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Início / COMENTÁRIOS ELLEN WHITE - 4° TRIMESTRE 2018 / Comentários de Ellen White: Lição 09 – A Prova Mais Convincente – 24 de Novembro a 01 de Dezembro 2018

Comentários de Ellen White: Lição 09 – A Prova Mais Convincente – 24 de Novembro a 01 de Dezembro 2018

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SÁBADO A TARDE – 24 DE NOVEMBRO 2018 – INTRODUÇÃO

O amor santificado é expansível, recusando-se a ser limitado pelo lar ou pela igreja. Ele procura salvar as pessoas que estão a perecer. Cada coração que houver sentido o amor de um Salvador que perdoa o pecado encontra-­­se aliado a todos os outros corações cristãos. Os verdadeiros crentes se unirão uns aos outros no trabalho pelos que estão prestes a perecer. […]

Quando nossas igrejas cumprirem o dever que sobre elas impende, serão instrumentos vivos, operantes, em favor do Mestre. A manifestação de amor cristão encherá o coração com um fervor mais profundo, mais intenso, no trabalho por Aquele que deu a vida para salvar o mundo. quando são bons e fazem o bem, os seguidores de Cristo expulsam da alma o egoísmo. A eles parece pouco o maior sacrifício que tiverem que fazer. Eles veem uma grande vinha que deve ser trabalhada, e compreendem que devem estar preparados pela divina graça para trabalhar pacientemente, fervorosamente, a tempo e fora de tempo, numa esfera que não conhece limites. Obtêm vitória após vitória, crescendo em experiência e eficiência, estendendo por todos os lados seus fervorosos esforços para conquistar pessoas para Cristo. Utilizam com o maior proveito sua crescente experiência. Eles têm o coração abrandado pelo amor de Cristo (Medicina e Salvação, p. 316, 317).

Exaltada é nossa profissão de fé. Como adventistas observadores do sábado, professamos obedecer a todos os mandamentos de Deus, e aguardar a vinda de nosso Redentor. Soleníssima mensagem de advertência foi confiada aos poucos fiéis de Deus. Pelas nossas palavras e atos devemos mostrar que reconhecemos a grande responsabilidade que foi posta sobre nós. Tão brilhante deve resplandecer nossa luz, que outros possam ver que glorificamos ao Pai em nossa vida diária; que estamos ligados com o Céu, e somos coerdeiros de Jesus Cristo, para que ao aparecer Ele em poder e grande glória sejamos semelhantes a Ele.

Devemos todos sentir nossa responsabilidade individual como membros da igreja visível e obreiros na vinha do Senhor. Não devemos esperar que nossos irmãos, tão frágeis como nós mesmos, nos ajudem pelo caminho; pois nosso precioso Salvador convidou-nos a juntar-nos a Ele, e unir nossa fraqueza à Sua força, nossa ignorância à Sua sabedoria, nossa indignidade a Seus méritos. Nenhum de nós pode ocupar uma posição neutra. Nossa influência se exercerá pró ou contra. Somos agentes ativos de Cristo, ou do inimigo. Ou ajuntamos com Cristo, ou espalhamos. A verdadeira conversão é uma mudança radical. A própria inclinação da mente ou a tendência do coração deve ser desviada, tornando-se a vida nova outra vez em Cristo.

Deus está conduzindo um povo para ficar em perfeita unidade sobre a plataforma da verdade eterna (Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p. 16, 17).


DOMINGO, 25 DE NOVEMBRO 2018 – SOB A CRUZ DE JESUS

“Nem considerais que nos convém que um homem morra pelo povo, e que não pereça toda a nação. Ora, ele não disse isto de si mesmo, mas, sendo o sumo sacerdote naquele ano, profetizou que Jesus devia morrer pela nação. E não somente pela nação, mas também para reunir em um corpo os filhos de Deus que andavam dispersos” (Jo 11:50-52). Essas palavras foram proferidas por alguém que não sabia seu significado.

Ele havia perdido o senso da santidade dos sacrifícios e ofertas. Mas suas palavras queriam dizer mais do que ele ou os que estavam associados a ele sabiam. Por meio delas, ele deu testemunho de que havia chegado o momento de o sacerdócio araônico cessar para sempre. Ele estava condenando Alguém que havia sido prefigurado em todo sacrifício feito, mas Alguém cuja morte poria fim à necessidade de tipos e sombras. Sem o saber, ele declarava que Cristo estava prestes a cumprir aquilo para o qual havia sido instituído o sistema de sacrifícios e ofertas (Review and Herald, 12/6/1900; Comentários de Ellen G. White, no Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 5, p. 1.270, 1.271).

Não basta crer no que se diz acerca de Cristo; devemos crer Nele. A única fé que nos beneficiará, é a que O abraça como Salvador pessoal; que se apropria de Seus méritos. Muitos têm a fé como uma opinião. A fé salvadora é um ajuste pelo qual aqueles que recebem Cristo se unem a Deus em concerto. Fé genuína é vida. Uma fé viva significa acréscimo de vigor, segura confiança pela qual a pessoas se torna uma força vitoriosa (A Maravilhosa Graça de Deus [MM 1974], p. 347).

Na submissão de Cristo ao rito do batismo, Ele mostra ao pecador um dos importantes passos na verdadeira conversão. Cristo não tinha pecados de que precisasse ser lavado e purificado; mas, ao consentir em tornar-Se o substituto do homem, foram-Lhe atribuídos os pecados do homem culpado. […]

Todos os que vivem têm pecados de que precisam ser lavados. […] Genuíno arrependimento do pecado, fé nos méritos de Jesus Cristo e o batismo na Sua morte, a fim de ressurgir da água para viver uma nova vida, são os primeiros passos no novo nascimento que Cristo disse que Nicodemos precisava experimentar para ser salvo. As palavras de Cristo a Nicodemos não foram proferidas só para ele, mas a cada homem, mulher e criança que vivessem no mundo. […] Estamos seguros ao seguir o exemplo de Cristo (Exaltai-O [MM 1992], p. 81).

A graça de Deus vem à pessoa pelo conduto da fé viva, e está ao nosso alcance exercitar semelhante fé.

A verdadeira fé apreende e suplica a bênção prometida, antes que esta se realize e a experimentemos. Devemos, pela fé, enviar nossas petições para dentro do segundo véu, e fazer com que nossa fé se apodere da bênção prometida e a invoque como sendo nossa. Devemos então crer que recebemos a bênção, porque nossa fé se apoderou dela, e segundo a Palavra, é nossa. “Tudo o que pedirdes, orando, crede que o recebereis e tê-lo-eis” (Mc 11:24). Isso é fé, e fé pura crer que recebemos a bênção, mesmo antes que a vejamos (Primeiros Escritos, p. 72).


SEGUNDA-FEIRA, 26 DE NOVEMBRO 2018 – MINISTÉRIO DA RECONCILIAÇÃO

O tempo em que vivemos é de intensa agitação. Ambição e guerra, prazer e ganho de dinheiro, absorvem o interesse das pessoas. Satanás sabe que seu tempo é curto e tem posto todos os seus agentes no trabalho, de modo que os homens sejam enganados, iludidos, ocupados e arrebatados, até que o tempo de graça expire e a porta da misericórdia se encerre para sempre. É nosso trabalho levar ao mundo inteiro – a cada nação, tribo, língua e povo – as salvadoras verdades da mensagem do terceiro anjo (Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 31).

Temos necessidade de iluminação divina. Toda pessoa está procurando tornar-se um centro de influência, e enquanto Deus não trabalhar por Seu povo, ele não verá que a subordinação a Deus é a única segurança para todo ser humano. Sua graça transformadora em corações humanos conduzirá a uma unidade que ainda não foi compreendida, pois todos os que são assemelhados a Cristo estarão em harmonia uns com os outros. O Espírito Santo produzirá unidade. […]

“Ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derribado a parede da separação que estava no meio, […] reconciliasse ambos em um só corpo com Deus, por intermédio da cruz” (Ef 2:14-16).

Cristo é o elo de ligação na áurea corrente que vincula os crentes em Deus. Não deve haver separações neste grande tempo de prova. Os componentes do povo de Deus são “concidadãos dos santos, e… da família de Deus; edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo Ele mesmo Cristo Jesus, a pedra angular; no qual todo edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor” (Ef 2:19-21). Os filhos de Deus constituem um conjunto unido em Cristo, o qual apresenta Sua cruz como o centro de atração. Todos os que creem são um Nele (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 20, 21).

Insisto com o nosso povo para que cesse seu criticismo e maledicência, e se dirija a Deus em fervorosa oração, pedindo-Lhe que ajude os transviados. Que se unam uns aos outros, e também com Cristo. Estudem o capítulo dezessete de João e aprendam como orar e viver a oração de Cristo. Ele é o Consolador, e habitará em seus corações tornando completa a sua alegria. Suas palavras lhes serão como o Pão da Vida, e na força assim obtida serão habilitados a desenvolver um caráter que será uma honra para Deus. Existirá entre eles perfeita comunhão cristã. Em sua vida serão vistos os frutos que sempre aparecem como resultado de obediência à verdade. […]

Que se fale menos em pequenas diferenças, e se estude mais diligentemente o que a oração de Cristo significa para os que creem em Seu nome. Devemos orar para que haja união, e então viver de tal modo que Deus possa atender nossas orações. […]

Completa união com Cristo e uns com os outros é absolutamente necessária à perfeição dos crentes. A presença de Cristo pela fé no coração dos crentes, se constitui seu poder, sua vida. … A união com Deus por meio de Cristo torna a igreja perfeita (Refletindo a Cristo [MM 1986], p. 192).


TERÇA-FEIRA, 27 DE NOVEMBRO 2018 – UNIDADE PRÁTICA

Amor às almas por quem Cristo morreu, significa a crucifixão do próprio eu. Aquele que é filho de Deus deve, daí em diante, considerar-se um elo na cadeia baixada para salvar o mundo, um com Cristo em Seu plano de misericórdia, indo com Ele em busca dos perdidos para os salvar. O cristão deve sempre ter presente que se consagrou a Deus, e que seu caráter deve revelar Cristo perante o mundo. O espírito de sacrifício, a simpatia, o amor manifestados na vida de Cristo, devem reaparecer na existência do obreiro de Deus (O Desejado de Todas as Nações, p. 417).

Os que desejam ter a sabedoria que vem de Deus devem tornar-se néscios no pecaminoso conhecimento deste século, para serem sábios. Devem fechar os olhos, para não verem nem aprenderem o mal. Devem fechar os ouvidos, para que não ouçam o que é mau e não obtenham o conhecimento que lhes mancharia a pureza de pensamentos e de ação. E devem guardar a língua, para que não profira palavras corruptas e o engano se encontre em sua boca (O Lar Adventista, p. 404).

O poder de uma vida mais alta, mais pura e mais nobre é nossa grande necessidade. O mundo tem ocupado demais os nossos pensamentos, e o reino de Deus bem pouco. […]

Jesus é a fonte de poder, a origem da vida. Ele nos leva à Sua Palavra, e da árvore da vida nos apresenta as folhas para a saúde de almas enfermas de pecado. Ele nos leva ao trono de Deus, e põe em nossa boca uma oração pela qual somos levados a íntimo contato com Ele mesmo. Em nosso benefício põe em operação os instrumentos todo-poderosos do Céu. Em cada passo tocamos Seu vivo poder.

Deus não fixa limite para o progresso dos que desejam ser “cheios do conhecimento da Sua vontade, em toda a sabedoria e inteligência espiritual” (Cl 1:9). Mediante a oração, a vigilância, através do crescimento no conhecimento e na compreensão, eles devem ser “corroborados em toda a fortaleza, segundo a força da Sua glória” (Cl 1:11). Assim são preparados para trabalhar por outros. É propósito do Salvador que os seres humanos, purificados e santificados, sejam Sua mão ajudadora (Atos dos Apóstolos, p. 478).

Que a palavra da verdade seja proferida com o coração abrandado pela ternura. Os que se acham em erro sejam tratados com a benignidade de Cristo. Se aqueles por quem estão trabalhando não aceitam imediatamente a verdade, não devem ser censurados, nem criticados nem condenados. Lembrem-se de representar, em todo o tempo, a Cristo em Sua mansidão, benignidade e amor. […]

Não vamos ficar magoados porque temos duras provas a sofrer, sérias lutas a suportar na apresentação de uma verdade impopular. Pensemos em Jesus e no que Ele sofreu por nós, e calemo-nos. Mesmo quando somos maltratados e falsamente acusados, não nos queixemos; não falemos palavras de murmuração; não demos lugar em nosso espírito a pensamentos de censura ou descontentamento. Prossigamos em linha reta, [conforme o conselho do apóstolo]: “tendo o vosso viver honesto entre os gentios, para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, glorifiquem a Deus no dia da visitação, pelas boas obras que em vós observem” (1Pe 2:12; Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 120).


QUARTA-FEIRA, 28 DE NOVEMBRO 2018 – UNIDADE EM MEIO À DIVERSIDADE

O Senhor não confiou a homens o encargo de relembrar as faltas e os erros dos vivos ou dos mortos. Ele quer que Seus obreiros apresentem a verdade para este tempo. Não falem dos erros de seus irmãos que estão vivos, e calem-se no tocante às faltas dos mortos. Deixem que os seus erros e faltas permaneçam onde Deus os colocou – lançados nas profundezas do mar. Quanto menos os que professam crer na verdade presente disserem a respeito das faltas e erros dos servos de Deus no passado, tanto melhor será para sua própria alma e para a alma daqueles a quem Cristo adquiriu por Seu próprio sangue (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 346, 347).

No dom de Seu Filho para nossa redenção, Deus mostrou quanto é alto o valor que ele dá a todo ser humano, e não dá direito a homem algum de falar desprezivelmente de outro. Veremos faltas e fraquezas nos que nos rodeiam, mas Deus reivindica toda pessoa como Sua propriedade – Sua pela criação, e duplamente Sua como comprada com o precioso sangue de Cristo. Todos foram criados à Sua imagem, e mesmo os mais degradados devem ser tratados com respeito e ternura. Deus nos considerará responsáveis mesmo por uma palavra proferida em desprezo a respeito de uma pessoa por quem Cristo depôs a vida (O Maior Discurso de Cristo, p. 56, 57).

São as pequenas coisas que testam o caráter. Deus Se alegra diante dos despretensiosos atos diários de abnegação feitos com mansidão e alegria. Não devemos viver para nós mesmos, mas para os outros. Devemos ser uma bênção mediante o esquecimento de nós mesmos e consideração pelos outros. Devemos cultivar amor, paciência e força moral (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 647).

Aqueles que realmente amavam a verdade por amor da verdade deviam ter seguido sua conduta visando à glória de Deus e deixado que a luz da verdade brilhasse diante de todos. […]

Sua ira [de Satanás] seria despertada […] e declararia guerra contra aqueles “que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 12:17). Mas isso não deveria ter tornado impacientes nem desanimados os crentes fiéis. Essas coisas deviam ter […] uma influência para tornar o crente verdadeiro mais cauteloso, vigilante e devoto – mais terno, compassivo e amando […] Como Cristo suportou, e continua a suportar nossos erros, nossa ingratidão e nosso débil amor, assim deveríamos suportar aqueles que provam nossa paciência. Serão os seguidores de Jesus, que negou a Si mesmo e Se sacrificou, tão diferentes de seu Senhor? Os cristãos devem ter coração bondoso e paciente (Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 110, 111).


QUINTA-FEIRA, 29 DE NOVEMBRO 2018 – UNIDADE NA MISSÃO

Entre o povo de Deus devia haver, neste tempo, frequentes períodos de oração sincera e fervorosa. A mente deve estar constantemente em atitude de oração. No lar e na igreja, façam-se orações fervorosas em favor dos que se entregaram à pregação da Palavra. Orem os crentes, como fizeram os discípulos depois da ascensão de Cristo.

Uma corrente de fervorosos e devotos crentes devia rodear o mundo. Orem todos com humildade. Uns poucos vizinhos podem reunir-se para orar pedindo o Espírito Santo. Que aqueles que não podem sair de casa juntem os filhos e se unam em aprender a orar em grupo. […]

Coisa alguma é mais necessária na obra do que os resultados práticos da comunhão com Deus. Deveríamos convocar reuniões para oração, pedindo ao Senhor que abra o caminho para que a verdade penetre em redutos onde Satanás estabeleceu seu trono, espancando as sombras que ele lançou através do caminho daqueles que ele procura enganar e destruir. Temos a afirmação: “A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” (Tg 5:16; Nos Lugares Celestiais[MM 1968], p. 92).

Há necessidade de oração – oração totalmente sincera, fervorosa, angustiante – oração como a que Davi fez quando exclamou: “Como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por Ti, ó Deus!” (Sl 42:1). […] “A minha alma está quebrantada de desejar os Teus juízos em todo o tempo” (Sl 119:20). Esse é o espírito da oração perseverante, espírito possuído pelo rei salmista. […]

De Cristo é dito: “E, posto em agonia, orava mais intensamente” (Lc 22:44). Em que contraste com essa intercessão feita pela Majestade do Céu se acham as orações fracas, insensíveis, que são feitas a Deus! Muitos se satisfazem com o culto de lábios, e bem poucos têm sincero, fervoroso e afetuoso anelo de Deus. […]

A oração verdadeira ocupa as energias da alma e afeta a vida. Aquele que assim desabafa suas necessidades perante Deus, sente o vazio de tudo o mais, debaixo do céu.

A religião deve começar com o esvaziar do coração e sua purificação, e deve ser nutrida pela oração diária (Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p. 534, 535).

A igreja precisa despertar para a ação. O Espírito de Deus nunca poderá vir enquanto ela não preparar o caminho. Deve haver diligente exame de coração. Deve haver oração unida e perseverante, e o reivindicar, pela fé, as promessas de Deus. Deve haver, não o cobrir o corpo de saco, à semelhança da antiguidade, mas profunda humilhação de alma. Não temos a mínima razão para congratulação e exaltação própria. Devemos humilhar-­nos sob a potente mão de Deus. Ele aparecerá para confortar e dar bênçãos aos que realmente O buscam.

A obra está diante de nós; estaremos empenhados nela? Precisamos trabalhar depressa, precisamos avançar constantemente. Temos que preparar-nos para o grande dia do Senhor. Não temos tempo a perder, tempo para empenhar-nos em desígnios egoístas. O mundo deve ser advertido. Que estamos fazendo, como indivíduos, para levar a luz a outros? Deus deixou a cada pessoa sua obra; cada uma tem sua parte a desempenhar, e não podemos negligenciar essa obra senão com risco para nossa alma (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 126).


SEXTA-FEIRA, 30 DE NOVEMBRO 2018 – ESTUDO ADICIONAL

*Evangelismo, “Unidade na Diversidade”, p. 98-103.

*Atos dos Apóstolos, “Carta de Roma”, p. 477, 478.

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