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Comentários de Ellen White: Lição 11 – Prisão de Paulo em Jerusalém – 08 a 15 de Setembro 2018

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SÁBADO A TARDE – 08 DE SETEMBRO 2018  – INTRODUÇÃO

Pois todos vocês são filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus; porque todos vocês que foram batizados em Cristo de Cristo se revestiram. Assim sendo, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vocês são um em Cristo Jesus (Gl 3:26, 28, NAA).

O segredo da unidade encontra-se na igualdade entre os crentes em Cristo. A razão de todas as divisões, discórdias e diferenças encontra-se na separação de Cristo.

Ele é o centro para o qual todos devem ser atraídos, pois quanto mais nos aproximamos do centro, tanto mais nos aproximaremos uns dos outros em sentimento, em simpatia, em amor, crescendo no caráter e imagem de Jesus. Para Deus não há acepção de pessoas. …

Todos os homens são de uma família pela criação, e todos são um pela redenção. Cristo veio para demolir toda parede de separação… a fim de que todos possam ter livre acesso a Deus. Seu amor é tão amplo, tão profundo, tão pleno, que penetra em toda parte (Para Conhecê-Lo [MM 1965], p. 95).

A unidade com Cristo depende da renovação mental pelo Espírito Santo. Somos assim fortalecidos a andar em novidade de vida, recebendo de Cristo o perdão de nossos pecados. …

Toda desunião, todos os pensamentos, as palavras e ações egoístas constituem o fruto da operação de um espírito perverso, sobre a mente. Sob a influência desse espírito são proferidas palavras que não revelam o Salvador. Cristo não é formado no íntimo, a esperança da glória. Os que vivem desse modo são pecadores, embora simulem ser santos. …

Precisamos buscar a Deus, para que O consideremos precioso à nossa alma. Precisamos retê-Lo como nosso Hóspede e Companheiro permanente, jamais nos separando Dele.

Ser um com Cristo em Deus é o privilégio de toda pessoa. Mas, para fazer isso, temos de ser mansos e humildes, dóceis e obedientes (Carta 75, 1900; Este Dia Com Deus [MM 1980] p. 153).

A vaidade e a presunção estão matando a vida espiritual. O eu é exaltado; fala-se sobre o eu. Oh! Se morresse esse eu! “Cada dia morro” (1Co 15:31), disse o apóstolo Paulo. Quando essa orgulhosa, jactanciosa presunção,e essa complacente justiça própria permeiam a alma, não há lugar para Jesus. É-Lhe dado um lugar inferior, ao passo que o eu incha em importância, e enche todo o templo da alma. Eis a razão pela qual o Senhor pode fazer tão pouco por nós (Exaltai-O [MM 1992], p. 358).


DOMINGO, 09 DE SETEMBRO 2018 – ENCONTRANDO OS LÍDERES DE JERUSALÉM

Podemos esperar que tudo será introduzido e misturado com a sã doutrina, mas mediante claro discernimento espiritual, pela unção celestial, podemos distinguir o sagrado do profano que está sendo introduzido para confundir a fé e o são juízo, e desmerecer a grande, grandiosa verdade probante para estes dias. …

Nunca, nunca houve um tempo em que a verdade sofresse mais por ser desvirtuada, amesquinhada e desmerecida mediante as perversas disputas dos homens, do que nestes últimos dias. … O povo é seduzido pelas coisas novas e estranhas, e não são sábios na experiência para discernir o caráter das ideias que os homens arquitetem como sendo alguma coisa. Chamá-las, porém, coisa de grande consequência, e ligá-las aos oráculos de Deus, não as torna verdade (Comentários de Ellen G. White, no Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 6, p. 1.183).

O próprio Jesus não comprou nunca a paz mediante transigências. O coração transbordava-Lhe de amor por toda a humanidade, mas nunca era condescendente para com seus pecados. Era muito amigo deles para permanecer em silêncio, enquanto prosseguiam numa direção que seria a ruína deles – aqueles que Ele comprara com Seu próprio sangue. Trabalhava para que o homem fosse leal para consigo mesmo, leal para com seus mais altos e eternos interesses. Os servos de Cristo são chamados a realizar a mesma obra, e devem estar apercebidos para que, buscando evitar desarmonia, não transijam contra a verdade. Devem seguir “as coisas que servem para a paz” (Rm 14:19); mas a verdadeira paz jamais será obtida com transigência de princípios. E ninguém pode ser fiel aos princípios sem despertar oposição. Um cristianismo espiritual sofrerá oposição da parte dos filhos da desobediência. Mas Jesus recomendou aos discípulos: “Não temam os que matam o corpo, e não podem matar a alma.” Os que são fiéis a Deus não têm a temer o poder dos homens nem a inimizade de Satanás. Em Cristo lhes está garantida a vida eterna. Seu único temor deve ser atraiçoar a verdade, traindo assim a confiança com que Deus os honrou (O Desejado de Todas as Nações, p. 356).

Olhos postos em Sua igreja, o Senhor tem repetidamente permitido que as coisas cheguem a uma crise para que, em sua condição extrema, Seu povo espere exclusivamente em Seu auxílio. Suas orações, sua fé, juntamente com seu firme desígnio de ser fiel, têm chamado a interferência de Deus, e então Ele cumpriu Sua promessa: “Então vocês pedirão ajuda, e o Senhor responderá; gritarão por socorro, e Ele dirá: ‘Eis-Me aqui’” (Is 58:9, NAA).

O que é necessário nesse nosso tempo de perigo é oração fervorosa, misturada com fé sincera, confiança em Deus quando Satanás lança a própria sombra sobre o povo de Deus. Conserve cada um em mente que Deus Se deleita em escutar as súplicas de Seu povo, pois a iniquidade dominante clama por mais fervorosa oração, e Deus prometeu que vingará Seus eleitos que a Ele clamam dia e noite, se bem que tardio para com eles (Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 372).


SEGUNDA-FEIRA, 10 DE SETEMBRO 2018 – TUMULTO NO TEMPLO

Esta concessão não estava em harmonia com seus ensinos nem com a firme integridade de seu caráter. Seus conselheiros não eram infalíveis. Embora alguns desses homens escrevessem sob a inspiração do Espírito de Deus, algumas vezes cometiam erros quando não estavam sob Sua influência direta. Cabe lembrar que, em certa ocasião, Paulo resistiu a Pedro face a face porque ele estava agindo de maneira dúplice (Comentários de Ellen G. White, no Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 6, p. 1.184).

Satanás espera envolver os remanescentes filhos de Deus na ruína geral que está para vir sobre a Terra. À medida que se aproxima a vinda de Cristo, mais determinado e decidido em seus esforços ele fica, a fim de os derrotar. Surgirão homens e mulheres proclamando possuir alguma nova luz ou alguma nova revelação, e cuja tendência é abalar a fé nos marcos antigos. Suas doutrinas não resistem à prova da Palavra de Deus. Mesmo assim, pessoas serão enganadas. Farão circular relatos falsos e alguns serão apanhados pela armadilha. Acreditarão nesses boatos e por sua vez os repetirão, e assim se formará uma cadeia que os liga com o arquienganador. Tal espírito nem sempre se manifestará em aberto desafio às mensagens enviadas por Deus, mas expressa de muitas maneiras uma deliberada incredulidade. Cada falsa declaração feita alimenta e fortalece essa incredulidade, e por esse meio muitas pessoas serão levadas à decisão do lado errado.

Não podemos ser demasiadamente vigilantes contra toda forma de erro, pois Satanás está constantemente buscando afastar da verdade os homens (Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 295, 296).

Os homens são mortais. Podem ser sinceramente religiosos, e, contudo, ter muitos erros de conhecimento e muitos defeitos de caráter. Mas não podem ser seguidores de Cristo, e ainda estar associados com Ele, aqueles que amam e praticam a mentira (Ap 22:15). Tal vida é uma fraude, uma perpétua falsidade, um engano fatal. É um teste rigoroso de coragem para que homens e mulheres sejam levados a enfrentar os próprios pecados e com franqueza reconhecê-los. Dizer: “Este erro deve ser lançado à minha conta” requer uma força de princípio interior que o mundo possui apenas em grau limitado. Aquele, porém, que tem a coragem de dizer isso com sinceridade, ganha uma decidida vitória sobre o eu, e efetivamente fecha a porta contra o inimigo (Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 336, 337).

Quando os cristãos se desentendem, Satanás se insinua para tomar o controle. Quantas vezes ele teve êxito em destruir a paz e a harmonia nas igrejas! Que conflitos ferozes, que amargura, que ódio, se iniciaram por uma pequenina questão! Que esperanças se esfacelaram, quantas famílias foram divididas pela discórdia e contenda! …

Lembrem-se os que se deleitam em lançar palavras de calúnia e falsidade contra os servos de Cristo, de que Deus é testemunha de seus atos. Suas arremetidas caluniosas não profanam vasos nem objetos, mas sim o caráter daqueles que Cristo adquiriu com Seu sangue. A mão que traçou as letras nas paredes do palácio de Belsazar mantém fiel registro de todo ato de injustiça ou opressão cometido contra o povo de Deus (Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 244, 245).


TERÇA-FEIRA, 11 DE SETEMBRO 2018 – DIANTE DA MULTIDÃO

Às portas de Damasco a visão do Crucificado mudou todo o curso da vida de Paulo. O perseguidor tornou-se discípulo, o mestre, aluno. Os dias de trevas passados em solidão em Damasco foram como anos em sua experiência. As Escrituras do Antigo Testamento, entesouradas em sua memória, foram o seu estudo, e Cristo o seu Mestre. Para ele também a solidão da Natureza se tornou uma escola. Ele foi para o deserto da Arábia, a fim de estudar ali as Escrituras e aprender acerca de Deus. Esvaziou a alma dos preconceitos e tradições que lhe haviam moldado a vida e recebeu instruções da Fonte da verdade.

Sua vida posterior foi inspirada unicamente pelo princípio do sacrifício de si mesmo – o ministério do amor. “Eu sou devedor”, disse ele, “tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes” (Rm 1:14). “O amor de Cristo nos constrange” (2Co 5:14; Educação, p. 65, 66).

De novo o Senhor apareceu a Paulo e revelou-lhe que deveria subir a Jerusalém a fim de que fosse preso e sofresse pelo Seu nome. Embora ele ficasse prisioneiro por longo tempo, o Senhor promoveu Sua obra especial por intermédio dele. Suas prisões deviam ser um meio de disseminação do evangelho de Cristo, e assim, de glorificação a Deus. Ao ser enviado de cidade a cidade para julgamento, seu testemunho sobre Jesus e os interessantes incidentes de sua própria conversão eram relatados perante reis e governadores, ficando eles sem escusas com respeito a Jesus. Milhares criam Nele e se regozijavam em Seu nome (Primeiros Escritos, p. 207).

A renúncia e a tribulação estendem-se em linha reta no caminho de todo seguidor de Cristo. É a cruz que atravessa as afeições naturais e a vontade.

Jesus é o nosso Modelo. … Se quisermos estar com Ele no Céu, temos que ser semelhantes a Ele na Terra.

Sigamos o Salvador em Sua simplicidade e renúncia. O Homem do Calvário seja por nós enaltecido pela palavra e por vida santa.

E a todos quantos a erguem e conduzem após Cristo, a cruz é um penhor da coroa da imortalidade que hão de receber (A Fé Pela Qual Eu Vivo [MM 1959], p. 148).

Aproximamo-nos do final da história da Terra. Em breve nos encontraremos diante do grande trono branco. Nossas oportunidades de trabalho terão passado. Trabalhemos, portanto, enquanto o tempo se chama hoje. Com o auxílio de Deus, todo verdadeiro crente verá onde há serviço a ser feito. Quando a vontade humana coopera com a de Deus, torna-se onipotente, e o obreiro pode criar oportunidades. Observem as pessoas com quem vocês entram em contato. Observem as oportunidades de dirigir-lhes uma palavra a seu tempo. Não esperem uma apresentação, ou até que se relacionem com elas, antes de buscarem salvar as pessoas a perecer ao redor de vocês. Se vocês forem trabalhar com sinceridade, caminhos serão abertos no cumprimento dessa tarefa. Apoiem-se no braço divino quanto à sabedoria, força e aptidão para o trabalho que Deus lhes deu a fazer (Nossa Alta Vocação [MM 1962], p. 296).


QUARTA-FEIRA, 12 DE SETEMBRO 2018 – PERANTE O SINÉDRIO

O apóstolo deveria então ser julgado pelo mesmo tribunal de que ele próprio tinha sido membro antes de sua conversão. Estando diante dos príncipes judeus, seu porte era calmo, e o rosto revelava a paz de Cristo. “E pondo Paulo os olhos no conselho, disse: Varões irmãos, até ao dia de hoje tenho andado diante de Deus com toda a boa consciência.” Ao ouvirem essas palavras, reacendeu-se neles o ódio; e “o sumo sacerdote, Ananias, mandou aos que estavam junto dele que o ferissem na boca”. A essa ordem desumana, Paulo exclamou: “Deus te ferirá, parede branqueada; tu estás aqui assentado para julgar-me conforme a lei, e contra a lei me mandas ferir? E os que ali estavam disseram: Injurias o sumo sacerdote de Deus?” Com sua cortesia costumeira Paulo respondeu: “Não sabia, irmãos, que era o sumo sacerdote; porque está escrito: Não dirás mal do príncipe do teu povo (Atos dos Apóstolos, p. 410, 411).

Os fariseus eram muito estritos com respeito à observância exterior de formas e costumes e estavam cheios de uma justiça própria insolente, mundana e hipócrita. Os saduceus negavam a ressurreição dos mortos e a existência de anjos, além de serem céticos com respeito a Deus. Essa seita era, em grande parte, composta de pessoas indignas, muitas delas licenciosas em seus hábitos (Comentários de Ellen G. White, no Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 5, p. 1.199).

“E, havendo dito isto, houve dissensão entre os fariseus e saduceus, e a multidão se dividiu.” Os dois partidos começaram a discutir entre si, e assim se quebrou a força de sua oposição contra Paulo. “Levantando-se os escribas da parte dos fariseus, contendiam, dizendo: Nenhum mal achamos neste homem, e, se algum espírito ou anjo lhe falou, não resistamos a Deus” (At 23:1-9).

Na confusão que se seguiu, os saduceus esforçavam-se ardorosamente por apoderar-se do apóstolo, para que o pudessem matar; e os fariseus estavam igualmente empenhados em seus esforços para o proteger. “O tribuno, temendo que Paulo fosse despedaçado por eles, mandou descer a soldadesca, para que o tirassem do meio deles, e o levassem para a fortaleza” (At 23:10; Atos dos Apóstolos, p. 411, 412).


QUINTA-FEIRA, 13 DE SETEMBRO 2018 – TRANSFERÊNCIA PARA CESAREIA

O caso de Paulo não era o primeiro em que um servo de Deus encontrava entre os pagãos um abrigo da maldade do professo povo de Jeová. Em sua cólera contra Paulo, os judeus haviam acrescentado mais um crime ao tenebroso catálogo que marcava a história desse povo. Haviam endurecido ainda mais o coração contra a verdade e tornado mais certa sua condenação. …

A viúva de Sarepta e Naamã da Síria tinham vivido à altura de toda a luz que possuíam. Assim, eles foram considerados mais justos que o povo escolhido de Deus que se tinha desviado Dele e sacrificado o princípio à conveniência e à honra mundana. …

Enquanto os dirigentes judeus professavam ter grande zelo pela honra de Deus e o bem de Israel, eram inimigos de ambos. Por preceito e exemplo estavam levando o povo mais e mais longe da obediência a Deus – guiando-o onde Deus não poderia ser sua defesa no dia da angústia (Atos dos Apóstolos, p. 416, 417).

Tudo quanto nos tem confundido acerca das providências de Deus será esclarecido no mundo vindouro. As coisas difíceis de ser compreendidas terão então explicação. Os mistérios da graça nos serão desvendados. Naquilo em que nossa mente finita só via confusão e promessas desfeitas, veremos a mais perfeita e bela harmonia. Saberemos que o amor infinito dispôs as experiências que nos pareciam as mais difíceis. Ao reconhecermos o terno cuidado Daquele que faz todas as coisas contribuírem para o nosso bem, haveremos de nos regozijar com júbilo inexprimível e repleto de glória (Testemunhos Para a Igreja, p. 286).

Na providência de Deus, todo empreendimento bom e grande está sujeito a provações, para experimentar a pureza e a resistência de princípios dos que ocupam posições de responsabilidade, e moldar e revigorar o caráter humano, individual segundo o modelo de Deus. Essa é a mais elevada espécie de educação.

A perfeição de caráter é atingida mediante o exercício das faculdades da mente, em tempos de suprema prova, pela obediência a toda reivindicação da lei de Deus. Homens em posições de confiança devem ser instrumentos nas mãos de Deus para promover-Lhe a glória, e no cumprimento de seus deveres com a máxima fidelidade, eles podem atingir a perfeição de caráter (Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 161).

Satanás está constantemente agindo por meio de seus agentes para desanimar e destruir aqueles a quem Deus tem escolhido para realizar uma grande e boa obra. Eles podem estar prontos para sacrificar mesmo a própria vida para o avançamento da causa de Cristo, não obstante o grande enganador sugerirá a seus irmãos dúvidas referentes a eles que, se mantidas, minarão a confiança em sua integridade de caráter, impedindo assim sua utilidade. Muitas vezes ele alcança êxito em acarretar sobre eles, por intermédio de seus próprios irmãos, tal tristeza de coração que Deus graciosamente Se interpõe para dar repouso a Seus servos perseguidos (Atos dos Apóstolos, p. 418).


SEXTA-FEIRA, 14 DE SETEMBRO 2018 – ESTUDO ADICIONAL

Para Conhecê-Lo, “Unidos em Fraternidade Comum”, p. 96.

Em qualquer nação, aquele que O teme e faz o que é justo Lhe é aceitável. Atos dos Apóstolos 10:35.

Jesus ensinou que a religião bíblica não consiste em exclusivismo egoísta, em satisfação pessoal, mas na prática de atos de amor, no levar aos outros o máximo bem, em bondade genuína.

Sua vida era isenta de todo orgulho e ostentação.
Se bem que fosse o Criador de todos os mundos, testificou todavia de Si mesmo, enquanto na Terra, que “as raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça.” Mateus 8:20.

Jesus era a Majestade do Céu, o Rei da glória; e todavia em Sua vida humana era paciente, bondoso, cortês, benevolente, cheio de amor para com a criancinhas e cheio de piedade e compaixão para com os tentados, os provados e opressos. Disse de Si mesmo: “O Espírito do Senhor é sobre Mim, pois que Me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-Me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor.” Lucas 4:18, 19.

Vindo à Terra para cumprir tão benévola missão, não possuía no entanto um lar, e tinha muitas vezes fome e sede. Os homens de Sua nação perseguiam-nO com astúcias e intrigas, com inveja e ódio.
Ele morreu morte vergonhosa, e fez pleno e completo sacrifício, para que ninguém perecesse, mas todos viessem ao arrependimento.

Fez expiação para toda pessoa contrita e crente, de maneira que todos pudessem nEle encontrar um portador de pecados. Se os que crêem nEle tão-somente Lhe praticarem as palavras, que são espírito e vida; se Lhe seguirem o exemplo, e se tornarem preciosa luz para o mundo, farão pelo mundo aquilo que filosofia alguma poderá realizar.

As lições de Cristo lançam o fundamento para uma religião em que não existem separações — em que judeus e gentios, livres e servos, acham-se ligados por uma fraternidade comum, iguais diante de Deus, porque são todos varas da Videira viva. Crêem em Cristo como seu Salvador pessoal. The Youth’s Instructor, 16 de Agosto de 1894.

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