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Início / COMENTÁRIOS PARA ADULTOS - 3° TRIMESTRE 2018 / Comentários para Adultos: Lição 03 – A Vida na Igreja Primitiva – 14 a 21 de Julho 2018

Comentários para Adultos: Lição 03 – A Vida na Igreja Primitiva – 14 a 21 de Julho 2018

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SÁBADO A TARDE – 14 DE JULHO 2018 – INTRODUÇÃO

Atos 2:42-46; 3:1-26; 4:1-18, 34-35; 5:1-11, 34-39 mostra-nos como viveram nossos irmãos nos primórdios da igreja cristã. O que ensinavam, práticas exercidas, porque surge a oposição e como a enfrentaram, como tratavam os que davam falso testemunho e as provações de prisão da liderança.

A premente expectativa da muito breve volta de Jesus deu aos seus seguidores uma visão de urgência na execução da missão que os levou a testemunharem incisiva e destemidamente, verbal e por vivência, a pequenos e grandes audiências, a letrados e iletrados, a senhores e servos, de tal forma que o evangelho se tornou assunto em toda a trama social da época, atingindo tanto a pessoas interessadas e sedentas da verdade como a incrédulos e preconceituosos e que não desejavam permitir a expansão e divulgação desses ensinos.

O senso de urgência leva os cristãos a um sentimento comunitário e de desapego aos bens materiais, num envolvimento pessoal com as necessidades de outros, desfazendo-se de propriedades e aplicando os recursos recebidos em prol da comunidade. Compartilham recursos, alimentos e o estudo da Palavra de Deus. Executam o cerimonial de cearem juntos, como Jesus lhes ensinara, enfrentam as acusações da liderança nacional de Israel com argumentos e raciocínios que não possibilitam a contestação e, por isso, são presos, ameaçados e recebem ordem de não mais falar no nome de Jesus, o que lhe proporciona a oportunidade de responder com coragem e arrojo, além de lhes fortalecer a fé e a determinação de obedecer a Deus e não a comandos humanos.

Pense:Quando os que professam o nome de Cristo praticarem os princípios da regra áurea, o evangelho será apoiado pelo mesmo poder que o acompanhava na era apostólica”. (EGW, MDC, p. 137).

Desafio: Viver e praticar a regra áurea, rogar o Espírito Santo e entregar-se nas mãos de Deus.


DOMINGO, 15 DE JULHO 2018 – ENSINO E COMUNHÃO

Mencionamos que na narrativa de Lucas há referência destacada para o fato de que os discípulos “perseveravam unânimes em oração” (Atos 1:14), e em Atos 2:42 o autor acrescenta que essa perseverança era “na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações”, isto é, eles se fixaram em ensinar e comungar.

Para essa prática recorriam às casas da irmandade e ao templo, o que nos leva concluir que no início, houve uma acomodação, não se desvinculando das práticas da religião judaica, diferenciando-se apenas do rito superficial e árido do cerimonialismo para um pragmatismo demonstrativo de compaixão e afinidade com as necessidades da população.

Os seguidores de Jesus, em sua quase totalidade, judeus naturais ou por descendência frequentavam o templo em suas cerimônias diárias e, por isso, também ali ensinavam a grupos de interessados e se reuniam para estudos e orações nas casas dos irmãos, onde também compartilhavam refeições e praticavam a hospitalidade, fato que chamava a atenção das pessoas para esse estilo de vida. Também o fato de que o bem-estar do próximo tinha mais importância que o do próprio concedente, e por manifestarem uma certeza de uma vida futura a compartilhar, num local de amor, paz, alegria e totalmente suportados, em todas as suas necessidades, por Deus era ponto de partida para o testemunho.

Pense:Essa liberalidade da parte dos crentes foi o resultado do derramamento do Espírito. ‘Era um o coração e a alma’ (Atos 4:32) dos conversos ao evangelho. Um comum interesse os guiava — o êxito da missão a eles confiada; e a avareza não tinha lugar em sua vida. Seu amor aos irmãos e à causa que haviam abraçado, era maior do que o amor ao dinheiro e às posses. Suas obras testificavam que eles tinham a salvação dos homens em maior apreço que as riquezas terrestres. Assim será sempre, quando o Espírito de Deus toma posse da vida.”. (EGW, AA, p. 39.3, 39.4).

Desafio: Fazer de sua vida uma fonte de liberalidade e um testemunho poderoso da obra de Jesus.


SEGUNDA-FEIRA, 16 DE JULHO 2018 – A CURA DE UM COXO

Revestidos do Espírito Santo, os apóstolos, pessoas incultas e rudes, demonstram agudeza mental e argumentativa, o que surpreende a todos, especialmente seus inquiridores. O Espírito Santo na vida da pessoa a transforma e habilita com potencialidades antes desconhecidas. Lucas registra isso no fenômeno da glossolalia no Pentecostes e no primeiro sermão de Pedro.

Também na cura de um coxo de nascimento, esmoler à porta do templo, que pedindo algum valor para sua sobrevivência a Pedro e João, estes respondem que não tinham moedas, mas, tinham o poder do Espírito de Deus e o repartiriam com ele, curando-o de sua doença. O milagre é executado ao pô-lo em pé. Isto atrai a atenção a eles e suas mensagens. Também atrai a irritação dos líderes do templo.

Resumindo as notícias de Atos 2:42 a 4:22 temos: 1º) os apóstolos iam ao templo para testemunhar e ensinar, mas também para manter seus compromissos com a religião judaica; 2º) pelo Espírito Santo reconheciam e aproveitavam todas as oportunidades para cumprir a missão: fazer discípulos, batizar, ensinar, e anunciar a breve volta de Jesus; 3º) falavam ao público de forma direta e apropriada, destacando que o Cristo era Jesus, morto e ressuscitado; exaltado no Céu como o único nome pela qual devamos ser salvos; sendo Rei dos reis e Senhor dos senhores, voltará para resgatar os que arrependidos foram perdoados de seus pecados; 4º) rogavam que o Espírito Santo os utilizasse na execução de prodígios e milagres, como a cura de doenças e até a ressurreição de mortos. A missão era de cada um dos crentes, mas a realização e o sucesso somente poderiam ser atribuídos à graça e misericórdia de Deus.

Hoje temos missão idêntica e devemos, enfaticamente, fazer discípulos, batizá-los para perdão dos pecados e ensiná-los em todas as coisas que Cristo nos ensinou. E que nossa mensagem seja idêntica à do anjo de Apocalipse 14.

Pense:Quando, porém, o coração cede à influência do Espírito de Deus, a consciência é despertada, e o pecador discerne alguma coisa da profundeza e santidade da lei de Deus, base de Seu governo no Céu e na Terra… A convicção se apodera do espírito e da alma… Vê o amor de Deus, a beleza da santidade, a exaltação da pureza; anseia por ser purificado e reintegrado na comunhão do Céu.”. (EGW, CC, p. 24).

Desafio: Contar ao próximo o que Cristo fez e faz por você é o primeiro e mais eficaz testemunho.


TERÇA-FEIRA, 17 DE JULHO 2018 – O SURGIMENTO DA OPOSIÇÃO

As ações e a pregação dos apóstolos confrontavam as principais correntes teológicas da liderança judaica. Ensinavam que devemos obedecer a Deus antes que ensinamentos de homens e que Jesus morto na cruz do Calvário ressuscitara. Fariseus defendiam a autoridade das Escrituras, mas, sob a interpretação rabínica e suas extensas listas de regras e exigências. Saduceus ensinavam que não havia ressurreição e, portanto, impossível imaginar uma vida futura para o ladrão na cruz.

Mas o problema não era tanto esse debate teológico e conceitual, mas a perda de poder, autoridade e relevância diante da nação se todos passassem a discutir a validade das regras, aliás, como o fizera Jesus (Marcos 2:23-28). Esse poder e relevância era tão grande e importante que o Sinédrio (uma espécie de suprema corte judaica), formada pelas classes dominantes e a quem o poder romano atribuía competência e autoridade para legislar civil e religiosamente, bem como, julgar os crimes relativos à lei e cultura local. Basicamente constituído sob influências político-partidárias, pelo Sumo-Sacerdote, um príncipe-juiz e 69 juízes oriundos dos partidos dos saduceus (ricos e influentes junto aos romanos), fariseus (rigorosos defensores das tradições da Torá e as interpretações rabínicas), zelotes e essênios que defendiam leituras mais extremas dos ensinos da Torá.

Ao pregarem a salvação única e exclusivamente vinculada a crer no nome de Jesus e em Sua morte e ressurreição e executarem milagres de cura e outros no nome de Jesus, os apóstolos desafiavam a autoridade desse concílio de poderosos e amealhavam adeptos das classes mais pobres, incultas e oprimidas, para quem esse novo ensino era uma mensagem de esperança e salvação.

E o Espírito Santo dá a essas destemidas testemunhas o poder e autoridade para responder que era muito mais importante e correto obedecer a Deus que a ordenanças humanas. Assim se vence a oposição.

Pense:Pela assimilação da verdade espiritual, devemos preparar um povo para, com mansidão e temor, expor a razão da sua fé perante as mais altas autoridades de nosso mundo”. (EGW, TI, v. 6, p. 396.1).

Desafio: Esteja pronto para expor a razão de sua fé diante de qualquer auditório.


QUARTA-FEIRA, 18 DE JULHO 2018 – ANANIAS E SAFIRA

Paulo nos adverte que “tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito” (Romanos 15:4), e isto nos remete ao que aprendemos do episódio de Ananias e Safira em Atos 5:1-11?

A primeira grande lição é que nossa relação econômico-financeira com Deus não é nota promissória bancária, mas sim, mordomia voluntária. Ou seja, Deus é proprietário e concedente de todas as bênçãos, propriedades e riquezas que possamos acumular na vida e nos concede o direito e oportunidade de administrá-las para e por Ele. Assim o desapego e a repartição comunitária dos recursos dos novos crentes eram uma ação espontânea e voluntária. Dessa forma, o casal Safira e Ananias não estavam obrigados a partilhar o resultado da venda de seus bens com a igreja.

Segundo, Deus não terá por inculpável a falsidade e o engano entre os que professam serem Seus filhos e a nós cabe saber que se nos comprometermos a realizar qualquer esforço ou ação a favor da obra de Deus, essa palavra é sagrada e deve ser cumprida. Deus não tolerará a infidelidade de Seus mordomos. Deus toma como rebeldia a Si a deslealdade.

Terceiro, Deus não trata o pecado, qualquer que seja ele, como assunto irrelevante ou suportável. Para Deus todo e qualquer pecado, seja de infidelidade ou de transgressão aberta e voluntária a Seus mandamentos, ou seja, por erro, deslize ou rebeldia aberta, todos estão colocados diante do Juiz de todos com o mesmo peso, se não foram cancelados e perdoados pelo arrependimento e aceitação do sacrifício substitutivo de Cristo, como o Cordeiro de Deus, em nosso lugar.

Pense:No caso de Ananias e Safira, o pecado da fraude contra Deus foi rapidamente punido. O mesmo pecado foi muitas vezes repetido na história posterior da igreja, e é cometido por muitos em nosso tempo… A advertência foi dada; Deus tem claramente mostrado Sua desaprovação a esse pecado; e todos os que se dão à hipocrisia e à cobiça, podem estar certos de que estão destruindo a própria vida”. (EGW, AA, p. 42.3)

Desafio: Cuide estar sob a graça e a misericórdia de Deus para sempre ser encontrado entre os salvos para a eternidade.


QUINTA-FEIRA, 19 DE JULHO 2018 – A SEGUNDA PRISÃO DOS APÓSTOLOS

Nada enfurece mais os inimigos da verdade do que a atuação do Espírito Santo através de pessoas consideradas por eles como de menor valor, conhecimento ou sabedoria. E nada os torna mais invejosos e desejosos do desaparecimento daqueles que os desafiam do que a demonstração de que as explicações mais convincentes e os verdadeiros e poderosos milagres ocorrem pelas mãos e palavras desses humildes e desprezados. Até porque, como a presença de Cristo diante das autoridades, Sua vida, postura e palavras lhes eram condenatórias.

Os acontecimentos provocados pela presença dos apóstolos, com o registro de milagres e atos poderosos (Atos 5:15-16) e a conversão de muitos (Atos 5:14), desperta inveja mortal de seus dominantes (Atos 5:17), que determinam a prisão deles, o que gerará mais um ato poderoso de Deus, a libertação desses presos milagrosa e inexplicavelmente.

Um anjo aparece na prisão e, ordenando que eles compareçam no templo e “falem ao povo todas as palavras desta Vida” (Atos 5:20), no que foram obedientes logo ao romper do dia. De manhã, reunido o Sinédrio, mandaram buscar os presos e, surpreso, o capitão da guarda retorna declarando que a cela estava fechada, mas os presos não estavam lá, quando um popular informa que estavam na porta do templo ensinando o povo sobre suas doutrinas.

Satanás derrotado no Calvário e “sabendo que pouco tempo lhe resta”, deseja destruir a nova igreja e seus adeptos da forma mais completa possível. Mas Deus nunca deixa Seus filhos sozinhos e sem proteção. Até nas cortes humanas Deus envia anjos para mudarem e transformarem as tendências e encaminhamentos das decisões humanas. E isso Ele fez pela voz de Gamaliel que dissuade seus companheiros de Sinédrio da intenção de mata-los e os libertam.

Pense:Os apóstolos corajosamente declararam que obedeceriam a Deus antes que aos homens… Ante essas desassombradas palavras, os assassinos se enfureceram, e determinaram manchar de novo as mãos em sangue, matando os apóstolos… Deus moveu o coração de Gamaliel a aconselhar aos sacerdotes e príncipes… Anjos maus estavam atuando sobre os sacerdotes e anciãos a fim de levarem os apóstolos à morte; mas Deus enviou o Seu anjo par evitá-lo, despertando entre os líderes judeus uma voz a favor dos Seus servos. A obra dos apóstolos não estava terminada. Eles deviam ser levados perante reis a fim de testemunhar do nome de Jesus e testificar das coisas que tinham visto e ouvido”. (EGW, PE, p. 195.3).

Desafio: Manter sua fé e defender suas crenças ainda que pareça seu último ato. Confiar em Deus sempre.


SEXTA-FEIRA, 20 DE JULHO 2018 

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