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Comentários para Adultos: Lição 02 – O Pentecostes – 07 a 14 de Julho 2018

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SÁBADO A TARDE – 07 DE JULHO 2018 – INTRODUÇÃO

Atos dos Apóstolos capítulo um apresenta resumidamente as palavras finais de Cristo e Sua ascensão, a confirmação da promessa de voltar (João 14:3), a permanência dos apóstolos e demais seguidores em um local comum e em perseverante oração, preparando-se assim para o batismo do Espírito Santo e o cumprimento da tarefa que lhes foi atribuída de testemunhar “em Jerusalém, como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da Terra”. E complementaram essa preparação com a escolha de Matias para o lugar de Judas Iscariotes. E no contexto imediato participaram da festa das primícias, o Pentecostes.

Em Atos 2, temos o testemunho do cumprimento da promessa, “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo” – o Pentecostes. Pentecostes, literalmente quinquagésimo, era a festa em que o povo se apresentava diante do altar com ofertas dos primeiros molhos da colheita de trigo, cinquenta dias após o dia da oferta do feixe de cevada, que ocorria no dia imediato à Páscoa.

Apropriadamente, nesse dia, ungidos e cobertos (encharcados) pelo derramamento do Espírito Santo, evento repentino e sobrenatural, que transformou homens iletrados e rudes em convictos, corajosos, articulados e racionais argumentadores sobre o evangelho e sua cabal explicitação nas Escrituras Sagradas disponíveis e após o conhecido sermão de Pedro, Deus propiciou uma colheita fenomenal de mais de três mil novos conversos.

Pense: “No dia de Pentecostes foi dado o Espírito. As testemunhas de Cristo anunciavam o poder do Salvador ressurreto… E os apóstolos davam com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça”. (EGW, PJ, p. 120, 121).

Desafio: Estar preparado para receber a chuva do poder do Espírito Santo em sua vida.


DOMINGO, 08 DE JULHO 2018 – A VINDA DO ESPÍRITO

Obedientes como aprenderam a ser, os discípulos “estavam todos reunidos no mesmo lugar”, em Jerusalém, provavelmente o mesmo salão que ocuparam após a ascensão de Jesus (Atos 1:13) aguardando a promessa do Espírito.

A descrição em Atos 2:2-4 é fantástica. Repentinamente ouve-se um som de vento impetuoso, como um estrondo, um trovão sequenciado, ao mesmo tempo que provoca uma sensação volumétrica, pois o autor relata que “encheu toda a casa”, e instantaneamente “línguas como de fogo” apareceram, “e pousou sobre cada um deles”.

Nesse mesmo instante, “todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas” v. 4. E os versículos 5 a 11 informam o motivo e oportunidade desse evento. Jerusalém viva um momento de muitos visitantes de outras nações e línguas, alguns provavelmente fluentes no aramaico, mas, uma parcela considerável sem domínio da língua local. E Cristo, em sua onisciência, escolheu esse evento de aglomeração de povos e línguas para usá-lo como ambiente propício à proclamação da boa notícia de que Nele há salvação para toda a humanidade, porque Ele viveu a vida do ser humano, se ofereceu como “Cordeiro de Deus” em seu lugar, sofreu a morte de cruz, mas venceu a morte, e ressurreto, intercede junto ao Pai pelo perdão a todos os pecadores que creiam em Seu nome.

Pense: “É pelo Espírito Santo que o coração é purificado. Por meio do Espírito, o crente se torna participante da natureza divina. Cristo concedeu Seu Espírito como um poder divino para vencer todas as tendências para o mal, quer hereditárias, quer cultivadas, e imprimir na Igreja Seu caráter.”. (EGW, MCH [MM 1989/1953, 11/02], p. 41.2).

Desafio: Estar pronto para receber o Espírito Santo e, com Ele, cumprir a ordem de Cristo.


SEGUNDA-FEIRA, 09 DE JULHO 2018 – O DOM DE LÍNGUAS

O Espírito Santo se manifesta de muitas maneiras e não podemos limitá-lo ou cerceá-lo, escolhendo essa ou aquela forma como evidência principal para confirmar que um cristão O tenha recebido. Não é nenhum dos dons que o Espírito conceda a qualquer ser humano ou a forma como alguém O vê o sinal de que essa pessoa foi “batizada” pelo Espírito. Ou seja, não é o falar em línguas, ou curar, ou expulsar demônios, ou conhecer e prever o futuro, ou executar um instrumento musical. Nem se Ele é visto como uma pomba, ou um instrutor, ou como iluminação de uma ideia ou conceito.

Pois Jesus ensinou que o que nasce do Espírito é como “o vento [que] sopra onde quer, e ouves a sua voz; mas não sabes donde vem, nem para onde vai” (João 3:8). Isto é, o Espírito Santo se manifesta como quiser em forma e conteúdo, em dom ou talento, sempre para que seja cumprida a Sua missão e propósito, Marcos 13:11; João 14:16, 26; 16:7-9; Atos 1:8.

E no caso de Atos 2, o Espírito Santo se manifestou em conceder aos revestidos de Seu poder em falar em línguas existentes e compreensíveis às pessoas presentes em Jerusalém. É o que depreendemos de Atos 2:9-11 onde são mencionados pelo menos nove povos de diferentes origens e línguas e no versículo 6 declara “cada um os ouvia falar na sua própria língua”.

Pense: “Quando reunidos, eram de todas as línguas conhecidas. Essa diversidade de linguagem era um grande obstáculo para o trabalho dos servos de Deus em anunciar a doutrina de Cristo nas partes mais afastadas da Terra. Ter Deus suprido a deficiência dos apóstolos de maneira milagrosa, foi para o povo a mais perfeita confirmação do testemunho desses mensageiros de Cristo”. (EGW, HR, p. 242.3).

Desafio: Reconhecer e aplicar o dom que o Espírito Santo lhe conceda no cumprimento da vontade de Deus.


TERÇA-FEIRA, 10 DE JULHO 2018 – O SERMÃO DE PEDRO

Pedro reconheceu na acusação de que os discípulos que falavam em línguas estariam embriagados às nove horas da manhã a oportunidade para falar-lhes em uma explicação direta, verdadeira e adequada a romper-lhes as barreiras do preconceito.

Podemos aprender com Pedro a sabedoria de: 1º) Não falar ensinos que possam levantar preconceitos e barreiras, mas sim referir-se a profecias que sejam atinentes aos fatos (Joel) e interpretar o que acontece e seja ensinado citando autoridades aceitas e respeitadas como fonte (Davi). E Pedro cita Joel com a frase introdutória alterada para “e acontecerá nos últimos dias” ao invés de “e acontecerá, depois,” como está em Joel 2:28, o que acrescenta um significado de urgência e atualidade ao seu discurso e não seja aplicado a um tempo ainda no futuro.

Depois dessa abordagem (lembre-se de Marcos 13:11) Pedro apresentou o motivo pelo qual o Espírito Santo fora derramado em poder e profusão, o testemunho de que o Jesus recusado, rejeitado, era o Messias prometido e que como “Cordeiro de Deus” morrera em lugar do pecador e, como Criador e originador da vida, ressuscitara e fora exaltado à destra de Deus. A ressurreição de Jesus é o ponto focal e preeminente do evangelho e dos escritores do Novo Testamento.

Pense: “Se essa profecia de Joel encontrou cumprimento parcial nos dias dos apóstolos, estamos vivendo numa época em que esse cumprimento deverá ser manifestado de maneira ainda mais evidente para o povo de Deus. Ele concederá de tal maneira Seu Espírito a Seu povo que ele se tornará uma luz em meio às trevas morais, e grande luz será refletida em todas as partes do mundo. Oh, que nossa fé possa ser aumentada, que o Senhor possa trabalhar poderosamente com Seu povo!”. (Comentários de Ellen G. White no SDABC, v. 4, p. 1295, 1296).

Desafio: Embora ainda sujeito à morte, viver na certeza da vitória e da vida eterna.


QUARTA-FEIRA, 11 DE JULHO 2018 – A EXALTAÇÃO DE JESUS

Pedro esclarece o acontecimento que seus ouvintes presenciavam é o cumprimento da profecia messiânica dada por Deus a Davi de que um descendente seu atenderia aos requisitos para se assentar em seu trono, o qual não seria deixado na morte e nem seu corpo experimentaria a corrupção (Salmo 16:10) e este herdeiro seria entronizado à direita de Deus e, assim, exaltado (Salmo 110).

Também acrescenta que Deus ressuscitou Jesus, para exaltá-Lo à Sua destra e, Ele, Jesus, pode derramar o Espírito Santo sobre os discípulos, cumprindo suas promessas.

E o que seus ouvintes podiam ver e ouvir era exatamente esse fato, o derramamento do Espírito Santo.

Pedro menciona alguns pontos importantes, sem destaca-los em demasia, como a exaltação de Jesus à destra de Deus, isto é, em lugar de autoridade, honra e dignidade. E por isso, pode cumprir sua promessa. Cristo não foi exaltado em posição que não ocupara anteriormente, mas, teve o reconhecimento do Pai à sua prerrogativa de Senhor e Salvador.

Ou seja, se fizera vencedor do conflito cósmico, iniciado no céu e reduzido a este mundo, a Terra, onde Ele vencera o originador do mal e da rebeldia na cruz do Calvário e por Sua ressurreição testemunhada pela tumba vazia. Dessa forma, Cristo reuniu a condição necessária para o completo e pleno derramamento do Espírito Santo sobre Seus seguidores. A cruz Lhe deu essa autoridade e condição de proclamar a derrota total do inimigo e doravante preparar um povo santo para sua segunda vinda.

Pense: “O sacrifício de Cristo como expiação pelo pecado é a grande verdade em torno da qual se agrupam todas as outras… Os que estudam o maravilhoso sacrifício do Redentor crescem em graça e conhecimento”. (Comentários de Ellen G. White no SDABC, v. 5, p. 1271).

Desafio: Ser um discípulo de Jesus proclamando a libertação do pecado e a vida eterna Nele.


QUINTA-FEIRA, 12 DE JULHO 2018 – AS PRIMÍCIAS

O derramamento do Espírito Santo não exerce Sua ação apenas sobre os seguidores de Jesus, mas através deles impressiona os ouvintes do testemunho e sermão de Pedro e das interpretações que fazem demais discípulos, convencendo-os de que Jesus de Nazaré era o Messias de Deus, o qual fora designado para morrer por eles e salvá-los do pecado, se cressem. Clamam “que faremos, irmãos”?

Essa pergunta dá-lhes a oportunidade de indicar o caminho inicial para a redenção: “arrependei-vos” e “cada um seja batizado” para “remissão dos vossos pecados” (Atos 2:38). Arrependimento é um dom de Deus, que cada ser humano pode aceitar ou rejeitar. Aceito, o arrependimento não é uma tristeza ou remorso, mas uma mudança radical e completa de vida com completo afastamento do pecado. E a forma de demonstrar essa transformação é o batismo, compreendido como Paulo esclarece, morte para o pecado na imersão e ressurreição para a nova vida, nova criatura, ao sair da água.

E Pedro acrescenta que com o batismo, além de receberem perdão dos pecados e adquirirem a certeza de nova vida, receberiam o poder do Espírito Santo para crescerem em graça e virtudes para servir a Deus, à Sua igreja e à comunidade.

No batismo recebemos essas certezas de perdão e de nova vida e, de poder do Espírito Santo para cumprir a missão que Cristo designou para qual Cristo formou Sua igreja.

Pense: “Não há limites à utilidade de alguém que, pondo de parte o próprio eu, dá lugar à atuação do Espírito Santo em seu coração, e vive uma vida inteiramente consagrada a Deus… Caso Seu povo afaste os obstáculos, Ele derramará as águas da salvação em abundantes torrentes pelos condutos humanos”. (EGW, NAV [MM 1952, 25/05], p. 146.3).

Desafio: Seja uma primícia e um semeador para a seara do Senhor.


SEXTA-FEIRA, 13 DE JULHO 2018 – PONTOS PARA REFLEXÃO

Estudamos o derramamento do Espírito Santo naquilo que a cristandade conhece como “o Pentecostes” e costumamos chamar de “chuva”, mas que, pelos registros do evento e os resultados apresentados, podemos comparar como uma verdadeira “tromba d’água” de Espírito Santo, sobe os apóstolos, os demais discípulos presentes, mas também é muito provável que tenha também sido derramado na mente e coração dos ouvintes.

E quando ao Espírito Santo é permitido impactar uma pessoa, a vida pessoal, social, religiosa, comunitária é afetada e apresenta resultados muito diferentes dos que até então demonstrava.

Por isso, a confirmação do batismo com o Espírito Santo não pode ser dogmaticamente atribuída a qualquer maneira em que possamos atribuir à manifestação do Espírito. Ou seja, não é pelo dom de línguas, ou de cura, ou de ensino, ou de pregação, ou profecia, ou qualquer outro. Mas, pergunte-se: qual habilidade tem sido apresentada em minha vida e que sei que me foi dada ou aprimorada pelo Espírito Santo?

Essa habilidade tem promovido a exaltação de Jesus na sua e na vida de seus convivas?

Na próxima semana teremos a continuação do estudo dos textos de Atos 2:42-46; 3:1-26; 4:1-18, 34-35; 5:1-11, 34-39 para conhecermos melhor como viveram nossos irmãos nos primórdios da igreja cristã. O que ensinavam, quais práticas exerciam, motivo do surgimento da oposição e como a enfrentaram, modo de tratar os que davam falso testemunho e as provações de prisão da liderança.

Mas terminemos o estudo desta semana com a certeza de que a promessa de Cristo também é válida para nós.

Pense: “A promessa do Espírito Santo não é limitada a algum século ou raça. Cristo declarou que a divina influência do Espírito deveria estar com Seus seguidores até o fim”. (EGW, AA, p. 27.2).

Desafio: Permitir que o Espírito Santo atue em você e em sua vida para glória e exaltação de Jesus.

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