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Comentários de Ellen White: Lição 08 – Adore o Criador – 19 a 26 de Maio 2018

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SÁBADO A TARDE – 19 DE MAIO 2018 – INTRODUÇÃO

Cremos sem nenhuma dúvida que Cristo está para vir em breve. Isso não é uma fábula para nós; é uma realidade. Não temos dúvida, nem por anos temos duvidado uma só vez, de que as doutrinas que hoje mantemos sejam verdade presente, e de que estamos nos aproximando do juízo. Estamos nos preparando para o encontro com Aquele que, acompanhado por uma comitiva de santos anjos, há de aparecer nas nuvens do céu, para dar aos fiéis e justos o toque final da imortalidade. …

Deus está agora experimentando e provando Seu povo. O caráter está sendo aperfeiçoado. Os anjos estão pesando o valor moral, e mantendo fiel relatório de todos os atos dos filhos dos homens. … Aquele Deus que lê o coração de todos, trará à luz coisas ocultas das trevas onde muitas vezes menos delas se suspeitava, para que sejam removidas aquelas pedras de tropeço que têm prejudicado o progresso da verdade (A Fé Pela Qual Eu Vivo [MM 1959], p. 215, 216).

Pessoas sinceras verão a cadeia direta da verdade presente. Perceberão suas harmoniosas conexões, elo após elo, unindo-se num grande todo e nela se firmarão. A verdade presente não é difícil de ser compreendida, e o povo a quem Deus está conduzindo estará unido sobre essa ampla e firme plataforma. Ele não utilizará indivíduos de fé, opiniões e pareceres diferentes, para espalhar e dividir. O Céu e os santos anjos estão trabalhando para unir, para conduzir à unidade de fé, em um só corpo. Satanás se opõe a isso e está determinado a dispersar, dividir e produzir os mais variados sentimentos, para que a oração de Cristo não seja respondida: “Não peço somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em Mim, por meio da palavra que eles falarem, a fim de que todos sejam um. E como Tu, ó Pai, estás em Mim e Eu em Ti, também eles estejam em nós, para que o mundo creia que Tu Me enviaste” (Jo 17:20, 21). Jesus determinou que a fé de Seu povo seja uma (Testemunhos Para a Igreja, v. 1, p. 326, 327).

Precisamos esquadrinhar diariamente as Escrituras, para que conheçamos o caminho do Senhor, e não sejamos enganados pelos erros religiosos. O mundo está cheio de teorias falsas e ideias espiritualistas sedutoras, que tendem a destruir a clara percepção espiritual, e afastar da verdade e da santidade. Especialmente neste tempo, precisamos dar ouvidos à advertência: “Não se deixem enganar com palavras vazias” (Ef 5:6).

Cumpre-nos ser cuidadosos para que não interpretemos mal as Escrituras. Os claros ensinos da Palavra de Deus não devem ser tão espiritualizados que a realidade se perca de vista. Não forcem o sentido de sentenças bíblicas no esforço de produzir qualquer coisa de singular a fim de comprazer a fantasia. Tomem as Escrituras como elas dizem. Evitem ociosas especulações acerca do que será no reino do Céu (Manuscrito 30, 1904; Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 170).


DOMINGO, 20 DE MAIO 2018 – A UNIVERSALIDADE DO EVANGELHO

As últimas palavras de Cristo a Seus discípulos mostram a importância a ser dada à obra de disseminar a verdade. Pouco antes de Sua ascensão Ele deu-lhes a ordem: “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que tenho ordenado a vocês. E eis que estou com vocês todos os dias até o fim dos tempos” (Mt 28:19, 20).

Quem dera todos os que possuem a luz da verdade seguissem o exemplo dado por Cristo, não despendendo em um ou dois lugares o tempo, a habilidade e os recursos que lhes foram dados por Deus, sendo que a luz da verdade deve ir ao mundo todo. A maravilhosa ostentação de graça manifestada na mensagem do evangelho deve ser levada a todos os lugares (Este Dia Com Deus [MM 1980], p. 107).

O único modo de crescer na graça é fazer desinteressadamente a obra que Cristo nos ordenou: empenhar-nos, na medida de nossa capacidade, em ajudar e abençoar os que necessitam do auxílio que lhes podemos dar. A força se desenvolve pelo exercício; a atividade é a própria condição de vida. …

A igreja de Cristo é o agente designado por Deus para a salvação das pessoas. Sua missão é levar o evangelho ao mundo. E essa obrigação repousa sobre todos os cristãos. Cada um, na medida de seus talentos e oportunidades, deve cumprir a comissão do Salvador. O amor de Cristo, revelado a nós, torna-nos devedores a todos os que O não conhecem. Deus nos outorgou luz, não para nosso proveito exclusivo, mas para que a derramássemos sobre eles.

Se os seguidores de Cristo estivessem sempre alerta ao chamado do dever, milhares estariam proclamando o evangelho em países gentios. … E muito maior quantidade de zeloso trabalho seria feito nos países cristãos (Caminho a Cristo, p. 80, 81).

A misericórdia implica a imperfeição do objeto a quem é concedida. Devido à imperfeição do homem, a misericórdia foi trazida à existência ativa. O pecado não é objeto do amor de Deus, mas de Sua aversão. Entretanto, Ele tem piedade do pecador, porque o culpado apresenta a imagem do Criador, e Dele recebeu as faculdades que lhe tornam possível tornar-se filho de Deus, não por meio dos próprios méritos, mas dos méritos atribuídos de Jesus Cristo, pelo grande sacrifício que o Salvador fez em seu favor (Para Conhecê-Lo [MM 1965], p. 41).

Tome a Bíblia e busque a Deus, em oração fervorosa. Peça-Lhe que lhe ensine a conhecer a si mesmo, a compreender sua fraqueza, seus pecados e loucuras, à luz da eternidade. Peça-Lhe que lhe mostre exatamente como você é à vista do Céu. Essa é uma obra individual. … Humildemente, envie sua petição a Deus e não descanse, nem de dia nem de noite, até que possa dizer: Ouvi o que o Senhor fez por mim – até que possa dar um vivo testemunho, e falar de vitórias alcançadas (Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 87).


SEGUNDA, 21 DE MAIO 2018 – O LADRÃO NA CRUZ E O EVANGELHO ETERNO

Os ladrões que foram crucificados com Jesus sofriam a mesma tortura física que Ele: mas um deles, pelo sofrimento tornou-se mais endurecido e desesperado. Ecoou a zombaria dos sacerdotes e lançou-a sobre Jesus, dizendo: “Você não é o Cristo? Salve a Si mesmo e a nós também” (Lc 23:39). O outro malfeitor não era um criminoso endurecido. Quando ouviu as palavras de zombaria de seu companheiro de crime, ele “o repreendeu, dizendo: Você nem ao menos teme a Deus, estando sob igual sentença? A nossa punição é justa, porque estamos recebendo o castigo que os nossos atos merecem; mas Este não fez mal nenhum” (Lc 23:40, 41). Então, quando seu coração se voltou para Cristo, celestial iluminação inundou-lhe a mente. Em Jesus, ferido, zombado, e pendente da cruz, ele viu seu Redentor, sua única esperança, e a Ele apelou em fé humilde (História da Redenção, p. 222, 223).

Quando condenado por seu crime, o ladrão ficou tomado de desânimo e desespero; mas pensamentos estranhos, ternos, surgem então. Evocou tudo quanto ouvira de Jesus. … O Espírito Santo lhe iluminou a mente, e pouco a pouco se ligou a cadeia das provas. Em Jesus ferido, zombado e pendente da cruz, ele viu o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Num misto de esperança e de agonia em sua voz, a desamparada, moribunda alma atirou-se sobre o agonizante Salvador. “Senhor, lembra-Te de mim, quando vieres no Teu reino” (Lc 23:42; TT).

A resposta veio pronta. Suave e melodioso o acento, cheias de amor, de compaixão e de poder as palavras: “Na verdade te digo hoje, que serás comigo no Paraíso” (Lc 23:43). … Ao ladrão contrito sobreveio a perfeita paz da aceitação de Deus (Vidas Que Falam [MM 1971], p. 329).

Jesus não nos abandonou dando-nos razão para ficarmos espantados diante das provações e dificuldades. A respeito delas Ele tudo nos falou, e também nos disse que não ficássemos acabrunhados nem abatidos quando sobreviessem as provações. Olhemos para Jesus, nosso Redentor, alegremo-nos e nos regozijemos. … Jesus não permaneceu no sepulcro novo de José. Ele ressuscitou e ascendeu ao Céu, para ali interceder em nosso favor. Temos um Salvador que nos amou de tal maneira que morreu por nós, para que por Ele possamos ter esperança, força e ânimo, bem como um lugar com Ele no Seu trono. Ele está desejoso de nos ajudar e pode fazer isso, sempre que a Ele recorrermos.

Se tentarmos carregar sozinhos as nossas cargas, ficaremos esmagados sob seu peso. Temos pesadas responsabilidades. Jesus tem delas conhecimento e, se O não abandonarmos, Ele também não nos deixará. Ele é honrado quando Lhe confiamos, como fiel Criador, a guarda de nossa alma. Ele nos convida a ter esperança em Sua misericórdia, crendo que Ele não deseja que sejamos esmagados por essas pesadas responsabilidades. Tão-somente temos que crer, para ver a salvação operada por Deus (Testemunhos Para a Igreja, v. 8, p. 128).


TERÇA, 22 DE MAIO 2018 – TEMEI A DEUS E DAI-LHE GLÓRIA

No Apocalipse, João predisse a proclamação da mensagem do evangelho, justamente antes da vinda de Cristo. Ele viu “outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que habitam na Terra, e a cada nação, tribo, língua e povo, dizendo com voz forte: Temam a Deus e deem glória a Ele, pois é chegada a hora em que Ele vai julgar” (Ap 14:6, 7).

A essa advertência do Juízo e às mensagens com ela relacionadas segue-se, na profecia, a volta do Filho do Homem nas nuvens do céu. A proclamação do Juízo é uma anunciação de que a segunda vinda de Cristo está próxima. E essa proclamação é chamada o evangelho eterno. Desse modo é mostrado que a pregação da segunda vinda de Cristo […] ou a anunciação de sua brevidade, é parte essencial da mensagem evangélica. (Parábolas de Jesus, p. 227, 228).

Seus mandamentos e graça são adaptados às nossas necessidades, e sem eles não podemos ser salvos, não importa o que façamos. Ele requer obediência espontânea. A oferta de bens ou de qualquer serviço não será aceita sem o coração. A vontade precisa ser mantida em sujeição. O Senhor pede maior consagração a Ele e maior separação do espírito e da influência do mundo. …

A conduta do cristão é como a de seu Senhor. Ele ergueu o estandarte e deixou a nosso cargo dizer se desejamos ou não nos arregimentar em volta Dele. Nosso Senhor e Salvador deixou de lado Seu domínio, riquezas e glória, e veio até nós para que pudesse salvar-nos da miséria, e fazer-nos semelhantes a Ele. Humilhou-Se e tomou nossa natureza para que pudéssemos ser capazes de aprender Dele e, imitando Sua vida de benevolência e abnegação, segui-Lo passo a passo ao Céu. Vocês não podem igualá-Lo, mas podem parecer-se com Ele e, de acordo com sua capacidade, agir de igual modo (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 169, 170).

Pais e mães que consideram Deus o primeiro em seu lar, que ensinam a seus filhos que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria, glorificam a Deus diante dos anjos e dos homens. …

O sagrado privilégio da comunhão com Deus torna distinta e clara a visão das coisas gloriosas, preparadas para os que amam a Deus e reverenciam Seus mandamentos. Temos que trazer reverência à nossa vida diária. …

Em nossa vida diária, damos muita importância ao que é sem importância e vulgar e o resultado é que falhamos em ver Aquele que é invisível. Assim perdemos muitas ricas bênçãos em nossa experiência religiosa.

A verdadeira reverência se revela pela obediência. Deus nada ordenou que não seja essencial, e não há outro modo tão agradável a Ele para se manifestar reverência como a obediência ao que Ele falou (Minha Consagração Hoje [MM 1989/1953], p. 266).


QUARTA, 23 DE MAIO 2018 – É CHEGADA A HORA DO SEU JUÍZO

Hoje há entre os professos cristãos muitos que haveriam de julgar que Daniel era por demais esquisito, e o declarariam como mesquinho e fanático. Eles consideram a questão do comer e beber como de bem pequena importância para exigir tão decidida resistência – tal que poderia envolver o provável sacrifício de todas as vantagens terrenas. Mas aqueles que assim raciocinam, notarão no dia do juízo que se desviaram das expressas exigências de Deus e se apoiaram em sua própria opinião como norma para o certo e o errado. Descobrirão que aquilo que lhes parecia sem importância não foi assim considerado por Deus. Suas exigências deveriam ter sido sacramente obedecidas. Aqueles que aceitam e obedecem um de Seus preceitos porque lhes convém, ao passo que rejeitam a outro porque sua observância haveria de requerer sacrifício, rebaixam a norma do direito e, por seu exemplo, levam outros a considerar levianamente a lei de Deus. “Assim diz o Senhor”, deve ser nossa regra em todas as coisas (Review and Herald, 25 de janeiro de 1881; Conselhos Sobre Saúde, p. 69, 70).

É privilégio de cada um viver de tal maneira que Deus o aprove e abençoe. Vocês podem estar a cada hora em comunhão com o Céu; não é vontade de seu Pai celestial que jamais vocês se encontrem sob condenação e trevas. Não agrada a Deus que vocês desmereçam a si mesmos. Vocês devem cultivar o respeito próprio vivendo de modo que tenham a aprovação de sua consciência, dos homens e dos anjos. … Vocês têm o privilégio de ir ter com Jesus e ser purificados, e achar-se perante a lei sem impedimento e sem remorso. “Agora, pois, já não existe nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Rm 8:1). Conquanto não devamos julgar-nos mais do que o devido, a Palavra de Deus não condena o justo respeito próprio. Como filhos e filhas de Deus, devemos ter conscienciosa dignidade de caráter, na qual não têm lugar o orgulho nem a presunção (Nossa Alta Vocação [MM 1952], p. 138).

Seja este ponto plenamente estabelecido em todas as mentes: Se aceitamos a Cristo como Redentor, precisamos aceitá-Lo como Soberano. Não podemos ter certeza e perfeita confiança em Cristo como nosso Salvador enquanto não O reconhecermos como nosso Rei e formos obedientes a Seus mandamentos. Assim evidenciamos nossa lealdade a Deus. Nossa fé tem, então, o timbre genuíno, pois é uma fé atuante. Ela opera pelo amor. Digamos isto de nosso coração: “Senhor, creio que morreste para resgatar-me. Se deste tanto valor a alguém a ponto de dar Tua vida pela minha, eu me mostrarei sensível. Aos Teus cuidados entrego minha vida, com todas as suas possibilidades, em toda a minha fraqueza.”

A vontade deve ser colocada em completa harmonia com a vontade de Deus. Quando isso é efetuado, não será repelido nenhum raio de luz que incide sobre o coração e sobre os recessos da mente. A alma não será obstruída pelo preconceito, chamando a luz trevas, e as trevas luz. A luz do Céu é bem-recebida, como luz que inunda os recessos do coração. Isso é entoar melodias a Deus (Fé e Obras, p. 16).


QUINTA, 24 DE MAIO 2018 – ADORAI AQUELE QUE FEZ O CÉU E A TERRA

O dever de adorar a Deus tem por base o fato de que Ele é o Criador, e que a Ele todos os outros seres devem a existência. E, onde quer que se apresente, na Bíblia, Seu direito à reverência e adoração, acima dos deuses dos pagãos, enumeram-se as provas de Seu poder criador. …

Diz o salmista: “Saibam que o Senhor é Deus; foi Ele quem nos fez, e Dele somos.” “Venham, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor que nos criou” (Sl 100:3; 95:6). E os seres santos que adoram a Deus nos Céus, declaram porque Lhe é devida sua homenagem: “Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra, e o poder, porque criaste todas as coisas” (Ap 4:11; Exaltai-O [MM 1992], p. 45).

Uma vez que Ele fez todas as coisas, fez também o sábado. Este foi por Ele posto à parte como lembrança da criação. Mostra-O como Criador tanto como Santificador. Declara que Aquele que criou todas as coisas no Céu e na Terra, e por quem todas as coisas se mantêm unidas, é a cabeça da igreja, e que por Seu poder somos reconciliados com Deus. Pois, falando de Israel, disse: “Também lhes dei os Meus sábados, para servirem de sinal entre Mim e eles, para que soubessem que Eu sou o Senhor que os santifica” (Ez 20:12) – os torna santos. Portanto, o sábado é um sinal do poder de Cristo para nos fazer santos. E é dado a todos quantos Cristo santifica. Como sinal de Seu poder santificador, o sábado é dado a todos quantos, por meio de Cristo, se tornam parte do Israel de Deus. …

A todos quantos recebem o sábado como sinal do poder criador e redentor de Cristo, ele será um deleite. Vendo nele Cristo, nele se deleitam. O sábado lhes aponta as obras da criação, como testemunho de Seu grande poder em redimir. Ao passo que evoca a perdida paz edênica, fala da paz restaurada por meio do Salvador. E tudo na Natureza Lhe repete o convite: “Venham a Mim, todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e Eu os aliviarei” (Mt 11:28; O Desejado de Todas as Nações, p. 288, 289).

Não está longe o tempo em que virá a prova a cada pessoa. A observância do falso sábado será imposta sobre todos. A controvérsia será entre os mandamentos de Deus e os mandamentos dos homens. Os que passo a passo têm-se submetido às exigências mundanas e se conformado aos costumes mundanos, então renderão aos poderes existentes, em vez de se sujeitarem ao escárnio, ao insulto, às ameaças de prisão e morte. Nesse tempo o ouro será separado da escória. A verdadeira piedade será claramente distinguida da piedade aparente e fictícia. Muitas estrelas que temos admirado por seu brilho se tornarão trevas. Os que têm cingido os ornamentos do santuário, mas não estão vestidos com a justiça de Cristo, aparecerão então na vergonha de sua própria nudez (Profetas e Reis, p. 188).


SEXTA, 25 DE MAIO 2018 – ESTUDO ADICIONAL

Para Conhecê-Lo [MM 1965], “Ressurreição para nova vida”, p. 66.

Fomos, pois, sepultados com Ele na morte pelo batismo; para
que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Romanos 6:4.

O arrependido crente, que dá os passos exigidos na conversão, comemora em seu batismo a morte, sepultamento e ressurreição de Cristo. Imerge na água à semelhança da morte e sepultamento de Cristo, e ergue-se da água à semelhança de Sua ressurreição — não para recomeçar a velha vida de pecado, mas para viver uma nova vida em Cristo Jesus. — The S.D.A. Bible Commentary 5:1113.

Aquele que disse: “Dou a Minha vida para tornar a tomá-la” (João 10:17), ressurgiu do túmulo para a vida que estava nEle mesmo. A humanidade morreu; a divindade não morreu. Em Sua divindade, possuía Cristo o poder de romper os laços da morte. Declara Ele que tem vida nEle mesmo, para dar vida a quem quer.

Todos os seres criados vivem pela vontade e poder de Deus. São recipientes da vida do Filho de Deus. Por hábeis e talentosos que sejam, e grandes suas capacidades, são providos de vida da Fonte de toda a vida. É Ele a fonte, o originador da vida. Unicamente Aquele que tem, Ele só, a imortalidade, e habita na luz e vida, poderia dizer: “Tenho poder para a dar [a vida] e poder para tornar a tomá-la.”
João 10:18. …

Cristo foi investido do direito de conceder a imortalidade. A
vida que Ele depusera como homem, Ele reassumiu e concedeu aos homens…

Cristo tornou-Se um com a humanidade, para que a humanidade se tornasse um com Ele, em espírito e vida. Em virtude desta união, em obediência à Palavra de Deus, Sua vida torna-se a vida deles.
Diz Ele aos penitentes: “Eu sou a ressurreição e a vida.” João 11:25.

A morte é por Cristo considerada um sono – silêncio, trevas, sono. A ela Se refere como se fosse de pouca importância. “Todo aquele que vive e crê em Mim”, diz Ele, “nunca morrerá.” João 11:26…
“Nunca verá a morte.” João 8:51. E para o crente, a morte é apenas questão de pouca importância. Para ele, morrer é apenas dormir.
“Também aos que em Jesus dormem Deus os tornará a trazer com Ele.” 1 Tess. 4:14. — Mensagens Escolhidas 1:301-303.

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