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Início / COMENTÁRIOS ELLEN WHITE - 4° TRIMESTRE 2018 / Comentários de Ellen White: Lição 10 – Unidade e Relacionamentos Rompidos – 01 a 08 de Dezembro 2018

Comentários de Ellen White: Lição 10 – Unidade e Relacionamentos Rompidos – 01 a 08 de Dezembro 2018

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SÁBADO A TARDE – 01 DE DEZEMBRO 2018 – INTRODUÇÃO

A Jesus, que esvaziou a Si mesmo para a salvação da humanidade perdida, o Espírito Santo foi dado sem medida. Assim, Ele será dado a todo seguidor de Cristo, quando todo o coração Lhe for entregue para Sua habitação. Nosso Salvador mesmo deu o mandamento: “Enchei-vos do Espírito” (Ef 5:18), e essa ordem é também uma promessa de seu cumprimento. Foi do agrado do Pai que “toda a plenitude Nele habitasse” (Cl 1:19), e “estais perfeitos Nele” (Cl 2:10; O Maior Discurso de Cristo, p. 21).

A vida do Salvador na Terra, embora em meio a conflitos, foi de paz. Embora inimigos irados estivessem constantemente em seu encalço, Ele disse: “E Aquele que Me enviou está comigo, não Me deixou só, porque Eu faço sempre o que Lhe agrada” (Jo 8:29). Nenhuma tempestade de ira satânica podia perturbar a calma dessa perfeita comunhão com Deus. E Ele diz também a nós: “A Minha paz vos dou”.

Os que tomam a Cristo pela palavra, e entregam o coração aos Seus cuidados, e sua vida à Sua orientação, encontrarão paz e quietude. Nada no mundo pode entristecê-los quando Jesus os torna felizes por Sua presença. Na perfeita submissão há perfeita confiança. O Senhor diz: “Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em Ti” (Is 26:3; Refletindo a Cristo [MM 1986], p. 270).

A religião de Jesus Cristo significa progresso; significa estar sempre avançando para cima, para uma norma de maior santidade e elevação. O cristão cujo coração foi tocado pela beleza do caráter de Cristo, deve pôr em prática o que aprendeu na escola de Cristo. Cumpre-nos ser alunos aptos na escola de Cristo, aprendendo prontamente o que Ele nos ensina dia a dia.

Nunca poderemos atingir a perfeição de caráter, caso não ouçamos a voz de Deus e Lhe obedeçamos ao conselho. Essas instruções não se aplicam apenas aos que não têm tido provações a enfrentar no sentido de produzir desgostos para com seus irmãos, mas aos que têm sido ofendidos, que têm sofrido injustiças monetárias, reprovações e críticas, mal-­entendidos e juízos errôneos. Esses não devem permitir que entre ódio em seu coração nem que se levantem sentimentos amargos ao olharem para as pessoas que os ofenderam (Filhos e Filhas de Deus [MM 1956, 2005], p. 90).

É de suma importância que os jovens compreendam que o povo de Cristo deve ser unido, pois essa unidade prende os homens a Deus pelos áureos laços do amor, e impõe a cada um a obrigação de trabalhar pelos semelhantes. O Capitão de nossa salvação morreu pela humanidade para que os homens pudessem estar unidos com Ele e uns com os outros. […] Não deve ser construída nenhuma parede separatória entre o homem e seu próximo. Cristo, como o grande centro, precisa unir todos em um só (Fundamentos da Educação Cristã, p. 479).


DOMINGO, 02 DE DEZEMBRO 2018 – AMIZADE RESTAURADA

Marcos… propôs a Paulo e Barnabé acompanhá-los em sua viagem missionária. Ele sentia o favor de Deus em seu coração, e almejava devotar-se inteiramente à obra do ministério evangélico. […]

Seu caminho era penoso; encontraram dificuldades e privações, e estavam cercados de perigos por todos os lados. […] Mas Paulo e Barnabé tinham aprendido a confiar no poder libertador de Deus. […]

Marcos, dominado por temor e desânimo, hesitou por um momento em seu propósito de consagrar-se de todo o coração à obra do Senhor. Pouco habituado a sacrifícios, desanimaram-no os perigos e privações do caminho. […] Devia aprender ainda a enfrentar valorosamente os perigos, perseguições e adversidades. À medida que os apóstolos avançavam, encontrando dificuldades cada vez maiores, Marcos intimidou-se e, perdendo todo o ânimo, recusou-se a prosseguir, retornando a Jerusalém.

Essa deserção fez com que Paulo julgasse Marcos por algum tempo desfavoravelmente; severamente mesmo (Vidas que Falam [MM 1971], p. 352).

Entre os assistentes de Paulo em Roma, havia muitos de seus anteriores companheiros e coobreiros. […] Demas e Marcos também estavam com ele. […]

Desde os primeiros anos de sua profissão de fé, a experiência cristã de Marcos tinha-se aprofundado. Ao estudar mais acuradamente a vida e a morte de Cristo, ele obteve mais clara visão da missão do Salvador, Suas provas e conflitos. Lendo nas cicatrizes das mãos e pés de Cristo as marcas de Seu serviço pela humanidade, e até aonde leva a abnegação para salvar os perdidos e prestes a perecer, Marcos se dispôs a seguir o Mestre na senda do sacrifício. Então, compartilhando a sorte de Paulo, o prisioneiro, ele compreendeu mais do que nunca, que é infinito lucro ganhar a Cristo, e infinita perda ganhar o mundo e perder a alma por cuja redenção o sangue de Cristo foi derramado. Em face de severa adversidade e prova, Marcos continuou firme, um sábio e amado auxiliar do apóstolo (Atos dos Apóstolos, p. 454, 455).

Se nossos irmãos erram, devemos perdoar-lhes. Quando nos procuram com confissão, não devemos dizer: Não creio que são bastante humildes. Não creio que sintam a confissão. […]

Nós mesmos devemos tudo à livre graça de Deus. A graça do concerto é que prescreveu nossa adoção. A graça do Salvador efetua nossa redenção, regeneração e exaltação a co-herdeiros de Cristo. Que essa graça seja revelada a outros!

Nada pode justificar o espírito irreconciliável. Aquele que não é misericordioso para com os outros, mostra não ser participante da graça perdoadora de Deus. No perdão de Deus, o coração do perdido é atraído ao grande coração do Infinito Amor. A torrente da compaixão divina derrama-se no espírito do pecador e, dele, na de outros. A benignidade e misericórdia que em Sua própria vida preciosa Cristo revelou, serão vistas também naqueles que se tornam participantes de Sua graça (Parábolas de Jesus, p. 249-251).


SEGUNDA-FEIRA, 03 DE DEZEMBRO 2018 – DE ESCRAVO A FILHO

Onésimo, escravo pagão que havia lesado a seu senhor, Filemom, crente cristão de Colosso, e havia escapado para Roma. Na bondade de seu coração, Paulo procurou aliviar a pobreza e angústia do desventurado fugitivo, e em seguida procurou derramar a luz da verdade em sua mente obscurecida. Onésimo ouviu as palavras da vida, confessou seus pecados e foi convertido à fé em Cristo. […] Paulo […] aconselhou-o a retornar sem delonga a Filemom, suplicar-lhe perdão, e fazer planos para o futuro. […]

Não era obra do apóstolo subverter arbitrária ou subitamente a ordem estabelecida da sociedade. Tentar isso seria impedir o sucesso do evangelho. Mas ele ensinava os princípios que atingiam o próprio fundamento da escravatura, os quais, se postos em execução, minariam seguramente todo o sistema. […] Quando convertido, o escravo se tornava membro do corpo de Cristo, e como tal, devia ser amado e tratado como irmão, co-­herdeiro com seu senhor das bênçãos de Deus e dos privilégios do evangelho (Vidas que Falam [MM 1971], p. 353).

Paulo se propôs voluntariamente a assumir o débito de Onésimo para que ao criminoso fosse poupada a agrura da punição, e ele pudesse de novo se regozijar nos privilégios que tinha rejeitado. […]

Quão apropriadamente isso ilustra o amor de Cristo pelo pecador arrependido! O servo que havia defraudado seu senhor não tinha com que fazer a restituição. O pecador que tem roubado a Deus de anos de serviço não tem meios de cancelar o débito. Jesus Se interpõe entre o pecador e Deus, dizendo: Eu pagarei o débito. Poupa o pecador; Eu sofrerei em seu lugar (Atos dos Apóstolos, p. 458).

Nossas relações de uns com os outros devem ser agradáveis. Quando fazemos o que é direito, o testemunho de nosso próprio espírito e o do Espírito de Deus testificam de que a mente humana se acha sob o controle da mente divina. […] “Amados, se o coração não acusar-nos, temos confiança diante de Deus” (1Jo 3:21). Sua Palavra proporciona provas das quais podemos tirar a conclusão de que somos, na verdade, Seus filhos e filhas (Filhos e Filhas de Deus [MM 1956, 2005], p. 193).

Ter a verdadeira piedade quer dizer amarmos uns aos outros, ajudarmo-­nos mutuamente, tornar aparente em nossa vida a religião de Jesus. Devemos ser consagrados condutos pelos quais o amor de Cristo flua aos que carecem de auxílio. […] Aquele que mais se aproxima da obediência à lei divina, será de maior préstimo a Deus. Aquele que segue a Cristo, estendendo a mão para alcançar Sua bondade, Sua compaixão, Seu amor à família humana, esse será aceito por Deus como cooperador Seu. […]

Quando os filhos de Deus estiverem repletos de mansidão e ternura uns pelos outros, compreenderão que Seu estandarte sobre eles é o amor, e Seu fruto lhes será doce ao paladar. O Céu começará para eles, na Terra. Farão para si um Céu cá em baixo, para nele se prepararem para o Céu acima (Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 295).


TERÇA-FEIRA, 04 DE DEZEMBRO 2018 – DONS ESPIRITUAIS PARA A UNIDADE

São precisas, na fraternidade humana, todas as espécies de talentos para formar um todo perfeito; e a igreja de Cristo é composta de homens e mulheres de talentos variados, e de todas as categorias e classes. Nunca foi desígnio de Deus que o orgulho humano houvesse de desfazer o que foi ordenado por Sua própria sabedoria – a combinação de toda sorte de espíritos, de todos os vários talentos que compõem um todo completo. Não deve haver depreciação de parte alguma da grande obra de Deus, sejam os instrumentos elevados ou humildes. Todos têm sua parte na difusão da luz, em proporções diversas (Obreiros Evangélicos, p. 331).

No plano de Deus, os seres humanos foram feitos de tal modo que um necessita do outro. A cada um Deus confiou talentos, para que sejam usados em ajudar outros a andar no caminho da justiça. É pelo desinteressado serviço em favor de outros que nós nos aperfeiçoamos e aumentamos nossos talentos.

Como as diferentes partes de uma máquina, todos somos intimamente relacionados uns aos outros, e todos são dependentes de um grande Centro. Deve haver unidade na diversidade. Nenhum sócio da empresa do Senhor pode trabalhar com êxito, se agir independentemente. Cada um deve trabalhar sob a supervisão de Deus; todos devem usar em Seu serviço as aptidões que lhes foram confiadas, para que cada um possa ajudar no aperfeiçoamento do todo (Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 295).

Quão grande é a diversidade manifesta no mundo natural! Todo objeto tem sua esfera peculiar de ação. Entretanto, todos se verificam estar ligados uns aos outros no grande todo. Cristo Jesus está em união com o Pai, e do grande centro se deve estender essa maravilhosa unidade […] por todas as classes e variedades de talentos. Devemos todos respeitar os talentos uns dos outros. Devemos harmonizar-nos em bondade, em pensamentos e atos de abnegação, porque o Espírito de Cristo, como o agente vivo e ativo, circula pelo todo. […] Não são ações notáveis que produzem a unidade; é o molde do Espírito Santo sobre o caráter (Nossa Alta Vocação [MM 1962], p. 165).

A união cristã é poderosa agência. Diz, de maneira impressionante, que os que a possuem são filhos de Deus. Tem uma influência irresistível sobre o mundo, mostrando que o homem, na sua humanidade, pode ser participante da natureza divina, havendo escapado da corrupção que pela concupiscência há no mundo. Devemos ser um com o próximo e com Cristo, e em Cristo um com Deus. Então de nós poderão dizer as palavras: “E estais perfeitos Nele” (Cl 2:10). […]

Deus chama os membros de Sua igreja para que recebam o Espírito Santo, para se unirem em amor fraternal, para ligarem em amor os seus interesses.

Nada enfraquece tão evidentemente uma igreja como a desunião e a contenda. Coisa alguma combate mais contra Cristo e a verdade do que esse espírito. […]

Aquele em cujo coração Cristo habita reconhece também Cristo habitando no coração de seu irmão. Cristo nunca luta contra Cristo. Cristo nunca exerce qualquer influência contra Cristo. Os cristãos devem fazer sua obra, seja qual for, na unidade do Espírito para o aperfeiçoamento do corpo todo (Minha Consagração Hoje [MM 1953, 1989], p. 259).


QUARTA-FEIRA, 05 DE DEZEMBRO 2018 – PERDÃO

Como Cristo, perdoaremos nossos inimigos, e buscaremos ocasiões de mostrar aos que nos magoaram que os amamos e, se nos fosse possível, lhes faríamos bem. […] Se os que nos ofenderam continuam em sua atitude de fazer mal […], devemos fazer esforços para nos reconciliarmos com os irmãos, seguindo o plano bíblico, assim como Cristo mesmo nos ensinou. Uma vez que os irmãos se recusem a reconciliar-se, não falem deles então, nem lhes prejudiquem a influência, mas deixem-nos nas mãos de um justo Deus, que a todos julga retamente. […] Os jovens podem professar grande amor à causa de Deus; mas enquanto não se reconciliam com seus companheiros, não estão reconciliados com Deus. São esses […] sentimentos egoístas que se nutrem, que excluem a bênção de Deus de nosso coração, de nosso lar. Flua o amor de Cristo no coração e transforme o caráter, do contrário não seremos filhos de Deus (Filhos e Filhas de Deus [MM 1956, 2005], p. 90).

Toda criatura humana é objeto de amoroso interesse por parte Daquele que deu a vida a fim de reconduzir os homens a Deus. Almas culpadas e impotentes, sujeitas a ser destruídas pelos ardis e artes de Satanás, são cuidadas como a ovelha do rebanho o é pelo pastor.

O exemplo do Salvador deve ser a norma de nosso serviço pelo que é tentado e o errante. O mesmo interesse e ternura e longanimidade que Ele tem manifestado para conosco, nos cumpre mostrar para com os outros. “Como Eu vos amei a vós”, diz Ele, “que também vós uns aos outros vos ameis” (Jo 13:34). Se Cristo habita em nós, manifestaremos Seu abnegado amor para com todos com quem temos de tratar. Ao vermos homens e mulheres necessitados de simpatia e auxílio, não devemos indagar: “São eles dignos?”, mas: “Como os poderei beneficiar?” (A Ciência do Bom Viver, p. 162).

Quantas vezes achamos que fomos tratados injustamente, que disseram falsidades a nosso respeito, e que fomos colocados sob uma falsa luz diante dos outros! Quando assim somos provados, precisamos guardar estritamente nosso espírito e nossas palavras. Precisamos ter o amor de Cristo, a fim de não nutrirmos um espírito irreconciliável. Não sintamos que, se os que nos ofenderam não confessarem seus erros, estamos justificados em lhes negar o perdão. Não devemos acumular nossas ofensas, conservando-­as no coração até que a pessoa que julgamos culpada se haja humilhado pelo arrependimento e a confissão. […] Por mais dolorosamente que nos hajam ofendido, não devemos acariciar esses agravos e compadecer-nos de nós mesmos por causa das ofensas sofridas, mas, como esperamos ser perdoados pelas ofensas que cometemos contra Deus, assim precisamos perdoar os que nos fizeram mal. Quando tentados a proceder assim, enviem a Deus uma oração silenciosa, para que lhes dê Sua graça e mantenha silenciosa a língua (Filhos e Filhas de Deus [MM 1956, 2005], p. 144).


QUINTA-FEIRA, 06 DE DEZEMBRO 2018 – RESTAURAÇÃO E UNIDADE

Nosso Senhor ensina que dificuldades entre cristãos devem ser resolvidas dentro da igreja. Não devem ser declaradas aos que não temem a Deus. Se um cristão for ofendido por seu irmão, não deve ir a um tribunal apelar a incrédulos. Siga a instrução dada por Cristo. Em vez de procurar vindicar-se, procure salvar o irmão. Deus protegerá os interesses dos que O temem e amam; e podemos entregar com toda a confiança nosso caso Àquele que julga justamente.

Muitíssimas vezes, quando se perpetram injustiças repetidamente, e o delinquente confessa sua culpa, o ofendido se cansa e pensa que o perdão foi genuíno. Mas o Salvador disse claramente como devemos tratar os relapsos: “Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; e, se ele se arrepender, perdoa-lhe” (Lc 17:3; Parábolas de Jesus, p. 248, 249).

Irmã F, se você se sente ofendida por que seu semelhante ou amigo está agindo de maneira errada […] e foi surpreendido nalguma falta, siga a regra bíblica. […] Quando você se achega a alguém que supõe estar em erro, fale-lhe num espírito manso e quieto. […] Os que erram não podem ser restaurados senão com um espírito de mansidão, bondade e terno amor. Seja cuidadosa. Evite qualquer coisa que passe a ideia de orgulho ou autossuficiência seja por olhar, gesto, palavra ou entonação da voz. Guarde-se contra uma palavra ou olhar que exalte a si mesma, ou coloque sua bondade e justiça em contraste com suas fraquezas. […] Acima de tudo, que não haja sombra de ódio ou má vontade, nenhuma amargura ou acidez na expressão. Nada senão bondade e cortesia podem fluir de um coração que ama. […] Tenha em mente que o sucesso da repreensão depende grandemente do espírito com que é dada. Não negligencie a oração fervorosa a fim de que você possa ser humilde, e que os anjos de Deus possam ir adiante de você, trabalhando no coração daqueles a quem busca alcançar, suavizando-o mediante celestiais impressões para que seus esforços sejam proveitosos. Se algum bem for conseguido, não tome o crédito para si mesma. Somente Deus deve ser exaltado. Foi Ele quem fez tudo (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 52, 53).

Todo coração renovado pelo Espírito de Deus não somente amaria a Deus mas amaria também seu irmão, e se esse irmão cometeu faltas, e se errou, deve-se lidar com ele segundo o plano evangélico. Todo passo deve ser dado de acordo com as instruções apresentadas na Palavra de Deus. Vocês, que são espirituais, corrijam-No, com o espírito de brandura; e guardem-se para que não sejam também tentados (Gl 6:1). […]

Sejamos cuidadosos quanto à maneira de tratar a aquisição do sangue de Cristo. Haverá necessidade de clara e fiel reprovação de más obras, mas saiba aquele que empreende essa obra não estar ele mesmo separado de Cristo por más obras. Deve ser espiritual e restaurar tal pessoa com o espírito de mansidão (Este Dia Com Deus[MM 1980], p. 161).


SEXTA-FEIRA, 07 DE DEZEMBRO 2018 – ESTUDO ADICIONAL

*Obreiros Evangélicos, “Deus Não Faz Acepção de Pessoas”, p. 330.

*Atos dos Apóstolos, “Em Roma”, p. 456-460.

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