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Comentários de Ellen White: Lição 11 – O Selo de Deus ou a Marca da Besta? – 09 a 16 de Junho 2018

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SÁBADO A TARDE – 09 DE JUNHO 2018 – INTRODUÇÃO

Dentro de pouco tempo Jesus virá para salvar Seus filhos e dar-lhes o toque final da imortalidade. Este corpo corruptível se revestirá da incorruptibilidade, e este corpo mortal se revestirá da imortalidade. As sepulturas se abrirão, e os mortos sairão vitoriosos, clamando: “Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão?” (1Co 15:55). Os nossos queridos, que dormem em Jesus, ressurgirão revestidos da imortalidade.

E, quando os remidos ascenderem aos Céus, serão abertos os portais da cidade de Deus de par em par, e neles entrarão os que observaram a verdade. Será ouvida uma voz mais bela que qualquer música que já soou aos ouvidos mortais, dizendo: “Venham, benditos de Meu Pai, venham herdar o Reino que está preparado para vocês desde a fundação do mundo” (Mt 25:34). Então os justos receberão sua recompensa. … Lançarão suas coroas aos pés do Redentor, tangerão as harpas de ouro e encherão todo o Céu de bela música (Signs of the Times, 15 de abril de 1889; Conselhos Sobre Mordomia, p. 350).

Nosso Senhor demora-Se porque “é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe 3:9). Quando nós, porém, com todos os remidos, estivermos em pé no mar de vidro, com harpas de ouro e coroas de glória, e diante da imensidão da eternidade, veremos então como foi curto o período de espera e provação. “Bem-aventurados aqueles servos a quem o Senhor, quando vier, encontrar vigilantes!” (Lc 12:37).

No tempo em que vivemos, todos devem especialmente dar ouvidos à recomendação do Salvador: “Vigiem e orem, para que não caiam em tentação” (Mt 26:41). Conserve cada um em mente que ele deve ser verdadeiro e leal a Deus, crendo na verdade, crescendo na graça e no conhecimento de Jesus Cristo. O convite do Salvador, é: “Aprendam de Mim porque sou manso e humilde de coração; e vocês acharão descanso para a sua alma” (Mt 11:29). O Senhor está disposto a ajudar-nos, a fortalecer-nos e abençoar-nos. Importa, porém, que passemos pelo processo de purificação até que todas as impurezas de nosso caráter sejam consumidas. Todo membro da igreja será submetido à fornalha, não para consumir, mas para purificar (Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 485).

Está chegando o dia em que será travada a batalha e ganha a vitória. A vontade de Deus deve ser feita na Terra como nos Céus. As nações dos remidos não conhecerão outra lei senão a lei dos Céus. Constituirão todos uma família feliz e unida, revestida com as vestes de louvor e ações de graças – as vestes da justiça de Cristo. Toda a Natureza, em sua arrebatadora formosura, oferecerá a Deus um tributo de louvor e adoração. O mundo será banhado com a luz de Céu. A luz da Lua será como a luz do Sol, e a luz do Sol será sete vezes maior do que é hoje. Os anos decorrerão na alegria. Sobre esta cena, as estrelas da manhã cantarão em uníssono, e os filhos de Deus exultarão de alegria, enquanto Deus e Cristo Se unirão proclamando: “Não mais haverá pecado nem morte” (Maranata [MM 1977], p. 356)


DOMINGO, 10 DE JUNHO 2018 – O SINAL DE DEUS IDENTIFICA SEU POVO

O rito da circuncisão foi dado a Abraão como “selo da justiça da fé que teve quando ainda não havia sido circuncidado” (Rm 4:11). Deveria ser observado pelo patriarca e seus descendentes como sinal de que eram dedicados ao serviço de Deus e assim separados dos idólatras, e de que Deus os aceitava como Seu tesouro peculiar. Por meio desse rito comprometiam-­se a satisfazer, por sua parte, as condições do concerto feito com Abraão (Patriarcas e Profetas, p. 138).

Fazendo do batismo o sinal de entrada para o Seu reino espiritual, Cristo o estabeleceu como condição positiva à qual têm que atender os que desejam ser reconhecidos como estando sob a jurisdição do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Antes que o homem possa obter abrigo na igreja, antes de transpor mesmo o limiar do reino espiritual de Deus, deve receber a impressão do nome divino: “O Senhor, Justiça Nossa” (Jr 23:6).

O batismo simboliza soleníssima renúncia do mundo. Os que, ao iniciar a carreira cristã, são batizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, declaram publicamente que renunciaram o serviço de Satanás, e se tornaram membros da família real, filhos do celeste Rei (Evangelismo, p. 307).

O Santo dia de repouso de Deus foi feito para o homem, e os atos de misericórdia se acham em perfeita harmonia com seu desígnio. …

A obra no Céu não cessa nunca, e o homem não deve descansar de fazer o bem. O sábado não se destina a ser um período de inútil inatividade. A lei proíbe trabalho secular no dia de repouso do Senhor; o labor que constitui o ganha-pão deve cessar; nenhum trabalho que vise prazer ou proveito mundanos é lícito nesse dia; mas como Deus cessou Seu labor de criar e repousou ao sábado, e o abençoou, assim o homem deve deixar as ocupações da vida diária, e devotar essas sagradas horas a um saudável repouso, ao culto e às boas obras (O Desejado de Todas as Nações, p. 207).

O sinal da obediência é a observância do sábado do quarto mandamento. Se os homens observarem o quarto mandamento, observarão todo o restante. Não foi voz humana que falou a Moisés, dando-lhe o sábado como sinal. “Disse mais o Senhor a Moisés: Fale aos filhos de Israel e diga-lhes o seguinte: Certamente vocês guardarão Meus sábados, pois é sinal entre Mim e vocês, de geração em geração, para que vocês saibam que Eu sou o Senhor, que os santifica. Portanto, guardem o sábado, porque é santo para vocês. Aquele que o profanar morrerá; quem nesse dia fizer alguma obra será eliminado do meio do Seu povo” (Êx 31:12-14; Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 134, 135).


SEGUNDA, 11 DE JUNHO 2018 – A BESTA E A FALSA ADORAÇÃO

O Senhor do Céu permite que o mundo escolha a quem ele quer ter como soberano. Leiam todos atentamente o décimo terceiro capítulo do Apocalipse, pois ele tem que ver com todo ser humano, grande ou pequeno. Todo agente humano precisa decidir-se, ou em favor do Deus vivo e verdadeiro, que concedeu ao mundo o memorial da Criação no sábado do sétimo dia, ou em favor de um falso sábado, instituído por homens que se exaltaram acima de tudo que se chama Deus ou se adora, e que se imbuíram dos atributos de Satanás, oprimindo os leais e sinceros que guardam os mandamentos de Deus. Esse poder perseguidor imporá a adoração da besta insistindo na observância do sábado que ele instituiu. Assim ele blasfema de Deus, assentando-se “no santuário de Deus, apresentando-se como se fosse o próprio Deus” (2Ts 2:4; Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 424).

A substituição do verdadeiro pelo falso é o último ato do drama. Quando essa substituição se tornar universal, Deus Se revelará. Quando as leis humanas forem exaltadas acima das leis de Deus, quando os poderes da Terra procurarem obrigar os seres humanos a guardar o primeiro dia da semana, saibam que é chegado o tempo para Deus operar. Ele Se levantará em Sua majestade, e sacudirá terrivelmente a Terra. Sairá do Seu lugar para punir os habitantes do mundo por sua iniquidade. A Terra descobrirá o seu sangue e já não encobrirá aqueles que foram mortos (Maranata [MM 1977], p. 260).

Agora, como nunca antes, precisamos ver o perigo de ser desviados de maneira incauta da fidelidade aos mandamentos de Deus. É necessário reconhecer que Deus nos confiou uma mensagem categórica de advertência para o mundo, assim como confiou a Noé a mensagem de advertência para os antediluvianos. Que nosso povo se guarde de amesquinhar a importância do sábado, unindo-se aos incrédulos! Guarde-se de desconsiderar os princípios de nossa fé, fazendo parecer que não há mal em conformar-se com o mundo. Que se guarde de atentar para o conselho de alguém, qualquer que seja a sua posição, que vá de encontro ao que Deus estabeleceu para manter Seu povo separado do mundo.

O Senhor está provando Seu povo, para ver quem se manterá fiel aos princípios de Sua verdade. Nossa tarefa consiste em proclamar ao mundo a primeira, segunda e terceira mensagens angélicas. Na desincumbência de nossas obrigações não devemos menosprezar nem temer os adversários. … Devemos tratar com bondade e cortesia os que se recusam a ser fiéis a Deus, mas nunca a eles nos unir em concílios que visem aos interesses vitais de Sua obra (Testemunhos Para a Igreja, v. 7, p. 107, 108).


TERÇA, 12 DE JUNHO 2018 – O SELO DE DEUS

O selo da lei de Deus se encontra no quarto mandamento. Unicamente este, entre todos os dez, apresenta não só o nome mas o título do Legislador. Declara ser Ele o Criador dos céus e da Terra, e mostra, assim, Seu direito à reverência e culto, acima de todos. Afora este preceito, nada há no decálogo para mostrar por qual autoridade a lei é dada. Quando o sábado foi mudado pelo poder papal, o selo foi tirado da lei. Os discípulos de Jesus são chamados para que o restabeleçam, exaltando o sábado do quarto mandamento à sua devida posição como monumento do Criador e sinal de Sua autoridade (O Grande Conflito, p. 452).

Quando findar nossa labuta terrestre, e Cristo vier buscar Seus filhos fiéis, resplandeceremos então como o Sol no reino de nosso Pai. Antes que venha, porém, esse tempo, tudo que é imperfeito em nós terá sido visto e deixado de lado. Toda inveja e ciúme, e ruins suspeitas, e todo plano egoísta terão sido banidos da vida (Carta 416, 1907).

Com todas as faculdades que nos foram dadas por Deus, estamos procurando alcançar a medida da estatura de homens e mulheres em Cristo? Estamos buscando Sua plenitude, chegando cada vez mais alto, procurando atingir a perfeição de Seu caráter? Quando os servos de Deus chegarem a esse ponto, eles serão selados em suas frontes. O anjo relator declarará: “Feito está!” (Ap 22:11). Eles estarão completos Naquele a quem pertencem pela criação e pela redenção (Manuscrito 148, 1899; Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 427).

O verdadeiro povo de Deus, os que possuem o espírito da obra do Senhor e levam a sério a salvação das pessoas, verá sempre o pecado em seu caráter real, maligno. Estarão sempre a favor de lidar de maneira fiel e positiva com os pecados que facilmente assaltam o povo de Deus. Em especial na obra final da igreja, no tempo do selamento dos cento e quarenta e quatro mil que hão de permanecer irrepreensíveis diante do trono de Deus, sentirão muito profundamente os erros do professo povo de Deus (Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 266).


QUARTA-FEIRA, 13 DE JUNHO 2018 – A MARCA DA BESTA

A mensagem do terceiro anjo foi enviada ao mundo, advertindo as pessoas contra o recebimento da marca da besta ou da sua imagem na fronte ou na mão. Receber essa marca significa tomar a mesma decisão da besta e advogar as mesmas ideias dela, em direta oposição à Palavra de Deus. Acerca de todos aqueles que recebem essa marca, Deus diz: “Também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da Sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro.”

Se a luz da verdade é apresentada, revelando o sábado do quarto mandamento e mostrando que não há fundamento na Palavra de Deus para a observância do domingo, e se mesmo assim vocês se apegarem ao falso dia de repouso, recusando-se a guardar o sábado que Deus chama de “Meu santo dia”, então vocês receberão a marca da besta. Quando ocorrerá isso? Quando vocês obedecerem ao decreto que lhes ordena deixar de trabalhar no domingo para adorar a Deus. Cientes de que não há uma só palavra na Bíblia que mostre ser o domingo outra coisa além de um dia comum de trabalho, vocês consentirão em receber a marca da besta e recusarão o selo de Deus (Maranata, o Senhor Vem [MM 1977], p. 209) (Comentários de Ellen G. White, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 1.095).

Se recebermos essa marca em nossa fronte ou em nossa mão, os juízos pronunciados contra os desobedientes cairão também sobre nós. Mas o selo do Deus vivo é colocado sobre aqueles que conscientemente guardam o sábado do Senhor (Comentários de Ellen G. White, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 1.095).

Devemos sempre conservar a fé consolidada pelo Espírito Santo de Deus, desde os primeiros eventos de nossa experiência até o tempo presente. Precisamos, agora, de mais ampla, mais profunda, mais ardente e inamovível fé na direção do Espírito Santo. Se no princípio precisamos da manifesta prova do poder do Espírito Santo para confirmar a verdade, após a passagem do tempo, precisamos hoje de toda evidência na confirmação da verdade, quando pessoas estão se apartando da fé e dando ouvidos a espíritos sedutores e doutrinas de demônios. Não deve haver nenhuma pessoa desanimando agora.

Se nunca houve um período de tempo em que necessitamos do poder do Espírito Santo em nossos discursos, em nossas orações, em toda ação proposta, é agora. Não devemos deter-nos na primeira experiência, mas enquanto levamos a mesma mensagem ao povo, essa mensagem deve ser fortalecida e ampliada. Devemos ver e reconhecer a importância da mensagem confirmada por sua origem divina. Precisamos prosseguir em conhecer o Senhor para que saibamos que Sua vinda é preparada como a manhã. Nosso coração precisa do despertamento da Fonte de todo poder. Podemos ser fortalecidos e confirmados na experiência passada, que nos firma nos pontos essenciais da verdade que nos tornaram adventistas do sétimo dia (Olhando Para O Alto [MM 1983], p. 392).


QUINTA-FEIRA, 14 DE JUNHO 2018 – O SÁBADO COMO O SELO

O quarto mandamento, que Roma se empenhou em pôr de lado, é o único preceito do Decálogo que aponta para Deus como o Criador dos céus e da Terra, distinguindo, assim, o verdadeiro Deus, de todos os falsos deuses. O sábado foi instituído para comemorar a obra da criação, e assim dirigir a mente dos homens para o Deus vivo e verdadeiro. O Seu poder criador é citado nas Escrituras como prova de que o Deus de Israel é superior às divindades pagãs. Tivesse sido o sábado sempre guardado, os pensamentos e afeições dos homens teriam sido dirigidos para seu Criador como objeto de reverência e culto, e jamais teria existido um idólatra, um ateu ou um infiel.

Essa instituição que aponta para Deus como Criador, é um sinal de Sua justa autoridade sobre os seres que criou. A mudança do sábado é o sinal, a marca, da autoridade da igreja romanista. Aqueles que, compreendendo os reclamos do quarto mandamento, escolhem observar o falso em lugar do verdadeiro sábado, estão por esse meio rendendo homenagem ao único poder que autorizou isso (A História da Redenção, p. 382, 383).

“A importância do sábado como memória da criação consiste em conservar sempre presente o verdadeiro motivo de se render culto a Deus” – porque Ele é o Criador, e nós Suas criaturas. “O sábado, portanto, está no fundamento mesmo do culto divino, pois ensina essa grande verdade da maneira mais impressionante, e nenhuma outra instituição faz isso. O verdadeiro fundamento para o culto divino, não meramente o daquele que se realiza no sétimo dia, mas de todo o culto, encontra-se na distinção entre o Criador e Suas criaturas. Esse fato capital jamais poderá se tornar obsoleto, e jamais deverá ser esquecido” (História do Sábado, J. N. Andrews). Foi para conservar essa verdade sempre perante os seres humanos que Deus instituiu o sábado no Éden; e, enquanto o fato de que Ele é o nosso Criador continuar a ser razão por que O devamos adorar, o sábado permanecerá como sinal e memória disto (O Grande Conflito, p. 437, 338).

A morte de Cristo prova o grande amor de Deus pelas pessoas. É o penhor de nossa salvação. Remover do cristianismo a cruz, seria como apagar do céu o Sol. A cruz nos aproxima de Deus, reconciliando-nos com Ele. Com a enternecedora compaixão do amor de um pai, Jeová considera o sofrimento que Seu Filho teve que suportar para salvar da morte eterna a humanidade, e nos recebe no Amado.

Sem a cruz o ser humano não teria nenhuma união com o Pai. Dela depende toda a nossa esperança. Daí brilha a luz do amor do Salvador; e quando ao pé da cruz o pecador contempla Aquele que morreu para salvá-lo, pode rejubilar-se com grande alegria, pois seus pecados estão perdoados. Ao ajoelhar-se em fé junto à cruz, ele alcança o mais alto lugar que o ser humano pode atingir.

Por intermédio da cruz aprendemos que o Pai celestial nos ama com amor infinito. Podemos admirar-nos de haver Paulo exclamado: “Longe de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo”? (Gl 6:14; Atos dos Apóstolos, p. 209, 210).


SEXTA-FEIRA, 15 DE JUNHO 2018 – ESTUDO ADICIONAL

Primeiros Escritos, “O Selamento”, p. 36

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