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Comentários para Jovens: Lição 02 – Entre os Candelabros – 05 a 12 de Janeiro 2019

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SÁBADO A TARDE – 05 DE JANEIRO 2019 – PRÉVIA DA SEMANA

Para quem dedica algum templo à contemplação da história e desempenho humano em suas relações e convivência percebe a justificativa para que o Asafe (Salmo 73) se sentisse perplexo e atônito com as injustiças gritantes e visíveis na humanidade, quando via a prosperidade dos arrogantes e perversos, usufruindo de benefícios da riqueza – injusta e corrupta, concluindo que Deus não se importa com o que façam e, ao contrário, o justo e puro de coração, mente e palavras padecia e se curvava sob a carga das injustiças e barbaridades testemunhadas.

Mas, Deus não deixa Seus filhos sem a iluminação da verdade, dando ao que busca conhecer os caminhos de Deus, através da entrada ao santuário do Senhor, aa compreensão de como são vistos e julgados por Deus tanto os caminhos do ímpio como os caminhos dos justos e que nada escapa de Seus perscrutadores olhos, Seu Santo Espírito, Onipresente, Onisciente e Onipotente.

Foi na visão do santuário que o prisioneiro apóstolo João, preocupado com os sofrimentos dos cristãos nas igrejas que pastoreava, pode sentir-se consolado, animado e consolar suas igrejas, conforme registram as sete cartas enviadas a elas e a nós. Vejamos o podemos compreender e aprender visitando o santuário em Apocalipse e aceitemos o conselho do apóstolo “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas”. (Apocalipse 3:22).

Pense: “Levantemos nosso olhar para a porta aberta do santuário celestial, onde a luz da glória de Deus resplandece na face de Cristo, que “pode salvar totalmente os que por Ele se chegam a Deus”. Hebreus 7:25.”. (EGW, CC, nova edição, p. 64.3).

Desafio: Confie e adentre ao santuário para obter a luz da verdade em suas palavras e atos.


DOMINGO, 06 DE JANEIRO 2019 – EM PATMOS

Para Patmos, uma ilha de rochas e pedregulhos, totalmente improdutiva, os romanos desterravam prisioneiros políticos, considerados inimigos, mas cuja morte poderia fortalecer suas ideias e simpatizantes. Assim era uma forma de punição menos severa que a morte, porém, colocava o prisioneiro em isolamento, posto que era praticamente impossível a visitação de familiares, amigos ou simpatizantes.

Foi para esse lugar que João foi remetido após ter sido condenado à morte, segundo a tradição, por imersão – o condenado era jogado – em um tacho de óleo fervente, mas como foi miraculosamente salvo pelo poder e proteção de Deus, o imperador romano o exilou para Patmos.

Ali, na solidão da distância do convívio com seus irmãos e ovelhas, tendo apenas a companhia de outros condenados, o pastor João é informado dos sofrimentos a que eram submetidas as igrejas e sofre com elas, mas o Senhor o conforta e consola com a visão que lhe é dada pelo Espírito Santo e com o próprio Jesus, Sumo Sacerdote do santuário celestial, não feito por homens, se apresenta e lhe dita as cartas às igrejas, demonstrando seu amor e cuidado a cada uma delas.

Outros fieis filhos de Deus também sofreram tratamentos truculentos, humilhações e desafios à fé e à resistência física e psíquica na manutenção de suas fé e fidelidade, como Daniel e seus amigos Hananias, Misael e Azarias, que desde seus nomes foram forçosamente alterados para nomes que homenageavam os deuses pagãos de Babilônia, Beltessazar, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. Ou, já nos dias de João, Estevão, jovem diácono de origem grega, que, apedrejado e morrendo, ainda roga a Deus: “Senhor, não lhes imputes este pecado!” (Atos 7:60)

Pense: Sofrimentos têm motivações diversas: escolhas erradas, associações indevidas, negócios mal formulados, mas se for por Cristo, Paulo assegura que é uma honra. No entanto, muitas vezes, desconhecemos os motivos de nossos sofrimentos e, então, devemos depositar inteira confiança de que Deus tem o completo controle e explicações para todas as situações.

Desafio: Confie em Deus, ainda que a nuvem negra da provação possa parecer esconder a luz divina.


SEGUNDA-FEIRA, 07 DE JANEIRO 2019 – NO DIA DO SENHOR

A visão lhe concedida numa experiência extasiática, “Achei-me em espírito” e “no dia do Senhor” (Apocalipse 1:10), não definindo explicitamente que dia seria “dia do Senhor”, assim alguns ensinam que um domingo, o que é totalmente inverossímil por várias razões. Algumas delas são:

1º) João era judeu e não chamaria outro dia que não o sábado semanal de “dia do Senhor”, embora houvessem outros dias cerimoniais também considerados “sábados”;

2º) Para o pensamento hebreu, a definição “dia do Senhor” está determinada em Êxodo 31:13 – “Tu, pois, falarás aos filhos de Israel e lhes dirás: Certamente, guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica”;

3º) Ao ensinar sobre a bênção de Deus, Isaias chama o sábado de “dia do Senhor” e também “deleitoso e santo dia do Senhor” (Isaías 58:13);

4º) O Senhor Jesus declara que Ele é o Senhor do sábado, portanto o sábado é o “dia do Senhor” “Porque o Filho do Homem é senhor do sábado”. (Mateus 12:8).

Há uma aplicação para a expressão “dia do Senhor” para outros dias sabáticos e ao se referir ao dia em que Deus fará prevalecer a justiça sobre a injustiça, o dia do Juízo final, como mencionado em Isaias 13:6-13 e II Pedro 3:10.

No entanto, Apocalipse 1:10 assinala uma referência ao dia semanal de sábado, o sétimo dia, como o “dia do Senhor”

Pense: O sábado é abençoado e santificado [separado] como memorial da criação, conforme especificou o Senhor ao dar ao Seu povo o decálogo: “porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou”. (Êxodo 20:11) e, também, memorial da redenção (libertação da escravidão) conforme estipulado ao relembrar a santidade e benção colocadas sobre o sábado: “porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito e que o SENHOR, teu Deus, te tirou dali com mão poderosa e braço estendido; pelo que o SENHOR, teu Deus, te ordenou que guardasses o dia de sábado” (Deuteronômio 5:15).

Desafio: Pedir luz e poder celestial para santificar e observar o sábado como “dia do Senhor”, recebendo nele as bênçãos concedidas.


TERÇA-FEIRA, 08 DE JANEIRO 2019 – A VISÃO QUE JOÃO TEVE DE CRISTO EM PATMOS

A descrição da aparência de Jesus é semelhante à visão que Daniel tem do ser que lhe fala às margens do rio Tigre. Ambos veem um ser brilhante, com aspectos metálicos em seus membros e roupas, adereços de ouro, rosto brilhante e os olhos como tochas ou chamas de fogo, cuja voz era poderosa como o som de muitas águas ou o vozerio de uma multidão.

Mas para João, o ser aparece no meio de candeeiros ou candelabros ou castiçais. Sete. Representam as sete igrejas, assim como as sete estrelas que estão na mão direita de Jesus são os anjos responsáveis pelas igrejas (Apocalipse 1:20), para as quais Jesus determinará uma mensagem. Válida para cada uma e todas elas e para nós, a igreja de Cristo hoje. Essa menção honra e confirma a promessa de Deus ao Seu povo escolhido de que Sua intenção eterna era e é habitar entre o Seu povo (Levítico 26:12).

Há um foco individualizado para cada mensagem, cada igreja, e cada período representado da história da igreja de Deus na Terra, mas há um foco geral, repetido nas mensagens e é que Jesus conhece cada igreja, o que fazem, creem e ensinam. Assim como nos conhece individualmente, pois nós somos a Sua igreja.

Ao se identificar como “o primeiro e o último” Jesus está confirmando sua divindade e eternidade, primeiro, nada há antes Dele, e o último, nada haverá depois Dele. Ele é a origem de tudo que existe “Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez” (João 1:3) e todos os eventos finais da história do tempo estão sob Seu controle, até que a morte e o pecado seja derrotados e desapareçam de entre as criações de Deus “estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno” (Apocalipse 1:18).

Pense: “Toda criatura humana é objeto de amoroso interesse por parte dAquele que deu a vida a fim de reconduzir os homens a Deus. Almas culpadas e impotentes, sujeitas a ser destruídas pelos ardis e artes de Satanás, são cuidadas como a ovelha do rebanho o é pelo pastor”. (EGW, CBV, p. 162.1).

Desafio: : Compreender: você é interesse único de Cristo, mas não sozinho, sempre é junto com Sua igreja.


QUARTA-FEIRA, 09 DE JANEIRO 2019 – MENSAGENS DE CRISTO PARA AQUELA ÉPOCA E PARA HOJE

João recebeu ordem de escrever em livro as cartas e a visão e remeter às igrejas identificadas. Jesus ordena que sejam escritas as coisas que são e que ainda acontecerão. Quem explica a visão informa que deveriam ser interpretadas as figuras dos sete candeeiros e das sete estrelas em Suas mãos. Isso ensina que ao lermos e estudar os símbolos bíblicos a própria Bíblia é sua interprete.

Jesus ordena encaminhar as mensagens ditadas (Apocalipse 2 e 3) às sete igrejas. Têm aplicação imediata e definida à cada destinatária, mas também são aplicáveis à história da igreja ao longo dos séculos e à ao fim dos tempos.

Apocalipse inicia com a descrição da visão, das ordens, mensagens e como registrar. Continua nos capítulos 2 e 3 com as cartas propriamente ditas à Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodiceia, representando cada uma delas uma fase histórica do cristianismo e da missão da igreja, aplicáveis a todos os tempos, a todos os lugares e igrejas e a toda a história, incluindo os que vivem no limiar do retorno de Cristo, que virá buscar os que Lhe foram fieis e guardaram Sua palavra.

Esta informação é de esperança e de “luz no fim do túnel”, pois vivemos momentos de grande corrupção, ausência de fé e piedade, violência e desamor, cumprindo a profecia do Senhor Jesus de que nestes tempos haveriam falsos profetas e falsos cristos, e quase desapareceria entre os seres humanos o amor. E as artimanhas do inimigo, se lhe fosse permitido, enganariam até os que creem em Jesus e Sua palavra. Mas a certeza é que, embora aparentemente demorado, Deus não retarda Sua promessa, mas, “é longânimo para convosco, não querendo que nenhum

Pense: “A mensagem para hoje — Nossa tarefa para hoje é: Como podemos compreender mais claramente e apresentar o evangelho que Cristo veio pessoalmente trazer a João na Ilha de Patmos, — o evangelho denominado “a revelação de Jesus Cristo”? Temos que apresentar ao povo uma clara explanação do Apocalipse. Temos que mostrar a Palavra de Deus tal qual ela é, com o mínimo possível de explicações pessoais. Nenhuma mente pode fazer isso sozinha”. (EGW, OP, p. 20.4).

Desafio: : Saber expor a mensagem do evangelho como Cristo quer que as pessoas ouçam e compreendam.


QUINTA-FEIRA, 10 DE JANEIRO 2019 – MENSAGEM PARA A IGREJA EM ÉFESO

As cartas do Apocalipse têm abertura, que apresenta o autor, depois a mensagem, alguma informação negativa e alguma positiva, e um apelo final: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Apocalipse 3:22).

A primeira carta, à igreja de Éfeso. Capital da província romana da Ásia, porto e centro comercial, econômico e religioso da região. Centro de templos dedicados ao culto a deuses pagãos cuja adoração envolvia magia e prostituição.

A ela Jesus se apresenta como “Aquele que conserva na mão direita as sete estrelas e que anda no meio dos sete candeeiros de ouro” (Apocalipse 2:1), isto é, Jesus caminha entre Suas igrejas – os candeeiros, e conserva em Sua mão os anjos – mensageiros, que velam e cooperam com a igreja.

Jesus destaca Seu conhecimento das atividades, dedicação e fidelidade deles, que mesmo em confronto com a malignidade, perseverou seguindo os caminhos do Senhor e as provas que portar o nome de Cristo traz ao crente, provando os falsários e mentirosos.

O Mestre os confronta com a realidade de abandonarem o primeiro amor, tornando-se relapsos nas obras e ensinos da fé, contrário ao que diz Paulo em Efésios 1:15 “a fé que há entre vós no Senhor Jesus e o amor para com todos os santos”.

Por último Jesus recomenda que os efésios ou as igrejas que vivam a mesma situação, devem:

1º) reconhecer que caíram no ritualismo e na frieza de fé, arrependam-se e retomem à produtividade e crescimento;

2º) pratiquem o amor e cuidado aos irmãos e na pregação;

3º) mantenham o combate às obras dos nicolaitas. E em nós, que “pecados específicos, … apagaram nosso primeiro amor. É o mundanismo? É o egoísmo? É o amor à vaidade pessoal? É a luta pela primazia? É o pecado da sensualidade que está intensamente ativo? É o pecado dos nicolaitas transformando a graça de Deus em lascívia?” (O Outro Poder, p. 361.4).

Finaliza convidando aos que ouvirem a mensagem atende-la, dessa forma garantindo o acesso à árvore da vida (Apocalipse 2:7).

Pense: A sua igreja ou sua vida está vivendo o formalismo, indiferentes às mensagens do Senhor, como poderá ajudá-la voltar ao primeiro amor? Você vê na carta à Éfeso uma carta a você e sua igreja?

Desafio: Reavivar em você, sua família, seus amigos e pares mais próximos as obras do primeiro amor.


SEXTA-FEIRA, 11 DE JANEIRO 2019 – PONTOS PARA REFLEXÃO

Nosso estudo desta semana enfatizou uma leitura do capítulo 1 de Apocalipse e os versos 1 a 7 do segundo capítulo. Ou seja, a introdução do livro, a apresentação do estado de êxtase em que se sentiu João ao receber a visão e ser apresentado ao que lhe concedia a visão, e lhe ordenou escrever a visão, as cartas às igrejas e as profecias que lhe seriam reveladas, em formato de livro, remetendo-os a todas as igrejas que seriam referidas.

João identifica o local e o tempo onde acontece a visão, seu diálogo com Cristo e a certeza pessoal que recebeu de que podia confiar, pois quem estava com ele era Aquele que é o “primeiro e o último e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno” (Apocalipse 1:17-18).

Verificamos que a intenção do autor das cartas, da visão e das profecias, Jesus, é que Suas mensagens alcançassem a todas as igrejas em todos os tempos, isto é, chegassem até nós que vivenciamos o que cremos sejam os últimos momentos da história humana submetida ao pecado e que breve, muito breve, ao retornar Jesus a esta Terra, será o fim dos tempos e inicio de uma nova história da criação de Deus, a eternidade.

Continuaremos a estudar Apocalipse 2:8-29 e 3:1-22, isto é, as cartas restantes na próxima semana.

Pense: “Se todos quantos professam crer a verdade houvessem aproveitado bem as suas aptidões e oportunidades de aprender e praticar, ter-se-iam tornado fortes em Cristo. Não importa a sua ocupação — lavradores, mecânicos, professores ou pastores — se se tivessem consagrado inteiramente a Deus, poderiam haver-se tornado obreiros eficientes do Mestre celestial”. (EGW, TS, v. 3, p. 37.4)

Desafio: Ser fiel à luz, graça e misericórdia recebidas, refletindo essas bênçãos a todos ao nosso redor.

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