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Início / COMENTÁRIOS ELLEN WHITE - 2° TRIMESTRE 2018 / Comentários de Ellen White: Lição 12 – Babilônia e o Armagedom – 16 a 23 d Junho 2018

Comentários de Ellen White: Lição 12 – Babilônia e o Armagedom – 16 a 23 d Junho 2018

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SÁBADO A TARDE – 16 DE JUNHO 2018 – INTRODUÇÃO

O termo “Babilônia” é derivado de “Babel” e significa confusão. É empregado nas Escrituras para designar as várias formas de religião falsa ou apóstata. Em Apocalipse, capítulo 17, Babilônia é representada por uma mulher – figura que a Bíblia usa como símbolo de igreja, sendo uma mulher virtuosa a igreja pura, e uma mulher desprezível, a igreja apóstata (O Grande Conflito, p. 381).

Ao Israel espiritual é dada a mensagem: “Saiam dela, povo Meu, para que vocês não sejam cúmplices em seus pecados e para que os seus flagelos não caiam sobre vocês” (Ap 18:4). Assim como os exilados ouviram a mensagem: “Fujam da Babilônia!” (Jr 51:6), e foram restaurados à terra da promessa, assim os que temem a Deus hoje estão aceitando a mensagem para retirar-se da Babilônia espiritual, e logo devem permanecer como troféus da graça divina na Terra renovada, a Canaã celestial (Profetas e Reis, p. 715).

Uma terrível guerra está diante de nós. Aproximamo-nos da batalha do grande dia do Deus Todo-poderoso. O que tem sido mantido sob controle será solto. O anjo da misericórdia está recolhendo suas asas, preparando-se para sair de seu trono e deixar o mundo sob o domínio de Satanás. Os principados e potestades da Terra estão amargamente revoltados contra o Deus do Céu. Estão cheios de ódio contra os que O servem, e logo, muito breve, será travada a última grande batalha entre o bem e o mal. A Terra será o campo de luta – o cenário do conflito final e da última vitória.

Enquanto se lhes afrouxavam as mãos e os quatro ventos estavam para soprar, os olhos misericordiosos de Jesus contemplaram os remanescentes que não estavam selados e, erguendo as mãos ao Pai, alegou que havia derramado Seu sangue por eles. Então outro anjo recebeu ordem para voar velozmente aos outros quatro e mandar-lhes reter os ventos até que os servos de Deus fossem selados na fronte com o selo do Deus vivo (Minha Consagração Hoje [MM 1989/1953], p. 289).

Dois grandes poderes opostos são revelados na última grande batalha. De um lado está o Criador do Céu e da Terra e todos os que se encontram do Seu lado têm o Seu selo. Eles são obedientes às Suas ordens. Do outro lado está o príncipe das trevas, com os que escolheram a apostasia e a rebelião. …

Os poderes do mal não capitularão no conflito sem uma luta. Mas a Providência Divina tem uma parte a desempenhar na batalha do Armagedom. Quando a Terra for iluminada com a glória do anjo de Apocalipse 18, os elementos religiosos, bons e maus, despertarão do sono, e os exércitos do Deus vivo se porão em campo.

Em breve será travada a batalha do Armagedom. Aquele em cuja vestimenta está escrito o nome: Rei dos reis e Senhor dos senhores, conduz os exércitos do Céu montados em cavalos brancos e vestidos de linho fino, branco e puro (Ap 19:11-16; Eventos Finais, p. 249-251).


DOMINGO, 17 DE JUNHO 2018 – O “VINHO DA FÚRIA DA SUA PROSTITUIÇÃO”

Aqueles que vão sempre se aproximando mais do mundo, tornando-se mais e mais semelhantes a ele nos sentimentos, planos e ideias deixaram um espaço entre eles e o Salvador, e Satanás se insinuou nesse espaço, de modo que a experiência deles se torna permeada com planos reles, mundanos e egoístas (Para Conhecê-Lo [MM 1965], p. 246). …

Aqueles que ficarem confusos em sua compreensão da Palavra, que deixarem de ver o significado do anticristo, certamente se colocarão do lado dele. Não há tempo agora para nos tornarmos semelhantes ao mundo. O caso de Daniel já está decidido [ver Dn 12:13, ARC] e ele está em seu lugar. As profecias de Daniel e de João devem ser entendidas. Elas se interpretam mutuamente. Dão ao mundo verdades que todos devem compreender. Essas profecias devem ser testemunhas ao mundo. Por seu cumprimento nestes últimos dias, elas se explicarão a si mesmas (Comentários de Ellen G. White, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 1.058).

“Os pecados dela se acumularam até ao céu, e Deus Se lembrou das injustiças que ela praticou.” “No cálice em que ela misturou bebidas, misturem dobrado para ela. O quanto a mesma glorificou e viveu em luxúria, deem a ela em igual medida tormento e pranto. Porque ela pensa assim: Estou sentada como rainha. Não sou viúva. Nunca saberei o que é pranto! Por isso, em um só dia sobrevirão os seus flagelos: morte, pranto e fome; e será queimada no fogo porque poderoso é o Senhor Deus, que a julga. Os reis da Terra que com ela se prostituíram e viveram em luxúria, vão chorar e se lamentar por causa dela… dizendo: ‘Ai! Ai de você, grande cidade, Babilônia, cidade poderosa! Pois em uma só hora chegou o seu juízo’” (Ap 18:5-10).

Tais são os juízos que caem sobre Babilônia, no dia da ira de Deus. Ela encheu a medida de sua iniquidade; veio o seu tempo; está madura para a destruição (O Grande Conflito, p. 653).

Toda espécie de engano está sendo agora introduzida. As verdades mais claras da Palavra de Deus são cobertas com uma multidão de teorias de feitura humana. Erros mortais são apresentados como sendo verdade perante os quais todos devam curvar-se. A simplicidade da verdadeira piedade é sepultada debaixo da tradição. … (Evangelismo, p. 247).

Como a Pedro, é dirigida a nós a palavra: “Satanás pediu para peneirar vocês como trigo! Eu, porém, orei por você, para que a sua fé não desfaleça” (Lc 22:31, 32). Graças a Deus, não somos deixados sozinhos. [Ele] … não nos abandonará na batalha contra o adversário de Deus e do homem. …

Vivam em contato com o Cristo vivo, e Ele os segurará firmemente com mão que nunca soltará. Conheçam o amor que Deus nos tem, creiam nele e estareis seguros. Esse amor é uma fortaleza inexpugnável contra todos os enganos e assaltos de Satanás. “Torre forte é o nome do Senhor; o justo corre para ela e está seguro” (Pv 18:10; O Maior Discurso de Cristo, p. 119).


SEGUNDA-FEIRA, 18 DE JUNHO 2018 – CAIU! CAIU A GRANDE BABILÔNIA!

O mundo se tornou ousado na transgressão da lei de Deus. Por causa de Sua longa clemência os homens Lhe espezinharam a autoridade. Fortaleceram-se na opressão e crueldade contra Sua herança, dizendo: “Como Deus ficará sabendo? Por acaso o Altíssimo tem algum conhecimento?” (Sl 73:11). Há, porém, um limite além do qual não podem passar. Próximo está o tempo em que atingirão o limite prescrito. Mesmo agora quase excederam os termos da longanimidade de Deus, e a medida de Sua graça e misericórdia. O Senhor Se interporá para vindicar Sua própria honra, para livrar Seu povo e reprimir os excessos da injustiça. …

“Os pecados dela se acumularam até o Céu, e Deus Se lembrou das injustiças que ela praticou. Retribuam-lhe como também ela retribuiu, paguem-lhe em dobro segundo as suas obras, e no cálice em que ela misturou bebidas, misturem dobrado para ela” (Ap 18:5, 6).

Da Índia, da África, da China, das ilhas do mar, dos milhões de oprimidos dos países chamados cristãos, sobe para Deus o clamor do tormento humano. Esse clamor não permanecerá muito tempo sem ser atendido. Deus purificará a Terra da corrupção moral, porém não por um mar de água como nos dias de Noé, mas com um mar de fogo, que não será apagado por artifício humano algum (Parábolas de Jesus, p. 177-179).

Jesus… andou como Homem na Terra, tendo Sua divindade revestida com a humanidade, e foi um Homem sofredor, tentado, atacado pelos ardis de Satanás. … Agora Ele está à destra de Deus, no Céu, onde atua como Advogado, fazendo intercessão por nós. Devemos sempre sentir-nos confortados e esperançosos ao pensar nisso. Ele pensa naqueles que estão sujeitos às tentações neste mundo. Ele pensa em nós individualmente, e conhece cada necessidade nossa. Quando tentados, simplesmente digam: Ele tem cuidado de mim, intercede por mim, Ele me ama, e morreu por mim. Entrego-me sem reservas a Ele.

Precisamos confiar a guarda de nossa vida a Deus, como a um Criador fiel. Ele vive sempre para interceder por nós, criaturas provadas e tentadas. Abramos nosso coração aos brilhantes raios do Sol da Justiça, e não deixemos que um único suspiro de dúvida, uma palavra de descrença, escape de nossos lábios, para que não semeemos as sementes da dúvida. Há ricas bênçãos prometidas a nós; apossemo-nos delas pela fé. Suplico-lhes que tenham ânimo no Senhor. A força divina é nossa; falemos, pois, com ânimo, vigor e fé (Refletindo a Cristo [MM 1986], p. 101).


TERÇA-FEIRA, 19 DE JUNHO 2018 – ARMAGEDOM

Todo o mundo estará em um ou no outro lado da questão. Será travada a batalha do Armagedom. E nesse dia nenhum de nós deverá estar dormindo. Precisamos estar bem despertos, como as virgens prudentes, tendo azeite em nossas vasilhas com nossas lâmpadas. O poder do Espírito Santo deve estar sobre nós, e o Capitão do exército do Senhor estará à frente dos anjos do Céu para dirigir a batalha.

A inimizade de Satanás contra o bem se manifestará cada vez mais, ao conduzir ele em atividade suas forças em sua última obra de rebelião. E toda pessoa que não estiver inteiramente entregue a Deus e não for guardada pelo poder divino, fará uma aliança com Satanás contra o Céu e se unirá na batalha contra o Governador do Universo.

Logo, todos os habitantes da Terra terão tomado partido, ou a favor ou contra o governo do Céu (Eventos Finais, p. 250, 251).

Há apenas dois grupos de pessoas em nosso mundo: as que são leais a Deus e as que estão sob a bandeira do príncipe das trevas. Satanás e seus anjos descerão com grande poder, sinais, e prodígios da mentira para enganar os que habitam sobre a Terra, e, se possível, até os escolhidos. A crise está bem à nossa frente. Mas isso irá paralisar as energias daqueles que têm o conhecimento da verdade? Seria a influência dos poderes enganadores tão forte a ponto de sobrepujar a influência da verdade?

Em breve será travada a batalha do Armagedom. Aquele em cuja vestimenta está escrito o nome: Rei dos reis e Senhor dos senhores, conduz os exércitos do Céu montados em cavalos brancos e vestidos de linho fino, branco e puro (Eventos Finais, p. 251).

Toda expressão do mal há de lançar-se em intensa atividade. Anjos maus unem seus poderes a homens maus. Como eles têm estado em constante conflito e obtido experiência nos melhores métodos de engano e combate, tendo-se fortalecido durante séculos, não se renderão na última grande contenda sem uma furiosa luta. O mundo inteiro estará de um lado ou do outro da questão. Será travada a batalha do Armagedom, e esse dia não deverá surpreender nenhum de nós adormecido. Devemos estar bem despertos, como as virgens prudentes, tendo azeite em nossas vasilhas e lâmpadas (Comentários de Ellen G. White, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 1.098).

O poder do Espírito Santo deve estar sobre nós, e o Capitão do exército do Senhor estará à frente dos anjos do Céu para dirigir a batalha. Solenes acontecimentos ainda ocorrerão diante de nós. Soará uma trombeta após a outra; uma taça após a outra será derramada sucessivamente sobre os habitantes da Terra. Cenas de estupendo interesse estão precisamente diante de nós (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 426).


QUARTA-FEIRA – 20 DE JUNHO 2018 – O ARMAGEDOM E O MONTE CARMELO: PARTE 1

Permanecendo em conscienciosa inocência perante Acabe, Elias não procurou escusar-se nem lisonjear o rei. Nem buscou fugir à ira do rei mediante as boas-novas de que a seca estava para findar. Ele não tinha desculpas a pedir. Com indignação e em zelo pela honra de Deus, devolveu a imputação de Acabe, declarando audazmente ao rei que foram os pecados dele, rei, e de seus pais, que trouxeram sobre Israel a terrível calamidade (Vidas que Falam [MM 1971], p. 208).

Deus não pode usar homens que, em tempos de perigo, quando a força, a coragem e a influência de todos são necessárias, temem tomar uma posição firme pelo direito. Ele chama homens para que se empenhem fielmente na batalha contra o erro, guerreando contra principados e potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as forças espirituais da maldade nos lugares celestiais. A tais pessoas Ele dirigirá as palavras: “Muito bem, servo bom e fiel… venha participar da alegria do seu Senhor” (Mt 25:23; Profetas e Reis, p. 142).

A verdadeira reverência a Deus é inspirada pelo senso de Sua infinita grandeza e a noção de Sua presença. Com esse senso do invisível, todo coração deve se sentir profundamente impressionado. A ocasião e o lugar de oração são sagrados, porque Deus está ali. E ao ser a reverência manifestada em atitude e comportamento, o sentimento que a inspira será aprofundado. “Santo e tremendo é o Seu nome” (Sl 111:9), declarou o salmista. Os anjos, quando pronunciam esse nome, velam o rosto. Com que reverência, então, não devemos nós, que somos pecadores e caídos, tomá-lo em nossos lábios! …

Séculos mais tarde Paulo ensinou a mesma verdade nas palavras: “O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo Ele Senhor do Céu e da Terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas; nem é servido por mãos humanas, como que precisasse de alguma coisa, pois Ele mesmo é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais. … para buscarem Deus se, porventura, tateando, O possam achar, ainda que não esteja longe de cada um de nós; pois Nele vivemos, nos movemos e existimos” (At 17:24-28; Profetas e Reis, p. 48-50).

Os pátios do templo de Jerusalém, cheios do tumulto de um tráfico profano, representavam com exatidão o templo da alma, contaminado por paixões sensuais e pensamentos profanos. Purificando o templo dos compradores e vendilhões mundanos, Jesus anunciou Sua missão de limpar a alma da contaminação do pecado – dos desejos terrenos, das ambições egoístas, dos maus hábitos que a corrompem. …

Sua presença purificará e santificará a pessoa, de maneira que ela seja um santo templo para o Senhor, e uma “morada de Deus no Espírito” (Ef 2:21, 22; O Desejado de Todas as Nações, p. 161, 162).


QUINTA-FEIRA, 21 DE JUNHO 2018 – O ARMAGEDOM E O MONTE CARMELO: PARTE 2

João […] foi testemunha das terríveis cenas que ocorrerão como sinais da vinda de Cristo. Ele viu exércitos dispostos para a batalha e pessoas desmaiando de terror. Viu a terra movida de seu lugar e montanhas transportadas para o meio do oceano, cujas ondas rugiam revoltas. Viu as taças da ira abertas, e a pestilência, fome e morte vindo sobre os habitantes da Terra (Cristo Triunfante [MM 2002], p. 315; Comentários de Ellen G. White, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 1098).

Aproximamo-nos do fim da história terrestre, em que só pode haver dois grupos, e todo homem, mulher e criança estará num desses exércitos. Jesus será o General de um exército; do exército oposto Satanás será o dirigente. Todos os que estão transgredindo e ensinando outros a transgredir a lei de Deus, o fundamento de Seu governo no Céu e na Terra, são arregimentados sob uma liderança superior, que os dirige em oposição ao governo de Deus. E a “anjos – os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio lugar” (Jd 6) são rebeldes contra a lei de Deus e inimigos de todos os que amam os Seus mandamentos e obedecem a eles. Esses súditos, com Satanás, seu dirigente, reunirão outros em suas fileiras de toda maneira possível, a fim de fortalecer suas forças e impor suas reivindicações.

Por meio de sua impostura e mentira, Satanás quer enganar, se possível, os próprios eleitos. Sua hipocrisia não é sem importância. Ele procurará molestar, importunar, deturpar, acusar e desfigurar todos aqueles que não pode compelir a dar-lhe honra e ajudá-lo em sua obra. Seu grande êxito está em manter confusa a mente das pessoas e na ignorância dos seus ardis, pois então ele pode conduzir os imprudentes, por assim dizer, de olhos vendados (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 423).

Jeová, o Ser eterno, existente por Si mesmo, incriado, sendo o Originador e Mantenedor de todas as coisas, é o único que tem direito à reverência e culto supremos. Ao homem é proibido conferir a qualquer outro objeto o primeiro lugar nas suas afeições ou serviço. O que quer que acariciemos que tenda a diminuir nosso amor para com Deus, ou se incompatibilize com o culto a Ele devido, disso fazemos um deus.

“Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem embaixo na Terra, nem nas águas debaixo da Terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás.” …

“Eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso.” A íntima e sagrada relação de Deus para com Seu povo é representada sob a figura do casamento. Sendo a idolatria o adultério espiritual, o desprazer de Deus contra a mesma apropriadamente é chamado ciúme (Patriarcas e Profetas, p. 305, 306).

Tudo o que Cristo foi para os primeiros discípulos, Ele deseja ser para Seus filhos hoje; pois naquela última oração, rodeado do pequeno grupo de discípulos, Ele disse: “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que, pela sua palavra, hão de crer em Mim” (Jo 17:20).

Jesus orou por nós, pedindo que fôssemos um com Ele, assim como Ele é um com o Pai. Que união é esta! … Habitando, pois, Cristo em nosso coração, realizará, em nós “tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua boa vontade” (Fp 2:13). Trabalharemos como Ele trabalhou; manifestaremos o mesmo espírito. E assim, amando-O e Nele permanecendo, havemos de crescer “em tudo Naquele que é a cabeça, Cristo” (Ef 4:15; Caminho a Cristo, p. 75).


SEXTA-FEIRA, 22 DE JUNHO 2018 – ESTUDO ADICIONAL

Este Dia Com Deus [MM 1980], “O Cuidado de Deus por Sua Igreja”, p. 177.

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