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Comentários de Ellen White: Lição 11 – As Sete Últimas Pragas – 09 a 16 de Março 2019

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SÁBADO A ATARDE – 09 DE MARÇO 2019 – INTRODUÇÃO

Logo o mundo será abandonado pelo anjo da misericórdia, e as sete últimas pragas estão para ser derramadas. O pecado, a vergonha, a tristeza e as trevas jazem a cada lado; mas Deus ainda estende às almas dos homens o precioso privilégio de trocar as trevas pela luz, o erro pela verdade, o pecado pela justiça. Mas a paciência e misericórdia de Deus nem sempre esperarão. Ninguém pense que se pode ocultar da ira de Deus atrás de uma mentira; pois Ele arrancará da pessoa o refúgio de mentiras. Os raios da ira de Deus estão prestes a cair, e quando Ele começar a punir os transgressores, não haverá um período de pausa até o fim. A tempestade da ira de Deus está se acumulando, e só permanecerão os que são santificados pela verdade no amor de Deus. Serão escondidos com Cristo em Deus até que passe a desolação. Virá Ele para punir os habitantes do mundo por sua iniquidade (Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 182).

No dia do juízo final, toda pessoa perdida compreenderá a natureza de sua rejeição da verdade. A cruz será apresentada, e sua real significação será vista por todo espírito que foi cegado pela transgressão. Ante a visão do Calvário com sua misteriosa Vítima, os pecadores se acharão condenados. Toda falsa desculpa será banida. A apostasia humana aparecerá em seu odioso caráter. Os homens verão o que foi sua escolha. Toda questão de verdade e de erro, na longa controvérsia, terá então sido esclarecida. No juízo do Universo, Deus ficará isento de culpa pela existência ou continuação do mal. Será demonstrado que os decretos divinos não são cúmplices do pecado. Não havia defeito no governo de Deus, nenhum motivo de desafeto (O Desejado de Todas as Nações, p. 58).

Quando Cristo cessar de interceder no santuário, será derramada a ira que, sem mistura, se ameaçara fazer cair sobre os que adoram a besta e sua imagem, e recebem o seu sinal (Ap 14:9, 10). As pragas que sobrevieram ao Egito quando Deus estava prestes a libertar Israel, eram de caráter semelhante aos juízos mais terríveis e extensos que devem cair sobre o mundo precisamente antes do libertamento final do povo de Deus. Diz o autor do Apocalipse, descrevendo esses tremendos flagelos: “Fez-se uma chaga má e maligna nos homens que tinham o sinal da besta e que adoravam a sua imagem.” O mar “se tornou em sangue como de um morto, e morreu no mar toda a alma vivente”. E os rios e fontes das águas “se tornaram em sangue”. Terríveis como são estes castigos, a justiça de Deus é plenamente reivindicada. Declara o anjo de Deus: “Justo és Tu, ó Senhor, […] porque julgaste estas coisas. Visto como derramaram o sangue dos santos e dos profetas, também Tu lhes deste o sangue a beber; porque disto são merecedores” (Ap 16:2-6). Condenando o povo de Deus à morte, são tão culpados do crime do derramamento de seu sangue como se este tivesse sido derramado por suas próprias mãos (O Grande Conflito, p. 627, 628).


DOMINGO, 10 DE MARÇO 2019 – O SIGNIFICADO DAS SETE ÚLTIMAS PRAGAS

Tanto é verdade agora como quando Cristo esteve na Terra, que cada incursão feita pelo evangelho nos domínios do inimigo é enfrentada com tenaz oposição por seus vastos exércitos. O conflito que está para acometer-nos será o mais terrível já testemunhado. Mas embora Satanás seja representado como sendo tão forte como o mais forte homem armado, sua derrota será completa, e cada pessoa que a ele se une na escolha da apostasia, em vez da lealdade, perecerá com ele.

O refreador Espírito de Deus está sendo agora mesmo retirado da Terra. Furacões, tormentas, tempestades, incêndios, inundações, desastres em terra e mar, seguem-se um ao outro em rápida sequência. A ciência busca uma explicação para tudo isso. Os sinais que se avolumam em torno de nós, prenunciando a manifestação do Filho de Deus, são atribuídos a qualquer outra causa que não a verdadeira. Os homens não discernem as sentinelas angélicas que retêm os quatro ventos, para que não soprem até que os filhos de Deus estejam selados. Mas quando Deus mandar que Seus anjos soltem os ventos, haverá uma tal cena de luta que nenhuma pena pode descrever (Testemunhos para a Igreja, v. 6, p. 407, 408).

Oh! Se todos pudessem ter uma ideia disto como me foi revelado por Deus, a fim de poderem discernir mais os ardis de Satanás e estarem em guarda! Eu vi que Satanás estava operando dessa maneira a fim de desviar, enganar e afastar de Deus o Seu povo, precisamente agora, neste tempo de selamento. Vi alguns que não estavam firmes ao lado da verdade presente. Seus joelhos estavam trementes e seus pés escorregavam, porque não estavam firmemente plantados na verdade, e a proteção do poderoso Deus não podia ser estendida sobre eles enquanto estavam assim trementes.

Satanás estava procurando lançar mão de todas as suas artes a fim de mantê-los onde estavam, até que o selamento passasse, até que a proteção fosse tirada de sobre o povo de Deus e este ficasse desprotegido da ardente ira de Deus nas sete últimas pragas. Deus está começando a estender a cobertura sobre o Seu povo, e ela logo será estendida sobre todos os que devem ter um abrigo no dia da matança. Deus agirá com poder em favor do Seu povo; e a Satanás será permitido atuar também (Primeiros Escritos, p. 44).

Era impossível serem derramadas as pragas; mas, terminando ali a Sua obra, e encerrando-se a Sua intercessão, nada havia para deter a ira de Deus, e ela irrompeu com fúria sobre a cabeça desabrigada do pecador culpado, que desdenhou a salvação e odiou a correção. Naquele tempo terrível, depois de finalizada a mediação de Jesus, os santos passaram a viver à vista de um Deus santo, sem intercessor. Cada caso estava decidido, cada joia contada. Jesus demorou um momento no compartimento exterior do santuário celestial, e os pecados que tinham sido confessados enquanto Ele esteve no lugar santíssimo, foram colocados sobre Satanás, o originador do pecado, que deve sofrer o castigo deles (Primeiros Escritos, p. 280, 281).


SEGUNDA-FEIRA, 11 DE MARÇO 2019 – O DERRAMAMENTO DAS ÚLTIMAS PRAGAS

De todas as nações apresentadas na história bíblica, o Egito, de maneira mais ousada, negou a existência do Deus vivo e resistiu aos Seus preceitos. Nenhum monarca já se aventurou a rebelião mais aberta e arrogante contra a autoridade do Céu do que o fez o rei do Egito. Quando, em nome do Senhor, a mensagem lhe fora levada por Moisés, Faraó orgulhosamente, respondeu: “Quem é o Senhor cuja voz eu ouvirei, para deixar ir Israel? Não conheço o Senhor, nem tão pouco deixarei ir Israel” (Êx 5:2). Isto é ateísmo; e a nação representada pelo Egito daria expressão a uma negação idêntica às reivindicações do Deus vivo, e manifestaria idêntico espírito de incredulidade e desafio (O Grande Conflito, p. 269).

Vi então que as sete últimas pragas deviam ser logo derramadas sobre os que não têm abrigo; no entanto o mundo se referia a elas como se não fossem mais que gotas de água que estivessem para cair. Fui então capacitada a enfrentar a terrível visão das sete últimas pragas da ira de Deus. Vi que Sua ira era tremenda e terrível, e que se Ele estendesse a Sua mão ou a levantasse em ira, os habitantes do mundo seriam como se nunca tivessem existido, ou padeceriam de incuráveis chagas e fulminantes pragas que sobre eles viriam, e não encontrariam livramento, mas seriam destruídos por elas. O terror se apossou de mim, e eu caí sobre o meu rosto diante do anjo e supliquei-lhe fosse a visão removida, que a afastasse de mim, pois era demasiado horrível. Então compreendi, como nunca antes, a importância de pesquisar cuidadosamente a Palavra de Deus, para saber como escapar às pragas que, a Palavra de Deus declara, virão sobre todos os ímpios que adorarem a besta e sua imagem e, receberem o seu sinal em suas testas ou em suas mãos. Surpreendi-me grandemente de que alguém transgredisse a lei de Deus e pisasse o Seu santo sábado, quando tão terríveis ameaças e advertências estavam contra eles (Primeiros Escritos, p. 64, 65).

Seus eternos braços envolvem a pessoa que se volta para Ele em busca de auxílio. Em Seu cuidado podemos descansar seguros, dizendo: “No dia em que eu temer, hei de confiar em Ti” (Sl 56:3). Deus cumpre Sua promessa para com todos aqueles que Nele põem a sua confiança. […]

Não é fora das provas mas em meio a elas que o caráter cristão se desenvolve. O achar-se exposto à repulsa e oposição leva o seguidor de Cristo a maior vigilância e mais fervente oração ao poderoso Ajudador. Severa prova resistida pela graça de Deus desenvolve a paciência, a vigilância, a resistência e uma profunda e permanente confiança em Deus. A vitória da fé cristã consiste em que ela capacita seu seguidor a sofrer e ser forte; a submeter­­­se e assim conquistar; a morrer em todo o tempo e contudo viver; a levar a cruz, e assim alcançar a coroa de glória (Atos dos Apóstolos, p. 467, 468).


TERÇA-FEIRA, 12 DE MARÇO 2019 – O SECAMENTO DO RIO EUFRATES

Uma terrível guerra está diante de nós. Aproximamo-nos da batalha do grande dia do Deus todo-poderoso. O que tem sido mantido sob controle será solto. O anjo da misericórdia está fechando suas asas, preparando-se para sair de seu trono e deixar o mundo sob o domínio de Satanás. Os principados e potestades da Terra estão amargamente revoltados contra o Deus do Céu. Estão cheios de ódio contra os que O servem, e logo, muito breve, será travada a última grande batalha entre o bem e o mal. A Terra será o campo de luta – o cenário do conflito final e da última vitória (Minha Consagração Hoje [MM 1953, 1989], p. 289).

Estas pragas não são universais, ao contrário os habitantes da Terra seriam inteiramente exterminados. Contudo serão os mais terríveis flagelos que já foram conhecidos por mortais. Todos os juízos sobre os homens, antes do fim do tempo da graça, foram misturados com misericórdia. O sangue propiciatório de Cristo tem livrado o pecador de os receber na medida completa de sua culpa; mas no juízo final a ira é derramada sem mistura de misericórdia. […]

O povo de Deus não estará livre de sofrimento; mas conquanto perseguidos e angustiados, conquanto suportem privações, e sofram pela falta de alimento, não serão abandonados a perecer. O Deus que cuidou de Elias, não desamparará nenhum de Seus abnegados filhos. Aquele que conta os cabelos de sua cabeça, deles cuidará; e no tempo de fome serão alimentados. Enquanto os ímpios estão a morrer de fome e pestilências, os anjos protegerão os justos, suprindo-lhes as necessidades. Para aquele que “anda em justiça” é esta promessa: “O seu pão lhe será dado, as suas águas serão certas. Os aflitos e necessitados buscam águas, e não as há, e a sua língua se seca de sede; mas Eu, o Senhor os ouvirei, Eu o Deus de Israel, os não desampararei” (Is 33:16; Is 41:17; O Grande Conflito, p. 628, 629).

Sim, os Seus servos podem com segurança confiar unicamente Nele, sem temor, olhando para Jesus, avançando na obediência a Suas exigências, abandonando tudo que se acha ligado ao mundo, quer o mundo se oponha ou seja favorável. Seu êxito provém de Deus, e eles não fracassarão embora não tenham a riqueza e a influência dos ímpios. Se fracassarem, será porque não obedecem às exigências do Senhor e o Espírito Santo não está com eles. […]

Nossa única segurança consiste em estar unidos ao Senhor Jesus Cristo. Podemos dar-nos ao luxo de perder a amizade de homens mundanos. Os que se unem a homens mundanos, para que consigam cumprir seus propósitos não santificados, cometem um terrível erro; pois perdem o favor e a bênção de Deus (Este Dia Com Deus [MM 1980], p. 371).


QUARTA-FEIRA, 13 DE MARÇO 2019 – ÚLTIMO GRANDE ENGANO DE SATANÁS

O sábado é a grande questão decisiva. Ele é a linha de separação entre os leais e sinceros e os desleais e transgressores. Este sábado foi ordenado por Deus, e os que afirmam ser observadores dos mandamentos e creem que estão agora sob a proclamação da terceira mensagem angélica, verão a parte importante que o sábado do quarto mandamento mantém nessa mensagem. Ele é o selo do Deus vivo. Eles não diminuirão as reivindicações do sábado para acomodá-lo a suas conveniências (Manuscrito 34, 1897).

João, no Apocalipse, escreve sobre a união dos que vivem na Terra para invalidar a lei de Deus. “Têm estes um só pensamento e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem. Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele” (Ap 17:13, 14). “Então vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs” (Ap 16:13).

Todos os que exaltarem e venerarem o falso sábado, um dia que Deus não abençoou, ajudam o diabo e seus anjos com todo o poder da habilidade que lhes foi dada por Deus e que eles perverteram, usando-a para o mal. Inspirados por outro espírito, que obscurece seu discernimento, eles não conseguem ver que a exaltação do domingo é inteiramente uma instituição da Igreja Católica (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 423, 424).

Muitos se esforçam para explicar as manifestações espíritas, atribuindo-as inteiramente a fraudes e prestidigitação por parte do médium. Mas, conquanto seja verdade que os resultados da trapaça tenham muitas vezes sido apresentados como manifestações genuínas, tem havido também assinaladas manifestações de poder sobrenatural. […] Muitos serão enredados pela crença de que o espiritismo seja meramente impostura humana; quando postos em face de manifestações que não podem senão considerar sobrenaturais, serão enganados e levados a aceitá-las como o grande poder de Deus.

Essas pessoas não tomam em consideração o testemunho das Escrituras relativo às maravilhas operadas por Satanás e seus agentes. Foi por auxílio satânico que os magos de Faraó puderam contrafazer a obra de Deus. O apóstolo João, descrevendo o milagroso poder operador que se manifestará nos últimos dias, declara: “E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à Terra, à vista dos homens. E engana os que habitam na Terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia” (Ap 13:13, 14). Não se acham aqui preditas meras imposturas. Os homens são enganados pelos milagres que os agentes de Satanás têm poder para fazer, e não pelo que pretendam realizar (História da Redenção, p. 394, 395).


QUINTA-FEIRA, 14 DE MARÇO 2019 – REUNIÃO PARA A BATALHA DO ARMAGEDOM

Será travada a batalha do Armagedom. E nesse dia nenhum de nós deverá estar dormindo. Precisamos estar bem despertos, como as virgens prudentes, tendo azeite em nossas vasilhas com nossas lâmpadas. O poder do Espírito Santo deve estar sobre nós, e o Capitão do exército do Senhor estará à frente dos anjos do Céu para dirigir a batalha. Solenes acontecimentos ainda ocorrerão diante de nós. Soará uma trombeta após a outra; uma taça após a outra será derramada sucessivamente sobre os habitantes da Terra. Cenas de estupendo interesse se acham precisamente diante de nós, e estas coisas serão indicações seguras da presença Daquele que tem comandado todo movimento agressivo, que tem acompanhado o andamento de Sua causa no decorrer de todos os séculos e que Se comprometeu bondosamente a estar com o Seu povo em todos os seus conflitos até o fim do mundo. Ele vindicará Sua verdade. Ele a levará ao triunfo. Está disposto a imbuir os Seus fiéis de motivos e força de vontade, inspirando-os com esperança, coragem e valor em crescente atividade, pois o tempo está perto (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 426).

Os principados e poderes sobre a Terra estão em cruel revolta contra o Deus do Céu. Eles estão cheios de ódio contra todos os que O servem, e breve, muito em breve, será travada a última grande batalha entre o bem e o mal. A Terra será o campo de batalha – o cenário da última luta e da vitória final. Aqui, onde por tanto tempo Satanás tem instigado os homens contra Deus, a rebelião será vencida para sempre (Este Dia Com Deus [MM 1980], p. 322).

A passos furtivos aproxima-se o dia do Senhor; mas os homens supostamente grandes e sábios não conhecem os sinais da vinda de Cristo e do fim do mundo. Prevalece a iniquidade, e o amor de muitos esfriou.

Milhares e milhares, milhões e milhões estão fazendo agora sua decisão para a vida ou morte eternas. O homem inteiramente absorto no seu escritório, o que se deleita na mesa do jogo, o que ama o apetite pervertido e com ele condescende, o amante de diversões, os frequentadores de teatros e salões de baile põem a eternidade fora das suas cogitações. Toda a preocupação da sua vida é: O que vamos comer? O que vamos beber? Como nos vestiremos? Esses não compõem o grupo que se encaminha para o Céu. São guiados pelo grande apóstata, e com ele serão destruídos (Testemunhos para a Igreja, v. 6, p. 406, 407).


SEXTA-FEIRA, 15 DE MARÇO 2019 – ESTUDO ADICIONAL

*Maranata [MM 1977], “A Tríplice União Religiosa, 1º de julho”, p. 191.

*Mensagens Escolhidas, v. 3, “Restaurar, não Demolir”, p. 19.

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