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Comentários Ellen White: Lição 03 – Deus ou Mamom? – 13 á 20 Janeiro 2018

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SÁBADO Á TARDE – 13 JANEIRO 2018 – INTRODUÇÃO

O amor ao mundo tem terrível controle sobre o povo a quem o Senhor ordenou vigiar e orar sempre, para que Ele não viesse repentinamente e os encontrasse dormindo. “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1Jo 2:15-17).

Foi-me mostrado que o povo de Deus que professa crer na verdade presente, não está em atitude de espera e vigilância. Os seres humanos estão aumentando as riquezas e acumulando tesouros na Terra. Estão se tornando ricos nas coisas da Terra, mas não para com Deus. Não creem na brevidade do tempo; não creem que o fim de todas as coisas está próximo, e que Cristo está às portas. Podem professar muita fé, mas enganam a si mesmos, pois agirão de acordo com a medida da fé que realmente possuem. Suas obras mostram o caráter de sua fé, e testificam àqueles que os cercam de que a vinda de Cristo não deve ocorrer nesta geração. As obras serão de acordo com sua fé. Seu preparo é feito para longa permanência neste mundo. Acrescentam casa a casa, terreno a terreno, e são cidadãos deste mundo (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p.196).

O homem egoísta, que ama o dinheiro, vive para comer e beber e para desfrutar seus bens terrenos. Mas ele não leva em consideração a eternidade. Omite o mundo eterno de suas cogitações. Porém, os que aceitam a verdade e nela creem demonstram a fé que opera pelo amor e purifica a alma de tudo que é sensual. O mundo não pode conhecê-los, pois conservam em vista as realidades eternas. Um poder impelente atua no íntimo para transformar o caráter. Uma influência compulsória recebida do Céu atua como o fermento escondido na farinha. O amor de Jesus penetrou no coração com seu poder redentor para conquistar todo o ser, alma, corpo e espírito (Este Dia Com Deus [MM 1980], p.193).

Lembrem-se sempre de que a natureza moral precisa ser reforçada com constante vigilância e oração. Enquanto vocês contemplarem a Cristo, estarão seguros; mas no momento em que pensarem em seus sacrifícios e dificuldades e começarem a simpatizar e se preocupar consigo mesmos, perderão a confiança em Deus e estarão em grande perigo (Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p.522).


DOMINGO, 14 JANEIRO 2018 – CRISTO, O CRIADOR

O mundo material está sob o controle de Deus. As leis que governam toda a natureza são obedecidas pela Natureza. Tudo expressa e executa a vontade do Criador.As nuvens, a chuva, o orvalho, a luz solar, os aguaceiros, o vento, a tempestade – tudo está sob a supervisão de Deus, e presta implícita obediência Àquele que os utiliza. A pequenina haste de relva irrompe através da terra, primeiro a erva, depois a espiga, e, por fim, o grão cheio na espiga. O Senhor usa esses Seus servos obedientes para fazerem Sua vontade. O fruto primeiro é visto no botão, que contém o futuro pêssego, pera ou maçã, e o Senhor os desenvolve em sua estação própria, porque eles não resistem à Sua atuação. Não se opõem à ordem de Suas providências. Suas obras, segundo podem ser vistas no mundo natural, não são compreendidas nem apreciadas como deveriam ser. Esses pregadores silenciosos ensinarão suas lições aos seres humanos, se tão somente forem ouvintes atentos (Exaltai-O [MM 1992], p.63).

Precisamos estar mais em audiência com Deus. Há necessidade de vigiar nossos próprios pensamentos. Certamente, estamos vivendo entre os perigos dos últimos dias. Precisamos andar mansamente diante de Deus, com profunda humildade; pois só pessoas dessa espécie é que serão exaltadas.

Oh! Quão pouco o homem compreende da perfeição de Deus, de Sua onipresença unida a Seu poder onipotente! […]

O Senhor Deus ordena e traz as coisas à existência. Ele foi o primeiro planejador. Não depende do homem, mas solicita bondosamente sua atenção e coopera com ele em projetos progressivos e mais elevados. Então o homem toma toda a glória para si, e é enaltecido pelos semelhantes como um notável gênio. Ele não olha acima do homem. A causa primordial é esquecida. […]

“Eis que os céus, e até o Céu dos céus, não Te podem conter” (1Rs 8:27). Que ninguém se aventure a limitar o poder do Santo de Israel! Há conjecturas e perguntas acerca da obra de Deus. “Tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa” (Êx 3:5; Mensagens Escolhidas, v. 3, p.311).

Os pássaros, trinando seus cantos livres de cuidado, as flores do vale vicejando em sua beleza – o lírio que descansava, em sua formosura, no fundo do lago, as árvores altaneiras, a terra cultivada, as ondulantes espigas, o solo estéril, a árvore infrutífera, os montes eternos, a borbulhante corrente, o Sol poente a tingir e dourar o firmamento – tudo isso Ele empregou para impressionar os ouvintes com a verdade divina. […]

As belezas da natureza possuem uma linguagem que nos fala sem cessar. O coração aberto pode ser impressionado com o amor e a glória de Deus, tais como se revelam nas obras de Suas mãos. O ouvido atento pode ouvir e compreender as comunicações de Deus mediante as coisas da natureza. Há uma lição no raio solar, e nas várias coisas da natureza que Deus apresenta ao nosso olhar. Os campos verdes, as grandes árvores, os brotos e as flores, as nuvens movediças, a chuva a cair, a rumorejante fonte, o Sol, a Lua e as estrelas no céu – tudo nos convida prestar atenção e à meditação, ordenando-nos que nos familiarizemos com Aquele que a todas elas fez (Para conhecê-Lo [MM 1995], p.140).


SEGUNDA, 15 JANEIRO 2018 – FILHO DE DEUS / FILHO DO HOMEM

Havia apenas uma esperança para a humanidade: a de que fosse lançado um novo fermento naquela massa de elementos discordantes e corruptores; de que se trouxesse o poder de uma nova vida; de que o conhecimento de Deus fosse restaurado no mundo.

Cristo veio para restaurar esse conhecimento. Veio para remover o falso ensino pelo qual os que pretendiam conhecer a Deus O haviam representado de maneira errônea. Veio para manifestar a natureza de Sua lei, para revelar em Seu caráter a beleza da santidade.

Cristo veio ao mundo com um amor acumulado durante a eternidade. Eliminando aquelas cobranças que tinham atravancado a lei de Deus, Ele mostrou que essa é uma lei de amor, uma expressão da bondade divina. Mostrou que na obediência a seus princípios está envolvida a felicidade da humanidade, e com ela a estabilidade, o próprio fundamento e estrutura da sociedade humana (Educação, p.76).

A verdade da livre graça de Deus tinha sido quase perdida de vista pelos judeus. Os rabinos ensinavam que o favor de Deus devia ser alcançado por merecimento. Esperavam ganhar pelas próprias obras o galardão dos justos. Por isso seu culto todo era induzido por um espírito ávido e mercenário. Até os discípulos de Cristo não estavam totalmente livres desse espírito, e o Salvador aproveitava toda oportunidade para mostrar-lhes seu erro. […]

Indo Seu caminho, um jovem príncipe correu-Lhe ao encontro e, ajoelhandose, saudou-O reverentemente. “Bom Mestre”, disse, “que bem farei, para conseguir a vida eterna?” (Mt 19:16).

“Se queres ser perfeito”, disse Cristo, “vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no Céu; e vem e segue-Me. E o jovem, ouvindo essa palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades” (Mt 19:21 e 22).

O amante de si mesmo é transgressor da lei. Jesus quis revelar isso ao jovem, e o submeteu a uma prova de tal modo que manifestasse o egoísmo de seu coração. Mostrou-lhe a nódoa do caráter. O jovem não desejou mais esclarecimento. Havia nutrido na alma um ídolo – o mundo era seu deus. Professava ter guardado os mandamentos, porém estava destituído do princípio que é o próprio espírito e vida de todos eles. Não tinha o verdadeiro amor a Deus e ao homem. Essa falta era a carência de tudo quanto o qualificaria para entrar no reino do Céu. Em seu amor a si mesmo e ao ganho terrestre, estava em desarmonia com os princípios do Céu (Parábolas de Jesus, p.390-392)

A influência do amor ao dinheiro sobre o ser humano é quase paralisador. As riquezas transtornam e levam muitos dos que as possuem a agir como se tivessem perdido a razão. Quanto mais possuem bens deste mundo, tanto mais os desejam. Seu medo de passar necessidade aumenta com a riqueza que possuem. Têm a tendência de acumular bens para o futuro. São avaros e egoístas, temendo que Deus não lhes proveja o necessário. Essa classe é realmente pobre para com Deus. Ao se acumularem suas riquezas, nelas puseram sua confiança e perderam a fé em Deus e nas Suas promessas (Conselhos Sobre Mordomia, p.150).


TERÇA, 16 JANEIRO 2018 – CRISTO, O REDENTOR

Tão grande é o poder enganador de Satanás que muitos têm sido levados a considerar a expiação de Cristo como não tendo valor real. Cristo morreu porque não havia outra esperança para o transgressor. Este poderia procurar guardar a lei de Deus no futuro; mas a dívida que ele contraiu no passado continuaria a existir, e a lei teria que condená-lo à morte. Cristo veio pagar para o pecador essa dívida que lhe era impossível pagar por si mesmo.

Jesus, nosso Substituto, consentiu em sofrer pelo homem a penalidade da lei transgredida. Ele revestiu Sua divindade com a humanidade, tornando-Se assim o Filho do Homem, o Salvador e Redentor (Fé e Obras, p.30).

E à medida que nos aproximamos mais de Jesus, e nos regozijamos na plenitude de Seu amor, nossas dúvidas e obscuridades hão de desaparecer ante a luz de Sua presença.

Diz o apóstolo Paulo que Deus “nos tirou da potestade das trevas e nos transportou para o reino do Filho do Seu amor” (Cl 1:13). E todo aquele que passou da morte para a vida é capaz de confirmar “que Deus é verdadeiro” (Jo 3:33). Pode testificar: “Necessitava de auxílio, e encontrei-o em Jesus. Toda necessidade foi suprida, a fome de minha alma foi satisfeita; e agora a Bíblia é para mim a revelação de Jesus Cristo. Vocês perguntam por que creio em Jesus. – Porque é para mim um divino Salvador. Por que creio na Bíblia? – Porque concluí que ela é a voz de Deus falando à minha alma.” Podemos ter em nós mesmos o testemunho de que a Bíblia é verdadeira, de que Cristo é o Filho de Deus. Sabemos que não temos estado a seguir fábulas artificialmente compostas (Caminho a Cristo, p.112).

Quando Jó ouviu do redemoinho, a voz do Senhor, exclamou: “Por isso me abomino e me arrependo no pó e na cinza (Jó 42:6). Foi quando Isaías viu a glória do Senhor e ouviu os querubins a clamar: “Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos” – que exclamou: “Ai de mim, que vou perecendo!” (Is 6:3 e 5). Arrebatado ao terceiro Céu, Paulo ouviu coisas que não era possível ao homem proferir nem falar de si mesmo como “o mínimo de todos os santos” (2Co 12:2-4; Ef 3:8). Foi o amado João que se reclinou ao peito de Jesus, e Lhe contemplou a glória. Foi ele que caiu como morto aos pés de um anjo (Ap 1:17).

Não pode haver exaltação própria, jactanciosa pretensão à libertação do pecado, por parte dos que andam à sombra da cruz do Calvário. Eles sentem que foi seu pecado o causador da agonia que quebrantou o coração do Filho de Deus, e esse pensamento os leva à humilhação própria. Os que mais perto vivem de Jesus, mais claramente discernem a fragilidade e pecaminosidade do ser humano, e sua única esperança está nos méritos de um Salvador crucificado e ressurgido (O Grande Conflito, p.471).


QUARTA, 17 JANEIRO 2018 – UM DEUS ZELOSO

A revelação que Deus de Si mesmo deu em Sua Palavra é para nosso estudo. Esta, podemos procurar compreender. Mas além disso não devemos penetrar. O mais elevado intelecto pode se esforçar até a exaustão em conjecturas concernentes à natureza de Deus, mas esforços serão infrutíferos. Esse problema não nos foi dado a solver. Mente humana nenhuma pode compreender Deus. Ninguém se deve entregar a especulações com referência à Sua natureza. A esse respeito, o silêncio é eloquente. […]

Os homens de mais poderoso intelecto não podem compreender os mistérios de Jeová, conforme revelados na natureza. A inspiração divina faz muitas perguntas que o mais profundo erudito não sabe responder. Essas perguntas não foram feitas para que as respondêssemos, mas para chamar nossa atenção para os profundos mistérios de Deus, e ensinar-nos a limitação de nossa sabedoria. No que nos rodeia na vida diária, existem muitas coisas além da compreensão de seres finitos.

Os céticos se recusam a crer em Deus porque não podem compreender o infinito poder pelo qual Ele Se revela. Mas Deus deve ser reconhecido, tanto pelo que não revela de Si mesmo como por aquilo que é franqueado à nossa limitada compreensão. Tanto na divina revelação como na natureza, Ele deixou mistérios a fim de reclamar a nossa fé. Assim deve ser. Devemos estar sempre indagando, sempre pesquisando, sempre aprendendo, e contudo, resta um infinito para o além (A Ciência do Bom Viver, p.429, 431).

O trato de Deus para com Seu povo, sempre parece misterioso. Seus caminhos não são os nossos caminhos, nem os Seus pensamentos os nossos pensamentos. Muitas vezes Seu modo de tratar é tão contrário aos nossos planos e expectativas, que ficamos admirados e confundidos. Não compreendemos nossa perversa natureza; e, frequentemente, quando estamos satisfazendo a nós mesmos, seguindo nossas próprias inclinações, vangloriando-nos de estar seguindo os pensamentos de Deus. E assim devemos examinar as Escrituras e orar muito, para que segundoSua promessa o Senhor nos possa dar sabedoria (Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, p.503).

A mão-de-obra de Deus na natureza não é o próprio Deus na natureza. As coisas da natureza são uma expressão do caráter e do poder de Deus; não devemos, porém, considerá-la como Deus. A habilidade artística das criaturas humanas produz obras muito belas, coisas que deleitam a vista. E essas coisas nos revelam algo de seu autor; a obra feita não é, no entanto, seu autor. Não é a obra, mas o obreiro, que é considerado digno de honra. Assim, ao passo que a natureza é uma expressão do pensamento de Deus, não é a Natureza, mas o Deus da natureza que deve ser exaltado (A Ciência do Bom Viver, p.413).


QUINTA, 19 JANEIRO 2018 – PROPRIEDADE VERDADEIRA

O Espírito Santo declara, por intermédio do profeta Isaías: “A quem pois fareis semelhante a Deus? ou com que O comparareis? […] Porventura não sabeis? porventura não ouvis? ou desde o princípio se vos não notificou isto mesmo? ou não atentastes para os fundamentos da Terra? Ele é o que está assentado sobre o globo da Terra, cujos moradores são para Ele como gafanhotos; Ele é o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar. […] A quem pois Me fareis semelhante, para que lhe seja semelhante? diz o Santo. Levantai ao alto os vossos olhos, e vede quem criou estas coisas, quem produz por conta o Seu exército, quem a todas chama pelos seus nomes; por causa da grandeza das Suas forças, e pela fortaleza do Seu poder, nenhuma faltará. Por que pois dizes, ó Jacó, e tu falas, ó Israel: O meu caminho está encoberto ao Senhor, e o meu juízo passa de largo pelo meu Deus? Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da Terra, nem Se cansa nem Se fatiga? […] Dá esforço ao cansado, e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor” (Is 40:18-29; O Desejado de Todas as Nações, p.282, 283).

Para os anjos, o rumo que os seres humanos tomam, afigura-se como um curso inexplicavelmente incoerente. Eles veem como a degradação é exposta de forma tão patente ao lado da descrença e condescendência com o apetite. Veem como Satanás está operando incansavelmente para destruir a imagem de Deus no homem. Ficam admirados de ver como seres dependentes de seu Criador para cada respiração, podem agir de maneira tão irracional e incoerente; indagam-se por que os homens escolhem aliar-se àquele que crucificou a Cristo e que encheu o mundo de disputa, inveja, e ciúme.

Cristo é o Senhor, nossa justiça. Tomemos posição ao Seu lado agora, neste instante. Que ninguém se envergonhe de reconhecer Cristo como seu Salvador, seu conselheiro, seu guia e seu galardão! Será que isso representa algum sacrifício? Será que é honroso estar incluído no exército de Satanás? Aqueles que fazem essa escolha nada lucram. Somente a morte, a morte eterna, os aguarda (Olhando Para o Alto [MM 1983], p.356, 357).

Homens de posses olham muitas vezes para sua riqueza e dizem: “Por minha capacidade adquiri para mim essa riqueza.” Mas quem lhes deu poder para adquirir riquezas? Deus concedeu-lhes a habilidade que possuem, mas em vez de dar-Lhe glória, eles a tomam para si mesmos. O Senhor os provará e experimentará e lançará sua glória ao pó. Ele suprimirá suas forças e espalhará seus bens. Em vez de bênção, eles lhes serão uma maldição. Um ato de injustiça ou opressão, um desvio do reto proceder, não seria mais tolerado num homem de posses do que naquele que nada possui. Todas as riquezas que o mais rico dos homens possa ter não é de valor suficiente para cobrir o menor pecado diante de Deus; elas não serão aceitas como resgate da transgressão. Unicamente arrependimento, verdadeira humildade, coração contrito e espírito abatido serão aceitos por Deus. Ninguém pode ter verdadeira humildade diante de Deus a menos que seja demonstrada diante de outros. Nada menos que arrependimento, confissão e abandono do pecado são aceitáveis a Deus (Testemunhos Para a Igreja, v. 1, p. 536, 537).


SEXTA, 19 JANEIRO 2018 – ESTUDO ADICIONAL

Para Conhecê-Lo, “Santidade e Humildade”, p.171.

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