão sabedoria, conhecimento e compreensão; crescerão na graça e aptidão no caminho de Cristo; e o caráter será modelado à Sua semelhança. Se não seguirem o caminho do Senhor, outro espírito controlará a mente e o discernimento, farão planos sem o Senhor, seguirão seus próprios caminhos, e perderão os cargos que ocupavam. Se afastarem da luz que lhes foi dada, que ninguém apresente suborno para induzir sua permanência. Eles se tornarão um engano e uma cilada. Chegou o tempo em que tudo que pode ser sacudido, será sacudido, só o que estiver firme vai permanecer. Todo caso vem a julgamento diante de Deus; Ele está medindo o templo e seus adoradores (Ibid., v. 7, p. 219).

A Igreja tem que manter seus princípios perante todo o Universo celeste e os reinos deste mundo, de maneira firme e decidida; uma inabalável fidelidade na manutenção da honra e da santidade da lei de Deus, despertará a atenção e admiração do mundo, e muitos, pelas boas obras que contemplarem, serão levados a glorificar nosso Pai celestial. […]

O Senhor proveu a Sua Igreja de capacidade e bênçãos, para que apresentasse ao mundo uma imagem de Sua própria suficiência, e Nele se completasse, como uma contínua representação de outro mundo, eterno, onde há leis mais elevadas que as terrestres. Sua Igreja deve ser um templo construído segundo a semelhança divina, e o anjo arquiteto trouxe do Céu a sua vara de ouro para medir, a fim de que cada pedra seja lavrada e ajustada pela medida divina, e polida para brilhar como um emblema do Céu irradiando em todas as direções os refulgentes e luminosos raios do Sol da Justiça. A Igreja há de ser alimentada com o maná do Céu e guardada unicamente sob a proteção de Sua graça. Vestida com a completa armadura de luz e justiça ela entra em seu conflito final. A escória, material imprestável, será consumida, e a influência da verdade testifica ao mundo de seu caráter santificador e enobrecedor (Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 16, 17).


QUINTA-FEIRA, 14 DE FEVEREIRO 2019 – AS DUAS TESTEMUNHAS

As duas testemunhas representam as Escrituras do Antigo e Novo Testamentos. Ambos são importantes testemunhas quanto à origem e perpetuidade da lei de Deus. Ambos são também testemunhas do plano da salvação. Os tipos, sacrifícios e profecias do Antigo Testamento apontam para um Salvador por vir. Os evangelhos e as epístolas do Novo Testamento falam acerca de um Salvador que veio exatamente da maneira predita pelos tipos e profecias (O Grande Conflito, p. 267).

Esta guerra contra a Escritura Sagrada, prosseguida durante tantos séculos na França, culminou nas cenas da Revolução. Aquela terrível carnificina foi apenas o resultado legítimo da supressão da Escritura por parte de Roma. Apresentou ao mundo o mais flagrante exemplo da operação dos princípios papais. […]

O poder papal procurava ocultar do povo a Palavra da verdade e colocar diante dele testemunhas falsas para contradizerem o testemunho daquela. Quando a Bíblia foi proscrita pela autoridade religiosa e secular; quando seu testemunho foi pervertido, fazendo homens e demônios todos os esforços para descobrir como desviar da mesma o espírito do povo; quando os que ousavam proclamar suas sagradas verdades eram perseguidos, traídos, torturados, sepultados nas celas das masmorras, martirizados por sua fé, ou obrigados a fugir para a fortaleza das montanhas e para as covas e cavernas da Terra – então profetizavam as fiéis testemunhas vestidas de saco. Contudo, continuaram com seu testemunho por todo o período de 1.260 anos. Nos mais obscuros tempos houve fiéis que amavam a Palavra de Deus e eram ciosos de Sua honra. A esses fiéis servos foram dados sabedoria, autoridade e poder para anunciar Sua verdade durante aquele tempo todo (O Grande Conflito, p. 265, 267).

O incrédulo Voltaire presunçosamente disse certa vez: “Estou cansado de ouvir dizer que doze homens estabeleceram a religião cristã. Eu provarei que basta um homem para suprimi-la.” Faz mais de um século que morreu. Milhões têm aderido à guerra contra a Escritura Sagrada. Mas tão longe está de ser destruída que, onde havia cem no tempo de Voltaire, há hoje dez mil, ou antes, cem mil exemplares do Livro de Deus. Nas palavras de um primitivo reformador, relativas à igreja cristã, a “Bíblia é uma bigorna que tem gasto muitos martelos”. Disse o Senhor: “Toda a ferramenta preparada contra ti, não prosperará; e toda a língua que se levantar contra ti em juízo, tu a condenarás” (Is 54:17).

“A Palavra de nosso Deus subsiste eternamente. Fiéis [são] todos os Seus mandamentos. Permanecem firmes para todo o sempre; são feitos em verdade e retidão” (Sl 111:7, 8). O que quer que seja edificado sobre a autoridade do homem será destruído; mas subsistirá eternamente o que se acha fundado sobre a rocha da imutável Palavra de Deus (O Grande Conflito, p. 288).


SEXTA-FEIRA, 15 DE FEVEREIRO 2019 – ESTUDO ADICIONAL

Testemunhos para a Igreja, v. 2, “Vendendo os Direitos de Primogenitura”, p. 37.

O Grande Conflito, “A Bíblia e a Revolução Francesa”, p. 265-288.

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um comentário

  1. CLAYTON

    Irmão, nota 10 pro seu trabalho! Excelente os comentário de EGW da lição da ES. Parabéns! Deus conserve!

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