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Início / COMENTÁRIOS PARA ADULTOS - 4° TRIMESTRE 2018 / Comentários para Adultos: Lição 09 – A Prova Mais Convincente – 24 de Novembro a 01 de Dezembro 2018

Comentários para Adultos: Lição 09 – A Prova Mais Convincente – 24 de Novembro a 01 de Dezembro 2018

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SÁBADO A TARDE – 24 DE NOVEMBRO 2018 – INTRODUÇÃO

Nenhuma pregação ou estudo bíblico é melhor que o exemplo de uma vida equilibrada, coerente às verdades bíblicas e santificada pelo amor. Embora importante para o testemunho o conhecimento e domínio das Escrituras (2 Timóteo 2:15), nada será mais eficiente que uma vida de amor e serviço, que ofereça o as bases bíblicas justificantes de todos os atos da existência.

Esta é a igreja que Cristo veio fundar. A unidade entre todos os crentes, em uma vida assim consagrada ao serviço e amor, é a maior e mais convincente prova de que valeu a pena toda a obra de Jesus deste mundo.

Há um cântico que diz “o melhor lugar do mundo é aos pés do Salvador” e para uma vida santa, este é o ponto inicial e aí, aos pés da cruz, o destino final, a entrada na eternidade. Aos pés da cruz de Cristo. Pois Jesus é o “cordeiro de Deus”, oferta pelo meu pecado, pelo seu pecado, e pelo pecado de todo o povo, como profetizou Caifás “Jesus devia morrer pela nação. 52 E não somente pela nação, mas também para reunir em um corpo os filhos de Deus que andavam dispersos” (João 11:51-52).

A entrega substitutiva de Jesus pelos pecadores que cressem em Seu nome também traz a reconciliação entre os homens e entre estes e Deus. E este espírito conciliativo em nós, demonstra o mesmo espírito que houve em Cristo, manifestado em prática da verdade, paciência e paz, trabalhar para suprir as necessidades próprias e do próximo, falar o que edifica o espírito e a mente e assim não entristecer o Espírito Santo, mas, sem as marcas e procederes do pecado, apresentar vida santificada nos caminhos do amor.

A unidade de vidas assim praticadas se constituirá em modelos de unidade na diversidade e na missão. Deus seja conosco no estudo desta semana, concedendo-nos as transformações necessárias para que tenhamos unidade que seja a prova mais convincente do evangelho eterno neste mundo.

Pense:Deus está conduzindo um povo para ficar em perfeita unidade sobre a plataforma da verdade eterna”. (EGW, TI, v. 4, p. 17.1).

Desafio: Aprender e viver uma vida santa e que produza o fruto do Espírito.


DOMINGO, 25 DE NOVEMBRO 2018 – SOB A CRUZ DE JESUS

Para tornar compreensível o teorema de Pitágoras, o professor esgotou suas ilustrações algébricas e propôs: “vamos ver isso na prática?” Apresentou um pequeno triângulo e pequeninos quadrados que, ajustadas as peças, equivaliam as medidas dos lados do triângulo, os catetos e a hipotenusa, formavam dois quadrados perfeitos para as medidas de cada lado, e, montados sobre o maior lado, a hipotenusa, também formaram um quadrado perfeito, e contados, os pequenos quadrados somavam o número igual à soma dos quadradinhos que formavam os quadrados sobre os catetos. Estava demonstrada a assertiva do teorema que diz “para o triângulo isósceles, o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos”.

Assim é com a demonstração de unidade do povo de Deus. A Bíblia ensina que o mundo nos verá em unidade se obedecermos todas as palavras de Cristo e isso ocorre mediante a fé íntegra, dependente e submissa à cruz de Cristo e toda a simbologia que ela traduz: entrega, sacrifício, morte, confiança de que o Pai aceita Sua vida em lugar da morte do pecador, obediência à Lei guardando o sábado em Sua morte e ressurreição para ser dignificado como Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.

A cruz de Cristo não é para alguns. Nem por uma única nação. Mas, por todos nós, e todos os povos. (João 11:51-52). Seu sangue foi derramado para remissão de todas as ofensas por nós cometidas contra o Pai. E a imensurável disposição de Sua graça e misericórdia, evidencia Sua vontade de que todas as criaturas, celestes e terrenas, se tornem em unidade, entre si e com o próprio Deus (Efésios 1:7-10).

Essa unidade acontece desde o batismo, quando somos revestidos de Cristo, pois ao sermos imersos nas águas morremos com Cristo, e ao nos levantarmos, ressuscitamos com Ele para uma vida nova. (Gálatas 3:26; Romanos 6:3-4).

Pense:A fé salvadora é um ajuste pelo qual aqueles que recebem a Cristo se unem a Deus em concerto. Fé genuína é vida. Uma fé viva significa acréscimo de vigor, segura confiança pela qual a alma se torna uma força vitoriosa”. (EGW, DTN, p. 240.1).

Desafio: Aprender e viver uma vida santa e que produza o fruto do Espírito.


SEGUNDA-FEIRA, 26 DE NOVEMBRO 2018 – MINISTÉRIO DE RECONCILIAÇÃO

Lúcifer acatou o orgulho e a inveja em si, gerando o descontentamento e, sub-repticiamente, semeou desconfiança e partidarismo e tornou-se Satanás e Diabo. Quando da criação, ao ver o clímax, na semelhança entre o Eterno e a humanidade, Satanás pretendeu arruinar essa imagem e assumir o governo do mundo, pela desobediência e, em parte, conseguiu. Mas, Deus anunciou Seu plano de através do descendente da mulher, ter um substituto e Salvador da humanidade, reconciliando-a com a Divindade.

Início do ministério da reconciliação, que comprova, de forma irrefutável, a unidade dos filhos de Deus aqui na Terra e, futuramente, no Céu. A primícia desse ministério foi Jesus. Paulo afirma que nós, afastados da vida eterna pelo pecado, fomos reconciliados (religados) com Deus, em Cristo.

Jesus derrubou “a parede de separação”, unificando em Seu próprio corpo o pecador com o único obediente, que vivia em unidade com o Pai, sem pecado, assim criando “em si mesmo dos dois um novo homem” e “pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo” (Efésios 2:13-16).

É pelo ministério da reconciliação que nos tornamos novas criaturas e ministros dessa mensagem (2 Coríntios 5:17-18), pois reconciliados com Deus, em nós estende a reconciliação ao mundo, nos fazendo Seus embaixadores (vv. 19-20), se continuamente dependentes de Cristo, mantivermos a nossa própria reconciliação, pois Deus a Cristo que “não conheceu pecado, o fez pecado por nós” para sermos “justiça de Deus” (vv. 20-21).

E como saber que somos ministros da reconciliação? Jesus responde “se vos amardes uns aos outros“ (João 13:35). Deus quer que anunciemos a graça incompreensível, o mistério escondido em Deus pela eternidade e revelado em Jesus. Responsabilidade que não é para um homem, ou uma nação, mas para o Israel de Deus, a igreja, para repartir com o mundo o que Paulo denomina “multiforme sabedoria de Deus” (Efésios 3:8-11).

Pense:Todo indivíduo está procurando tornar-se um centro de influência, e enquanto Deus não trabalhar por Seu povo, eles não verão que a subordinação a Deus é a única segurança para toda alma. Sua graça transformadora em corações humanos conduzirá a uma unidade que ainda não foi compreendida, pois todos os que são assemelhados a Cristo estarão em harmonia uns com os outros. O Espírito Santo produzirá unidade”. (EGW, ME, v. 3 [in Carta 25.b, 1892], p. 20.3)

Desafio: Continuamente lutarmos pela reconciliação e anuncia-la aos que nos circundam.


TERÇA-FEIRA, 27 DE NOVEMBRO 2018 – UNIDADE PRÁTICA

O hino 288 do Hinário Adventista termina suas três estrofes com o verso “Para ser igual a Cristo” e no coro expressa a frase “Ser igual a Cristo” duas vezes para terminar com “Para ser igual a Cristo”. Esta deveria ser a oração diária e constante de cada cristão. Esta seria a melhor demonstração de unidade prática do cristianismo. Ser igual a Cristo é manifestar o mesmo modo de proceder, avaliar, compartilhar e viver cada momento (Filipenses 2:5).

Ser igual a Cristo é falar a verdade, não mentir e não se permitir ser o conduto de suposições ou falsidades (fake news). Indignar-se com a maldade, com a violência e a ignorância. Não permitir que a cobiça desperte a vilania da posse do que não lhe pertence, pelo contrário, por seu trabalho e esforço ter o que compartilhar com os que enfrentam necessidades. Dominar a língua e as palavras para serem benção e não companheiras da maledicência e da malignidade, pois toda prática errada e errônea entristece o Espírito Santo e o cristão deveria sempre ser o conduto de bondade, misericórdia, perdão, como Deus procede para conosco, nos tornando imitadores de Deus, como os filhos, normalmente, imitam os pais (Efésios 4:25-5:2).

A unidade prática se revela em fazermos ao próximo o bem que desejamos nos façam (Mateus 7:12), inclusive auxiliando os sobrecarregados e aliviá-los de suas cargas (Gálatas 6:2), pois é somente mediante renúncia própria que nos assemelhamos a Jesus que renunciando às glórias celestes, se fez homem e habitou entre nós (Mateus 16:24-26). Essa forma de viver espelhará nos procedimentos do cristão a unidade prática de um espírito manso e calmo, silente diante de Deus. Pois seja comendo ou bebendo ou fazendo qualquer outra coisa, teremos como motivo principal a glória de Deus, não apenas com os que ainda não são da família de Deus, mas com todos.

Pense:O poder de uma vida mais alta, mais pura e mais nobre é nossa grande necessidade. O mundo tem ocupado demais os nossos pensamentos, e o reino de Deus bem pouco”. (EGW, AA, p. 267.5).

Desafio: Buscar viver uma vida mais equivalente ao sentimento e práticas de Jesus.


QUARTA-FEIRA, 28 DE NOVEMBRO 2018 – UNIDADE EM MEIO A DIVERSIDADE

Quanto mais diversa a paisagem, mais ilustrativo da criatividade e sabedoria do Criador na composição do quadro resultante. O mesmo raciocínio deveria ser válido para a tessitura social da humanidade, mas, nesse aspecto o ser humano deseja impor padrões. Padrões de etnias, de cultura, de habilitações, de procedimentos, de comportamentos e até de juízos.

Na humanidade não há diversidade apenas na cor da pele ou na cultura, mas também na constituição física e mental, e, de acordo com o julgamento baseado em valores culturais prevalecentes, serão desqualificados como doentes ou fracos alguns com quem o diálogo traria resultados promissores. Isto tem a ver tanto com os aspectos étnicos quanto com a prática religiosa e ao cristão cabe acatar e compreender toda essa diversidade como parte da criação divina. O que importa é quão firme esteja cada um de sua fé e de sua experiência pessoal com Deus e com Cristo, de tal forma que seja vivendo ou morrendo, todas as palavras e atos sejam para a glória de Deus. O forte auxiliando o enfraquecido a vencer as barreiras e carregar sua cruz.

A diversidade na humanidade se identifica pelas etnias, locais de origem, culturas, mas qual o valor disso se não for a glória de Deus? Se até os dons dos quais a igreja é servida para viver o ministério do evangelho eterno e da reconciliação são diversos, mas todos convergem para justiça, paz, alegria (Romanos 14:17). Alguns bons princípios de saúde, de respeito ao próximo e à família, de convivência social são importantes, mas não essenciais para a salvação. Dessa forma, alguns conceitos primordiais para a unidade na diversidade são tolerância, sabedoria, equilíbrio e, principalmente, amor. Amor a Deus, amor a si mesmo, amor ao próximo.

Pense:O Senhor não confiou a homens o encargo de relembrar as faltas e os erros dos vivos ou dos mortos. Ele quer que Seus obreiros apresentem a verdade para este tempo. Não faleis dos erros de vossos irmãos que estão vivos, e calai-vos no tocante às faltas dos mortos. Deixai que os seus erros e faltas permaneçam onde Deus os colocou — lançados nas profundezas do mar”. (EGW, ME, v. 3, p. 346-347).

Desafio: Não julgar os erros do diverso sem considerar a diversidade.


QUINTA-FEIRA, 29 DE NOVEMBRO 2018 – UNIDADE NA MISSÃO

A unidade que Cristo pediu ao Pai “para que todos sejam um; assim como, ó Pai, és em Mim, e Eu em Ti, que também eles sejam um em nós; para que o mundo creia que Tu Me enviaste” (João 17:21), não era uma unidade social, embora a contivesse. Muito mais que isso, foi um pedido por uma unidade de propósito, de missão, como é a unidade da Divindade. Na oração Jesus expôs o porquê do pedido: “para que o mundo creia que Tu Me enviaste”, isto é, o pedido tinha uma finalidade missional e não apenas de pacificação e sociabilidade.

A sociabilidade entre cristãos é importante, pois a ausência dela resulta em discussões e contendas de “questões tolas” (Tito 3:9), como desejar saber quem é o maior entre os discípulos (Lucas 22:24), mas o importante é buscar a unidade na oração, nas súplicas, para viver e praticar o mesmo “sentimento que houve também em Cristo Jesus” (Filipenses 2:5), que sempre foi atender a missão que recebeu do Pai: dar a Sua vida pela salvação de todo aquele que crê. Essa unidade traz o Espírito Santo, em abundância, sobre todos os crentes que estejam “unânimes” no mesmo lugar, no mesmo Espírito, na mesma fé.

Não importam os erros cometidos, sejam de negação do Senhor ou de falta de fé nos Seus ensinos, como Pedro e Tomé, do desejo de supremacia e honra humana, como João e Tiago, ou de ter se prestado a serviços e obediência a ordens considerados indignos, mas, conscientes de suas fraquezas, incompetências e dependência, pedirem a chuva serôdia, para a colheita final.

Pense:A oração verdadeira ocupa as energias da alma e afeta a vida. Aquele que assim desabafa suas necessidades perante Deus, sente o vazio de tudo o mais, debaixo do céu… A religião deve começar com o esvaziar do coração e sua purificação, e deve ser nutrida pela oração diária”. (EGW, TI, v. 4, p. 534, 535).

Desafio: Primeiro o reino de Deus e Sua justiça. Oração, fé, comunhão, relacionamento, missão.


SEXTA-FEIRA, 30 DE NOVEMBRO 2018 – PONTOS DE REFLEXÃO

A prova mais convincente da unidade em Cristo foi definida pelo próprio Cristo quando disse: “Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sois meus discípulos” (João 8:31) e “Nisto conhecerão que todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros” (João 13:35). A unidade prática é manifesta na permanência e fidelidade em todos os ensinos de Cristo e quando as ações demonstram o amor de uns pelos outros.

Nos tornamos novas criaturas e, consequentemente, designados ministros do ministério da reconciliação e embaixadores de Cristo diante do mundo.

Unidade prática e ser igual a Cristo. É falar a verdade. Cuidar com as fake news. Indignar-se com a maldade e a violência. Através do trabalho e esforço próprio ter o que compartilhar com necessitados. Fazer da língua uma benção e não maledicente. Não entristecer o Espírito Santo por práticas erradas. Sempre ser conduto de bondade, misericórdia, perdão, sendo imitadores de Deus.

Aprender a conviver, aceitar e respeitar a diversidade, seja na pessoa, nas ideias, na cultura.

Viver em unidade com a igreja para atender à missão dada a todos por Jesus – Mateus 28:19-20

Na próxima lição “Unidade e relacionamentos rompidos”, refletiremos sobre os exemplos da amizade restaurada entre Paulo e Barnabé. A reapresentação do escravo fugitivo Onésimo a Filemon, aconselhado a recebê-lo como filho. Os dons do Espírito são para crescimento da igreja e que o perdão é dado pelo perdoador e não porque o perdoado mereça. O acerto de contas entre contendores é resolvido quando o ofendido procura o ofensor para oferecer perdão, e esse caminho se esgota quando a igreja é tomada como testemunha da ofensa e da recusa do ofensor em aceitar o perdão que lhe é oferecido.

Pense:Diferentes em temperamento, mas unidos em espírito — Em nosso lar não temos dissensão, nem palavras de impaciência. Os que trabalham comigo têm temperamento diferente, e seus costumes e maneiras são diferentes, mas estamos unidos nas ações, e permanecemos unidos em espírito, procurando animar-nos e ajudar-nos uns aos outros. Sabemos que não podemos admitir desavenças por causa da diferença de temperamento. Somos filhinhos de Deus, e rogamos que Ele nos auxilie a viver, não para nos agradarmos a nós mesmos, mas para agradar-Lhe e glorificá-Lo”. (EGW, Ev [in Carta 252, 1903], p. 102.5).

Desafio: Tornar sua vida uma prova mais que convincente em prol do evangelho eterno.

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