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Início / COMENTÁRIOS PARA ADULTOS - 4° TRIMESTRE 2018 / Comentários para Adultos: Lição 06 – Imagens de Unidade – 03 a 10 de Novembro 2018

Comentários para Adultos: Lição 06 – Imagens de Unidade – 03 a 10 de Novembro 2018

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SÁBADO A TARDE – 03 DE NOVEMBRO 2018 – INTRODUÇÃO

A experiência inicial de unidade foi árdua, talvez mais que na atual igreja. A impactante mensagem sobre amor ao próximo, submissão de interesses próprios às necessidades alheias, ser servidor e não servido para liderar, e que vida de valor é a que é doada ao sacrifício supremo, para benefício do próximo e pela salvação de todo o que crê, eram de difícil assimilação.

Motivo de Jesus recorrer à metáforas e símbolos para que a igreja seja “geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus” (I Pedro 2:9, Êxodo 19:6), ou, casa de Deus: “mas Cristo é fiel como Filho sobre a casa de Deus; e esta casa somos nós”. (Hebreus 3:6; ver I Pedro 4:17; Efésios 2:19, 20).

Paulo ensina que a igreja é um corpo, o corpo de Cristo, onde cada um de nós é um membro ou órgão. Isto é, além de sermos sacerdotes e povo exclusivo de Deus, também somos “membros de um corpo”, a igreja, e essa é o corpo de Cristo. E cada membro desempenha sua parte para crescimento e cada um faça sua obra, até que Cristo volte para nos apresentar como frutos de Sua vitória. (I Coríntios 12:12),

Paulo também diz que devemos zelar do nosso corpo porque é santuário de Deus, e como a igreja é comparada a um corpo, então temos responsabilidade de zelar pela igreja porque ela também é santuário do nosso Deus. (I Coríntios 3:16).

A Escritura apresenta a igreja como ovelhas de um rebanho, as quais são cuidadas por um Pastor, que é Jesus. E Ele delega a autoridade – e, portanto, a responsabilidade, aos discípulos, que somos nós, para pastorearem esse rebanho que é a igreja. (Atos dos Apóstolos 20:28).

Pense: O Senhor deseja que Seus filhos se aconselhem mutuamente, e não que se movam independentemente. Os que foram colocados como ministros e guias do povo, devem orar muito quando se reúnem. Isso dará maravilhoso auxílio e coragem, ligando coração a coração e alma a alma, e conduzindo todo o homem a unidade, e a paz e a força em seus esforços”. (EGW, TM, p. 485.2)

Desafio: Fazer parte de cada uma e todas as figurações que representem a unidade do corpo de Cristo.


DOMINGO, 04 DE NOVEMBRO 2018 – O POVO DE DEUS

A linguagem divina que define as pessoas que O aceitam como SENHOR, é muito carinhosa, aconchegante e convidativa a um relacionamento pessoal e íntimo. Deus se refere a essas pessoas em Êxodo 19:5 como “Meu tesouro especial” (NVT) ou “Meu tesouro pessoal” (NVI) e em I Pedro 2:9 como “povo exclusivo de Deus” (NVI), “povo de Sua particular propriedade” (BJ) e “propriedade exclusiva de Deus” (NVT) e os considera e cuida do Seu povo como a “menina dos Seus olhos” (Zacarias 2:8) (ARA).

Esse linguajar confirma o “retrato de Deus” descrito por Moisés em Êxodo 34:6 “Deus compassivo e misericordioso, paciente, cheio de amor e de fidelidade”.

Outro simbolismo atribuído aos que se entregam à Jesus é “nação santa”. A pergunta que precisamos responder é: existe algum país ou nação, atualmente, que corresponda a este título? Certamente que não. As atuais nações são formadas por etnias e pessoas que não podem ser classificadas como merecedoras de nenhum privilégio referente a predileção de Deus. Então, sobra a questão crucial: que pessoas podem, atualmente, ser classificadas como nação santa e povo exclusivo de Deus? A resposta está na compreensão de que, mesmo no passado, Israel não teve mérito algum para ser assim tratado. Apenas o amor e misericórdia de Deus os elegeu e santificou a tanto. Como hoje! Não há igreja (formação de pessoas para a adoração) que possa receber esse título por mérito. Tão somente o amor de Deus, a fé e aceitação da morte substitutiva de Jesus e do Seu sacrifício em nosso lugar, nos permite ser recebidos e separados para a vida eterna como “tesouro pessoal” de Deus.

Somos “povo de Deus”, porque cremos em Jesus Cristo como “cordeiro de Deus” e, pela fé, temos a Sua justiça imputada a nós, por que Ele nos amou a ponto de dar a Sua vida em nosso lugar e assim nos tornar herdeiros da promessa e coerdeiros com Cristo (Romanos 8:17). Ou seja, foi, é e ainda será só por amor que seremos chamados de “povo de Deus”.

Pense: “Lembre o povo de Deus, porém, que unicamente crendo e executando os princípios do evangelho, poderá Ele torná-los um louvor na Terra”. (EGW, TI, v. 8, p. 14.1).

Desafio: Crer e fazer a vontade de Deus na Terra para que a nossa vida seja um louvor na Terra.


SEGUNDA-FEIRA, 05 DE NOVEMBRO 2018 – A CASA DE DEUS

Uma casa é formada de elementos sólidos, que tenham como suas características, entre outras: durabilidade, maneabilidade, solidez, para que proporcione abrigo às intempéries e ao clima, às forças naturais do meio-ambiente, à possibilidade de agressão do exterior.

Assim, os construtores escolhem materiais que possam, unidos, apresentar essas qualificações, como madeira de muita dureza e que resistam aos ataques de insetos ou intempéries ou alvenaria, que serão pedras ou elementos que tenham propriedades semelhantes.

Na Palavra de Deus, os membros de Sua família são chamados de “casa de Deus” ou, como diz I Pedro 2:5 “pedras vivas”. Uma construção para ser uma casa necessita de atender condições de habitabilidade, protegendo seus ocupantes do sol ou da chuva, do calor e do frio, da calmaria ou do temporal. Além disso, deve poder abrigar todos os membros da família, preservando o atendimento de suas necessidades e preferências, individual e comunitariamente.

Portanto, individualmente somos “pedras vivas” que seremos utilizados na construção da “casa de Deus” para os seres humanos adorarem e cultuarem ao SENHOR e Deus Criador, mas, coletivamente, seremos o próprio templo, a “casa de Deus”, onde as pessoas poderão buscar e encontrar ensinos, instrução, correção e apoio para suas jornadas rumo ao lar eterno.

Dessa forma, seremos “família de Deus” e, ao mesmo tempo, edificadores da casa de Deus, sendo que Cristo foi, é e será sempre a “pedra angular” e a edificação se dará “sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas”, e isso nos tornará “morada de Deus por seu Espírito”.

Pense: “Devemos aprender a ser leais uns aos outros, ser verdadeiros como o aço na defesa de nossos irmãos. Olhai para vossos próprios defeitos. É melhor descobrirdes um de vossos próprios defeitos, do que dez de vosso irmão. Lembrai-vos de que Cristo orou por esses irmãos Seus, para que pudessem ser um, como Ele é um com o Pai. Lutai, no máximo de vossa capacidade, para estar em harmonia com vossos irmãos segundo a extensão da medida de Cristo, assim como Ele é um com o Pai”. (EGW, NLC, [MM 1968, 20/06], p. 181.4).

Desafio: Aceitar que o construtor faça o uso que quiser de sua vida e possibilidades, para que você seja uma benção.


TERÇA-FEIRA, 06 DE NOVEMBRO 2018 – O SANTUÁRIO DO ESPÍRITO SANTO

As edificações são levantadas com projetos que atendam as finalidades às quais serão destinadas. Assim temos construções destinadas a serviços à comunidade, como hospitais, escolas, postos de serviços de segurança e outros. Há também edificações, como vimos ontem, para abrigar as famílias, ou casas, e que a igreja é identificada como a “casa de Deus”, isto é, onde a família de Deus deve encontrar abrigo, proteção, descanso, educação, instrução e correção, além de alimentação.

Porém, ainda no campo das edificações, a Bíblia Sagrada simboliza à assembleia dos seguidores de Jesus como “santuário do Espírito Santo”.

Nós somos “pedras vivas” que servimos para edificar a “casa de Deus”, mas também somos pedras para a construção do edifício em que os serviços de adoração, honra, louvor e culto ao nosso Deus serão efetivados. Portanto, se somos “santuário de Deus”, o Espírito de Deus habita em nós e isso faz de cada pessoa que se entregou a Cristo, um ser sagrado, não por si mesmo, mas porque o Espírito habita em cada um de nós.

Para que se efetive o “santuário do Espírito Santo” em nós, há uma operação que se forma a partir da comunhão e, derivada dessa comunhão, na unidade entre os discípulos de Jesus. De outra forma, a comunhão e paz entre os cristãos e a não existência de inveja, divisões ou partidarismos no seio da igreja, é que forma concordância de uns com os outros e, como consequência, espelha a unidade, a qual é motivo de atração para novos discípulos, e a base de tudo isso é o amor.

Pense: “Desde os séculos eternos era o desígnio de Deus que todos os seres criados, desde os luminosos e santos serafins até ao homem, fossem um templo para morada do Criador”. (EGW, FPV, [MM 1959, 04/07], p. 188.2).

Desafio: Esteja pronto a servir a Cristo, como “casa de Deus” e “santuário do Espírito Santo”.


QUARTA-FEIRA, 07 DE NOVEMBRO 2018 – O CORPO DE CRISTO

Assim como na figura da construção, seus elementos e sua finalidades, a imagem de corpo para simbolizar a igreja, talvez uma das mais exploradas e comentadas como imagem da unidade pretendida no plano de Deus para a Sua família, também tem suas divisões, aplicações, funções, necessidade de nutrientes adequados, bem como de exercícios para o fortalecimento de cada parte e do todo.

Como diz Paulo em I Coríntios 12:12, o corpo é constituído de muitos “membros” (hoje talvez pudéssemos tratar como sistemas e órgãos). Cada órgão desempenha atividade que contribui para a vida e permanência em vida de cada ser humano. Alguns órgãos produzem suas ações de forma autônoma (involuntária do corpo proprietário) e outros somente “sob ordens” comandadas pela vontade do ser vivente. Assim, há que haver uma harmonia, uma unidade para que a vida se processe em situação de bem-estar, em desenvolvimento constante desde a concepção até o encerrar da atividade vital.

Quando há uma situação anômala em que qualquer “membro” do corpo é infectado, seja por uma aplicação indevida ou uma disfunção, o corpo todo ressente e se posiciona para corrigir e reverter o ataque. Também no “corpo de Cristo”, cada um dos discípulos tem atribuído a si o cumprimento da grande comissão dada por Cristo a cada um e todos (Mateus 28:19-20). O desempenho dessa missão não é igual para todos. Cada um responderá pelos talentos, dons e capacitações que recebeu e pelas oportunidades que teve de praticar sua parcela de contribuição para que o corpo (a igreja) se desenvolvesse, crescesse, tivesse descendência e prestasse serviço de abençoar a comunidade ao seu redor.
Para Cristo, em Seu corpo não há separações, divisões, status, mas todos somos um Nele, um com Ele e um para Ele. E nesse corpo, também não há senhores e servos, pois há um só Senhor e todos somos servos. A cabeça do corpo é Cristo, cabeça e Salvador e, por isso, é o Comandante único e supremo, é o Pastor e Sacerdote, o Juiz e o Intercessor. Louvado seja!

Pense: “Pela comparação da igreja com o corpo humano, o apóstolo ilustrou habilmente a íntima e harmoniosa relação que deve existir entre todos os membros da igreja de Cristo”. (EGW, AA, p. 176.4).

Desafio: Descubra seus talentos, dons e habilitações dadas pelo Espírito Santo e empregue-as para o serviço de Deus.


QUINTA-FEIRA, 08 DE NOVEMBRO 2018 – OVELHAS E PASTOR

A unidade na igreja de Cristo é simbolizada por figuras como a videira e os ramos, o Senhor que viaja e deixa partes de seus tesouros com seus servos, com cada um recebendo conforme suas possibilidades de produzirem frutos. Todavia, destacaremos ainda a relação ovelhas e pastor. As ovelhas representam os discípulos de Jesus, e semelhante a um rebanho, há ovelhas fortes e fracas, mais velhas e jovens, produtoras de mais ou menos lã, que atendem mais prontamente à voz do pastor ou que ainda precisam aprender a seguir a voz que guia.

Quando Jesus ensinou sobre essa comunhão, ovelhas e pastor, Ele afirmou “Eu sou o bom Pastor” e a mente de seus ouvintes se dirigiu para uma realidade conhecida: o pastor à frente do rebanho, conduzindo-o ao melhor pasto, onde elas se alimentariam suficientemente e teriam água fresca para se dessedentarem e que, sempre atento, o pastor se colocaria entre elas e os perigos, defendendo-as de serpentes, lobos, animais peçonhentos ou carnívoros.

Assim é Jesus e, por isso, Ele é o bom Pastor. Mas o rebanho é melhor atendido, alimentado e bebe da água da vida, quando permanece unido. A unidade das ovelhas proporciona as melhores oportunidades para que ocorra o plano de segurança e crescimento que o Pastor deseja que tenham.

E, quando uma ovelha se desgarra do rebanho, o próprio rebanho deve denunciar a ausência e apreensão, pedindo a ação e intermediação imediata do Pastor, para que a desgarrada retorne ao aprisco.

As ovelhas ouvem e atendem o chamado o Pastor, pois lhe conhecem a voz e suas palavras de “comando”. Quando Ele as chama para fora do redil, é para que possam se alimentar, receberem água fresca e salutar, conviverem em harmonia e ensinarem as jovens ovelhas a permanecerem no redil, pois só o Pastor sabe qual o melhor aprisco.

Pense: “Quantas das ovelhas extraviadas e perdidas vocês buscaram e trouxeram de volta para o aprisco com um coração repleto de compassiva ternura, perdão e amor? Quantas palavras de encorajamento proferiram para as ovelhas extraviadas, que lhes causaram dor, ansiedade, e muito incômodo?”. (EGW, Ex., p.234.1).

Desafio: Ser ovelha do bom Pastor e ser pastor das ovelhas em novidade de vida.


SEXTA-FEIRA, 09 DE NOVEMBRO 2018 – PONTOS DE REFLEXÃO

Nesta semana focalizamos “imagens de unidade” que representam a igreja (assembleia de crentes) e cada um desses crentes, individualmente. Como indivíduos somos chamados de discípulos, servos, ministros, apóstolos, profetas, evangelistas, mestres, curadores, realizadores de maravilhas, soldados, atletas, pedras vivas, ramos da videira e outros mais.
Como igreja, havendo unidade, somos povo de Deus, casa de Deus, santuário do Espírito Santo, ovelhas e rebanho, corpo de Cristo.

Em cada um desses classificadores não só temos uma “imagem”, mas realidades individuais e comuns que são muito maiores que a sinonímia de cada uma dessas palavras. E isso nos permite refletirmos, em meditação, clamando pela presença do Espírito Santo em nossa mente, sobre o valor, a medida, a amplitude de cada uma dessas classificações.

Por isso, quando se avizinham condições que prenunciam conflitos, a busca da unidade deve ser proclamada, propugnada a conciliação, mediante a guia e direção do Espírito Santo, até que a unidade seja nova e finalmente encontrada e vivida.

E, se em seus conceitos e ideias, em sua família, em seu meio, em sua igreja ou sua comunidade houver desencontros e afastamentos, se apegue ao Pastor. Não se afaste do rebanho e nem do aprisco. Se cole nas outras pedras da casa de Deus para manter o edifício em pé. No corpo desempenhe suas atribuições em harmonia com os outros membros, com fidelidade e humildade. Como o atleta, não desista dos esforços do treinamento para que a vitória seja ganha. E, como o soldado fiel e honrado pelas lutas, não se faça desertor. Deus o chamou para tudo isso e tem muito mais para lhe galardoar.

Pense: “Ao conduzir o pastor seu rebanho pedregosas colinas acima, através de florestas e barrancos abruptos, a relvosos recantos à margem da corrente; ao vigiá-lo sobre as montanhas através da noite silenciosa, protegendo-o contra os ladrões, cuidando ternamente da enferma e da fraca, sua vida se chega a identificar com a das ovelhas. Um forte e terno apego o liga aos objetos de seu cuidado. Por grande que seja o rebanho, o pastor conhece cada ovelha. Cada uma tem seu nome, e a ele atende, ao chamado do pastor”. (EGW, DTN, p. 339.3).

Desafio: Fazer parte e propugnar pela constante, perfeita e forte unidade do corpo de Cristo e da Casa de Deus.

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um comentário

  1. Jose Francisco Rodrigues Santana

    penso que sobre esse tema o que nos resta e nos voltar a pratica de pedir perdão
    pelos nossos pecados diários e clamar simultaneamente pela porcão do Esprito
    Santo

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