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Comentários Ellen White: Lição 07 – Honestidade com Deus – 10 á 17 Fevereiro 2018

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SÁBADO Á TARDE – 10 FEVEREIRO 2018 – INTRODUÇÃO

Tudo que o homem recebe da generosidade de Deus, pertence ainda a Deus. O Deus tiver outorgado dentre as coisas valiosas e belas da Terra, é colocado nas mãos dos homens para os provar – a fim de sondar a profundidade de seu amor para com Ele e sua apreciação de Seus favores. Quer sejam tesouros de riqueza ou de intelecto, devem ser postos como sacrifício voluntário aos pés de Jesus, dizendo ao mesmo tempo o doador, como Davi: “Tudo vem de Ti, e da Tua mão To damos” (1Cr 29:14; Patriarcas e Profetas, p.753).

Nosso coração é naturalmente pecaminoso e indolente no serviço de Cristo. Necessitamos estar constantemente prevenidos ou fracassaremos em suportar as dificuldades como bons soldados de Cristo. Não sentiremos a necessidade de dirigir vigorosos golpes contra os pecados que nos rodeiam, mas prontamente aceitaremos as sugestões de Satanás, e ergueremos um estandarte para nós mesmos em lugar do puro e exaltado estandarte que Deus levantou por nós (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p.710).

O “coração honesto e bom” (Lc 8:15), do qual fala a parábola, não é um coração sem pecado, pois o evangelho deve ser pregado aos perdidos. Cristo disse: “Eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores” (Mc 2:17). Quem se rende à convicção do Espírito Santo é o que tem coração honesto. Reconhece sua culpa e se sente necessitado da misericórdia e do amor de Deus. Tem desejo sincero de conhecer a verdade para obedecer-lhe. O bom coração é o coração crente, que deposita fé na Palavra de Deus. É impossível receber a Palavra sem fé. “E necessário queaquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que é galardoador dosque O buscam” (Hb 11:6; Parábolas de Jesus, p.58, 59).

Quando Jesus falou do novo coração, referiu-Se à mente, à vida, ao ser todo. Ter uma mudança de coração é retirar as afeições do mundo, e uni-las a Cristo. Ter um coração novo é possuir novo espírito, novos propósitos, motivos novos. Qual é o sinal de um coração novo? – A vida transformada. Há um morrer dia a dia, hora a hora, para o egoísmo e o orgulho.

A verdadeira conversão nos torna estritamente honestos em nosso trato com os semelhantes. Torna-nos fiéis em nosso trabalho diário (Mensagens aos Jovens, p.72).

Os princípios, a justiça e a honestidade sempre devem ser acalentados. O Mestre requer que Seus servos sejam nobres nos intuitos e ações. Toda cobiça e avareza precisam ser vencidas. Os que escolhem a honestidade como sua companheira, haverão de introduzi-la em todos os seus atos. Para uma grande classe, tais homens não são agradáveis, mas para Deus eles são belos (Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p.607).


DOMINGO, 11 FEVEREIRO 2018 – UMA QUESTÃO DE HONESTIDADE

São as raposinhas que destroem a vinha; as pequeninas negligências, as pequeninas deficiências, as desonestidades pequeninas, os pequeninos desvios do princípio, tudo isso é o que cega a mente e a separa de Deus.

São as pequeninas coisas da vida que desenvolvem o espírito e determinam o caráter. Os que negligenciam as coisas pequeninas não estarão preparados para suportar as provas severas, quando lhes sobrevierem. Lembrem-se de que a formação do caráter não se conclui antes que termine a vida. Cada dia é colocado na estrutura um tijolo, bom ou mau. Vocês estão construindo, ou fora do prumo ou com a exatidão e correção que hão de formar um lindo templo para Deus. Portanto, ao cogitar em fazer grandes coisas, não negligenciem aspequeninas oportunidades que lhes vêm dia a dia. Quem negligencia as coisas pequenas, e no entanto se lisonjeia de estar pronto para realizar coisas maravilhosas pelo Mestre, esse está em perigo de fracassar totalmente. A vida se compõe, não de grandes sacrifícios e realizações maravilhosas, mas de coisinhas (Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p.231).

Muitos há que menosprezam os pequenos acontecimentos da vida, os pequeninos atos que devem ser executados dia a dia. Estes, porém, não devem ser estimados em pouco […] É unicamente o agir em harmonia com os princípios da Palavra de Deus nos pequeninos tratos da vida, que nos coloca do lado do direito. Somos provados e experimentados por essas pequenas ocorrências, e nosso caráter será estimado segundo a nossa obra.

É a atenção conscienciosa ao que o mundo chama de coisas pequenas, que faz a grande beleza e o êxito da vida (Nossa Alta Vocação [MM 1962], p.223, 224).

Sob o sistema judaico, o povo era ensinado a cultivar o espírito de liberalidade, tanto em sustentar a causa de Deus como em socorrer os necessitados. […]

Por esse sistema de beneficência, o Senhor procurava ensinar a Israel que em tudo Ele devia ser o primeiro. Assim era-lhes feito lembrar que Deus era o Proprietário de seus campos, rebanhos de ovelhas e de gado; que era Ele quem enviava o sol e a chuva para que a seara se desenvolvesse e amadurecesse. Tudo que possuíam era Dele; eles eram apenas mordomos de Seus bens (Atos dos Apóstolos, p.337).

O dízimo é sagrado, reservado por Deus para Si mesmo. Tem que ser levado ao Seu tesouro, para ser empregado em manter os obreiros do evangelho em seu trabalho. Durante longo tempo, o Senhor tem sido roubado, porque há pessoas que não compreendem ser o dízimo a porção que Deus reserva para Si.

Alguns se têm sentido insatisfeitos, e afirmado: “Não devolverei mais o dízimo; pois não confio na maneira com que as coisas estão sendo dirigidas na sede da obra.” Roubará, porém, a Deus, por pensar que a direção da obra não é correta? Apresente sua queixa franca e abertamente, no devido espírito, e às pessoas competentes. Solicite em suas petições que as coisas sejam corrigidas e colocadas em ordem; mas não se retire da obra de Deus, nem se demonstre infiel porque outros não estejam fazendo o que é correto (Testemunhos Para a Igreja, p.249).


SEGUNDA, 12 FEVEREIRO 2018 – VIDA DE FÉ

A prova de Abraão foi a mais dura que poderia sobrevir a um ser humano. Houvesse ele falhado nisso, ele nunca haveria sido registrado como pai dos fiéis. […] A lição foi dada para resplandecer através dos séculos a fim de aprendermos que não há coisa alguma preciosa demais para darmos a Deus. É quando consideramos todo dom como sendo do Senhor, para ser empregado em Seu serviço, que asseguramos a bênção celestial. Devolvam a Deus os bens que lhes confiou, e mais lhes será concedido. Guardem para si mesmos esses bens, e não receberão nenhuma recompensa nesta vida, e perderão a recompensa da vida por vir (Nossa Alta Vocação [MM 1962], p.187).

Os cristãos professos se deixam ficar demasiadamente próximo das baixadas da Terra. Seus olhos são treinados para ver somente as coisas comuns, e sua mente se demora nas coisas que os olhos contemplam. Sua experiência religiosa é muitas vezes superficial e insatisfatória, e suas palavras são frívolas e sem valor. Como podem tais pessoas refletir a imagem de Cristo? Como podem irradiar os brilhantes raios do Sol da Justiça para todos os lugares escuros da Terra? Ser cristão é ser semelhante a Cristo (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 6, p.1223).

A fé é a confiança em Deus, ou seja, a crença de que Ele nos ama e conhece perfeitamente o que é para nosso bem. Assim ela nos leva a escolher Seu caminho emvez de o nosso próprio. Em lugar da nossa ignorância, ela aceita Sua sabedoria;em lugar de nossa fraqueza, aceita Sua força; em lugar de nossa pecaminosidade, Sua justiça. Nossa vida e nós mesmos já somos Dele; a fé reconhece essa posse e aceita as bênçãos dela. A verdade, correção e pureza, têm sido designadas como segredos do êxito da vida. É a fé que nos põe na posse desses princípios.

Todo bom impulso ou boa aspiração é um dom de Deus. A fé recebe de Deus aquela vida que, somente, pode produzir o verdadeiro crescimento e eficiência (Educação, p.253).

Devemos fazer tudo que pudermos, de nossa parte, para combater o bom combate da fé. Devemos lutar, labutar e esforçar-nos por entrar pela porta estreita. Sempre devemos pôr o Senhor diante de nós. Com mãos limpas, com coração puro, temos que procurar honrar a Deus em todos os nossos caminhos. Foi-nos provido auxílio Naquele que é poderoso para salvar. O espírito de verdade e luz nos vivificará e renovará por suas misteriosas atuações; pois todo o nosso progresso espiritual vem de Deus, e não de nós mesmos. O verdadeiro obreiro terá poder divino para ajudá-lo, mas o ocioso não será sustentado pelo Espírito de Deus.

[…] devemos alcançar a norma mais elevada, crendo que Deus nos ajudará em nossos esforços. Precisamos buscar, se queremos achar, e buscar com fé; temos de bater, para que nos seja aberta a porta. […] Temos que ir a Cristo com fé, temos que ser diligentes e confirmar a nossa vocação e eleição (Fé e Obras, p.48).


TERÇA, 13 FEVEREIRO 2018 – UMA DECLARAÇÃO DE FÉ

Deve-se explicar bem como exercer a fé. Para toda promessa de Deus há condições. Se estamos dispostos a fazer Sua vontade, toda a Sua força é nossa. Qualquer dom que Ele prometeu, está na própria promessa. “A semente é a Palavra de Deus” (Lc 8:11). Tão certo como o carvalho está no seu fruto, o dom de Deus está em Sua promessa. Se recebemos a promessa, temos o dom.

A fé que nos habilita a receber os dons de Deus é em si mesma um dom, do qual certa medida é comunicada a todo ser humano. Ela cresce quando é exercitada em apropriar-se da Palavra de Deus. A fim de fortalecer a fé devemos frequentemente trazê-la em contato com a Palavra (Educação, p.253, 254).

Da confiança no poder divino advém a paz. Logo que a pessoa resolve agir de acordo com a luz dada, o Espírito Santo concede mais luz e força. A graça do Espírito é suprida para cooperar com a resolução do coração, mas não é um substituto do exercício individual da fé. O êxito na vida cristã depende da apropriação da luz dada por Deus. Não é a abundância de luz e de evidências que torna alguém liberto em Cristo; é o despertar das faculdades, a vontade e as energias da alma para clamar sinceramente: “Eu creio, Senhor! Ajuda a minha incredulidade” (Mc 9:24; Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, p.518).

Com profunda gratidão [Jacó] repetiu a promessa de que a presença de Deus seria com ele; e então fez este voto solene: “Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer e vestidos para vestir; e eu em paz tornar à casa de meu pai, o Senhor será o meu Deus; e esta pedra que tenho posto por coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente Te darei o dízimo” (Gn 28:20-22).

Jacó não estava fazendo um contrato com Deus. O Senhor já lhe havia prometido prosperidade, e esse voto foi o transbordar de um coração cheio de gratidão pela certeza do amor e misericórdia de Deus. Jacó entendia que Deus tinha direitos sobre ele, os quais ele devia reconhecer, e que os sinais especiais do favor divino a ele concedidos exigiam retribuição. Assim, toda a bênção que nos é concedida reclama uma resposta ao Autor de todas as nossas vantagens. O cristão deve muitas vezes rever sua vida passada, e relembrar com gratidão os preciosos livramentos que Deus realizou em favor dele, amparando-o na provação, abrindo caminho diante dele quando tudo parecia escuro e vedado, refrigerando-o quando estava pronto a desfalecer. Deve reconhecê-los todos como provas do cuidado vigilante dos anjos celestiais. Em vista dessas bênçãos inumeráveis, deve muitas vezes perguntar, com coração submisso e grato: “Que darei eu ao Senhor, por todos os benefícios que me tem feito?” (Sl 116:12;Patriarcas e Profetas, p.187).


QUARTA, 14 FEVEREIRO 2018 – DÍZIMO HONESTO: SANTO AO SENHOR

Aquele que dá ao homem a capacidade de adquirir riqueza, deu, juntamente com esse dom, uma obrigação. De tudo que adquirimos Ele exige determinada porção. O dízimo é do Senhor. “Todas as dízimas do campo, da semente do campo, do fruto das árvores, … as dízimas de vacas e ovelhas, … santas são ao Senhor” (Lv 27:30 e 32). O voto feito por Jacó em Betel mostra a extensão da obrigação. […]

“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro” (Ml 3:10), é a ordem de Deus. […]

Não somos senão mordomos, e do desempenho de nossa obrigação para com Deus e o homem, depende tanto o bem-estar de nossos semelhantes como nosso próprio destino nesta vida e na vindoura (Educação, p.138, 139).

Mas o sistema dos dízimos não se originou com os hebreus. Desde os primitivos tempos o Senhor reivindicava como Seu o dízimo; e tal reivindicação era reconhecida e honrada. Abraão entregou dízimos a Melquisedeque, sacerdote do altíssimo Deus (Gn 14:20). Jacó, quando em Betel, exilado e errante, prometeu ao Senhor: “De tudo quanto me deres, certamente Te darei o dízimo” (Gn 28:22). Quando os israelitas estavam prestes a se estabelecerem como nação, a lei dos dízimos foi confirmada, como um dos estatutos divinamente ordenados, da obediência da qual dependia a sua prosperidade.

O sistema dos dízimos e ofertas destinava-se a impressionar a mente dos homens com uma grande verdade – a de que Deus é a fonte de toda bênção às Suas criaturas, e de que a Ele é devida a gratidão do ser humano pelas boas dádivas de Sua providência (Patriarcas e Profetas, p.525).

Os israelitas eram ensinados a consagrar ao serviço do santuário o dízimo de toda renda. […] Deus não espera menos de nós do que do povo antigamente. A grande obra da salvação precisa ser levada avante. Pelo dízimo, ofertas e dádivas Ele fez provisão para esta obra. […] Reclama o dízimo como Sua propriedade, e o mesmo deveria ser sempre considerado uma reserva sagrada a ser depositada no Seu tesouro para o benefício de Sua causa (Parábolas de Jesus, p.300).

Deus tem direito sobre nós e tudo o que temos. Seu direito está acima de qualquer outro. E, em reconhecimento desse direito, ordena que Lhe demos uma parte proporcional fixa de tudo o que Ele nos dá. Essa parte específica é o dízimo. Sob a direção do Senhor, foi-Lhe consagrado nos tempos mais remotos. […]

Reclama o dízimo como Seu, e este deve ser sempre considerado uma reserva sagrada, a ser colocada no Seu tesouro para o bem de Sua causa, para o avanço de Sua obra, para enviar Seus mensageiros às partes mais distantes da Terra (Conselhos Sobre Mordomia, p.71).


QUINTA, 15 FEVEREIRO 2018 – REAVIVAMENTO, REFORMA E DÍZIMO

Ao retornar da Pérsia, Neemias soube da ousada profanação, e tomou de pronto medidas para expulsar o intruso. “Muito me desagradou”, ele declarou; […]

Não somente havia o templo sido profanado, mas as ofertas tinham sido mal empregadas. Isso estava desencorajando a liberalidade do povo. As pessoas haviam perdido seu zelo e fervor, e relutavam em devolver o dízimo. A tesouraria da casa do Senhor estava pobremente suprida; muitos dos cantores e outros empregados nos serviços do templo, não recebiam sustento suficiente, haviam deixado a obra de Deus para trabalhar em outras atividades.

Neemias pôs mãos à obra para corrigir esses abusos. Reuniu todos os que tinham deixado a obra da casa do Senhor, e os restaurou “no seu posto”. Isso inspirou confiança ao povo, e todo o Judá “trouxe os dízimos do grão, e do mosto, e do azeite aos celeiros”. Homens “que se tinham achado fiéis” foram feitos “tesoureiros… sobre os celeiros”, “e se lhes encarregou a eles a distribuição para seus irmãos” (Ne 13:11-13; Profetas e Reis, p.670).

Restituindo a Deus essa parte, testemunharemos nosso apreço por Suas dádivas. Como podemos, pois, reivindicar Suas bênçãos, se retemos o que Lhe pertence? Como podemos esperar que nos confie coisas celestiais, se somos mordomos infiéis das terrenas? Pode ser que nisso esteja o segredo das orações não atendidas.

Em Sua grande misericórdia, porém, o Senhor está pronto a perdoar. […] (Parábolas de Jesus, p.144).

Na obra de reforma a ocorrer hoje, há necessidade de homens que, como Esdras e Neemias não obscureçam nem desculpem o pecado, nem se esquivem de vindicar a honra de Deus. Aqueles sobre quem repousa o fardo desta obra, não se sentirão em paz quando o erro é praticado, nem cobrirão o mal com o manto da falsa caridade. Eles se lembrarão de que Deus não faz acepção de pessoas, e que a severidade para com uns poucos pode representar misericórdia para com muitos. Eles se lembrarão também de que o Espírito de Cristo deve ser revelado naquele que repreende o mal.

Em sua obra, Esdras e Neemias se humilharam perante Deus, confessando seus pecados e os pecados do seu povo, e pleiteando o perdão como se fossem eles os ofensores. Pacientemente labutaram, oraram e sofreram. O que tornou mais difícil sua obra não foram as hostilidades abertas dos pagãos, mas a oposição secreta de pretensos amigos, que, colocando sua influência a serviço do mal, aumentaram dez vezes o fardo dos servos de Deus. Esses traidores forneceram os inimigos do Senhor com material para ser usado em sua guerra contra seu próprio povo. Suas más paixões e rebeldes desejos estavam sempre em conflito com os claros reclamos de Deus (Profetas e Reis, p. 675).


SEXTA, 16 FEVEREIRO 2018 – ESTUDO ADICIONAL

Vidas que Falam, “A obra que está mais próxima”, p.220.

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