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Início / COMENTÁRIOS PARA ADULTOS - 3° TRIMESTRE 2018 / Comentários para Adultos: Lição 12 – Babilônia e o Armagedom – 16 a 23 de Junho 2018

Comentários para Adultos: Lição 12 – Babilônia e o Armagedom – 16 a 23 de Junho 2018

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SÁBADO A TARDE – 16 DE JUNHO 2018 – INTRODUÇÃO

Comentário por Gerson Benedito Prado

Uma assertiva sobre Babilônia é que seu nome tem origem em Babel, nome dado à localização da torre que os descendentes de Noé tentaram erigir para demonstração de que teriam solução para sua própria salvação e que significa “confundir” ou “confusão”, por ter Deus penalizado os construtores com mudança de sua língua única em novos idiomas em que não mais conseguiam se entender.

Babilônia também remete, historicamente, à capital do império babilônico e representa seu poder, sua glória, riqueza e a inflexibilidade de seus governantes com seus inimigos. Por isso Deus usou essa designação para representar, profeticamente, o poder, a pompa e a dureza do poder religioso que dominaria os cenários do tempo do fim.

Por outro lado, Deus informa aos que se mantém fiéis aos Seus desígnios que guerreara por eles numa batalha final que recebe o nome de Armagedom, remetendo à figura do monte Megido, provavelmente para lembrar uma outra batalha entre os que O servem como seu Deus e os que servem a falsos deuses e ensinamentos, a batalha do monte Carmelo entre Elias e os profetas de Baal.

Deus nos concede mais esta semana de estudos sobre a culminância do tempo do fim, para melhor compreendermos o significado de “o vinho da fúria da sua prostituição”, porque é importante e como deve ser anunciada a queda da GRANDE BABILÔNIA: CAIU! CAIU!…, e se Armagedom será uma guerra entre forças humanas ou envolve outras dimensões da estrutura cósmica? E a correlação com o que foi a batalha do monte Carmelo.

Pense: “Dois grandes poderes opostos são revelados na última grande batalha. De um lado está o Criador do Céu e da Terra e todos os que se encontram do Seu lado têm o Seu selo. Eles são obedientes às suas ordens. Do outro lado está o príncipe das trevas, com os que escolheram a apostasia e a rebelião”. (EGW, EF, p. 249).

Desafio: Aproprie-se das armas que Deus lhe concede para estar pronto para essa batalha final.


DOMINGO, 17 DE JUNHO 2018 – O VINHO DA FÚRIA DA SUA PROSTITUIÇÃO

Como afirmamos ontem, a ideia humana de autossuficiência iniciada na Babel de Gênesis torna-se o império de domínio e influência mundial com sede em Babilônia, descrito por Daniel, e alcança um poder militar, político, cultural e religioso cujo domínio se reflete pelo mundo e cumpre as profecias dadas por Deus para nos preparar para o tempo do fim.

O estudo da Bíblia nos revela duas grandes cidades e que passam a ter significado profético em Apocalipse: Babilônia e Jerusalém. Esta representa a cidade de Deus, lugar do Seu santuário e morada do Seu povo, Babilônia significa opressão, violência para forçar a adesão, falsa religião, falsos ensinamentos, falsos profetas e falsos cristos, enfim, completa e total rebelião à vontade divina.

Para forçar a adesão da humanidade a seus caprichos e rebelião, Babilônia cria uma gama quase infinita de misturas do erro com a verdade, do falso com o verdadeiro, do engano sutil com a experiência real, da liberdade com a prática desleal e desrespeitosa, enfim, mostra e atrai para o seu cálice de misturas de doutrinas e filosofias, isto é, o “vinho da fúria da sua prostituição”, a quase todos os seres humanos, razão porque Cristo nos avisou “E se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém se salvaria” (Mateus 24:22) e “quando vier o Filho do homem, porventura achará fé na Terra?” (Lucas 18:8)

Pense: “Como a Pedro, é dirigida a nós a palavra: ‘Satanás pediu para peneirar vocês como trigo! Eu, porém, orei por você, para que a sua fé não desfaleça’ (Lucas 22:31,32). Graças a Deus não somos deixados sozinhos. [Ele]… não nos abandonará na batalha contra o adversário de Deus e do homem”. (EGW, MDC, p. 119).

Desafio: Não permita que ideias, fábulas e crendices desviem sua preparação para o que realmente é necessário.


SEGUNDA-FEIRA, 18 DE JUNHO 2018 – CAIU! CAIU A GRANDE BABILÔNIA

A torre de Babel, abandonada, caiu diante das ações da natureza e do esquecimento coletivo. Babilônia, capital do império caldeu caiu quando ainda vivia Daniel, o profeta que anunciara a revelação de Deus através da interpretação do sonho do rei Nabucodonozor.

O anúncio “Caiu, caiu a grande Babilônia” (Apocalipse 18:2), porém, é uma ação de Deus no futuro da história, uma das últimas ações de Deus para demonstrar Sua graça, misericórdia e justiça. Sua graça e misericórdia em prol de Seu povo fiel, indicando que se encerra um período de perseguições, angústias, dores, sofrimentos, lágrimas e morte. Sua justiça em aceitar a substituição de Jesus Cristo em prol dos que o aceitaram em suas vidas e, também, Sua justiça na condenação eterna do pecado e, enquanto durar, dos pecadores.

“Caiu, caiu a grande Babilônia”, é o anúncio que avisa ambos os lados em oposição que a batalha final está evidente e iminente, o Armagedom. Mas Deus, em Sua graça e misericórdia ainda faz um último apelo aos seres humanos para que, se ainda estão sob a bandeira errada, a bandeira do vinho da fúria da prostituição das misturas doutrinárias e teológicas, mudem-se para o lado correto, a bandeira sanguínea do Salvador, definam-se sob o implorante e exaustivo apelo do Céu: “sai dela, povo Meu”.

Pense: “O mundo se tornou ousado na transgressão da lei de Deus. Por causa de Sua longa clemência os homens Lhe espezinharam a autoridade. Fortaleceram-se na opressão e crueldade contra Sua herança, dizendo: ‘Como Deus ficará sabendo? Por acaso o Altíssimo tem algum conhecimento?’ (Salmos 73:11). Há, porém, um limite além do qual não podem passar. Próximo está o tempo em que atingirão o limite prescrito. Mesmo agora quase excederam os termos da longanimidade de Deus, e a medida de Sua graça e misericórdia. O Senhor Se interporá para vindicar Sua própria honra, para livrar Seu povo e reprimir os excessos da injustiça”. (EGW, PJ, p. 177).

Desafio: Hoje é a oportunidade que temos para nos prepararmos para o tempo do fim. Não deixe escapar.


TERÇA-FEIRA, 19 DE JUNHO 2018 – ARMAGEDOM

Muitos cristãos, leitores da Bíblia, não a perscrutam para obter o melhor néctar, a mais brilhante pérola, ficando apenas na superfície e passam a acreditar em toda e qualquer abordagem que alguns autointitulados doutores em ensino religioso lhes passam. Nos dias atuais, com a velocidade de divulgação que as redes sociais proporcionam, falsos profetas, pseudo-teólogos, delas se servem para divulgar suas misturas de verdades e erros, ocasionando a fermentação do vinho da fúria da prostituição de Babilônia, isto ocasionará o Armagedom.

O Armagedom não é uma guerra entre exércitos humanos, literal, que ocorra nas terras do Oriente Médio. Não é o exército de algum país asiático que se disporá a invadir e destruir o norte de Israel. E não sendo uma interpretação literal das palavras apocalípticas, então o que é? É uma ação intencional, de união das forças do mal na tentativa de aniquilar as forças que continuem fiéis a Deus na Terra.

Agirá de forma planejada, preparada e organizada, em atos de fundo político, econômico, judiciário ou militar para forçar os fiéis a Deus a mudar de opinião e escolha forçadamente, renegando sua lealdade e obediência a Deus e Seus mandamentos.

A palavra Armagedom mencionada apenas em Apocalipse 16:16, pode ser referência a monte Megido, onde se localiza o monte Carmelo, local da veemente disputa entre os profetas de Baal e o profeta Elias, pela adoração ao Deus verdadeiro.

Pense: “A inimizade de Satanás contra o bem se manifestará cada vez mais, ao conduzir ele em atividade suas forças em sua última obra de rebelião. E toda pessoa que não estiver inteiramente entregue a Deus e não for guardada pelo poder divino, fará uma aliança com Satanás contra o Céu e se unirá na batalha contra o Governador do Universo.
Logo, todos os habitantes da Terra terão tomado partido, ou a favor ou contra o governo do Céu”. (EGW, EF, p. 250, 251).

Desafio: Entregue sua vida totalmente ao governo de Deus e estará seguro.


QUARTA-FEIRA, 20 DE JUNHO 2018 – O ARMAGEDOM E O MONTE CARMELO – PARTE I

É provável que Armagedom signifique “Monte Megido”, mas, a geografia das circunvizinhanças de Jerusalém não identifica essa nomenclatura em algum monte. Mas está localizado ali o monte Carmelo e sugerem os estudiosos, como viável, que este seja o monte referido na profecia.

Pois ali ocorreu o fato de grande significado teológico, a batalha entre os poderes das trevas, arregimentadas para Israel pelas casas reinantes e os sacerdócios corruptos contra o representante de Deus, o profeta Elias. Uma impressionante história em que o exército de 850 pessoas (1Reis 18:19) dedicadas à falsa adoração é enfrentada por um único profeta dedicado a adoração do verdadeiro Deus.

A batalha foi para escolher quem seria o Deus adorado (1Reis 18:21). E o Armagedom será também uma batalha para as pessoas do mundo todo escolherem qual Deus adorarão e obedecerão e aos Seus mandamentos. Na prévia dessa batalha, como ocorreu em Israel antes do Carmelo, haverá dores e sofrimentos sobre a humanidade, lutas intensificadas muito além do imaginável, a angústia imposta às nações e pessoas será em patamares nunca observados e lutarão contra situações não humanas, mas espirituais (Efésios 6:12). Porém, temos a garantia da vitória (João 16:33).

Não há mais tempo para meios-termos. Ou estamos do lado de Deus, ou do lado de Satanás. Nossa missão de vida, se ainda não foi ou não é, deve ser, doravante, estarmos preparados e consagrados, como Elias, revestidos de todas as armaduras de Deus (Efésios 6:10-18).

Pense: “Os pátios do templo de Jerusalém, cheios de tumulto de um tráfico profano, representavam com exatidão o templo da alma, contaminado por paixões sensuais e pensamentos profanos. Purificando o templo dos compradores e vendilhões mundanos, Jesus anunciou Sua missão de limpar a alma da contaminação do pecado ̶ dos desejos terrenos, das ambições egoístas, dos maus hábitos que a corrompem. …
Sua presença purificará e santificará a pessoa, de maneira que ela seja um santo templo para o Senhor, e uma ‘morada de Deus no Espírito’ (Efésios 2:21, 22)”. (EGW, DTN, p. 161,162).

Desafio: Esteja pronto para estar do lado de Deus, de hoje em diante, limpo e purificado por Jesus.


QUINTA-FEIRA, 21 DE JUNHO 2018 – O ARMAGEDOM E O MONTE CARMELO – PARTE II

O estudo da história do Carmelo nos ilustra sobre alguns pontos:

a) O número de pessoas dedicadas às atividades do reino das trevas era muito superior aos que se dedicavam a defender a adoração do Deus verdadeiro, aparentemente um. Isto é, apesar de aparentemente em desvantagem numérica, seremos vitoriosos.

b) O mote para a batalha foi demonstrar quem é o Deus verdadeiro e aquele que merece nossa adoração é obediência, como o Armagedom também o será, para demonstrar os que tem o selo de Deus e os que receberam a marca e o número da besta e adoram o dragão, por obediência à imagem da besta.

c) Não é o frenesi ou a voz alta ou ainda as automutilações dos falsos profetas, ou seus clamores, que farão que seus falsos deuses lhes respondam, mas para os servos de Deus, quando mais crucial parecer o embate, ao final do dia – do tempo, Deus responderá à oração simples e direta, ao mais humilde de seus filhos, mandando fogo do céu e consumindo o sacrifício oferecido no altar.

d) Assim como Elias levou sua assistência a proclamar “O SENHOR é Deus! O SENHOR é Deus!” (1Reis 18:39), como filhos de Deus no tempo do fim devemos conduzir pessoas de outras denominações a abrirem seus olhos e corrigirem sua visão distorcida e mal constituída sobre o Armagedom, compreendendo que essa guerra não é literal e nem estará restrita às terras do Oriente Médio, mas é espiritual e envolverá toda a humanidade, que deverá decidir de que lado estará: ao lado de Satanás e seus vassalos ou de Cristo e seus discípulos.

Pense: “Aproximamo-nos do fim da história terrestre, em que só pode haver dois grupos, e todo homem, mulher e criança estará num desses exércitos. Jesus será o General de um exército; do exército oposto Satanás será o dirigente. Todos os que estão transgredindo e ensinando outros a transgredir a lei de Deus, o fundamento do Seu governo no Céu e na Terra, são arregimentados sob uma liderança superior, que os dirige em oposição ao governo de Deus”. (EGW, ME, v. 3, p. 423).

Desafio: Esteja apto a estar entre os que terão o nome do SENHOR e serão por Ele reclamados como Seus.


SEXTA-FEIRA, 22 DE JUNHO 2018 – ESTUDO ADICIONAL

A compreensão de que “o vinho da fúria da sua [de Babilônia] prostituição” é a mistura que ela faz e apresenta como “pura verdade” da verdade com o erro e que por essa mentira Deus já a julgou e ela receberá a punição que foi preparada para o “dragão e seus anjos”, ouvindo a sua sentença na proclamação da mensagem apocalíptica de “Caiu! Caiu a grande Babilônia!”.

E o conhecimento de que Armagedom não é um evento humano e sim espiritual nos auxilia no encaminhamento de nossa escolha. Como Deus deu a oportunidade aos israelitas no passado (Josué 24:15, 1Reis 18:21), hoje Ele nos convida a abandonar a “confusão” que é Babilônia, não tocar no “vinho da fúria da sua prostituição” e a sair “dela povo Meu”, antes que ela nos imponha, seja pela mentira, seja pela mistura da verdade com o erro, a sua marca e o seu número e não sermos partícipes da sua condenação e das condenações que receberá, juntamente com seus súditos, como retribuição a toda sua rebeldia, usurpação à adoração e aos direitos de Deus como Criador e Rei do universo, e seus atos de maldade e sofrimentos impostos aos fiéis a Deus.

Encerramos o trimestre estudando o ato culminante do tempo do fim, a volta de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é chamado de “o dia do Senhor” e descrito como um dia de alegria, para os salvos, e juízo para os infiéis. Veremos como Daniel viu a Segunda Vinda de Cristo e, preocupado com o tempo, o próprio anjo que lhe ministrava a visão lhe explicou que seria para dias “mui distantes”, isto é, não nos compete saber se é hoje, amanhã ou outro tempo. O que precisamos saber é que veremos Cristo nas nuvens do céu e que vivos e mortos, seremos transformados ou ressurretos, todos. Amém!

Pense: “A batalha do Armagedom é uma luta pela mente. É também uma batalha pelo coração – um chamado pela sincera fidelidade ao Cordeiro que foi morto (Apocalipse 5:9, 10, 12; 13:8)”, (Jon Paulien, Armagedom at the Door”. Hagerstown, Md.: Autumn House Publishing, uma divisão da Review and Herald, 2008, p. 193).

Desafio: Estar pronto para seu encontro com Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém!

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