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Comentários para Jovens: Lição 06 – A Mudança da Lei – 05 a 12 de Maio 2018

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SÁBADO Á TARDE – 05 DE MAIO 2018 – PRÉVIA DA SEMANA

“Por isso Deus deu a Jesus a mais alta honra e pôs nele o nome que é o mais importante de todos os nomes, para que, em homenagem ao nome de Jesus, todas as criaturas do céu, na terra e no mundo dos mortos, caiam de joelhos.” (Fp 2: 9,10, Nova Tradução Linguagem de Hoje)

A cruz não é um ponto final no plano da salvação. Por mais que a necessidade de um substituto em favor da humanidade seja um fato incontestável, o plano redentivo de Deus possui outros desdobramentos além do Calvário. Não há aqui um argumento que desmereça a cruz, não! O que nós, que vivemos no tempo do fim, podemos entender, é que só podemos desfrutar de maneira mais plena do dom da graça de Deus, com a obra da intercessão feita por Jesus.

A intercessão divina ocupa um lugar especial na narrativa do plano da redenção. Esse ministério foi tipificado na imagem do santuário terrestre, construído no deserto, para ser a própria habitação de Deus entre os homens (Êx. 25:8). Quando analisamos esse santuário, compreendemos a existênciadas cerimonias, incluindo a morte do cordeiro no lugar do transgressor. Cristo exerce tanto a função de cordeiro, quanto a de advogado e intercessor. Que alegria é saber que temos alguém que intercede por nós junto ao Pai!

Quantas vezes já me questionaram com a seguinte pergunta: o que seria de mim se o ministério santo de intercessão de Jesus não existisse? Onde eu estaria? E o que estaria fazendo?

A intercessão do céu por mim e por você revela como somos importantes para Deus e, consequentemente, ela nos motiva a estar preparados para encontrar Aquele, que desde a fundação do mundo, se ofereceu em sacrifício por nós. Vencemos o acusador (Ap.12:10) não por nossa própria força, mas pelo poder e autoridades do céu.

Nesta semana iremos examinar o ministério de Cristo no santuário celestial, perceber suas funções e tal importância para nossa caminhada cristã, inclusive quais os desdobramentos para nosso preparo na crise final.

Pense: Pense: “Em tais condições, no ministério do tabernáculo e do templo que mais tarde tomou o seu lugar, ensinavam-se ao povo cada dia as grandes verdades relativas à morte e ministério de Cristo, e uma vez ao ano sua mente era transportada para os acontecimentos finais do grande conflito entre Cristo e Satanás, e para a final purificação do Universo, de pecado e pecadores.” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 255).

Desafio: Desafio: Leia, até o fim de semana, os capítulos 36 ao 40 do livro de Êxodo e o capítulo “o tabernáculo e suas cerimônias” do livro “Patriarcas e profetas”, da escritora Ellen White. Depois disso, medite nesse maravilhoso ministério em favor da humanidade.


DOMINGO, 06 DE MAIO 2018 – CRISTO, A PONTE

O processo do juízo investigativo ainda continua ativo, mas ao mesmo tempo, Deus trabalha na preparação do nosso coração para encontrarmos com ele no reino do céu.

Não há nada mais satisfatório do que chegar em casa depois de uma longa viagem. Encontrar os familiares, poder abraçá-los não tem preço. Sentir o carinho daqueles a quem amamos é de valor incomparável. Deus também sonha em nos encontrar pessoalmente, dar um abraço e nos dar por suas próprias mãos a coroa de ouro, símbolo da vida eterna. Porém, desde a queda de Adão e Eva, um abismo foi posto entre nós e Deus.

Graças ao sacrifício de Cristo desde a fundação do mundo (Ap, 13: 8), estamos de viagem para casa do nosso pai. Alguns desistem no caminho, outros não querem nem mesmo viajar, todavia, o fato é, estamos voltando.

Somente uma ponte seria capaz de nos fazer superar a distância e chegar ao reino de Deus e Pai. Essa ponte é o próprio Cristo! O apóstolo João, em seu evangelho descreve a pessoa de Jesus de várias maneiras, entre elas estão: água da vida (4:14), o pão da vida (6: 35), a porta e o bom pastor (10: 9,11), a ressurreição e a vida (11: 25) e a videira verdadeira (15:5). Usando uma descrição similar a de João, afirmo que Jesus é a ponte que nos leva direto ao trono do céu.

Tive o prazer de visitar alguns estados e cidades no Brasil, entre elas estão o Rio de Janeiro e o Espírito Santo. Esses dois lugares, incluem em seus cartões-postais, duas pontes, muito conhecidas na região: a Rio-Niterói e a Terceira Ponte. Essas duas pontes facilitam e encurtam a locomoção e o dia a dia dos moradores e visitantes que passam pelo lugar. A ponte chamada Cristo encurta e facilita nossa viagem de volta pra nosso pai.

Além disso, ele não é apenas mais uma opção, é o único meio pelo qual podemos ter acesso à misericórdia divina. Não há outro caminho, e nem muito menos atalhos, ele é a absoluto e único meio. A salvação não teve seu fim na cruz, ressurreição e ascensão, mas ela continua na intercessão de Jesus no santuário do céu. Quer você morar um dia com Deus? Pra isso a preparação deve acontecer agora. O caminho já está oferecido, o que você escolherá?

Pense: “Não deveríamos, então, ter em grande consideração a misericórdia de Deus? O que mais poderia Ele fazer? Busquemos, pois, relacionar-nos com Aquele que nos amou com maravilhoso amor. Utilizemos os meios que nos foram dados para que sejamos transformados à Sua semelhança e restaurados à comunhão com os anjos ministradores e à harmonia e comunhão com o Pai e o Filho”.(Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 16)

Desafio: Leia o capítulo “A ponte sobre o abismo”, do livro “caminho a Cristo”, da escritora Ellen White e depois responda: Como posso desfrutar do privilégio da ponte a qual foi erguida para minha salvação?


SEGUNDA, 07 DE MAIO 2018 – A GRANDE OBRA DA MEDIAÇÃO

A obra da purificação de pecado envolve, basicamente, três personagens e um evento. O primeiro agente é o que necessita de intercessão para ser restituído ou perdoado. Esse grupo é formado por toda a humanidade, você e eu. Não podemos de maneira nenhuma ter o relacionamento com Deus restaurado sozinhos.

O segundo é o agente mediador, aquele que está entre nós e o lado que se quer alcançar o favor. Cristo ocupa o centro desse lugar, sem ele o abismo do pecado não pode ser transposto. Sem ele, nada temos ou podemos.O terceiro é o que se quer alcançar. Deus pai, no plano da redenção, cumpre esse papel. Isso não quer dizer que ele é autoritário e não possui misericórdia ou amor. O plano da redenção foi estabelecido pela trindade (Deus Pai, Cristo e o Espírito Santo), cada um com suas funções estabelecidas, mas os três unidos em oferecer ao homem a oportunidade de desfrutar os resultados que a mediação oferece.

O evento fundamental para entendemos a obra da intercessão são as cerimônias de intercessão e purificação realizadas no tabernáculo e, posteriormente, o templo. Entre esses momentos, existia um ato solene para os israelitas, conhecido como “O dia da expiação” (Lv 16:1-34). Era o mais sagrado do calendário das festas do povo hebreu, o que representava de uma forma única todo o processo da intercessão. Uma vez a cada ano (v.34), o povo se humilhava diante de Deus, e o sacerdote realizava a cerimônia de purificação do lugar santíssimo onde todo o pecado era colocado sobre o bode Azazel (v.20-22).

Os sacrifícios envolviam a morte de animais inocentes no lugar da pessoa pecadora. O fato do inocente sofrer no lugar do culpado refletia o peso cruel do pecado. Às vezes, podemos pensar: meuspecados são problemas pessoais e ninguém tem nada haver com isso. Porém, o que muitas vezes esquecemos é que por mais que soframos algumas consequências imediatas do nosso erro, o peso maior da perdição eterna foi pendurado com Cristo na cruz. Toda a tragédia de ficar separado de Deus Jesus suportou. Um inocente precisou morrer e não o culpado. Essa realidade deve nos atrair para mais perto do amor de Deus e da sua palavra, para estarmos preparados diariamente para encontrarmos com ele.

Pense: “Contemplemos o precioso sacrifício que foi feito por nós! Esforcem-nos para apreciar o valor do emprenho e da energia que o Céu está dispensando para buscar os perdidos e leva-los de volta para a casa do Pai.” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 15)

Desafio: Você tem desfrutado da obra da intercessão? Você acha que compreende de maneira adequada sobre tão maravilhosa obra? Pense isso no dia de Hoje.


TERÇA, 08 DE MAIO 2018 – O SACRIFÍCIO FINAL

A obra da mediação humana não poderia ser feita por qualquer um. Nem anjo, homem ou outro animal, seria capaz de restaurar o nosso relacionamento com Deus. Somente a justiça de Cristo era capaz de interceder pela raça humana caída. Mas no que se baseia essa justiça?

Cristo foi o único que andou sobre a terra sobre o qual não havia pecado. O fato de sua semelhança em carne pecaminosa (Rm 8:3), não significou que ele era como nós, pelo contrário, sem ele não poderia haver oferta pelo pecado e todas as antigas cerimônias perdiam o valor.

Uma oferta igual ao pecador era inútil, devia ser superior. Em João 1:29 Jesus é apresentado como Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Uma das funções do cordeiro no antigo tabernáculo mosaico e, posteriormente, no templo, era o de sacrifício. Era o pequeno animal inocente que carregava o peso da culpa e as consequências pelo pecado. Foi Jesus quem cumpriu a tarefa de retirar o pecado da humanidade com seu próprio sangue. Como nos sentimos ao saber que foi um inocente que pagou o preço de nossos pecados?

Pecado exige purificação, ninguém deve se enganar com respeito a isso. Aqui, surge um detalhe que jamais pode ser esquecido. O sangue de touros e bodes (nem de qualquer outro animal) é capaz de perdoar pecados (Hb 10:4). Logo, Jesus não é mais o cordeiro, mas agora, nosso intercessor. O argumento a favor disso é lógico: somente aquele que, em circunstâncias iguais a nossa, foi superior, poderia servir de mediador por nós. Onde caímos, ele não caiu. O que não conseguimos realizar, Ele o faz por nós. Louvado seja o Senhor, pois Cristo intercede por nós junto ao Pai! (Hb 9:24)

Hoje, Jesus está no santuário celestial intercedendo por nossa causa. Ele mostra diariamente as marcas de seu sacrifício na cruz para que Deus nos enxergue nele, nos conceda perdão e oportunidade para estarmos em pé no grande dia do Senhor. A preparação para o tempo do fim já está sendo feita pelo céu, através da mediação de Cristo, onde ele nos protege do acusador. O que você tem feito para completar sua preparação hoje?

Pense: “Quando Cristo, pelos méritos de Seu próprio sangue, remover do santuário celestial os pecados de seu povo, ao ser concluído o Seu ministério, colocará esses pecados sobre satanás, que sofrerá a penalidade final, quando for executado o juízo.”(Ellen G. White, O grande conflito, p. 182).

Desafio: Leia os capítulo de Hebreus 7,8 e 9, depois medite sobre a ligação que existe entre o santuário celestial e o terrestre.


QUARTA, 09 DE MAIO 2018 – NOSSO SUMO SACERDOTE

O tabernáculo construído no êxodopossuía pessoas responsáveis para exercer suas atividades. Os escolhidos por Deus para o cargoforam os levitas (Nm 1:50). Qualquer outra pessoa que tentasse executar alguma função estaria cometendo um grande erro, podendo pagar com a própria vida (Nm 18:22,23). Ou seja, o compromisso com as atividades na casa de Deus eram santas e exigiam seriedade e compromisso profundo.

Os sacerdotes receberam responsabilidades ainda maiores. Os primeiros à exercerem essa função foram os da família de Arão (Êxodo 28:1). Entre eles, com ainda mais responsabilidade, estava o sumo-sacerdote. Este deveria ser o líder dos sacerdotes, cumprindo algumas funções, entre elas, cumprir a cerimônia do dia da expiação, levando toda a culpa do povo sobre si até que fosse colocado no bode Azazel. Arão exerceu tal função (Lv 16:1-34).Como todas as ordenanças com respeito ao santuário terrestre eram apenas um modelo do céu (Êx 25:9; Hb 9:9). Então podemos supor que existe no céu alguém que intercede por nós.

Em Hebreus 5:4, o autor, relaciona o sumo sacerdócio de Arão com o de Jesus. Ambos receberam essa função do próprio Deus e não por vontade humana. Outro sumo sacerdote comparado à Jesus é Melquisedeque (Hb 7), que viveu na época do patriarca Abraão e que não fazia parte dos levitas, pois obviamente, eles ainda não existiam.

Por mais que Jesus tenha sido comparado a esses dois grandes personagens do Antigo Testamento, ele vai muito além deles. O santuário em que Jesus atua é o do céu e não o terrestre. Ele não foi instituídopor alguma lei ou regra humana, pois é superior a isso.

Jesus recebeu o peso do nosso pecado, antes de colocá-lo sobre satanás, no fim dos tempos, ele está no processo de intercessão no santíssimo onde logo seu ministério acabará. Seus méritos são fundamentados na cruz, onde com o seu próprio sangue comprou o direito de interceder pela humanidade caída e desamparada. Jesus é a garantia da nova aliança de salvação. Ele é o nosso grande sumo sacerdote.

Pense: “O sangue de Cristo, ao mesmo tempo em que livraria da condenação da lei o pecador arrependido, não cancelaria o pecado; este ficaria registrado no santuário até à expiação final; assim, no cerimonial típico, o sangue da oferta pelo pecado removia do penitente o pecado, mas este permanecia no santuário até o dia da expiação”. (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 254)

Desafio: Por que Jesus pode ser declarado nosso sumo-sacerdote? Leia Hebreus 7 e 8, medite, e depois escreva numa folha de papel suas apreciações.


QUINTA, 10 DE MAIO 2018 – CRISTO EM SEU SANTUÁRIO

Como estudamos até agora, Jesus está no santuário celestial intercedendo por nós. Além de ter realizado na cruz a redenção, hoje ele intercede para que nós sejamos aceitos por Deus. Toda vez que nos apresentamos à Deus, Jesus ao mesmo tempo mostra suas marcas. A obra não está completa até que haja a intercessão, por isso o ministério de Jesus no santuário é tão importante.

Porém, como essa realidade pode nos fazer estar preparado para o tempo do fim? Essa resposta é tão importante quanto conhecer o ministério sacerdotal de Jesus. O primeiro ponto que podemos ressaltar é que a realidade da intercessão nos dá força na caminhada cristã. Pois muitas vezes o pecado nos aprisiona e acusa, porém, quando sabemos da obra de redenção de Cristo, incluindo sua intercessão permanente, nós somos reconfortados com a esperança de que não estamos perdidos.

Temos também a força para vencer as tentações, pois não estamos sozinhos na luta diária. A mediação de Jesus revela plenamente que toda o céu está interessado em nossa salvação, logo, o poder necessário para alcançar vitórias está a nossa disposição, só basta buscá-lo.

Essa certeza de aceitação, perdão e poder, nos motiva a testemunharmos aos outros que ainda não sabem. A maravilhosa verdade da mediação do céu em meu favor, quando compreendida de maneira adequada, me estimula a ajudar outras pessoas na caminhada cristã. Torno-me uma pessoa mais tolerante, pois conheço o meu pecado e minha necessidade de mediação. Oro pela salvação do meu próximo, e até intercedo em oração por ele.

Que privilégios é poder acreditar na intercessão de Cristo por mim! De fato, ela me faz estar mais preparado para encontrar com o Senhor. É uma verdade que nunca deve ser esquecida pelo cristão, pois é um dos pilares de nossa fé. Temos paz com Deus através de Jesus, aquele que constantemente, intercede por nós. Que privilégio!

Pense: “Conquanto Deus condene um mero ciclo de cerimônias, sem o espírito de adoração, olha com prazer àqueles que O amam, prostando-se de manhã e à noite, a fim de buscar o perdão dos pecados cometidos e apresentar seus pedidos de bênçãos necessitadas.”(Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 252)

Desafio: Pergunte aos seus amigos e familiares os benefícios que eles acreditam ter pelo ministério de mediação de Cristo. Depois escreva num papel e os compare: O que você aprendeu?


SEXTA, 11 DE MAIO 2018 – O MINISTÉRIO DE INTERCESSÃO DE CRISTO

“O sacrifício de Cristo foi completo, nada se pode acrescentar a ele nem tirar dele. Isso é importante para nós como igreja e como jovens cristãos”.

A obra de mediação de Cristo nos revela algo essencial para a compreensão do evangelho: tudo o que poderia ser feito pra nossa salvação foi feito e continua sendo feito até que o mal de uma vez por todas seja exterminado.

Desde Adão e Eva, passando pelos patriarcas, profetas e apóstolos, todos desfrutaram do dom da graça e da intercessão de Jesus. O inocente foi morto para que tivéssemos vida.

Todo desejo de querer tirar o valor da intercessão de Jesus e sua garantia para nossa salvação, nada mais é que obra satânica. O enganador inimigo de Deus, está em todos os momentos tentando perverter nossa visão correta sobre Deus e sobre Seu ministério.

No ministério da intercessão, podemos enxergar não apenas a obra de redenção providenciada pelo céu, mas todo o grande conflito. Satanás, a antiga serpente, quer tirar-nos do reino de Deus e por isso, tenta nos fazer perder de vista, aquilo que nos fará forte contra as tentações: A intercessão do Cordeiro de Deus.

Queridos jovens, a batalha contra o inimigo é real e forte, porém, alegrem-se, pois já tendes vencido o maligno e a força necessária está a nossa disposição. O preparo para a crise final da história humana começa com a certeza da vitória final de Cristo e sua intercessão por nós. Não desistam diante do pecado e do desânimo, fiquem firmes pois nosso criador, redentor, mantenedor e intercessor está muito perto.

Pense: “A purificação do santuário envolve, portanto, uma obra de investigação – um julgamento – antes da volta de Cristo, pois quando Ele vier, Sua recompensa estará com Ele para dar a cada um segundo as suas obras (Ap 22:12).” (Ellen G. White, O grande conflito, p. 503).

Desafio: Escrevam numa folha as seguintes palavras: “Acredito em Jesus como meu redentor e intercessor, e nenhuma tentação de satanás me atrapalhará em estar preparado para a volta de Jesus”. Coloque dentro de sua Bíblia, livro ou caderno, para não esquecer a verdade que você confirmou nessa semana.

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