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Comentários Lição da Bíblia: Lição 12 – Juízo Sobre Babilônia – 16 a 23 de Março 2019

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SÁBADO A TARDE – 16 DE MARÇO 2019

VERSO PARA MEMORIZAR: “Ouvi outra voz do Céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos; porque os seus pecados se acumularam até ao Céu, e Deus Se lembrou dos atos iníquos que ela praticou” (Ap 18:4, 5).A sexta praga provocará o secamento simbólico do rio Eufrates, à medida que o mundo desiludido retirar seu apoio popular à Babilônia do tempo do fim. A destruição de seu poder será precedida por extensivas ações demoníacas que falsificarão a obra de Deus (Ap 16:13, 14). A atuação demoníaca será bem-sucedida em unir os ímpios na preparação para a batalha do Armagedom. No início da batalha final, ocorrerá um grande terremoto como parte da sétima praga.

 

O terremoto destruirá a unidade de Babilônia e a dividirá em três partes (Ap 16:18, 19). A Babilônia do tempo do fim foi descrita como uma cidade, significando a breve união dos poderes políticos e religiosos do mundo em oposição ao povo de Deus. Essa unidade será destruída, causando a ruína da Babilônia do tempo do fim. Em Apocalipse 16:19, anuncia-se apenas o colapso político da Babilônia do tempo do fim.

 

Os capítulos 17 e 18 revelam como essa queda ocorrerá. Antes de descrever a ruína da Babilônia do tempo do fim e os motivos de sua queda (Ap 17:12–18:24), em Apocalipse 17, descreve-se esse sistema religioso, dessa vez em termos de uma prostituta montada em uma besta escarlate. Em associação com suas filhas, a meretriz Babilônia seduz o mundo contra Deus (Ap 17:1-11).


DOMINGO, 17 DE MARÇO 2019 – BABILÔNIA, A PROSTITUTA

1. Leia Apocalipse 17:1. Jeremias 51:13 revelou que as “muitas águas” sobre as quais Babilônia está sentada são o rio Eufrates. De acordo com Apocalipse 17:15, o que as “muitas águas” simbolizam? Complete as lacunas: “As águas que viste, onde a meretriz está assentada, são ____________, multidões, ________________ e _________________” (Ap 17:15).

Na Bíblia, “mulher” é um símbolo para o povo de Deus. Em Apocalipse, a verdadeira igreja de Deus é retratada como uma mulher pura (Ap 12:1; 22:17). Portanto, uma “prostituta” representa uma igreja falsa e apóstata. Em Apocalipse 17:5, essa prostituta é identificada como Babilônia, a Grande. Assim como a Babilônia antiga dependia do rio Eufrates para sua subsistência, a Babilônia do tempo do fim dependerá do apoio das massas para impor seus planos.

2. Leia Apocalipse 14:8; 17:2; 18:2, 3. Quais são os dois grupos envolvidos em uma relação ilícita com a Babilônia do tempo do fim, sendo seduzidos por ela? Assinale a alternativa correta:

A.( ) Os reis e habitantes da Terra.

B.( ) Os salvos e ímpios ressuscitados.

O primeiro grupo são os reis da Terra, os poderes políticos governantes. Eles são retratados em uma relação adúltera com a prostituta Babilônia. No Antigo Testamento, a expressão “prostituição” é usada frequentemente para descrever como o Israel apóstata se afastou de Deus e se voltou para as falsas religiões (Is 1:21; Jr 3:1-10). A relação adúltera entre os reis da Terra e a prostituta simboliza uma união ilícita entre a Babilônia do tempo do fim e os poderes políticos governantes, uma união entre Igreja e Estado.

O segundo grupo em uma relação ilícita com a prostituta Babilônia são os habitantes da Terra, o povo governado. Eles se embebedam com o vinho da prostituição de Babilônia. Em contraste com os poderes políticos governantes, a população em geral é intoxicada pelas práticas e ensinamentos falsos de Babilônia, sendo enganada a pensar que ela pode protegê-los. Quando as pessoas estão embriagadas, elas não pensam com clareza e são facilmente controladas (veja Is 28:7). O mundo inteiro será desviado por Babilônia, com exceção de um remanescente fiel.

Assim como no passado e no presente, o povo será enganado no fim dos tempos. Quais são os perigos de seguir a opinião popular, não importando a popularidade dessa opinião?


SEGUNDA-FEIRA, 18 DE MARÇO 2019 – A PROSTITUTA MONTADA NA BESTA ESCARLATE

3. Leia Apocalipse 17:1, 3. Por que os símbolos “água” e “besta” descrevem adequadamente os apoiadores de Babilônia?

Ao ser levado em visão para o deserto, João viu uma mulher montada em uma besta escarlate. Enquanto a prostituta representa uma entidade religiosa, a besta simboliza um poder político. A imagem da religião dominando os poderes seculares e políticos indica duas entidades separadas, algo que não era o caso no passado, quando a religião e a política estavam integradas.

Contudo, a profecia revela que essas duas entidades se unirão no tempo do fim. O conceito de montar em uma besta indica domínio; como aquela que está montada na besta, esse sistema religioso do tempo do fim dominará os poderes seculares e políticos.

4. Quais características da prostituta apontam para o dragão, para a besta do mar e para a besta que emerge da Terra, em Apocalipse 12 e 13?

A prostituta foi retratada de maneira extravagante, vestida de púrpura e escarlate, e adornada com ornamentos de ouro, pedras preciosas e pérolas. O ato de se adornar era uma prática das prostitutas na Antiguidade para aumentar seu poder de sedução (Jr 4:30). Como a cor do sangue, a escarlate corresponde ao caráter opressor desse sistema religioso. O vestido da prostituta falsifica as vestes do sumo sacerdote no Antigo Testamento, que incluíam as cores púrpura, escarlate e ouro (Êx 28:5, 6).

A inscrição blasfema na testa da prostituta substitui a inscrição “SANTIDADE AO SENHOR” na mitra do sumo sacerdote (Êx 28:36-38). O cálice em sua mão nos lembra os utensílios do santuário, nos quais o rei Belsazar e seus convidados beberam vinho (Dn 5:2-4). O cálice na mão da prostituta utiliza a aparência da verdade para esconder o vinho, as falsidades do sistema religioso de Satanás no fim dos tempos, a fim de seduzir o mundo para longe de Deus.

Além disso, a prostituta Babilônia foi descrita como embriagada com o sangue dos santos e dos mártires que morreram como resultado de seu testemunho. Esses crimes de sangue ligam a Babilônia do tempo do fim ao cristianismo apóstata medieval, liderado pelo papado e responsável pela morte de milhões de cristãos fiéis ao evangelho.

A descrição da prostituta Babilônia reflete a imagem de Jezabel na igreja de Tiatira (Ap 2:20-23). Como os paralelos entre essas mulheres elucidam o caráter da Babilônia do tempo do fim?


TERÇA-FEIRA, 19 DE MARÇO 2019 – A IDENTIFICAÇÃO DA BESTA ESCARLATE

Em Apocalipse 17:3, a besta escarlate é descrita em termos semelhantes aos da besta do mar do capítulo 13, que fez guerra contra o povo de Deus e o venceu (Ap 13:5-7). Esse período de perseguição levou a mulher pura a fugir para o deserto durante o tempo profético dos 1.260 dias/anos, de 538 d.C. a 1798 d.C. (Ap 12:13, 14). Embora vivam em uma era de ecumenismo, os protestantes ainda fariam bem em lembrar a terrível perseguição do passado, pois, de acordo com a profecia, algo semelhante, porém pior, acontecerá novamente.

5. Leia Apocalipse 17:8. Compare o estilo de palavras desse versículo com o de Apocalipse 13:8. Como Apocalipse 13:3 esclarece as três fases da existência e atuação da besta?

A besta escarlate é identificada como a que “era e não é”, mas que “está para emergir do abismo e caminha para a destruição” (Ap 17:8). Essa frase constituída de três partes é, antes de tudo, uma contrafação do nome divino, Yahweh: Aquele “que é, que era e que há de vir” (Ap 1:4; 4:8). Além disso, ela indica as três fases de existência da besta: (1) A besta “era”. Ela existiu no passado. Suas atividades anteriores continuaram durante o período profético de 42 meses, também conhecidos como 1.260 dias/anos (veja Ap 13:5 e o estudo do domingo na lição 9).

(2) “Não é”. Com sua ferida mortal (veja Ap 13:3), a besta deixou de existir, pelo menos como perseguidora, em 1798. Ela desapareceu por algum tempo da cena mundial; no entanto, sobreviveu […]. (3) Finalmente, com a cura da ferida mortal, a besta ressurgirá recuperando seu poder e exercendo-o com toda a fúria satânica. Em Apocalipse 17, descreve-se a besta de Apocalipse 13:1 a 8 no período da cura de sua ferida mortal. A prostituta, Babilônia, se assenta sobre essa besta que ressurgiu. Mais uma vez, haverá uma breve união da religião com a política, assim como existiu na Idade Média, e a perseguição ocorrerá novamente

“Levante-se a oposição, de novo exerçam domínio o fanatismo a intolerância, acenda-se a perseguição, e os não sinceros e hipócritas vacilarão, renunciando a fé; mas o verdadeiro cristão permanecerá firme como uma rocha, tornando-se mais forte a sua fé, e sua esperança mais viva do que nos dias da prosperidade” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 602). Qual deve ser nossa experiência cristã antes que os eventos finais ocorram?


QUARTA-FEIRA, 20 DE MARÇO 2019 – AS SETE CABEÇAS DA BESTA


QUINTA-FEIRA, 21 DE MARÇO 2019 – O JUÍZO DA BABILÔNIA


SEXTA-FEIRA, 22 DE MARÇO 2019 – ESTUDO ADICIONAL

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