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Início / COMENTÁRIOS PARA JOVENS - 4° TRIMESTRE 2018 / Comentários para Jovens: Lição 05 – A Unidade na Igreja Primitiva – 27 de Outubro a 03 de Novembro 2018

Comentários para Jovens: Lição 05 – A Unidade na Igreja Primitiva – 27 de Outubro a 03 de Novembro 2018

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SÁBADO A TARDE – 27 DE OUTUBRO 2018 – INTRODUÇÃO

A igreja primitiva, nomenclatura identificadora da igreja em formação a partir dos apóstolos, discípulos e novos conversos, estes atraídos a Jesus Cristo (João 12:32) pelos eventos de Sua ressurreição, da união dos discípulos, do fenômeno da glossolalia, da comunhão em oração, das ceias comunitárias e do compartilhamento dos ensinamentos de Jesus em palavras e ações, confirmando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” do cristão, da igreja e do universo.

A história da denominação Adventista do Sétimo Dia também surge da união dos crentes na pregação milerita, no pós-desapontamento, que em oração e estudo das Escrituras, buscam a explicação do porquê Cristo não viera na data que a profecia (Daniel 8:14) apontava? Qual o erro? A data? Os simbolismos entremeados à profecia? A fé na Palavra, o clamor de um pequeno grupo (remanescente) pela resposta divina, que elucidasse o acontecido, que de corações prostrados e unidos, pedem a Deus, autor da Palavra Sagrada lhes mostre a verdadeira mensagem da profecia, e que são iluminados para entender que a purificação citada não é na Terra, pela volta de Jesus, mas a obra do sacerdócio de Cristo, no santuário Celestial. Assim nasce a Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Como desde o início da assembleia da humanidade após a introdução do pecado, também na igreja primitiva, e nos primórdios da Igreja Adventista do Sétimo Dia, houve batalhas entre egoísmos e altruísmo, ganância e generosidade, e para cumprir o que Jesus dissera, o amor ao próximo se manifesta pela generosidade, a doação, o altruísmo e essa é a marca do cristão (Mateus 25:31-46).

Pense:Cristo tomou providência para que Sua igreja seja um corpo transformado, iluminado com a luz do Céu, possuindo a glória de Emanuel. É Seu desígnio que todo cristão esteja circundado de uma atmosfera espiritual de luz e paz. Não há limite para a utilidade de quem, pondo de parte o próprio eu, dá lugar à operação do Espírito Santo no coração, e vive vida inteiramente consagrada a Deus”. (EGW, TI, v. 8, p. 19.3).

Desafio: Refletir e espalhar a luz que Deus tem para revelar Sua vontade e caráter ao universo.


DOMINGO, 28 DE OUTUBRO 2018 – DIAS DE PREPARAÇÃO

A igreja nasce da palavra de Cristo (Mateus 16:18), mas há uma preparação que começa com os ensinamentos e promessas de Jesus (João 14:26), reafirmadas em Sua partida. Que enviaria o Consolador, que os batizaria, transferindo-lhes poder, lembrando-os Seus ensinamentos, obras e milagres e o significado deles.

Após ressurgir Jesus dispende quarenta dias para confirmá-los em sua fé e amor. (Por quarenta dias, permaneceu Cristo na Terra, preparando os discípulos para a obra que deviam fazer… [EGW, Atos dos Apóstolos, p. 14.4]). Recapitulando as instruções dadas, pois iria para junto do Pai, continuar Seu plano de garantir vida eterna à humanidade.

Retornando do monte das Oliveiras, os discípulos permanecem reunidos, em oração e relembrando palavras, curas, milagres e ensinamentos de Jesus. São dez dias de muita oração, compreensão da incapacidade humana para alcançar o perdão por si mesmo. Tempo para buscar o perdão entre si e com Deus. Para entender a missão recebida de Cristo. Dez dias de luta em busca da unidade. Então, o Espírito Santo se manifesta, como línguas de fogo sobre eles, dando-lhes o poder para falar em línguas, quase duas dezenas de idiomas dos peregrinos em Jerusalém, atingindo-os com o evangelho em suas próprias línguas. (Atos 2:9-11).

Nessa preparação, a forte evidência do resultado conseguido foi o espírito de unidade. Unidade na adoração, pela simplicidade, objetividade e comum de suas devoções. Unidade na formulação dos conceitos e decisões sobre a condução dos trabalhos da missão. Unidade na urgência de cumprir a comissão, para que a esperança se concretizasse enquanto ainda vivos.

Nesse afã se envolveram todos. Apóstolos, discípulos que há mais tempo seguiam Jesus, mulheres, além de outros seguidores, totalizando cerca de 120 presentes quando da escolha de Matias para substituir Judas. (Atos 1:13-14).

Pense:Devemos orar tão fervorosamente pela descida do Espírito Santo como os discípulos oraram no dia de Pentecoste. Se eles precisaram disso naquele tempo, nós, hoje, mais ainda. Trevas morais, como um manto fúnebre, cobrem a Terra. Toda espécie de doutrinas falsas, heresias e satânicos enganos estão desviando a mente das pessoas. Sem o Espírito e o poder de Deus, será em vão trabalharmos pela verdade presente”. (EGW, TI, v. 5, p. 158.1).

Desafio: Clamar pelo derramamento do Espírito Santo e pela unidade da igreja para o retorno de Jesus.


SEGUNDA-FEIRA, 29 DE OUTUBRO 2018 – DE BABEL AO PENTECOSTES

No estudo do trimestre anterior – “Lição da Escola Sabatina – O livro de Atos dos Apóstolos” – foram explicitadas as três principais comemorações judaicas, especificamente o Pentecostes, ou festa das primícias ou da colheita de verão, um dos três grandes festivais anuais de Israel e aos quais todos os israelitas deveriam comparecer.

Jesus fora crucificado no final de semana que comemorava a páscoa. Permaneceu, após ressuscitar, quarenta dias com seus discípulos e apóstolos, e foi assunto ao Céu. Seus seguidores retornaram a Jerusalém, onde se reuniam desde a crucifixão, e ali permaneceram perseverando “unânimes em oração” e “todos reunidos no mesmo lugar”. (Atos 1:14 e 2:1).

O Pentecostes (do grego cinquenta dias) portanto se daria naquele fim de semana, pois desde a ressurreição até a ascensão – quarenta dias, mais os dias de oração e instrução, reunidos em Jerusalém – dez dias, portanto, cinquenta dias. Ou, desde a páscoa até a festa da colheita ou das primícias, cinquenta dias. Isto é, tanto a festa da recepção da lei no Sinai quanto a benção do derramamento do Espírito Santo são fatos que assinalam a unidade do povo de Deus. No deserto, unidos pela consagração e purificação para adorar o Deus Criador, Libertador e Juiz. Em Jerusalém, unidos na fé, no batismo do Espírito Santo, na proclamação do evangelho em todas as línguas necessárias e, num sermão simples e rápido, o batismo de quase três mil novos discípulos para Jesus.

Assim como em Babel, Deus separou os descendentes de Noé, usando para isso a língua falada, trazendo-lhes confusão, incompreensão e separação, o mesmo Deus usa as línguas faladas para unir a humanidade numa só mensagem de salvação e espalhar o evangelho a todo o mundo conhecido da época.

Pense:Os discípulos não pediram uma bênção para si. Arcavam sob o peso da preocupação pelos perdidos. O evangelho devia ser levado aos confins da Terra, e reclamaram a dotação de poder que Cristo prometera. Foi então derramado o Espírito Santo e milhares se converteram num dia.
O mesmo pode acontecer agora. Ponham de parte os cristãos toda dissensão, e entreguem-se a Deus para a salvação dos perdidos. Com fé peçam a bênção prometida, e virá”.
(EGW, TI, v. 8, p. 21.1).

Desafio: Pedir a benção de multiplicar o número de pessoas que se entreguem a Cristo, hoje!


TERÇA-FEIRA, 30 DE OUTUBRO 2018 – UNIDADE E COMUNHÃO

Talvez você já se perguntou: como pode um sermão de cerca de cinco minutos (leia pausadamente Atos 2:14-36) produzir uma reação de aceitação e entrega da vida ao senhorio de Jesus em três mil pessoas? A resposta não está na eloquência ou sapiência do discurso, mas no resultado do trabalho do Espírito Santo que não é instantâneo, mas um processo.

Deus certamente trabalhava aquelas vidas por despertar-lhes a curiosidade e conhecimento sobre Jesus, suas pregações e atos milagrosos, levado a terras distantes por viajantes que passaram por Jerusalém, Decápolis, Galileia ou Judeia. Outros, provavelmente, já haviam visto Jesus pessoalmente, ou recebido o testemunho de amigos e parentes atingidos por Suas obras. A mensagem maior de Pedro está no final de Seu discurso, quando afirma que Jesus, desprezado e crucificado, mas, ressuscitado por Deus, fora feito “Senhor e Cristo” e, em Seu nome, todos os pecadores podiam alcançar o perdão de todos os seus pecados.

A unidade de todos acontece ao passarem pelo processo de arrependimento, batismo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, o que lhes confere “o dom do Espírito Santo” (Atos 2:38). Essa unidade os leva a se dedicarem, juntos, ao ensino e estudo da Palavra, no partir do pão e refeições em comum e nas orações. Ocorrem sinais e maravilhas. Altruísmo e generosidade são demonstrados no uso dos bens e patrimônios pessoais em favor da comunidade, num espírito de sincera alegria e louvor e a conquista da simpatia de todos, tendo por consequência novas conversões e batismos.

Pense:A união entre Cristo e Seu povo deve ser viva, verdadeira, infalível, assemelhando-se à união que existe entre o Pai e o Filho. Essa união é o fruto da permanência interior do Espírito Santo. Todos os verdadeiros filhos de Deus revelarão ao mundo sua união com Cristo e com seus irmãos. Aqueles em cujo coração Cristo habita, produzirão os frutos do amor fraternal. Compreenderão que, como membros da família de Deus, acham-se comprometidos a cultivar, nutrir e perpetuar o amor e o companheirismo cristãos em espírito, palavras ações”. (EGW, FFD [MM 1956, 13/10], p. 293.2).

Desafio: Manter comunhão com Deus, com você mesmo e com o próximo. Unidade que testifica Cristo com Senhor de sua vida.


QUARTA-FEIRA, 31 DE OUTUBRO 2018  – GENEROSIDADE E GANÂNCIA

O cristianismo nasce sob a égide do amor, pois segundo o Mestre os mandamentos da lei se resumem em: 1º) “‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento’, síntese do primeiro ao quarto mandamentos, e ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’ “, síntese dos outros mandamentos. (Mateus 22:33,39), NVI.

A obediência aos mandamentos é uma das maiores demonstrações de amor a Deus (I João 5:3), e o amor ao próximo é compartilhar com ele as bênçãos que nos Deus nos proporciona, desde o teto, agasalho até o alimento à nossa mesa. Havia uma alegria contagiante de poder auxiliarem-se uns aos outros, a ponto de Lucas registrar que não havia necessitados entre eles. (Atos 4:34).

José, levita de Chipre, apelidado Barnabé, vendeu suas propriedades e depositou o valor aos pés dos apóstolos, para que administrassem, atendendo aos que tivessem necessidade. Esse discípulo, generoso, é o mesmo que introduz Paulo aos apóstolos, em sua viagem a Jerusalém, pois sofria discriminação (Atos 9:27).

Como mencionado na introdução “desde o início da assembleia da humanidade após a introdução do pecado, também na igreja primitiva, … houve batalhas entre egoísmos e altruísmo, ganância e generosidade”. Isto se confirma pelo relato de Lucas em Atos 5:1-11, sobre o casal Ananias e Safira, os quais combinaram apresentar doação como se estivessem dando tudo ao Senhor, mas estavam conservando parte do dinheiro para si.

O pecado cometido, da cobiça, revelado pela ganância, quando o coração pecador imagina que poderá enganar a Deus. É o único dos pecados mencionados no Decálogo que não se refere a ações diretas, mas em elucubrar enganar a Deus. A Palavra de Deus registra para nos alertar – “Pois tudo o que foi escrito no passado, foi escrito para nos ensinar”. (Romanos 15:4), e deste modo, pense em alguns casos: Caim, Esaú, os filhos de Eli, Judas, Ananias e Safira.

Pense:Depois, Ananias e Safira ofenderam o Espírito Santo cedendo a sentimentos de cobiça. Começaram a lamentar o haverem feito aquela promessa e logo perderam a suave influência da bênção que lhes havia aquecido o coração com o desejo de fazer grandes coisas em benefício da causa de Cristo”. (EGW, AA, p. 40.2).

Desafio: Faça a vontade de Deus com uma entrega total. Deixe suas necessidades nas mãos do Pai.


QUINTA-FEIRA, 01 DE NOVEMBRO 2018 – ASSISTÊNCIA AOS POBRES

A unidade da igreja primitiva não foi manifestada apenas em Jerusalém, mas também nas novas congregações, nas quais foram estabelecidos grupos de convivência generosa, os quais se esforçavam para serem fontes de recursos que abençoassem a outras igrejas necessitadas.

Lucas registra que os irmãos de Antioquia, impressionados pelas profecias de Ágabo, sobre grande fome nos territórios romanos, contribuíram liberalmente, “cada um segundo as suas possibilidades, decidiram providenciar ajuda para os irmãos que viviam na Judéia” (Atos 11:29), e entregaram a Barnabé e Saulo para que levassem aos necessitados da Judéia.

Aliás, quando visitando Jerusalém, Paulo foi questionado sobre a circuncisão de Tito, que era grego, os líderes apenas lhe recomendaram que não se esquecesse dos pobres e, Paulo diz em Gálatas 2:10 que “me esforcei por fazer”. Esse esforço continuou quando estando de partida para Jerusalém, foi o portador de oferta levantada entre os irmãos – gentios – da Macedônia e Acaia para os pobres de lá. E, à igreja de Corinto, lembra que devem separar suas ofertas no primeiro dia da semana.

O que se acentua à vista do que temos como registros e lições quanto à unidade na igreja primitiva ela se consubstancia nos seguintes fatores principais:
– Unidade em estudo da Palavra;
– Unidade em oração e busca da presença permanente do Espírito Santo;
– Unidade em comunhão com a irmandade e na comunidade;
– Unidade em atender a missão e o chamado pessoal e a missão da igreja;
– Unidade em compartilhar as bênçãos que Deus lhe deu, dá e dará.

Pense:A norma da regra áurea é a verdadeira norma do cristianismo; tudo que a deixa de cumprir, é um engano. Uma religião que induz os homens a estimarem em pouco os seres humanos, avaliados por Cristo em tão alto valor que por eles Se deu; uma religião que nos leve a negligenciar as necessidades humanas, seus sofrimentos ou direitos, é religião espúria. Menosprezando os direitos do pobre, do sofredor e do pecador, estamo-nos demonstrando traidores a Cristo. É porque os homens usam o nome de Cristo ao passo que Lhe negam o caráter na vida que vivem, que o cristianismo tem no mundo tão pouco poder. O nome do Senhor é blasfemado por causa dessas coisas”. (EGW, MDC, p. 136.4).

Desafio: Esforçar-se para que as necessidades do próximo sejam prioritárias para você e sua religião.


SEXTA-FEIRA, 02 DE NOVEMBRO 2018 – PONTOS DE REFLEXÃO

A experiência da unidade vivenciada na igreja primitiva, quando além da convivência comunitária, em que todos se “mantinham-se unidos e tinham tudo em comum” e o sentimento e desejo de posse se esvai em compartilhar, pois “Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade”. Atos 2:44-45 nos ensina que devemos considerar as necessidades do próximo como nossas.

Por isso, precisamos de dedicar tempo à reflexão sobre nossa própria preparação para viver em unidade, com Deus, com Cristo, com o Espírito Santo, com nossos irmãos de fé, com aqueles que ainda não estão no redil do Pastor, com os que se encontram em locais, etnias ou culturas muito diferentes das nossas.

É-nos dado a oportunidade de nos colocarmos à disposição da vontade de Deus para que as diferenças de línguas, culturas, crenças não sejam barreiras e não se constituam em “muros de inimizades” entre nossos irmãos de outras paragens e nós.

Nossa visão de mundo e aprendizagem serão ampliadas pela comunhão com a Palavra de Deus. Leia um capítulo por dia, dedique tempo para meditar e em oração, pedindo a luz que o Espírito Santo pode dar, pergunte: o que Deus está dizendo neste texto? Para quem Ele falou isto e qual foi o resultado? O que Ele quer dizer para mim, hoje? Comungue em oração. Louve a Deus por poder falar com Ele. Agradeça tudo que Ele já lhe concedeu. Ore por você mesmo, suas dificuldades, seus problemas, a força para a vitória, a superação da derrota, ore por seus familiares e amigos, por sua igreja, pelo seu testemunho.

Tenha olhos para as maiores necessidades do mundo ao seu redor. Seja defensor das maravilhas que Deus nos dá e que chamamos de meio-ambiente. Seja um guerreiro em defesa da família e de princípios segundo a vontade de Deus. Assista aos que são mais pobres e necessitados que você. Esteja pronto para representar Deus diante dos homens e fazer parte de Seu povo.

Pense:Os discípulos oraram com intenso fervor para serem habilitados a se aproximar das pessoas e, em seu trato diário, falar palavras que levassem os pecadores a Cristo. Pondo de parte todas as divergências, todo o desejo de supremacia, uniram-se em íntima comunhão cristã. Aproximaram-se mais e mais de Deus e, fazendo isso, sentiram que era um privilégio poderem associar-se tão intimamente com Cristo. A tristeza lhes inundava o coração ao se lembrarem de quantas vezes O haviam mortificado por terem sido tardos de compreensão, falhos em entender as lições que, para seu bem, Ele estivera buscando ensinar-lhes”. (EGW, AA, p. 20.1).

Desafio: Seja tão unido a Deus e Sua Palavra que as pessoas possam, olhando você, ver Cristo Jesus.

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