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Comentários para Adultos: Lição 06 – A Mudança da Lei – 05 a 12 de Maio 2018

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SÁBADO Á TARDE – 05 DE MAIO 2018 – INTRODUÇÃO

A experiência cristã acontece num ambiente de crescimento mental e espiritual, proporcionado por provações e tentações a que somos expostos, conforme a Palavra de Deus e o próprio Jesus já nos antecipou.

No princípio da igreja, os cristãos primitivos passaram por perseguição,sofrimentos e provações e o apóstolo Pedro os incentivava a considerarem isso um privilégio e benção. São parte do plano de Deus para que, pelo testemunho e procedimentos, os cristãos pudessem levar pecadores à salvação.

O exemplo maior é a vida e práticas de Jesus. Sendo correto em tudo, tendo uma vida de pureza e santidade, fazendo o bemsempre sem olhar a quem, foi injuriado, caluniado, acusado mediante falso testemunho, torturado, despojado do único bem que possuía – sua capa, chicoteado, cuspido, zombado e por fim, pregado numa cruz que não lhe pertencia, para oferecer Sua Justiça a nós e por nós.

Deus nos põe em provas de fogo, porque é o fogo que extirpa as impurezas no minério nobre, e revela o mais puro ouro e prata. Isso nos prepara para que no juízo Cristo possa apresentar diante do trono do Pai uma igreja santa, sem mácula. Cabenos entregarmos nas mãos do ourives divino e sermos transformados em joias preciosas.

Pense: “O Céu terá sido barato se o obtivermos através do sofrimento. Precisamos negar o eu ao longo de todo o caminho, morrer para o eu diariamente, deixar que somente Jesus apareça e ter em vista continuamente a Sua glória”. (EGW, PE, p. 67)

Desafio: Esperar o fogo ardente que servirá para prová-lo com confiança,pois o juízo começa pela casa de Deus. ”Mas, quando julgados, somos disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo”. (1Co 11:32).


DOMINGO, 06 DE MAIO 2018 – A PROMESSA

Ao raiar do evangelho os cristãos foram perseguidos pelos líderes da religião oficial, por seus conterrâneos e autoridades governantes, pelos romanos, que temiam quea nova doutrina pudesse trazer uma revolução sócio-política, porque eles anunciavam um “novo reino”, podendo significar uma nova estrutura político-administrativa contrária a Cesar e à Roma.

Por isso, os cristãos sofreram prisão, tortura e até a morte. Muitos foram conduzidos à presença de governadores e comandantes,sendo instado a declarar se era ou fora seguidor do cristianismo e se estava disposto a renunciar à sua fé.

O pretexto dos perseguidores era a lealdade a Cesar e à Roma, acusando até falsamente. Ao acusado era permitida a defesa se provasse que não tinha nenhuma ligação com o cristianismo, apresentando oferendas diante da estátua do imperador e de outros deuses. Se não o fizesse,torturas violentas e morte eram certas.

Pedro expõe uma perseguição dentroda própria irmandade. Somos avisados disso também para os dias finais: “Satanás exulta, porque sabe que se puder pôr irmão a vigiar irmão, na igreja e no ministério, muitos ficarão tão desanimados e desencorajados que deixarão seu posto de dever. Não é essa a obra do Espírito Santo; um poder de baixo está operando nas recâmaras do espírito e no templo da alma, para colocar seus atributos onde deveriam estar os atributos de Cristo”. (EGW, TMOE, p. 189).

Pense: “Por um pouco de tempo poderiam estar em tristeza, acuados por muitas tentações; poderiam ser privados do conforto terrestre; podiam, porém, animar o coração com a certeza da fidelidade de Deus, dizendo: ‘Sei em quem tenho crido, e estou certo de que Ele é poderoso para guardar o meu depósito’. (2 Timóteo 1:12).”. – (EGW, MCP2, p. 463, [R&H, 04/01/1912]).

Desafio: Sem estranhamento, mas com alegria, participar dos sofrimentos de Cristo, confiando suavida ao fiel Criador e viver em contínua prática do bem.


SEGUNDA, 07 DE MAIO 2018 – A LEI E O PECADO

Em todos os momentos de Sua vida terrestre Jesus foi atacado por Satanás, desde a tenra infância, duranteSeu crescimento e logo após assumir Sua missão, ao ser batizado por João Batista e pelo Espírito Santo. Tudo em cumprimento às profecias anunciadas e para exemplo as igrejas primitivas e a nós, que vivenciamos os acontecimentos do clímax da história: a volta de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Exemplo de que não esperemos uma vida sem dor ou sofrimento aqui, agora. Pelo contrário, a Bíblia ensina que houve sofrimento aos primeiros cristãos e há e haverá para os discípulos dos dias atuais. Dessa forma, Pedro não traz novidade ao escrever “ainda que venhais a sofrer por causa da justiça, bem-aventurados sois” (1Pe 3:14), visto que o próprio Jesus já dissera em sua primeira aula pública, o Sermão do monte: “Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça”. (Mt 5:10).

O que o texto de 1Pe 3:13-22 nos ensina é que nossa função, se cremos e seguimos ao Senhor Jesus é não temer os que nos atacam, mas reverenciar – “santificar” a Cristo como o Senhor de nossas vidas e estarmos sempre prontos a explicar a razão da esperança que há em nós, vivendo uma vida sem manchas ou erros. Uma vida pura, santa, justa. Assim viveu Jesus e por isso foi perseguido, sua justiça, santidade e pureza eram uma constante condenação aos corruptos, pecadores, infames.

Pense: “Não é sábio olhar-nos a nós mesmos, e estudar nossas emoções. Se assim fazemos, o inimigo apresentará dificuldades e tentações que enfraquecerão a fé e destruirão o ânimo. Estudar atentamente nossas emoções e dar curso aos sentimentos é entreter a dúvida, e enredar-nos em perplexidades. Devemos desviar os olhos do próprio eu para Jesus”. (EGW, CBV, p. 249).

Desafio: Olhando para Jesus Cristo, viva uma vida que chame a atenção dos sinceros para a pessoa, vida e obra dEle. Tenha sempre pronta a explicação de sua fé. Glorifique a Deus Pai, através do Filho vivo em você e manifeste o fruto do Espírito em todos os momentos de sua vida.


TERÇA, 08 DE MAIO 2018 – DO SÁBADO PARA O DOMINGO?

Uma antiga ilustração de prudência conta que um viajante chegou ao sopé do Himalaia e procurou alguém que o pudesse conduzir a um posto avançado quilômetros adiante e muitos metros acima. Estrada íngreme, estreita, sinuosa e com abismos. Três motoristas se ofereceram, dizendo cada um como fariam para alcançar o destino. Um respondeu queiria velozmente e, se preciso, faria curvas em duas rodas. Outro disse que iria lentamente e, se necessário, pararia no meio da estrada para não se arriscar. O último declarou que iria com cautela, mantendo-se sempre na trilha e que com perícia e atenção, chegariam ao destino.

O grande problema não é existirem riscos, mas, sabendo deles, os desprezar.Conhecemos os perigos de nossas caminhadas. Como agimos sobre eles é que define nosso êxito ou não.

A prova de fogo da vida de cada um é certa. Não devemos estranhá-la. E se ela nos causar dissabores, sofrimento, seja motivo de alegria, porque isso nos torna coparticipantes dos sofrimentos de Cristo e, se formos injuriados, acusados, atribulados, tudo suportemos para revelamos a glória de Cristo e sermos com Ele glorificados.

Nossa prova de fogo representará ser menor ou menos intensa se, fixando nossos olhos em Cristo, ainda encontrarmos forças e maneiras de auxiliar os que ao nosso redor sofrem por causa de sua fé.

Pense: “Assim como Cristo foi odiado sem motivo, Seu povo também será odiado por serem obedientes aos mandamentos de Deus. Se Aquele que era puro, santo e imaculado, que praticou o bem e só o bem em nosso mundo, foi tratado como vil criminoso e condenado à morte, Seus discípulos só podem esperar tratamento análogo, por mais irrepreensível que seja sua vida e impoluto seu caráter”. (EGW, MSV. p. 196, [MM, 06/07/1977]).

Desafio: Quando o fardo parecer pesado demais, lembre-se de Cristo “o meu fardo é leve” (Mt 11:30). Mas observe seus companheiros de jornada e talvez encontre fardos muito mais pesados que o seu. Ajude-os e descobrirá que o peso do seu fardo se tornou mais leve. Experimente.


QUARTA, 09 DE MAIO 2018 – O SÉTIMO DIA NO NOVO TESTAMENTO

O juízo nos tempos bíblicos era uma ação desejada e esperada para a solução de qualquer conflito de interesses entre pessoas. Diferentemente da cultura moderna, onde as pendências ou desentendimentos somente são levadas a juízo quando não há nenhuma opção ou possibilidade de acordo ou conciliação entre as partes, na cultura das épocas bíblicas, o juiz era procurado para, justamente, sendo parte neutra entre os litigantes, visualizar e propor uma via de acordo, conciliação ou ajuste entre as partes.

Assim também Deus, ao nos propor um juízo, é porque tem um desacordo conosco. Nós, pecadores, não temos a justiça plena, necessária para habitar com Ele por toda a eternidade. Quebramos Sua santa lei, justa e boa e procuramos nos esconder dEle sob nossas racionalizações e finita compreensão de todo o conflito entre Deus e o acusador. Tinha que recorrer a uma pessoa que pudesse ser um conciliador, um intercessor e que julgasse com justiça e retidão.

O que será julgado?As açõessobre o corpo: “cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio dasobras no corpo” (2Co 5:10). As intenções: “qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já adulterou com ela” (Mt 5:28). Pelo que não fizemos:“Não somente somos considerados responsáveis pelo que fizemos, mas pelo que deixamos de fazer”. (EGW, PCL, p. 88 [MM, 28/03/1965]) “Assim, pois, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus”(Rm 14:12).

Pense: “Logo cada homem deverá ser julgado segundo as obras feitas no corpo. A hora do juízo de Deus é chegada, e sobre os membros de Sua igreja na Terra repousa a solene responsabilidade de advertir aos que estão mesmo às bordas, por assim dizer, da eterna ruína. A cada ser humano em todo o mundo que estiver disposto a atender, devem-se tornar claros os princípios em jogo na grande controvérsia em curso, princípios dos quais pende o destino de toda a humanidade”. (EGW, PR, p. 367).

Desafio: Deseje o juízo. É a única forma de você ser julgado pelo juiz que te compreende e com justiça que é infalível.


QUINTA, 10 DE MAIO 2018 – A TENTATIVA DE MUDANÇA DO SÁBADO

Sofrer por causa da fé é e será uma situação desafiante para o crente em Deus. Desde a queda de Adão, o maior desafio do ser humano para manter sua fidelidade sempre foi superar, pela fé, os argumentos e as armadilhas que Satanás disponibiliza ao seu exército de anjos maus e ser enredados em suas teias. O inimigo dispõe de um arsenal para os quais a única salvaguarda é estar revestido pela “armadura de Deus” que pode nos proteger das “vãs filosofias” e doutrinas que estão baseadas nos arcabouços dos rudimentos do mundo.

O mais amargo dos sofrimentos dos cristãos é sofrer justamente por fazer o bem e ser bom. Também, às vezes, por demorara resposta ou ação de Deus. A fé se revela em continuar acreditando mesmo quando tarda a resposta – e algumas vezes nem é ouvida ou vista, mas isso só acontece se o cristão tiver conhecimento pessoal do caráter, bondade e amor de Deus.

Para o povo de Deus, a prova vem justamente por pertencerem à Sua família, o que coloca o inimigo em irada atitude de destruição do crente. Cada cristão necessita pedir e desenvolver uma fé inabalável em Deus, Sua Palavra e Suas promessas. Precisa também reconhecer que não está sozinhona peleja comSatanás, mas sim, é um conflito celestial que se estendeu até à Terra e alcança cada homem, pois a verdadeira batalha é entre o inimigo e Cristo Jesus. Por isso, a vitória é assegurada e garantida.

Pense: “Seguir a Cristo não é isenção de conflito. Não é brincadeira de criança. Não é ociosidade espiritual… Seguir a Cristo significa batalhas ensanguentadas, ativo trabalho, guerra contra o mundo, a carne e o diabo… Requer constante vigilância o ser fiel até à morte, combater o bom combate da fé até que a carreira esteja terminada e, como vencedores, recebamos a coroa da vida”. (EGW, NLC, p.117 [MM, 20 de maio de 1968]).

Desafio: Reconhecer que os melhores meios de conhecer a Deus e Seu caráter é mantendo a comunhão com Ele, pelo estudo da Palavra, a oração sem cessar, o amor a Deus e ao próximo e a vivência em união com os irmãos, filhos de Deus.


SEXTA, 11 DE MAIO 2018 – ESTUDO ADICIONAL

O que nos compete saber do estudo de Pedro sobre o sofrer por Cristo é que as provações fazem parte de nossa experiência, para nos proporcionar o crescimento na fé, o desenvolvimento de atitudes e procedimentos, como ferramentas para nosso testemunho fiel do Criador, sendo, portanto, um privilégio, já que nos torna coparticipantes dos sofrimentos de Cristo e, por isso, coerdeiros com Ele das glórias, santidade e bênçãos dos Céus e da eternidade.

Esse conhecimento deve nos fazer sentir a alegria saber que as provações são parte do plano de Deus para a salvação dos pecadores. Plano esse elaborado e definido “antes da fundação do mundo”, e que torna predestinados todos os seres humanos para a salvação. Não exclui, antecipadamente, ninguém. É pleno. Total. Perfeito. Plano que proveu a substituição da vida do homem pela vida do Filho de Deus, o Salvador. Plano que assegurou a propriedade e eternidade da Lei de Deus. Que garantiu, na cruz, a vitória total sobre o pecado e o “inimigo de nossas almas”. E porque venceu na cruz, se torna o sumo-sacerdote do santuário do céu, “intercedendo” a nosso favor, apresentando-nos ao Pai e garantindo a Ele que por nós “também” morreu.

Assim, sabendo que as provações e sofrimentos fazem parte da expectativa do cristão e devem ser vistos como privilégio e benção. E que esse conhecimento nos deve trazer um sentimento de alegria, pois no plano de Deus para o crescimento do cristão, as provações levam à salvação dos pecadores, devemos então confiar – e nos entregarmos totalmente em Suas mãos, nossa vida ao fiel Criador, permanecendo na prática do bem, mesmo que nos traga mais sofrimentos e provações. Deus seja louvado em nossas vidas.

Desafio: Espere pelo fogo ardente que o provará, não o estranhe, mas permaneça na alegria de ser participante dos sofrimentos de Cristo, continue a praticar o bem e confie sua vida totalmente ao fiel Criador.

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