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Comentários para Jovens: Lição 03 – A Igreja Primitiva – 14 a 21 de Julho 2018

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SÁBADO A TARDE – 14 DE JULHO 2018 – PRÉVIA DA SEMANA

“Perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que iam sendo salvos” (Atos 2: 46,47 Almeida Edição Contemporânea).

Uma das características marcantes da igreja primitiva era a união que possuíam e a semelhança de propósitos. A presença do Espírito Santo entre os crentes do primeiro século alterou seu próprio estilo de vida. Agora, o importante era suprir a necessidade do outro e não apenas a própria; eles aprenderam isso com o mestre. Todos estavam de acordo quando o assunto era o anúncio do evangelho. Todos acreditavam que logo estariam morando no paraíso com Jesus. Acho que em nenhum outro momento da igreja cristã ela alcançou uma condição tão plena.

A união proporcionava tanta força para eles, que mesmo o atentado contra a própria vida não era suficiente para derrotá-los. Para eles, a vida só fazia sentido se seguissem as ordens e o exemplo de seu mestre. Nada era mais importante que ver o reino de Deus sendo difundido por todo o mundo. A inveja era abafada pelo espírito abnegado e o calor da vontade de encontrar seu Mestre.

Um importantíssimo fator da vitória contra o diabo e o pecado é a união, com Deus e com nossos irmãos em Cristo. Mas qual era o motivo para tal condição? É unânime a convicção de que a obra realizada ali era pela atuação do Espírito Santo, porém, os indivíduos envolvidos sabiam que tinham uma parcela a cumprir. Todos deveriam estar envolvidos, pois se um estivesse desalinhado, todo o resto sentiria. Nesse contexto, um exemplo é o de Ananias e Safira (será detalhado nesta lição). Quanto mais refletimos sobre aqueles momentos do primeiro século, mas deveríamos nos envergonhar e pedir misericórdia a Deus por causa da nossa atitude egoísta.

Nesta semana iremos estudar um tema relevante para a igreja contemporânea e analisar como era a igreja do primeiro século e o que podemos aprender com ela. Como você sabe: bons exemplos mudam a ordem das coisas; transforma o caos em ordem e escravidão em vida. Bons estudos!

Pense: “À igreja primitiva tinha sido confiada uma obra de constante ampliação — estabelecer centros de luz e bênção, onde quer que existissem pessoas sinceras e dispostas a se dedicarem ao serviço de Cristo. A proclamação do evangelho devia abranger o mundo, e os mensageiros da cruz não poderiam esperar cumprir sua importante missão a menos que permanecessem unidos pelos laços da afinidade cristã, revelando, assim, ao mundo que eles eram um com Cristo em Deus” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 49).

Desafio: Não deixe para depois, aproveite o dia de sábado para meditar nas leituras adicionais selecionadas para esta semana.


DOMINGO, 15 DE JULHO 2018 – O COMPLEXO DO ATRASO

É incontestável a diferença existente entre a igreja apostólica e a contemporânea. O progresso do conhecimento e o da tecnologia não é suficiente para fazer uma igreja crescer, ela precisa do poder do Espírito Santo. É Ele que incentiva e promove todo o desenvolvimento.

Existe um segredo chave que poderia fazer com que a igreja atual fosse mais eficiente na pregação do evangelho, e ele se chama: aproveitar as oportunidades. Esse é o caminho fundamental para o reavivamento genuíno. Você já deve ter ouvido a frase que diz assim, “a oportunidade sempre aparece, aproveita quem está mais bem preparado”, não ouviu?

Muitas pessoas gostam de postergar decisões importantes, deixam os estudos e o preparo para depois, deixando as oportunidades escaparem das mãos. Na vida cristã isso também acontece, em nossa vida individual, e em nosso trabalho missionário. Ao invés de começarmos a buscar a consagração hoje, sempre deixamos para dia seguinte. Não lemos a Bíblia ou oramos, mas prometemos que iremos fazê-los amanhã. E às vezes, passa muito tempo e o dia da decisão nunca chega.

Perdemos oportunidades de pregar o evangelho às pessoas próximas a nós julgando que teremos outra chance, e infelizmente, elas nunca mais virão. Eu acredito que Deus tem os caminhos para realizar seus desígnios, e Ele é capaz até de usar nossos erros, todavia, que triste seria se soubéssemos que uma pessoa não alcançou a salvação por um erro nosso, em deixar para depois a oportunidade.

O motivo que leva a ação de uma pessoa está relacionado à eminência do acontecimento e da importância que se dá a ele. Se realmente, acreditássemos que Jesus voltará logo, não deixaremos mais as decisões para depois. Se a vontade de Deus realmente fosse prioridade em nossa vida, estaríamos dispostos a fazer muitas coisas diferentes da que fazemos hoje. Não deixe para depois, aproveite hoje as oportunidades de ajudar e pregar o evangelho a alguém. Pois afinal, hoje é o dia da salvação (2 Coríntios 6:2).

Pense: “Notai como através de toda a Palavra de Deus se manifesta o espírito de insistência, de implorar a homens e mulheres que se cheguem a Cristo. Devemo-nos apoderar de toda oportunidade, tanto em particular como em público, apresentando todo argumento, insistindo com razões de peso infinito para atrair homens ao Salvador” (Ellen White. Ciência do Bom Viver, p. 164).


SEGUNDA-FEIRA, 16 DE JULHO 2018 – PROVADA E TESTADA

Todo aquele que julga estar do lado de Deus, em algum momento na vida, passará por provas e testes. Talvez hoje você esteja passando por essa situação, não desanime, elas servem para refinar o crente e torná-lo mais forte. O segredo para vencer é sempre estar perto de Deus.

Pelo simples fato da igreja ser composta por pessoas como eu e você, em muitas ocasiões ela é provada. A prova pode ser individual do crente ou em conjunto. Um exemplo dessa ocorrência em conjunto são as perseguições que os crentes enfrentaram no primeiro século, muitos foram perseguidos e até mortos por manterem a verdade de Deus.

No âmbito individual, a lição apresenta dois exemplos, um positivo e o outro negativo. O positivo é o de Barnabé que venderá sua herança e deu tudo pela causa da obra do evangelho; Ananias e Safira, ao contrário, não deram tudo o que possuíam, mas fingiram que tinham dado. Não havia erro em ficar com uma parte que era deles, o erro foi querer mentir para ser bem visto pela igreja, parecer, mas não ser. A promessa feita por eles a Deus não foi cumprida, logo, as consequências chegaram. Somos tentados constantemente entre fazer a vontade de Deus ou a nossa, não é mesmo?!

As obras acompanhavam a igreja provada e aprovada. O número de crentes crescia assustadoramente, e todos perseveravam na comunhão, partir do pão e orações. O sofrimento e a luta podem ser grandes, mas a lei da natureza nos afirma: tudo o que plantarmos, iremos colher; se plantarmos boas coisas o fruto será bom. Até mesmo para aqueles que fracassaram, ainda há oportunidades de fazer as coisas diferentes. Se hoje você se arrepender de seus pecados, buscar fielmente a graça e o poder do Senhor Jesus, você será aprovado e enxertado em Cristo. Tudo depende se sua própria decisão, pois o poder já foi oferecido e está disponível.

Pense: “Não apenas para a igreja primitiva, mas para todas as gerações futuras, esse exemplo de como Deus aborrece a cobiça, a fraude, a hipocrisia, foi dado como um sinal de perigo. Foi a cobiça que Ananias e Safira tinham acariciado em primeiro lugar. O desejo de reter para si a parte que haviam prometido ao Senhor, levou-os à fraude e à hipocrisia” (Ellen White, Atos dos Apóstolos, p. 41).

Desafio: Não sei se atualmente você está enfrentando alguma prova. Mas quero que ore para que você a vença e ore também para que outros, em situações como a sua, também vençam.


TERÇA-FEIRA, 17 DE JULHO 2018 – DEIXE SUA LUZ BRILHAR

Todos aqueles que aceitarem o chamado de Deus para ser útil em sua obra, o céu é o limite dos resultados que podem alcançar. Milagres incontáveis podem acontecer; da mesma forma que aconteceu no primeiro século. Os cristãos deixaram sua luz brilhar em meio à escuridão da época.

Eu apenas imagino a luz que a igreja do primeiro século irradiou, todos eram unidos na doutrina dos apóstolos, ou seja, na própria palavra de Deus, que ensina o amor ao próximo. Eram unidos na comunhão, onde todos tinham direitos iguais e a herança era dividida em partes justas. Eram unidos no partir do pão, que representava a igualdade na divisão das coisas essenciais da existência, como o alimento. E por fim, as orações tinham poder, pois eram feitas com os mesmos propósitos e não por si mesmo, mas pelo outro. Queremos as grandes manifestações dos milagres de Deus em nossa vida, mas não conseguimos separar minutos para conversar com Deus como um amigo. Para a luz brilhar, esses elementos são essenciais.

Mas quantos de nós estamos dispostos a fazer sacrifícios e renúncias para que o outro seja alcançado pelo evangelho e cresça? Nosso egoísmo e orgulho são maiores que a necessidade de ajudar o outro. Pregamos a união, mas alimentamos a discórdia e a desunião.

Já disse isso várias vezes, mas acho importante enfatizar novamente: tudo surge de Deus, até mesmo nossa vontade de ser melhor e auxiliar o nosso próximo. Focamo-nos em muitas coisas, até sofremos quando não conseguimos ser bons, porém, nos esquecemos que o segredo é refletir a luz que temos. Se estivermos perto de Deus, seremos luz e não trevas. Não lute por força própria, mas se esforce por estar perto do Senhor, assim, a vitória virá.

Pense: “Neste tempo, a igreja deve usar suas lindas vestes — “Cristo justiça nossa”. Há claras e decididas distinções a ser restauradas e apresentadas ao mundo por meio do exemplo, ao exaltar os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. A beleza da santidade deve aparecer em seu brilho original, em contraste com a deformidade e trevas dos infiéis, os que se revoltaram contra a lei de Deus” (Ellen White, A igreja remanescente, p.13).

Desafio: Pegue uma folha de papel e faça duas colunas; em uma delas você escreverá o que acha que é bom em você, e na outra, o que é ruim. Depois compare as duas e veja o que você precisa melhorar.


QUARTA-FEIRA, 18 DE JULHO 2018 – CUIDANDO UNS DOS OUTROS

A maior vitória que a igreja conseguirá alcançar será manter o cuidado com o próximo. O mundo está carente de compaixão, amor, tolerância, respeito, diálogo justo etc. A igreja precisa preencher o espaço que Cristo tem poder para suprir. Se a igreja fizesse o que deveria, o mundo estaria melhor, a igreja estaria diferente, o céu estaria mais próximo. No entanto, infelizmente, ela está aquém do que deveria e por isso, devemos pedir misericórdia ao Senhor para que Ele nos perdoe e nos cure. Pois o pecado nos machucou tanto que ficamos insensíveis com a dor e sofrimento dos outros.

Cuidar do próximo não significa dar comida, bebida ou dar um lugar quentinho pra dormir, isso faz parte, mas cuidar do próximo é conceder ao outro a proximidade e acima de tudo, valorização. O que mais as pessoas querem é se sentirem valorizadas pelo que fazem e por quem são. O pecado perverteu as coisas e muitas pessoas caem na depressão e tristeza profunda porque esqueceram que são importantes para Deus e para a sociedade.

Cuidar dos outros é também utilizar meus dons e talentos em favor delas. A realização está quando faço o meu próximo feliz com aquilo que tenho talento pra fazer. Meus dons foram o presente de Deus, uma benção para mim, meus familiares, amigos e próximo. Toda benção recebida é pra ser compartilhada. Se tiver a benção de possuir alguma capacidade especial, use-a para a felicidade do seu próximo. Lembra?! A igreja do primeiro século tinha tudo em comum, todas as coisas eram repartidas.

Faz tempo que você faz algo por alguém? Pode ser algo simples para você, mas para o outro, pode ser de um valor incalculável. Nossos atos podem dar sentido para a vida de alguém, podem fazê-la acreditar no mundo novamente, pode renascer a luz da esperança quase apagada. Podemos ser pequenos Cristos, você está disposto?

Pense: “Haverá cada vez mais necessidade de corações abertos, grandes e generosos, que se negarão a si mesmos para cuidar dos casos desses mesmos a quem o Senhor ama. Os pobres entre o povo de Deus não devem ser deixados sem provisão para suas necessidades. Deve ser encontrado algum caminho pelo qual possam obter o seu sustento” (Ellen White, Beneficência Social, p. 179).

Desafio: No dia de hoje, quero que fique atento às oportunidades que aparecerem para você fazer algo pelo próximo. Um ato de bondade fará seu dia ficar bem melhor!


QUINTA-FEIRA, 19 DE JULHO 2018 – MENOS PALAVRAS, E MAIS AÇÕES

No mundo capitalista que vivemos, o parecer é mais importante do que ser alguma coisa. O fato de que todos querem ser lembrados e vistos, pode ser o motivo da situação existente. A busca pela aparência pode comprometer, para alguns, até mesmo valores e princípios pessoais. Promessas não cumpridas acontecem permanentemente na vida de uma pessoa que dá mais atenção às palavras do que as ações, a famosa frase “faça o que falo, mas não o que faço”, se encaixa perfeitametne nesse contexto.

Um exemplo bem apropriado do que estamos conversando é observar sobre a condição política no mundo, principalmente no Brasil. Alguns líderes políticos prometem muitas coisas, mas cumprem pouco; parece que sua intenção é ganhar voto e não melhorar a situação do país. Isso tem causado na sociedade uma descrença com respeito à politica como um todo. As pessoas deixaram de acreditar que tudo pode melhorar.

No contexto da vida cristã, essa postura tem consequências bem piores. As pessoas a nossa volta não estão interessadas apenas no que falamos para elas, mas se nossas ações correspondem aos nossos discursos. Na realidade, para muitas delas, as ações são mais importantes do que nossas palavras. Elas querem experimentar atos de bondade, respeito e amor, não ouvir palavras de algo que nem mesmo acreditamos.

Acho que era por isso, que Jesus antes de anunciar o evangelho e o convite para segui-lo se aproximava das pessoas. Ele as conhecia primeiro, descobria suas necessidades e quando conseguia supri-las, então ele fazia o convite. Mas seus atos bons não eram vazios de sentido, como alguém que apenas quer batizar uma pessoa para aumentar o número na lista de membros de uma instituição, mas ele realmente queria ver a pessoa felizes. Que exemplo para nós de Jesus!

Pense: “Muitos recebem aplausos por virtudes que não possuem. O Perscrutador dos corações pesa os motivos, e muitas vezes ações altamente louvadas por homens são por Ele registradas como partindo de egoísmo e baixa hipocrisia. Cada ato de nossa vida, seja excelente e digno de louvor ou merecedor de censura, é julgado pelo Perscrutador dos corações segundo os motivos que o determinaram” (Ellen White, Beneficência Social, p. 315).

Desafio: Reflita no dia de hoje e tente lembrar alguma situação que você prometeu algo e não cumpriu. Tente perceber como isso poderia comprometer, ou comprometeu, seu relacionamento com essa pessoa.


SEXTA-FEIRA, 20 DE JULHO 2018 – SENTIMENTO DE INFERIORIDADE

Todas as pessoas possuem um desejo interior de serem reconhecidas. Elas querem se sentir importantes e valorizadas. Elas só conseguem entender o que significa a existência quando se sentem úteis. A pior atitude que alguém poderia causar ao individuo é fazer com que se sinta inferior aos outros, isso é um atentado não apenas contra o individuo, mas contra a sociedade, pois alimenta a hierarquia de um grupo em detrimento do outro. Essa atitude pode causar preconceito e diminuir o respeito mútuo.

A obra de apagar a igualdade que temos diante de Deus não é divina, parcialmente humana, mas totalmente satânica. Por causa disso, a igreja precisa deixar de lado o espírito de superioridade e entender que todos são iguais. Pelo incrível que pareça, olhamos para o irmão que pecou e ao invés de sentir tristeza por ele, tiramos um peso de nossas costas, pois afinal, não pequei como ele. Criamos justificativas para os erros que cometemos, sempre, nos remetendo aos pecados dos outros como piores que os nossos. Somos iguais em tudo, somo filhos de Deus e herdeiros, mas também somos todos pecadores e carentes da graça de Deus, não há nenhum melhor que o outro.

A igreja que cumpre a vontade de Deus é aquela que faz as pessoas se sentirem iguais, sem superioridade. No entanto, existe um elemento que não deve ser esquecido: quanto mais nos aproximamos de Cristo, mais o sentimento de inferioridade cresce, não com o outro, mas comigo mesmo. Sinto-me o pior dos pecadores (1 Timóteo 1:15). Na realidade, esse é o caminho que a igreja precisa trilhar, precisar andar seguindo Jesus até o fim e perceber que perto Dele, somos todos pecadores. Deus abençoe o seu sábado e que você consiga separar um tempinho para meditar nas verdades aprendidas nessa semana e que os ensinamentos façam a diferença.

Pense: “Cristo odeia a vã pretensão. Quando na Terra, Ele sempre tratou com ternura o penitente, embora este fosse o pior dos pecadores; mas suas denúncias caíam pesadamente sobre toda a hipocrisia” (Ellen White, Testemunhos para a igreja, V. 4, p. 6114).

Desafio: Aproveite o tempo para rever a lição e fazer anotações para que amanhã você contribua bastante na recapitulação da classe.


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