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Comentários para Jovens: Lição 04 – Os Primeiros Líderes da Igreja – 21 a 28 de Julho 2018

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SÁBADO A TARDE – 21 DE JULHO 2018 – PRÉVIA DA SEMANA

“De sorte que crescia a palavra de Deus, e em Jerusalém se multiplicava rapidamente o número dos discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia à fé” (Atos 6: 7, Almeida Edição Contemporânea).

Bons exemplos tem o poder de mudar o mundo, mas pessoas consagradas o convertem para Cristo. Essa frase me faz pensar no papel de pessoas que fizeram a diferença para a sociedade na qual viveram.Pense em Abraham Lincoln e a escravidão nos EUA; na revolução estadunidense realizada por Martin Luther King. Eles e tantos outros mudaram a história, tudo por que tinham ideais, valores e princípios justos.

Ao pensar em Cristianismo, Jesus vem ao pensamento antes de qualquer outra pessoa. O que Ele fez será lembrado por toda a eternidade. Seu exemplo influenciou multidões no vale da decisão. Seu exemplo dividiu a história. E quando o Mestre ascendeu ao céu, deixou um modelo que muitos outros homens adotaram. Os primeiros líderes da igreja cristã são moldes fortes da própria pessoa de Cristo. Líderes que agiram de acordo com a vontade de Deus, de tal maneira, que marcaram a história da igreja cristã.

Na realidade, só temos as verdades do cristianismo hoje, graças, primeiramente, a Deus que conserva o necessário para a salvação da humanidade, e desses homens que não amaram a própria vida mais do que a verdade que defendiam. Minha decisão, e espero que seja a sua também, é aprender cada dia mais com os feitos maravilhosos desses homens de fé e ter a mente cada vez mais aberta para que o Espírito Santo nos transforme em alguém mais apto a ser um verdadeiro exemplo de Jesus.

Nesta semana estudaremos o exemplo da vida e ministério desses líderes e como podemos aprender com seus erros e acertos. Afinal, sábio é aquele que copia bons exemplos e usa o erro de outros como referência para não errar. Ore desde já para que Deus possa falar profundamente com você nesta nova lição, para que assim, você desfrute das bênçãos de Deus. Bons estudos!

Pense: “Todo obreiro que segue o exemplo de Cristo, estará apto a receber e empregar o poder que Deus prometeu a Sua igreja para a maturação da seara da Terra. Manhã após manhã, ao se ajoelharem os arautos do evangelho perante o Senhor, renovando-Lhe seus votos de consagração, Ele lhes concederá a presença de Seu Espírito, com Seu poder vivificante e santificador” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 31).

Desafio: Você conhece a história dos líderes da igreja cristã do primeiro século? Separe alguns momentos durante a semana para conhecê-las mais. O livro “Atos dos Apóstolos”, da escritora Ellen White, narra alguns feitos desses homens, aproveite.


DOMINGO, 22 DE JULHO 2018 – ALÉM DA CAPACIDADE 

Capacidade pode ser definida como potencial para conter, acomodar ou guardar algo; poder de produção, de execução; ou rendimento máximo. Trocando em miúdos, é o poder que torna alguém capaz de aguentar o máximo de situações adversas sem desistir. Existem no mundo muitas pessoas com uma extrema capacidade de levantar peso, correr, nadar, até mesmo de pensar e comer, no entanto, essas pessoas também atingem um determinado limite. Chega o momento em que o braço cansa, a perna dói e corpo sente de uma forma que não dá mais para continuar.

Na vida cristã, muitos cristãos se sentem como atletas com extrema capacidade, talvez, até alguns deles realmente possuam a habilidade de enfrentar e vencer uma quantidade incontável de provas e sofrimentos. Porém, chega um momento em que eles também precisam de ajuda. Nessas horas surge a oportunidade de Deus agir e mostrar que existe ainda algo depois desses limites humanos, e que sem Ele a humanidade não pode fazer nada. Pode tentar fazer tudo segundo sua própria vontade, mas chega o momento em que precisa parar e pedir o auxílio do alto.

Deus nem sempre escolhe pessoas capazes para efetuar seus desígnios. Na maioria das vezes Ele escolhe as pessoas menos prováveis, pois é assim que seu poder é destacado (1 Coríntios 1: 27-29). Não quero dizer que Deus sempre escolhe pessoas sem capacidades significativas aparentes. Um destes exemplos é o apóstolo Paulo, que foi um dos grandes nomes do NT e que antes de receber o chamado divino na estrada para Damasco já era alguém destacadamente capaz. Deus, em muitas situações, Se coloca além de nossas capacidades para que também percebamos que a glória é Dele, pois todas as realizações, principalmente sob a perspectiva espiritual, têm origem Nele.

Com o tempo, nossas habilidades para lidar com as diversas situações pode nos fazer esquecer que o agente ativo do milagre é Deus. Qualquer coisa que procure retirar o devido crédito divino não tem parte com o Reino de Deus. Você se sente incapaz de realizar alguma obra para o Senhor? Não pense assim, pois Deus pode fazer de você alguém que mudará a vida de muitas pessoas. A chave para isso acontecer é buscar a presença do Espírito, pois tudo o que somos, temos ou podemos alcançar, provem Dele. Se deixamos o Espírito Santo dirigir e, com a humildade de quem reconhece sua pequenez mantemos a mente aberta à Sua influência e orientação, Ele pode fazer através de nós o que fez através dos doze discípulos, apesar do visível despreparo deles quando foram chamados.

Pense: “A Bíblia revela a verdade de uma maneira tão simples, e se adapta tanto às necessidades e anseios do coração humano que, ao mesmo tempo em que deixa os mais inteligentes surpresos e admirados, também capacita humildes e ignorantes a discernir o caminho para a salvação. Apesar disso, essas verdades apresentadas de maneira simples se relacionam com assuntos tão elevados e de alcance tão vasto, tão infinitamente além da capacidade de compreensão humana, que podemos aceitá-las somente porque foi o próprio Deus quem as declarou” (Ellen White. Caminho a Cristo, p. 68).

Desafio: Você está insatisfeito com sua atuação nas atividades missionárias? Separe o dia de hoje para orar e pedir a Deus que Ele lhe faça alguém melhor.


SEGUNDA-FEIRA, 23 DE JULHO 2018 – PROBLEMA E SOLUÇÃO

Dizem por ai que os problemas existem para serem solucionados. E, de fato, não há problemas que não possuam um caminho para o qual o individuo possa recorrer e encontrar saída. Pois no fim das contas, a solução sempre chegará a Deus, o autor de todo o bem. Planos bem elaborados podem ser úteis para a solução, mas, além disso, é necessário encontrar as pessoas certas para o problema possa ser resolvido adequadamente. Talvez, a causa de um problema ficar sem solução pode ter como motivo a pessoa que está na tentativa de encontrar a solução e não na fragilidade do planejamento.

A igreja no primeiro século enfrentou um sério problema. As viúvas de fala grega estavam reclamando que havia muita diferença entre a atenção dada às necessidades dos outros em detrimento das suas. A Igreja, então, resolveu escolher sete homens capazes, com reputação honrosa, cheios do Espírito e sabedoria. Deus orientou a escolha daqueles homens, da mesma maneira que orienta as escolhas dos líderes atualmente, tanto da Igreja, quanto de cargos fora dela.

Afirmo até que, muitas vezes, Deus precisa contrariar a vontade da maioria para que a decisão que estava prestes a ser tomada não se concretize, pois não seria benéfico para a Igreja. Deus também sabe como converter nossos erros em bênçãos. Contudo, isso nem sempre acontece. Assim, ao invés de sempre esperarmos Deus acertar nossos erros, devemos procurar seguir ao máximo a vontade divina. Isso não seria melhor!?

É de pessoas assim que a obra carece. Indivíduos que não estejam interessados em fazer com que suas vontades sejam satisfeitas, mas que estejam dispostos a fazer a vontade de Deus acima de qualquer coisa, até mesmo quando isso pode representar sofrimento próprio. Os diáconos escolhidos eram pessoas diferenciadas. O que mais se destacou foi Estevão, que amava a palavra de Deus e tinha o Espírito Santo. Sua defesa da verdade das Escrituras era insuperável. Você quer ser alguém como Estevão, alguém de quem o mundo não era digno? Deus o abençoe em sua decisão!

Pense: “Os que detêm as rédeas de governo não são capazes de solver o problema da corrupção moral, da pobreza, do pauperismo e da criminalidade crescente. Estão lutando em vão para colocar as operações comerciais em bases mais seguras. Se os homens dessem mais atenção aos ensinos da Palavra de Deus, encontrariam solução para os problemas que os assoberbam” (Ellen White, Beneficência Social, p. 163).

Desafio: Que problema você está enfrentando hoje? E sua comunidade religiosa? Ore para que Deus ilumine a vida de sua igreja para que ela continue crescendo firmemente.


TERÇA-FEIRA, 24 DE JULHO 2018 – ORGANIZAÇÃO E EXPANSÃO

Com o passar do tempo e a atuação do Espírito Santo, a Igreja foi crescendo exponencialmente.

Atualmente, muitos evangelistas tentam criar planos para que seus métodos sejam mais eficientes e que resultados como aqueles do primeiro século sejam repetidos. Deus tem abençoado a Igreja até hoje, ela não parou de crescer, mas se mantém permanentemente em desenvolvimento. Porém, esse crescimento exige que haja organização. Algumas pessoas podem ser contrárias à decisão da Igreja em se organizar, pois pensam que isso limita a ação do Espírito, no entanto, é necessário considerar que tudo precisa de uma ordem determinada, e sem ela a obra é prejudicada.

Imagine se a Igreja não tivesse escolhido separar sete homens para uma função especifica na obra? Isso é um desdobramento da organização. Quando valorizo a organização da Igreja não quero dizer que tudo está correto e não possa mudar. Os líderes são seres humanos falhos que precisam da ajuda do Espírito para dirigir a i
Igreja. Porém, sei que quando a Igreja está reunida com sinceridade ela possui a aprovação de Deus em suas decisões. A Igreja não pode ser regida apenas por um homem, mas por um grupo de pessoas consagradas e com seu chamado confirmado.

Além da expansão da Igreja, dever-se-ia analisar permanentemente para onde ela está caminhando e que decisões estão sendo tomadas, pois o crescimento exige cautela da parte da liderança. Ninguém é tão importante quanto todo o grupo ou objetivos estabelecidos, e nós, como servos de Deus e herdeiros do céu, temos o objetivo de conduzir a Igreja até a Canaã celestial. A Igreja precisa estar atenta para não colocar seus próprios desejos acima da vontade de Deus.

Entre os fatores que contribuíram para a expansão da Igreja no primeiro século, a perseguição suscitada aos cristãos em Jerusalém foi um destaque. Isso foi um exemplo de como Deus transforma o mal em benção, uma realidade lindíssima para terminar a reflexão de hoje. Por acaso você fez uma má escolha e está sofrendo suas consequências? Deus pode transformar essa situação em benção para você e para o mundo.

Pense: “A Igreja se ampliava de contínuo, e o crescimento em membros representava constante aumento de trabalho para os que tinham responsabilidades. Pessoa alguma, ou mesmo um grupo de homens, poderiam levar sozinhos o pesado fardo sem pôr em perigo a prosperidade futura da igreja. Havia necessidade de uma redistribuição das responsabilidades que tão fielmente tinham sido levadas por uns poucos nos primeiros dias da igreja. Os apóstolos precisavam dar, então, um importante passo para a organização do evangelho na igreja, pondo sobre outros alguns dos encargos até então levados somente por eles” (Ellen White, Atos dos Apóstolos, p. 48).

Desafio: Aproveite o momento e, se puder, leia a leitura adicional selecionada para a semana: Ellen G. White. Atos dos Apóstolos, capítulo 2, “O preparo dos doze”. Disponível pela internet no Centro de Pesquisa Ellen G. White.


QUARTA-FEIRA, 25 DE JULHO 2018 – SERVIR, NÃO IMPORTA EM QUE POSIÇÃO

O verdadeiro cristão não depende de situações favoráveis para servir ao seu Deus. Ele é fiel independentemente das circunstâncias, aliás, isso é um marco distintivo do caráter cristão. O cristão não é fiel a Deus para alcançar algum bem material ou pra ser bem visto pelo Senhor.

Não são apenas as situações desfavoráveis que podem fazer o cristão se afastar da fé, mas o sucesso e abundância de recursos também podem representar uma poderosa armadilha. Satanás conhece as necessidades e os sonhos do ser humano, e a fragilidade de cada um, e usa isso para escolher suas armadilhas. Alguns são provados com abundância e outros com carência. Porém, o cristão que se apega a Deus sempre vence as tentações, independentes da forma como que elas se apresentam. Dois exemplos de pessoas fiéis que ocuparam cargos importantes foram José, no Egito, e Daniel, em Babilônia. Homens que não permitiram que situações favoráveis e desfavoráveis transformassem sua maneira de pensar e os desviassem dos caminhos de Deus.

Deus precisa de pessoas fiéis em todas as áreas de atuação. Para alcançar o mundo inteiro Ele permite que seus verdadeiros servos ocupem cargos e vivam situações que, algumas vezes, somente eles teriam a capacidade de suportar e vencer, pois como sabemos ninguém é tentado além do que pode suportar (1 Coríntios 10:13).

Nosso propósito deve ser buscar a consagração diária para que tenhamos prazer em servir ao Senhor, pois um servo verdadeiro não reclama das atividades ordenadas pelo mestre. O bom servo cumpre todas as ordens da melhor maneira possível. Nós temos a vantagem de ainda saber que o Senhor para o qual trabalhamos é fiel e bom, e nos ama tanto que deu a própria vida para que fossemos verdadeiramente livres.

Pense: “É o perfume de nosso amor aos semelhantes o que revela nosso amor a Deus. É a paciência no serviço, o que traz repouso ao coração. É pelo humilde, diligente e fiel labor que se promove o bem-estar de Israel. Deus sustém e fortalece aquele que está disposto a seguir o caminho de Cristo” (Ellen White, Atos dos Apóstolos, p. 313).

Desafio: Qual tem sido sua maior tentação atualmente? Você acredita que pode vencê-la sozinho? Ore agora para que Deus o ajude a lutar e sair vitorioso da batalha contra o pecado.


QUINTA-FEIRA, 26 DE JULHO 2018 – CORAÇÃO RETO

Para que alcancemos um coração reto diante de Deus precisamos, antes de qualquer outra coisa, buscar a presença do Espírito Santo e permitir que Ele seja o agente orientador de nossas decisões. Para um pecador é uma missão impossível conseguir agir de forma íntegra sem a ajuda divina, pois retidão, uma “virtude de seguir, sem desvios, a direção indicada pelo senso de justiça, pela equidade; virtude de estar em conformidade com a razão, com o dever; integridade, lisura, probidade”, só é possível com o auxílio de Deus.

Mas, uma pergunta que pode surgir na mente de quem tem o desejo de ser reto é: como consigo isso? Existem alguns caminhos, entre eles:

(1) arrepender do mal que sabemos que é errado, mas mesmo assim praticamos, e essa atitude incoerente bloqueia nosso crescimento espiritual;

(2) orar fervorosamente pelo auxílio divino em nossos momentos de fraqueza para que tenhamos firmeza; e

(3) entregar-se constantemente nas mãos de Deus e seguir suas orientações.

Muitas vezes, a pureza só é alcançada em sua plenitude quando há uma forte tensão. Um exemplo é o ouro que, para se tornar mais limpo e puro, precisa ser lançado no fogo intenso. Percebe que nem todo o mal que nos sobrevêm é completamente ruim, pois é neles que aprendemos como viver e saímos mais refinados. Essa purificação é necessária para que nos tornemos mais como Jesus, o nosso rei. Muitos heróis da fé, antes de ter o coração purificado, precisaram enfrentar muitas situações peculiares. Olhe o exemplo de Jonas, Davi, Salomão, os doze irmãos de José e muitos outros.

O coração reto é fundamental para que alcancemos a postura de um verdadeiro servo e discípulo de Jesus. As pessoas saberão que somos de Jesus se tivermos o coração reto, e só o alcançaremos, quando o Espírito fizer a obra por nós e em nós.

Pense: “Tenham em mente aqueles que pretendem ser cristãos estarem negociando com capital que lhes foi confiado por Deus, e que deles se exige que sigam fielmente a direção das Escrituras quanto a seu emprego. Se vosso coração for reto para com Deus, não vos apropriareis dos bens do vosso Senhor empregando-os nos vossos próprios empreendimentos egoístas” (Ellen White, Conselhos sobre Mordomia, p. 49).

Desafio: Separe momentos no dia de hoje para meditar sobre provas que você esteja enfrentando ou já enfrentou. Depois procure perceber como elas o ajudaram a crescer.


SEXTA-FEIRA, 27 DE JULHO 2018 – COMO ERA NAQUELE TEMPO, ASSIM É HOJE

No primeiro século os apóstolos começaram uma obra que deve continuar conosco. Ela não pode terminar. Aquela Igreja fez muito por nós e devemos fazer muito por aqueles que virão depois. O nosso exemplo deve deixar marcas duradouras para o futuro, mesmo que Jesus volte antes do que pensamos.

Quando apresento a Igreja do primeiro século não quero fazer uma apresentação nostálgica, valorizando mais o passado em detrimento do presente ou futuro, mas mostrar os pontos importantes daquela época e enfatizar os princípios que podem servir para nossa missão hoje. A Igreja de hoje possui uma vantagem gigantesca em relação à do primeiro século – os aparatos tecnológicos permitem que a comunicação aconteça de maneira muito mais eficaz do que em qualquer outro momento da História. Porém, a fragilidade no poder do Espírito parece ser um fato evidente. Toda a tecnologia acumulada não tem o poder para converter um único coração. Não é a tecnologia que fará a obra do terceiro anjo, nem os meios que existem hoje, mas pessoas ungidas pelo poder supremo do Espírito Santo.

Os apóstolos eram pessoas como eu e você, suscetíveis aos mesmos erros e acertos, com muitas falhas parecidas. Contudo, uma coisa os distinguia, o coração sincero em fazer a vontade de Deus. Ninguém consegue julgar o coração senão Deus, por isso, precisamos alimentar um coração reto, pois enganar a Deus é impossível. Se não formos sinceros, o Senhor vai saber. Meu desejo nessa última reflexão da semana é que sua vontade seja buscar o Senhor permanentemente e alcançar um coração puro, digno de um verdadeiro herdeiro do rei do universo. Feliz sábado!

Pense: “Sob a figura das chuvas temporã e serôdia, que caem nas terras orientais ao tempo da semeadura e da colheita, os profetas hebreus predisseram a dotação de graça espiritual em medida extraordinária à igreja de Deus. O derramamento do Espírito nos dias dos apóstolos foi o começo da primeira chuva, ou temporã, e glorioso foi o resultado. Até o fim do tempo, a presença do Espírito deve ser encontrada com a verdadeira igreja” (Ellen White, Atos do Apóstolos, p. 30).

Desafio: Leia a leitura adicional selecionada para a semana: Ellen G. White. Atos dos Apóstolos, capítulo 9, “Os sete diáconos”. Disponível pela internet no Centro de Pesquisa Ellen G. White.

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