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Comentários Ellen White: Lição 11 – Dívida: Uma Decisão Diária – 10 á 17 Março 2018

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SÁBADO Á TARDE – 10 MARÇO 2018 – INTRODUÇÃO

Alguns serão honestos quando virem que a honestidade não lhes prejudicará os interesses terrenos; mas o nome de todos quantos agirem segundo estes princípios serão apagados do livro da vida.

Importa cultivar estrita honestidade. Não podemos passar pelo mundo senão uma vez; não nos é possível voltar para retificar quaisquer erros; portanto, todo passo deve ser dado em piedoso temor e cuidadosa consideração. A honestidade e a astúcia não se harmonizam; ou a astúcia será dominada, e a verdade e a honestidade tomarão as rédeas do governo, ou a astúcia tomará as rédeas, e a honestidade deixará de dirigir. Não poderão ambas agir juntamente; elas jamais estarão de acordo. Quando Deus recolher Suas jóias, os verdadeiros, os francos, os honestos, serão os Seus escolhidos, os Seus tesouros. Os anjos estão preparando coroas para esses; e a luz do trono de Deus refletir-se-á em seu esplendor desses diademas crivados de estrelas (Nossa Alta Vocação, MM 1962, p.223).

Alguns não se têm erguido e unido no plano da doação sistemática, desculpando-se de não estarem livres de dívidas. Alegam que primeiro a ninguém devem ficar devendo coisa alguma. (Rom. 13:8.) Mas o fato de terem dívidas não os escusa. Vi que devem dar a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. Alguns são conscienciosos quanto a não dever coisa alguma a ninguém, e pensam que Deus nada pode exigir deles enquanto todas as suas dívidas não estiverem pagas. Aí é que eles se enganam. Deixam de dar a Deus o que Lhe pertence. Devem todos levar ao Senhor uma oferta agradável. Os que têm dívidas devem retirar a quantia que devem do que possuem, e dar uma parte proporcional do restante (Conselhos Sobre Mordomia, p.258).

Jeová, o Ser eterno, existente por Si mesmo, incriado, sendo o originador e mantenedor de todas as coisas, é o único que tem direito a reverência e culto supremos. Proíbe-se ao homem conferir a qualquer outro objeto o primeiro lugar nas suas afeições ou serviço. O que quer que acariciemos que tenda a diminuir nosso amor para com Deus, ou se incompatibilize com o culto a Ele devido, disso fazemos um deus (Patriarcas e Profetas, p.305).

É dever de homens e mulheres agir segundo a razão relativamente a seu labor. Não devem gastar as energias desnecessariamente, pois assim fazendo, não somente trazem sofrimentos a si mesmos, mas por seus erros, acarretam ansiedade, fadiga e sofrimento àqueles a quem amam. O que requer tal soma de trabalho? Intemperança no comer e no beber, e o desejo de riqueza têm levado a essa intemperança. Caso o apetite seja controlado, e seja ingerido apenas o alimento saudável, haverá tanta economia nas despesas, que homens e mulheres não serão compelidos a trabalhar além de suas forças, transgredindo assim as leis da saúde. O desejo de homens e mulheres de acumular propriedade não é pecado caso, em seus esforços para atingirem seu objetivo, não se esquecerem de Deus, […] Se em sua pressa de enriquecer eles sobrecarregam as próprias energias, e transgridem as leis de seu ser, situam-se de maneira a não lhes ser possível prestar a Deus serviço perfeito, e seguem uma direção pecaminosa (Mensagens Escolhidas, v. 2, p.429).


DOMINGO, 11 MARÇO 2018 – EMPRÉSTIMOS E DESPESAS

Não existe função na vida, nem fase da experiência humana para a qual a Bíblia não contenha valiosa instrução. Governador ou súdito, senhor ou servo, comprador ou vendedor, o que empresta ou o que toma emprestado, pai ou filho, professor ou aluno – todos podem nela encontrar lições de inestimável valor (Fundamentos da Educação Cristã, p.542).

Desejar levar a própria carga e não comer o pão da dependência é correto. É uma ambição nobre e generosa que dita o desejo de manutenção própria. São necessários hábitos de diligência e modéstia.

Muitos, muitíssimos, não se têm educado o bastante para manter suas despesas nos limites de seus rendimentos. Não aprendem a ajustar-se às circunstâncias, e tomam e tornam a tomar empréstimos, sobrecarregando-se de débitos, e consequentemente ficam desencorajados. […]

Todos devem aprender a tomar nota de suas despesas. Alguns o negligenciam como não sendo coisa essencial; é um erro, porém. Todas as despesas devem ser anotadas com exatidão.

O Senhor me apresentou os males que resultam dos hábitos de desperdício, a fim de que eu pudesse advertir os pais para que ensinem a seus filhos a estrita economia. Ensinemos a eles que o dinheiro gasto naquilo de que não necessitam é desviado de seu uso legítimo.

Se temos hábitos extravagantes, devemos cortá-los de vez em vossa vida. A menos que façamos isso, estaremos despreparados para a eternidade. Hábitos de economia, diligência e sobriedade são o melhor legado para nossos filhos do que um rico dote.

Somos peregrinos e estrangeiros na Terra. Não gastemos nossos recursos na satisfação de desejos que Deus teria que reprimir. Representemos convenientemente nossa fé pela restrição de nossas necessidades (O Lar Adventista, p.374, 375).

O Senhor tem confiado aos homens vida, saúde e as faculdades do raciocínio. Tem-lhes dado força física e mental para ser exercida; e não deveriam esses dons ser fiel e diligentemente empregados para a glória de Seu nome? […]

Todos precisam praticar a economia. Nenhum obreiro deve dirigir seus negócios de modo a incorrer em dívida. A prática de sacar dinheiro do tesouro antes de o ganhar, é um laço. Assim os recursos são limitados, de modo que os obreiros não podem ser mantidos na obra missionária. Quando alguém, voluntariamente, se envolve em dívidas, está-se emaranhando numa das redes que Satanás arma para as pessoas. […]

A prática de tomar dinheiro emprestado para libertar-se de alguma premente necessidade e não tomar medidas para cancelar os débitos, conquanto seja comum é desmoralizante. O Senhor deseja que todos os que creem na verdade se convertam dessas práticas enganosas. Devem escolher antes sofrer necessidades do que cometer um ato desonesto. […] Se os que compreendem a verdade não mudam no caráter em correspondência com a influência santificadora da verdade, serão um cheiro de morte para morte. Darão uma representação errônea da verdade, trarão vergonha sobre ela e desonrarão a Cristo, que é a verdade (O Colportor Evangelista, p.93-36).


SEGUNDA, 12 MARÇO 2018 – MORDOMIA E SATISFAÇÃO INSTANTÂNEA 

Propenso à satisfação própria, [Esaú] nada desejava tanto como a liberdade para fazer [tudo] conforme lhe agradasse. Para ele, poderio e riquezas, festas e orgias, eram felicidade. Ele se gloriava na liberdade sem restrições de sua vida selvagem e errante.

Ele representa uma classe de pessoas que […] condescenderam com apetites, paixões e tendências, a ponto de enfraquecer sua capacidade de discernir e reconhecer o valor das coisas eternas. [Esaú] estava por tanto tempo habituado a satisfazer o eu que não sentiu necessidade de fugir do prato tentador e cobiçado. Ficou nutrindo pensamentos sobre isso e não fez nenhum esforço especial para restringir o apetite, até que […] foi controlado por ele, e ficou imaginando que poderia sofrer grande prejuízo, e até mesmo morte, se não conseguisse esse determinado prato. Quanto mais nele pensava, mais seu desejo era fortalecido, até que sua primogenitura, que era coisa sagrada, perdeu para ele seu valor e santidade (Vidas Que Falam [MM 1971], p.58).

Os que transgridem as leis de Deus, existentes em seu próprio organismo, não serão tardios em transgredir a lei proclamada no Sinai. Aqueles que, após haverem recebido a luz, se recusam a comer e beber guiados pelo princípio em lugar de serem controlados pelo apetite, não serão perseverantes com relação a ser governados por princípio em outras coisas. A menção do assunto da reforma no comer e beber desenvolverá o caráter e conduzirá infalivelmente à luz aqueles que “fazem de seu ventre um deus” (Fp 3:19; Conselhos Sobre Saúde, p.39).

Há [na Bíblia] muita coisa que a mente finita, não iluminada pela sabedoria divina, é impotente para compreender; e assim encontra ensejo para criticar. Há muitos que parecem entender ser virtude achar-se do lado da descrença, do ceticismo e da incredulidade. Mas, sob a aparência de sinceridade, será visto que tais pessoas são movidas pela confiança própria e orgulho. Muitos se deleitam em encontrar nas Escrituras alguma coisa que confunda a mente de outros. Alguns a princípio criticam e sofismam, por simples amor à controvérsia. Não compreendem que estão assim se enredando nas ciladas do caçador. […] Assim eles se unem aos ímpios, e fecham para si mesmos as portas do paraíso (O Grande Conflito, p.526).

Os que amam a Deus de todo o coração, desejarão prestar-Lhe o melhor serviço de sua vida, e estarão constantemente procurando colocar toda capacidade do ser em harmonia com as leis que os tornarão aptos a fazer Sua vontade. Não permitirão que, pela condescendência com o apetite ou com desejos corrompidos, a oferta que apresentam a seu Pai celestial fique debilitada ou corrompida.

Pedro escreveu: “Peço-vos […] que vos abstenhais das concupiscências carnais, que combatem contra a alma” (1Pe 2:11, ARC). Toda concessão feita ao pecado tende a tornar inativas nossas capacidades e destruir nosso poder de percepção mental e espiritual, e a Palavra ou o Espírito de Deus não causarão mais do que uma fraca impressão no coração. Paulo escreveu aos coríntios: “Purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santificação no temor de Deus” (2Co 7:1; O Grande Conflito, p.473, 474).


TERÇA, 13 MARÇO 2018 – VIVENDO COM OS PRÓPRIOS RECURSOS

Há pessoas que não agem com sabedoria. Estão ansiosas por ter grande aparência. Pensam que a exibição lhes dará influência. Em seu trabalho, não se assentam primeiro para avaliar o custo, para ver se são capazes de terminar o que começaram. Mostram assim sua fraqueza. Mostram que muito têm a aprender quanto à necessidade de agir de maneira cuidadosa e cautelosa. Em sua confiança própria, cometem muitos erros. Assim alguns têm tido um prejuízo do qual jamais se recuperarão (Conselhos Sobre Mordomia, p.273).

Os cristãos que creem na verdade presente devem manifestar sabedoria e previdência. Não devem negligenciar a disposição de seus recursos, esperando uma oportunidade favorável de ajustar seus negócios durante uma longa enfermidade. Devem manter seus negócios de tal forma que, se a qualquer momento fossem chamados para deixá-los e não tivessem oportunidade de opinar quanto aos ajustes necessários, pudessem ser administrados como eles gostariam que fossem se estivessem vivos (Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p.117).

Os seguidores de Cristo não devem desprezar a riqueza. Devem considerá-la um talento confiado pelo Senhor. Pelo uso sábio de Seus dons, eles podem ser eternamente beneficiados, mas devemos ter sempre em mente o fato de que Deus não nos deu riquezas para usá-las justamente como imaginamos, para satisfazer o impulso, para as conferirmos ou retermos de acordo com nossa vontade. Não devemos usar as riquezas de maneira egoísta, empregando-as simplesmente para nossa própria satisfação. Tal atitude não seria correta nem para com Deus nem para com nossos semelhantes, trazendo apenas, por fim, perplexidade e dificuldades. […]

Tanto os pobres quanto os ricos estão decidindo seu próprio destino eterno e provando se são súditos aptos para a herança dos santos na luz. Os que fazem de sua riqueza uso egoísta neste mundo revelam atributos de caráter que mostram o que fariam se tivessem maiores vantagens e possuíssem os tesouros imperecíveis do reino de Deus. Os princípios egoístas exercidos na Terra não são os princípios que prevalecerão no Céu. Todos os homens estão em igualdade diante do Céu. […] (Conselhos Sobre Mordomia, p.133).

Seus recursos não são de maior valor do que a areia, exceto se forem empregados unicamente para as necessidades da vida diária e para abençoar outros e fazer avançar a causa de Deus. […]

Ele o convida a retirar suas afeições do mundo e a colocá-las sobre coisas celestiais. A fim de conhecer a vontade de Deus, você deve estudá-la em vez de seguir as próprias inclinações e a tendência natural da sua mente. “Que queres que te faça?” (Lc 18:41) deve ser a ardente e ansiosa indagação de seu coração (Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p.53, 54).


QUARTA, 14 MARÇO 2018 – DIZENDO NÃO Á DÍVIDA

Homens que poderiam ter feito bem se tivessem se consagrado a Deus, se estivessem dispostos a trabalhar de maneira humilde, aumentando gradualmente seus negócios, e recusando-se a entrar em dívidas, fracassam porque não têm trabalhado de maneira correta. E depois de terem caído em dificuldades ficam desmoralizados, tornando-se incompetentes para administrar. Desejavam libertar-se da pressão financeira e não pararam para pensar nos resultados posteriores.

Os que os ajudam a sair da dificuldade são tentados a ligá-los com cordas tão fortes na forma de compromissos, que daí por diante sentem que estão escravizados. Raras vezes conseguem ressarcir-se da reputação de má administração e fracasso.

Aos que assim se acham envolvidos em dívidas, fui instruída a dizer: não desanimem se estiverem agindo na direção certa. Trabalhem com todas as forças para aliviar vós mesmos a situação. […] (Conselhos Sobre Mordomia, p.273, 274).

Vi que Deus estava desgostoso com Seu povo por se tornarem fiadores de incrédulos. Minha atenção foi dirigida para estes textos: “Não estejas entre os que dão as mãos, e entre os que ficam por fiadores de dívidas” (Pv 22:26. “De certo sofrerá severamente aquele que fica por fiador do estranho, mas o que aborrece a fiança estará seguro” (Pv 11:15). Mordomos infiéis! Empenham aquilo que pertence a outro – seu Pai celestial. E Satanás está a postos para ajudar seus filhos a arrebatálo de suas mãos. Os observadores do sábado não devem ser sócios dos incrédulos. O povo de Deus confia demasiadamente nas palavras dos estranhos, e buscamlhes o conselho, quando não o devem fazer. O inimigo os torna agentes seus, e por intermédio deles trabalha para desconcertar os filhos de Deus, e os prejudicar (Testemunhos Para a Igreja, v. 1, p.200).

Aquilo que se acha na base da integridade comercial e do verdadeiro êxito, é o reconhecimento da propriedade de Deus. O Criador de todas as coisas é seu Proprietário original. Somos Seus mordomos. Tudo que temos foi confiado por Ele, para ser usado de acordo com Sua direção.

Essa é uma obrigação que repousa sobre todo ser humano. Afeta toda esfera da atividade humana. Quer o reconheçamos quer não, somos mordomos, supridos por Deus com talentos e facilidade, e colocados no mundo para realizar uma obra indicada por Ele (Educação, p.137).

Muitos, muitíssimos, não se educaram de modo a poder conservar seus gastos dentro do limite de suas entradas. Não aprendem a se adaptar às circunstâncias, e vez após vez tomam emprestado, tomam emprestado, ficando sobrecarregados de dívidas, e consequentemente desanimados.

Muitos não se lembram da causa de Deus, e descuidadamente gastam dinheiro em divertimentos dos feriados, em roupas e tolices, e quando se faz um apelo para o avanço da obra tanto nas missões nacionais como nas estrangeiras, nada têm para dar, ou até mesmo já estouraram sua conta. Roubam, assim, a Deus nos dízimos e ofertas, e, pela sua egoísta condescendência se expõem a cruéis tentações, e caem nas ciladas de Satanás.

Devemos estar sempre em guarda, e não nos permitir gastar dinheiro com o que não é necessário, simplesmente por ostentação. Não nos devemos permitir condescender com gostos que nos levam a seguir os costumes do mundo, e roubar o tesouro do Senhor (Conselhos Sobre Mordomia, p.249).


QUINTA, 15 MARÇO 2018 – POUPANDO E INVESTINDO

O sábio se dirige ao indolente, nestas palavras: “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos e sê sábio. A qual, não tendo superior, nem oficial, nem dominador, prepara no verão o seu pão; na sega ajunta o seu mantimento” (Pv 6:6-8). A habitação que as formigas constroem para si revela habilidade e perseverança. Tão-somente um pequenino grão de cada vez elas podem carregar, mas pela diligência e perseverança realizam maravilhas.

Salomão indica a operosidade da formiga como uma censura aos que desperdiçam suas horas na ociosidade, ou em práticas que corrompem a alma e o corpo. A formiga se prepara para as estações futuras; mas muitos que são dotados das faculdades do raciocínio deixam de se preparar para a futura vida imortal.

O Sol, a Lua, as estrelas, as sólidas rochas, o rio que flui e o vasto e inquieto oceano ensinam lições que todos bem fariam em levar a sério (Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, p.190).

Deus nos chama servos, o que implica que somos empregados por Ele para realizar certo trabalho e assumir certas obrigações. Emprestou-nos um capital para investimento. Este não é nossa propriedade, e desagradamos a Deus se acumularmos os bens do Senhor para gastarmos como nos aprouver. Somos responsáveis pelo uso ou abuso daquilo que Deus nos emprestou. Se o capital que Ele colocou em nossas mãos está inoperante ou enterrado, mesmo que seja apenas um talento, seremos chamados a dar contas ao Mestre. Ele requer, não o nosso, mas o Dele com juros (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p 668).

Não devemos atentar “nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas” (2Co 4:18). A permuta que fazemos ao renunciar desejos e inclinações egoístas, é uma permuta do inútil e transitório com o precioso e duradouro. Isso não é sacrifício, antes infinito ganho.

“Algo melhor” é a senha da educação, a lei de todo o verdadeiro viver. Cristo oferece algo melhor em lugar do que quer que nos ordene renunciar. […] Sejam [os jovens] dirigidos a algo melhor do que a ostentação, ambição e condescendência própria. Ponham-se em contato com uma beleza mais verdadeira, com princípios mais elevados e com mais nobres vidas. Induza-os a contemplar Aquele que é “totalmente desejável” (Ct 5:16). Quando o olhar se fixa Nele, a vida encontra seu centro. O entusiasmo, a devoção generosa, o apaixonado ardor da juventude encontram Nele seu verdadeiro objetivo. O dever se torna um deleite e o sacrifício um prazer. Honrar a Cristo, tornar-se semelhante a Ele, trabalhar por Ele, será a mais elevada ambição da vida e sua máxima alegria (Educação, p.296, 297).


SEXTA, 16 MARÇO 2018 – ESTUDO ADICIONAL

Conselhos Sobre Mordomia, “Como nos dias de Noé”, p.135.

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