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Comentários de Ellen White: Lição 08 – Paternidade e Maternidade – 18 a 25 de Maio 2019

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SÁBADO A TARDE – 18 DE MAIO 2019 – INTRODUÇÃO

Pais, por amor de Cristo não cometam um erro em seu trabalho mais importante, o de moldar o caráter de seus filhos para o tempo e para a eternidade. […] Vocês determinarão o que eles serão e o que farão em favor de Cristo e dos semelhantes e pela própria salvação.

Lidem honesta e fielmente com seus filhos. Atuem corajosa e pacientemente. Não temam as cruzes, não poupem tempo ou trabalho, responsabilidade ou sofrimento. O futuro de seus filhos testificará do caráter da obra de vocês. Sua fidelidade para com Cristo pode ser melhor percebida através do caráter bem equilibrado de seus filhos do que de qualquer outro modo. Eles são propriedade de Cristo, comprados pelo Seu sangue. Se a influência deles for totalmente do lado de Cristo, eles serão Seus colaboradores, ajudando outros a encontrar o caminho da vida. Se vocês negligenciarem a obra que lhes foi confiada por Deus, sua atitude insensata quanto à disciplina colocará seus filhos na classe dos que se afastam de Cristo e fortalecem o reino das trevas (Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 39, 40).

A educação e instrução dos filhos para serem cristãos é o mais elevado serviço que os pais podem prestar a Deus. É uma tarefa que requer paciência, esforço de toda a vida, diligente e perseverante. Pela negligência desse trabalho a nós confiado provamo-nos mordomos infiéis, e Deus não a desculpará.

Todavia os que incorreram em tal desleixo, não desesperem. A mulher que perdeu a dracma, procurou-a até achá-la. Trabalhem igualmente os pais para a família com amor, fé e oração, até que possam ir a Deus com alegria e dizer: “Eis-me aqui, com os filhos que me deu o Senhor” (Is 8:18; Parábolas de Jesus, p. 195, 196).

Em Sua sabedoria, o Senhor determinou que a família seja o maior dentre todos os fatores educativos. É no lar que a educação da criança deve se iniciar. Ali está a sua primeira escola. Ali, tendo seus pais como instrutores, terá a criança de aprender as lições que a devem guiar por toda a vida – lições de respeito, obediência, reverência e domínio próprio. As influências educativas do lar são uma força decidida para o bem ou para o mal. São, em muitos sentidos, silenciosas e graduais, mas, sendo exercidas na direção devida, tornam-se fator de grande alcance em favor da verdade e justiça. […] Quão importante, pois, é a escola do lar! (Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 107).

Quer que Seus servos deem testemunho de que, mediante Sua graça, podem os homens possuir caráter semelhante ao de Cristo e regozijar-se na certeza de Seu grande amor. Quer que testifiquemos de que Ele não pode ficar satisfeito, enquanto a raça humana não for reavida e reintegrada em seus santos privilégios de filhos e filhas de Deus.

Em Cristo se resumem a ternura do pastor, a afeição do pai e a incomparável graça do compassivo Salvador. […] Como pastor apascentará o Seu rebanho; entre os Seus braços recolherá os cordeirinhos, e os levará no Seu regaço” (Is 40:11; O Desejado de Todas as Nações, p. 826, 827).


DOMINGO, 19 DE MAIO 2019 – A PATERNIDADE E MATERNIDADE SEM FILHOS

O amor de Elcana por [Ana] era profundo e imutável; no entanto, uma nuvem sombreava sua felicidade doméstica. O lar não era alegrado com vozes infantis. Por fim, o forte desejo de perpetuar seu nome levou o esposo, como já havia levado muitos outros, a adotar um curso que Deus não sancionou – o de introduzir na família uma segunda esposa, que seria subordinada à primeira. Este ato foi motivado pela falta de fé em Deus e foi acompanhado de maus resultados. A paz da família, até então unida e harmoniosa, foi interrompida. Sobre Ana, o golpe caiu com um peso esmagador. Parecia que toda a felicidade havia sido varrida de sua vida para sempre. Ela suportou as suas provações sem reclamar, no entanto, nem por isso o seu sofrimento era menos agudo e amargo. […]

Com o passar dos anos, e filhos e filhas foram acrescentados à casa, [Penina] tornou-se orgulhosa e cheia de si, e tratava [Ana] com desprezo e arrogância. […]

Para Ana, o comportamento dessa mulher era uma provação quase impossível de suportar. Satanás a empregou como seu agente para atormentar e, se possível, exasperar e destruir um dos fiéis filhos de Deus. Finalmente, quando as provocações de sua inimiga se repetiram em uma das festas anuais, a coragem e a resistência de Ana cederam. Incapaz de esconder seus sentimentos por mais tempo, chorou sem constrangimento. As expressões de alegria em cada mão lhe pareciam uma zombaria. Ela não podia participar da festa. […]

Ana não proferiu nenhuma censura contra seu marido por seu casamento imprudente. A mágoa que não pôde compartilhar com nenhum amigo terrestre, levou-a ao seu Pai Celestial e buscou conforto somente Dele que havia dito: “Invoca-me no dia da angústia; Eu te livrarei”. Existe um grande poder na oração. Nosso grande adversário está constantemente procurando manter a alma angustiada longe de Deus. Um apelo ao Céu pelo mais humilde dos santos é mais temido por Satanás do que os decretos de gabinetes ou as ordens de reis. […]

Ana […] [comungou] com Deus. Ela cria que sua oração havia sido ouvida e a paz de Cristo enchia o seu coração (The Signs of the Times, 27 de outubro de 1881).

Zacarias bem sabia como tinha sido dado a Abraão um filho em sua velhice, porque ele acreditava que era fiel Aquele que havia prometido. Por um momento, porém, o velho sacerdote volvera os pensamentos para a fraqueza da humanidade. Esqueceu-se de que Deus é capaz de cumprir aquilo que promete. […]

O nascimento de um filho a Zacarias, como o do filho de Abraão, e o de Maria, visava ensinar uma grande verdade espiritual, verdade que somos tardios em aprender e prontos a esquecer. Somos por nós mesmos incapazes de fazer qualquer bem; mas o que não somos capazes de fazer, o poder de Deus há de operar em toda alma submissa e crente. Por meio da fé foi dado o filho da promessa. Mediante a fé é gerada a vida espiritual, e somos habilitados a realizar as obras da justiça (O Desejado de Todas as Nações, p. 98).


SEGUNDA-FEIRA, 20 DE MAIO 2019 – PAIS E MÃES SOLTEIROS

O verdadeiro cristão é abundante em boas obras; dá muito fruto. Alimenta o faminto, veste o nu, visita o enfermo e atende aos aflitos. Os cristãos tomam sincero interesse nas crianças e estão ao seu redor, as quais, pelas tentações sutis do inimigo, estão a ponto de perecer. Pais e mães, se vocês guardarem seus próprios filhos dos ardis do inimigo, olhem ao redor para salvar a vida dos filhos que não têm tais cuidados. […] Há em todo o nosso redor jovens para com quem os membros da igreja têm um dever; pois Cristo morreu por eles. […] São preciosos aos olhos do Senhor, e Ele deseja sua felicidade eterna. […] Cristo pede voluntária cooperação da parte de Seus instrumentos em fazer obra diligente, coerente, pela salvação de pessoas (Nossa Alta Vocação [MM 1962], p. 119).

Sempre que possível, deveria ser o privilégio dos membros de cada família atender a seus próprios parentes. Quando assim não se dá, a obra pertence à igreja, e deve ser considerada um privilégio, da mesma maneira que um dever. […]

A presença, em nosso lar, de um destes inválidos é uma preciosa oportunidade de cooperar com Cristo em Seu ministério de misericórdia, e desenvolver traços de caráter semelhantes aos Seus. Há uma bênção no convívio dos mais idosos com os mais jovens. Esses podem iluminar o coração e a vida dos idosos. […] E os jovens podem ser auxiliados pela sabedoria e a experiência dos idosos. Sobretudo, eles precisam aprender a lição do abnegado ministério. A presença de um necessitado de simpatia, paciência e abnegado amor, seria uma inapreciável bênção para muitas famílias. Haveria de suavizar e refinar a vida doméstica, e despertar em idosos e jovens aquelas graças cristãs que os destacariam com uma divina beleza, e os enriqueceriam com os imperecíveis tesouros do Céu (A Ciência do Bom Viver, p. 204, 205).

Deus Se agrada quando conservamos o rosto voltado para o Sol da Justiça. […] Quando nos achamos em tribulação e opressos por ansiedades, o Senhor está perto, e pede que lancemos sobre Ele toda a nossa ansiedade, pois tem cuidado de nós. […]

Achega-Se a todos os Seus filhos em aflição. Em tempo de perigo, é nosso refúgio. Na dor, oferece-lhes alegria e consolação. Nós nos afastaremos do Redentor, a fonte de águas vivas, para cavar para nós cisternas rotas, que não podem reter a água? Ao se aproximar o perigo, buscaremos o auxílio daqueles que são tão fracos como nós, ou fugiremos para Aquele que é poderoso para salvar? Ele tem os braços bem abertos, e profere o gracioso convite: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei (Filhos e Filhas de Deus [MM 1956, 2005], p. 19).


TERÇA-FEIRA, 21 DE MAIO 2019 – A ALEGRIA E A RESPONSABILIDADE DE EDUCAR FILHOS

É obra bastante delicada tratar com mentes humanas. A disciplina necessária para um, esmaga a outro; portanto, estudem os pais o caráter de seus filhos. Nunca sejam rudes nem procedam por impulso. […]

Não é por um ato isolado que é formado o caráter, mas pela repetição de atos é que se estabelecem hábitos e se confirma o caráter. Para ter um caráter semelhante ao de Cristo é necessário agir como Cristo agiu. Os cristãos exibem um santo temperamento, e suas ações e impulsos são induzidos pelo Espírito Santo (Mente, Caráter e Personalidade, v. 2, p. 551, 552).

Nosso Pai celestial, ao dar Sua Palavra, não deixou despercebidas as crianças. Onde é que, dentre tudo que os homens hajam escrito, se poderá encontrar algo que tenha tal influência sobre o coração das crianças, algo tão bem adaptado para despertar o interesse delas, como são as histórias da Bíblia? Nestas singelas histórias podem-se esclarecer os grandes princípios da lei de Deus.

A Escola Sabatina oferece aos pais e aos filhos preciosa oportunidade para o estudo da Palavra de Deus. […] Pais, separem, cada dia, algum tempo para o estudo da lição da Escola Sabatina com seus filhos. […] Os pais, do mesmo modo que os filhos, receberão benefício desse estudo. Decorem as passagens mais importantes da Escritura ligadas com a lição, e seja isso, não uma tarefa, mas um privilégio. […]

Aquele Espírito gosta de dirigir-Se às crianças, e desvendar-lhes os tesouros e belezas da Palavra. As promessas proferidas pelo grande Mestre cativarão os sentidos e animarão a alma da criança com uma força espiritual que é divina. Será desenvolvida na mente receptiva uma familiaridade com as coisas divinas, que será como um baluarte contra as tentações do inimigo (A Fé Pela Qual Eu Vivo [MM 1959], p. 271).

Aqueles que compreenderam a verdade, sentiram sua importância e tiveram experiência nas coisas de Deus, devem ensinar a sã doutrina a seus filhos. Que tornem os filhos familiarizados com os grandes pilares de nossa fé e as razões por que somos adventistas do sétimo dia, por que fomos chamados, como foram os filhos de Israel, para ser um povo peculiar, uma nação santa, separados e distintos de todos os outros povos sobre a face da Terra. Essas coisas deveriam ser explicadas aos filhos em linguagem simples, fácil de ser entendida e, à medida que avançam em anos, as lições devem ser adaptadas à sua crescente capacidade, até que os fundamentos da verdade tenham sido lançados ampla e profundamente.

Pais, […] estão vocês trabalhando diariamente para superar o inimigo e salvar os filhos de seus artifícios? Estão vocês descobrindo para eles as preciosas verdades da Palavra de Deus, explicando-lhes as razões de nossa fé, para que seus jovens pés estejam firmados sobre a plataforma da verdade?

A Bíblia, […] as grandes verdades necessárias para a salvação tornam-­se claras como a luz do meio-dia, e ninguém errará o caminho exceto os que seguem seu próprio juízo em vez da vontade de Deus, claramente revelada (Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 330, 331).


QUARTA-FEIRA, 23 DE MAIO 2019 – A PATERNIDADE E MATERNIDADE COMO DISCIPULADO

Deus chamou Abraão para ensinar Sua palavra e o escolheu para ser pai de uma grande nação, porque viu que instruiria seus filhos e sua casa nos princípios da lei divina. E o que dava poder ao ensino de Abraão era a influência de sua própria vida. Sua grande casa consistia em mais de mil pessoas, muitas das quais chefes de família, e não poucos recém-conversos do paganismo. Uma casa assim exigia mão firme ao leme. Nenhum método fraco e vacilante seria suficiente. A respeito de Abraão, Deus disse: “Eu o escolhi para que ele ensine seus filhos e sua futura família” (Gn 18:19, A Mensagem). Contudo, exercia sua autoridade com tal sabedoria e ternura que conquistava os corações.

Não menos eficaz será hoje o ensino da Palavra de Deus se encontrar um reflexo assim tão fiel na vida do educador (Educação, p. 187, 188).

Pais, se quiserdes a bênção de Deus, fazei como Abraão, reprimi o mal, e incentivai o bem. Pode ser necessário certo comando em lugar de consultar à inclinação e ao prazer dos filhos.

Consentir, porém, que a criança siga seus impulsos naturais corresponde a consentir que ela se corrompa e se torne hábil no mal. Os pais prudentes não dirão a seus filhos: “Sigam o que quiserem; vão aonde quiserem; façam o que quiserem;” antes dirão: “Ouçam a instrução do Senhor”. Devem ser feitas regras e regulamentos sábios, e colocá-los em execução, a fim de que a beleza da vida doméstica não se perverta (Orientação da Criança, p. 234).

Eli era um homem bom, puro quanto à moral; mas era demasiado condescendente. Ele incorreu no desagrado de Deus porque não fortaleceu os pontos fracos de seu caráter. Não queria ferir os sentimentos de ninguém e não teve a coragem moral necessária para repreender e reprovar o pecado. Seus filhos eram homens perversos; contudo, ele não os removeu de seu cargo de confiança. Esses filhos profanaram a casa de Deus. Ele sabia disso e sentia tristeza pelas consequências, pois amava a pureza e a justiça, mas lhe faltava força moral suficiente para suprimir o mal. Ele amava a paz e a harmonia, e tornou-se cada vez mais insensível quanto à impureza e ao crime. Mas o grande Deus assume a questão em Suas próprias mãos. […]

Que lição temos aqui para os pais, os guardiães dos jovens e aqueles que ministram no serviço de Deus. Quando males existentes não são enfrentados e detidos, porque os homens têm pouquíssima coragem de reprovar o erro, ou porque têm pouquíssimo interesse ou são por demais indolentes para exercerem suas faculdades em despender esforços dedicados para purificar a família ou a igreja de Deus, eles são responsáveis pelo mal que possa resultar em consequência da negligência de seu dever. Somos tão responsáveis por males que poderíamos haver reprimido em outros pela reprovação, pela advertência, pelo exercício da autoridade paterna ou pastoral, como se fôssemos nós mesmos culpados desses atos (Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p. 516).


QUINTA-FEIRA, 23 DE MAIO 2019 – LUTANDO POR SEU FILHO PRÓDIGO

Ficamos às vezes sem saber o que fazer; mas podemos apresentar nossos filhos a Deus em nossas orações, pedindo que sejam guardados do mal, orando: “Agora, Senhor, faze a Tua obra; abranda e subjuga o coração de nossos filhos”; e Ele nos ouvirá. Deus ouve as orações das mães chorosas e aflitas. Quando Cristo esteve na Terra, as mães sobrecarregadas levaram os filhos a Ele; pensavam que se pusesse as mãos sobre eles, teriam maior ânimo para criá-los no caminho em que deveriam andar. O Salvador sabia por que essas mães se aproximaram Dele com seus pequeninos, e repreendeu os discípulos que queriam afastá-los, dizendo: “Deixai vir os pequeninos a Mim e não os impeçais, porque dos tais é o reino de Deus.” […]

A iniquidade aumenta por todos os lados, e para que as crianças se salvem é preciso fazer esforços diligentes e perseverantes. […] Não considere a mãe demasiado grande sacrifício algum que seja feito para a salvação de sua família. Lembrem-se de que Jesus deu a vida a fim de resgatar da ruína a vocês mesmos e a seus filhos. Vocês terão Sua simpatia e ajuda nesta bendita obra, e serão cooperadores de Deus.

Embora falhemos em qualquer outra coisa, esmeremo-nos na obra em favor de nossos filhos (Fundamentos da Educação Cristã, p. 161).

Trabalho algum pode equiparar-se ao da mãe cristã. Ela assume suas tarefas com a intuição do que significa educar seus filhos no temor e admoestação do Senhor. Não raro sentirá que sua carga é mais pesada do que ela pode levar; e como é precioso então o privilégio de levá-la toda em oração ao seu simpatizante Salvador! Ela pode depor seu fardo a Seus pés e em Sua presença encontra forças que a susterão e lhe darão alegria, coragem, esperança e sabedoria nas horas mais difíceis. Quão doce é para a mãe fatigada a consciência de que tem tal Amigo para todas as dificuldades! Se as mães fossem a Cristo mais frequentemente e Nele confiassem mais plenamente, seu fardo seria mais leve, e elas encontrariam descanso para a sua alma (O Lar Adventista, p. 204, 205).

O pai […] unirá seus filhos ao trono de Deus pela fé viva. Desconfiando de sua própria força, achegará sua alma desajudada a Jesus, apossando-se da força do Altíssimo. Irmãos, orem no lar, em família, de noite e de manhã; orem ferventemente em seu retiro; e enquanto empenhados em sua luta diária, dirijam-se a Deus em oração. Foi assim que Enoque andou com Deus. A oração silenciosa e fervente da alma será como incenso ao trono da graça e será aceitável a Deus como se oferecida no santuário. A todos que assim O buscam, Cristo Se tornará um auxílio presente em tempo de necessidade. Serão fortes no dia da adversidade (ibid., p. 212, 213).


SEXTA-FEIRA, 24 DE MAIO 2019 – ESTUDO ADICIONAL

O Lar Adventista, “Recompensa no Último Grande Dia”, p. 536.

O Lar Adventista, “O Deus do Céu Ouve Orações”, p. 205, 206.

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um comentário

  1. Eu gostei muito do material e muito bom para a vida espiritual,quero compartilhar com oseu amigos e familiares que amo, até quem não amo pós Deus tem maravilhas para eles enviem para o meu número (092) 98416-0210 meu whatsapp quero ajudar meu grupo levando a verdade para eles Boa tarde até mas!!!

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