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Comentários de Ellen White: Lição 08 – Unidade na Fé – 17 a 24 de Novembro 2018

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SÁBADO A TARDE – 17 DE NOVEMBRO 2018 – INTRODUÇÃO

Raramente encontramos duas pessoas exatamente iguais. Entre os seres humanos, bem como entre as coisas do mundo natural, há diversidade. A unidade na diversidade entre os filhos de Deus – a manifestação de amor e longanimidade a despeito da diferença de disposição – eis o testemunho de que Deus enviou Seu Filho ao mundo para salvar os pecadores.

A unidade que existe entre Cristo e Seus discípulos não destrói a personalidade nem de um nem de outro. No espírito, no desígnio, no caráter, eles são um, porém não em pessoa. Participando do Espírito de Deus, conformando-se com a lei do Senhor, o homem se torna participante da natureza divina. Cristo leva Seus discípulos à viva união com Ele e com o Pai. Pela atuação do Espírito Santo na mente humana, o homem se torna perfeito em Cristo. A unidade com Cristo estabelece um vínculo de unidade uns com os outros. Essa unidade é a mais convincente prova para o mundo quanto à majestade e à virtude de Cristo, e ao Seu poder de tirar o pecado (Filhos e Filhas de Deus [MM 1956, 2005], p. 286).

A unidade do povo escolhido de Deus tem sido terrivelmente abalada. Deus apresenta um remédio. Esse remédio não é uma influência entre muitas influências, e no mesmo nível delas; é uma influência acima de todas as demais sobre a face da Terra, uma influência neutralizante, enaltecedora e enobrecedora. Os que trabalham com o evangelho devem ser elevados e santificados, pois estão lidando com os princípios de Deus. Unidos a Cristo, são cooperadores de Deus. Assim o Senhor deseja unir Seus seguidores uns aos outros, para que possam ser uma força para o bem, realizando cada qual sua parte, não obstante nutrirem todos os sagrados princípios de dependência da Cabeça (Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 242).


DOMINGO, 18 DE NOVEMBRO 2018 – SALVAÇÃO EM JESUS

Cristo veio a este mundo para nos mostrar o que Deus pode fazer e o que nós podemos fazer em cooperação com Ele. Em carne humana, Ele foi ao deserto para ser tentado pelo inimigo. Ele sabe o que é ter fome e sede. Conhece as fraquezas e enfermidades da carne. Foi tentado em todas as coisas, à nossa semelhança.

Nosso resgate foi pago pelo nosso Salvador. Ninguém precisa ser escravizado por Satanás. Cristo Se encontra diante de nós como nosso divino exemplo, nosso todo-poderoso Ajudador. Fomos comprados com um preço que é impossível calcular. Quem pode medir a bondade e a misericórdia do amor redentor? (Ms 76, 1903; Comentários de Ellen G. White, no Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 6, p. 1.195).

Aquele que deseja tornar-se filho de Deus tem que receber a verdade de que o arrependimento e o perdão devem ser obtidos por meio de nada menos que a expiação de Cristo. Com essa certeza, o pecador tem que fazer um esforço em harmonia com a obra feita em seu favor, e com súplicas incansáveis recorrer ao trono da graça, para que o poder renovador de Deus possa vir à sua alma. Cristo não perdoa ninguém senão o penitente, mas àquele a quem Ele perdoa, primeiro torna penitente. A providência tomada é completa, e a eterna justiça de Cristo é colocada ao crédito de toda alma crente (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 393, 394).

Estamos agora no campo do conflito. …

Seja a Palavra de Deus o nosso estudo. …

A todos quantos creem Nele, Cristo dá o poder de serem feitos filhos de Deus. Os que são assim denominados membros da família real viverão para Aquele que é a propiciação pelos seus pecados. Ao prosseguirem em conhecer a verdade, seus pés são firmados sobre o firme fundamento. Nem inundações nem tempestades poderão remover seu fundamento (Este Dia Com Deus [MM 1980], p. 278).

Cristo, nosso Salvador, em quem habita a absoluta perfeição, tornou-­Se pecado para a humanidade caída. Ele não conhecia o pecado pela experiência de pecar, mas suportou o terrível peso da culpa do mundo inteiro. Tornou-Se nossa propiciação para que todos que O recebam possam tornar-­Se filhos de Deus. A cruz foi erguida para salvar o homem. Cristo erguido sobre a cruz foi o meio planejado no Céu para despertar no pecador arrependido o senso da malignidade do pecado. Pela cruz, Cristo buscou atrair todos a Si mesmo. Ele morreu como a única esperança de salvar aqueles que, devido ao pecado, estavam no fel da amargura. Mediante a atuação do Espírito Santo, um novo princípio de poder mental e espiritual deveria ser trazido ao homem que, mediante associação com a divindade, deveria tornar-Se um com Deus (Este Dia Com Deus [MM 1983], p. 205).

Que tema de meditação é o sacrifício feito por Jesus pelos pecadores perdidos! […] Como estimaremos as bênçãos assim postas ao nosso alcance? Poderia Jesus haver sofrido mais? […] Não deveria enternecer o coração mais duro, o lembrar-nos de que, por amor de nós, Ele deixou a glória e a felicidade do Céu, e sofreu pobreza e vergonha, cruel aflição e morte terrível? […] Não nos é possível medir quão mais profundas seriam nossas aflições, quanto maiores nossas misérias, não nos houvesse Jesus rodeado com Seu braço humano de simpatia e amor, e nos erguido (Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 316).


SEGUNDA-FEIRA, 19 DE NOVEMBRO 2018 – A SEGUNDA VINDA DE CRISTO

A promessa da segunda vinda de Cristo devia conservar-se sempre viva na mente de Seus discípulos. O mesmo Jesus, a quem viram subir ao Céu, viria outra vez, para receber os que na Terra se entregam a Seu serviço. A mesma voz que lhes disse: “Estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt 28:20), lhes daria as boas-vindas à Sua presença no reino celestial. […]

A todos os que O têm amado e esperado por Ele, Ele coroará com honra, glória e imortalidade. Os justos mortos ressurgirão de suas sepulturas, e os que estiverem vivos serão arrebatados com eles para encontrar o Senhor nos ares. Eles ouvirão a voz de Jesus, mais suave que qualquer música jamais ouvida por ouvido mortal, dizendo-lhes: Vossas lutas estão terminadas. “Vinde, benditos de Meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt 25:34; Atos dos Apóstolos, p. 33, 34).

Jesus virá como ascendeu para o Céu, apenas com novo esplendor. Virá com a glória de Seu Pai, e todos os santos anjos com Ele, a escoltá-Lo em Seu trajeto. Em vez da cruel coroa de espinhos para Lhe ferir a fronte santa, adorna-Lhe a sagrada fronte uma coroa de glória ofuscante. […] Ele não trajará uma simples túnica sem costuras, porém uma veste mais alva do que a neve – de brilho deslumbrante. Jesus vem! Mas não para reinar como um príncipe temporal. Ele ressuscitará os justos mortos, transformará os santos vivos em gloriosa imortalidade e, com os santos tomará o reino debaixo de todo o céu (A Fé Pela Qual Eu Vivo [MM 1959], p. 348).

Cristo virá com poder e grande glória. Virá revestido de Sua própria glória, e da glória do Pai. E os santos anjos O assistirão no Seu trajeto. Enquanto todo o mundo está imerso em trevas, haverá luz em toda habitação dos santos. Eles surpreenderão a primeira luz de Seu segundo aparecimento. A luz imaculada irromperá do Seu esplendor, e Cristo o Redentor será admirado por todos os que O têm servido. Enquanto os ímpios fogem, os seguidores de Cristo regozijam-se em Sua presença.

Então, o redimido dentre os homens receberá sua prometida herança. Assim o propósito de Deus para Israel encontrará literal cumprimento. Aquilo que Deus propõe, o homem é impotente para anular. Mesmo em meio à operação do mal, o propósito de Deus tem prosseguido firmemente em direção do seu cumprimento. Foi assim com a casa de Israel através da história da monarquia dividida; assim é com o Israel espiritual de hoje (Profetas e Reis, p. 720).

A vinda do Senhor tem sido em todos os séculos a esperança de Seus verdadeiros seguidores. A última promessa do Salvador no Monte das Oliveiras, de que Ele viria outra vez, iluminou o futuro a Seus discípulos, encheu-lhes o coração de alegria e esperança que as tristezas não poderiam apagar nem as provações ofuscar. Em meio de sofrimento e perseguição, “o aparecimento do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo” foi a “bem-­aventurada esperança” (O Grande Conflito, p. 302).


TERÇA-FEIRA, 20 DE NOVEMBRO 2018 – O MINISTÉRIO DE JESUS NO SANTUÁRIO CELESTIAL

Jesus é nosso Advogado, nosso Sumo Sacerdote, nosso Intercessor. Nossa posição é semelhante à dos israelitas no Dia da Expiação. Quando o sumo sacerdote entrava no ugar Santíssimo, representando o local em que nosso Sumo Sacerdote agora está pleiteando, e aspergia o sangue expiatório sobre o propiciatório, não eram oferecidos sacrifícios expiatórios no lado de fora. Enquanto o sacerdote estava intercedendo com Deus, todo coração devia curvar-se em contrição, implorando o perdão da transgressão.

O mais poderoso intelecto criado não pode compreender Deus; as palavras da língua mais eloquente não conseguem descrevê-Lo. […] Os homens só têm um Advogado, um Intercessor que é capaz de perdoar a transgressão. Não haveria o nosso coração de encher-se de gratidão Àquele que deu Jesus para ser a propiciação pelos nossos pecados? Pensemos profundamente no amor que o Pai manifestou em nosso favor, o amor que Ele expressou. Não podemos medir esse amor; pois não tem medição. Podemos medir o Infinito? Só podemos apontar para o Calvário, o Cordeiro morto desde a fundação do mundo (Exaltai-O [MM 1992], p. 370).

Podemos regozijar-nos na esperança. Nosso Advogado está no santuário celestial, intercedendo em nosso favor. Temos perdão e paz por Seus méritos. Ele morreu a fim de que pudesse lavar nossos pecados, revestir-­nos de Sua justiça, e habilitar-nos para o convívio celeste, onde podemos habitar para sempre na luz. […] quando Satanás quiser encher-lhe a mente de desânimo, sombras e dúvidas, resista-lhe às sugestões. Fale a ele do sangue de Jesus que purifica de todo pecado. Você não pode salvar-se do poder do tentador; porém ele treme e foge quando os méritos daquele precioso sangue são alegados. Não aceitará você então com reconhecimento as bênçãos concedidas por Jesus? Não tomará o cálice da salvação que Ele apresenta, e invocará o nome do Senhor? […] Ele observa com o mais profundo interesse seu progresso no caminho celeste; vê seus diligentes esforços; nota suas quedas e reerguimentos, suas esperanças e seus temores, os conflitos e as vitórias (Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 316, 317).

Com a fé de uma criancinha, devemos chegar ao nosso Pai celestial, expondo a Ele todas as nossas necessidades. Ele está sempre pronto a perdoar e ajudar. O suprimento de sabedoria divina é inesgotável, e o Senhor nos anima a dele sacar amplamente. O anseio que devemos ter de bênçãos espirituais é descrito nas palavras: “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por Ti, ó Deus, suspira a minha alma” (Sl 42:1). Necessitamos de mais profunda fome de alma pelos ricos dons que o Céu tem para conceder. Devemos ter fome e sede de justiça. […]

Oh, se nos imbuíssemos de um desejo consumidor de conhecer a Deus por um conhecimento experimental, de penetrarmos na câmara de audiência do Altíssimo, estendendo a mão da fé, e lançando nossa vida desamparada sobre Aquele que é poderoso para salvar! Sua amorável benignidade é melhor que a vida! (Filhos e Filhas de Deus [MM 1959, 2005], p. 121).


QUARTA-FEIRA, 21 DE NOVEMBRO 2018 – O SÁBADO

Por haver o sábado sido feito para o homem, é o dia do Senhor. Pertence a Cristo. Pois “todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez” (Jo 1:3). Uma vez que Ele fez todas as coisas, fez também o sábado. Este foi por Ele posto à parte como lembrança da criação. Mostra-O como Criador tanto como Santificador. Declara que Aquele que criou todas as coisas no Céu e na Terra, e por quem todas as coisas se mantêm unidas, é a cabeça da igreja, e que por Seu poder somos reconciliados com Deus. Falando de Israel, Ele disse: “Também lhes dei os Meus sábados, para que servissem de sinal entre Mim e eles, para que soubessem que Eu sou o Senhor que os santifica” (Ez 20:12) – os torna santos. Portanto, o sábado é um sinal do poder de Cristo para nos tornar santos. E é dado a todos quantos Cristo santifica. Como sinal de Seu poder santificador, o sábado é dado a todos quantos, por meio de Cristo, se tornam parte do Israel de Deus (O Desejado de Todas as Nações, p. 288).

O sábado, especialmente, foi dado para benefício do homem e para honra de Deus. […]

O sábado deveria ser um sinal entre Deus e Seu povo, para sempre. Dessa maneira devia ser um sinal – Todos os que observassem o sábado, mostrariam por tal observância serem adoradores do Deus vivo, Criador dos céus e da Terra. O sábado deveria ser um sinal entre Deus e Seu povo, enquanto Ele tivesse um povo sobre a Terra para servi-Lo (História da Redenção, p. 141, 142).

Em si mesmo o encanto da Natureza desvia a mente, do pecado e das atrações mundanas, para a pureza, para a paz e para Deus. […]

O propósito de Cristo no ensino por parábolas e o propósito do sábado são o mesmo. Deus deu aos homens o memorial de Seu poder criador para que O discernissem nas obras de Suas mãos. O sábado nos convida a contemplar, nas obras criadas, a glória do Criador. Por desejar Jesus que assim fizéssemos, foi que envolveu as Suas preciosas lições com a beleza das coisas naturais. Mais do que em qualquer outro dia, devemos, no santo dia de descanso, estudar as mensagens que Deus escreveu para nós na Natureza. Devemos estudar as parábolas do Salvador onde Ele as pronunciou, nos campos e prados, sob céu aberto, entre a relva e as flores. À medida que penetramos no seio da Natureza, Cristo nos torna real Sua presença, e nos fala ao coração de Sua paz e amor (Parábolas de Jesus, p. 24, 25).


QUINTA-FEIRA, 22 DE NOVEMBRO 2018 – MORTE E RESSURREIÇÃO

A imortalidade, prometida ao ser humano sob condição de obediência, foi perdida pela transgressão. Adão não poderia transmitir à sua posteridade o que ele não possuía; e não poderia haver esperança nenhuma para a humanidade decaída, se, pelo sacrifício de Seu Filho, Deus não houvesse trazido a imortalidade ao seu alcance. Ao passo que “a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram”, Cristo “trouxe à luz a vida e a incorrupção pelo evangelho” (Rm 5:12; 2Tm 1:10). E unicamente por meio de Cristo a imortalidade pode ser obtida. Disse Jesus: “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não terá a vida” (Jo 3:36). Toda pessoa pode alcançar a posse dessa inapreciável bênção, se satisfizer as condições. Todos os que, “com perseverança em fazer bem, procuram glória, e honra e incorrupção”, receberão “vida eterna” (Rm 2:7; O Grande Conflito, p. 533).

O Doador da vida chamará a Sua adquirida possessão, quando da ressurreição primeira, e até aquela hora triunfante, quando há de soar a última trombeta e o vasto exército ressurgirá para a vitória eterna, todo santo que dorme será conservado em segurança, guardado como joia preciosa, conhecido de Deus por nome. Pelo poder do Salvador que neles habitou quando vivos e por terem sido participantes da natureza divina, são ressurgidos dentre os mortos (Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 271).

O Doador da vida vem para quebrar as cadeias da sepultura. Ele trará para fora os cativos e proclamará: “Eu sou a ressurreição e a vida.” Eis ali a multidão ressuscitada! O último pensamento foi o da morte e suas agonias. Os últimos pensamentos que eles tiveram foram os da sepultura e da tumba, mas agora eles proclamam: “Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó sepultura, a tua vitória?” (1Co 15:55). As agonias da morte foram as últimas coisas que eles sentiram. […]

Quando eles acordarem, todo o sofrimento terá passado. “Onde está, ó sepultura, a tua vitória?” Ei-los ali, recebendo o toque final da imortalidade, e ascendem para o encontro de seu Senhor nos ares. As portas da cidade de Deus se revolvem sobre seus gonzos, e as nações que observaram a verdade entram por ela (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 430, 431).

A voz do Filho de Deus chama os santos que dormem. […] Do cárcere da morte eles vêm, revestidos de glória imortal. […]

Os justos vivos são transformados “num momento, num abrir e fechar de olhos”. À voz de Deus eles foram glorificados, tornam-se imortais e, com os santos ressuscitados, são arrebatados para encontrar seu Senhor nos ares.

Antes de entrar na cidade de Deus, o Salvador concede a Seus seguidores os emblemas da vitória, conferindo-lhes as insígnias de sua condição real. […] Sobre a cabeça dos vencedores, Jesus com Sua própria destra põe a coroa de glória. Para cada um há uma coroa que traz o seu “novo nome” (Ap 2:17), e a inscrição: “Santidade ao Senhor.” Em cada mão são colocadas a palma do vencedor e a harpa resplandecente. Então, ao desferirem as notas os anjos dirigentes, todas as mãos deslizam com maestria sobre as cordas da harpa, tirando-lhes suave música em ricos e melodiosos acordes. Indizível arrebatamento faz vibrar todo coração, e toda voz se ergue em grato louvor (A Maravilhosa Graça de Deus [MM 1974], p. 361).


SEXTA-FEIRA, 23 DE NOVEMBRO 2018 – ESTUDO ADICIONAL

*Ellen White, O Outro Poder, “Marcos Fundamentos e Pilares”, p. 20.

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