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Departamento da Escola Sabatina

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DEPARTAMENTO DA ESCOLA SABATINA

Em Portugal, como em quase todo o mundo, o crente adventista começou por ser membro da Escola Sabatina antes de ser baptizado como membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Origem e Evolução da Escola Sabatina
Em 1852, James White escreve as primeiras lições da Escola Sabatina — um grupo de 19 lições publicadas na revista Youth’s Instructor. Provavelmente em 1853, foi organizada por J. White a primeira Escola Sabatina, em Rochester, N.Y.. As Escolas Sabatinas de então tinham apenas duas divisões: uma para crianças e outra para adultos (esta com a designação de Classe Bíblica). Em 1869, por influência de G. H. Bell, então director da Youth‘s Instructor, além da classe para crianças foi introduzida uma classe para os jovens. Em 1878, começou a funcionar, em Battle Creek, Michigan, para os mais pequenos, uma classe chamada “Ninho dos Passarinhos”, que em 1886 passou a chamar-se “Jardim de Infância”. Em 1879, foram organizadas as primeiras Escolas Sabatinas Filiais. Em 1885, foi levantada na Escola Sabatina, em Oakland, Califórnia, a primeira oferta para as Missões, neste caso para a Missão Australiana. Em 1889, foi publicado o primeiro trimensário da Escola Sabatina para adultos. Em 1890, começou a publicar-se o Our Little Friend, com lições separadas para o Jardim de Infância e os Primários. Em 1901, com a reorganização da Igreja, que já havia atingido uma dimensão mundial, foi organizado o Departamento da Escola Sabatina, que sucedeu à Organização Internacional da Escola Sabatina. Os cinco objectivos então estabelecidos eram: (1) Todo o ASD assistindo à ES cada semana; (2) todo o membro estudando diariamente a lição da ES; (3) todo o membro presente e a tempo; (4) os professores fazendo trabalho pessoal em favor dos seus alunos; (5) todo o membro dando ofertas liberais para as Missões. Na década de 1910, apareceram os trimensários para primários e juvenis, os “Picture Rolls”, figuras para mesas de areia, projectos especiais para as ofertas do 13° Sábado, a distribuição de cartões e fitas como prémios da presença a tempo e do estudo diário. Estes prémios foram abolidos em 1945. O Fundo de Investimento da Escola Sabatina, também chamado Fundo de Consagração, começou a ser promovido em 1925. Em 1956 foi publicado o primeiro Manual da Escola Sabatina. Na década de 1950, tiveram início a Guide, o Primary Treasure, o Junior Mission Quarterly, as Escolas Cristãs de Férias, e os flanelógrafos e respectivas figuras.  Em 1962, começou a ser publicado o Trimensário para adolescentes.  Em 1974, o Departamento da Escola Sabatina assim reestudou e redefiniu os seus objectivos: “A Escola Sabatina foi estabelecida para ensinar o evangelho de Jesus Cristo em resposta ao mandato missionário de Jesus no contexto das mensagens dos três anjos.  Em lealdade a este propósito original a Escola Sabatina continua a comunicar as boas-novas com o objectivo de ganhar, manter e preparar para Jesus Cristo homens e mulheres, jovens, rapazes e meninas, em todo o mundo. Este objectivo é posto em ação nas seguintes quatro áreas:  Ênfase na fé, ênfase no companheirismo, ênfase na comunidade e ênfase no mundo.

Primeiros Passos da Escola Sabatina em Portugal  

Como é sabido, os primeiros baptismos realizados em Portugal efectuaram-se em 21 de Setembro de 1906. Antes disso, porém, já funcionava uma Escola Sabatina, com a frequência semanal de doze pessoas, na Rua dos Industriais, N° 9, 2° andar, residência de Lucy Portugal, que começara a guardar o Sábado a 6 de Maio desse mesmo ano.  No Norte, antes dos primeiros baptismos, que se efectuaram em Agosto de 1907, já tinham começado a funcionar três Escola Sabatinas – uma na sala de reuniões da Rua do Bonfim, 124, no Porto; outra na casa de Joaquim Dias Gomes, em Gaia; e outra na casa de Sebastião Pereira do Lago, em ViIa Meã, Penafiel.  No seu primeiro amor, Sebastião Pereira do Lago, ainda não baptizado, mas simples membro da Escola Sabatina, enviara para o Jornal de Notícias, do Porto, três missivas que apareceram publicadas em 18 e 25 de Setembro e em 5 de Outubro, nas quais afirmava que fora acertada a decisão tomada pela Câmara Municipal de Alijó de escolher o Sábado como dia de repouso semanal, visto ser esse o dia de descanso ordenado pela Bíblia, como passou a provar.

Algumas Curiosidades 

Numa notícia enviada para a Review and Herald em 1909, Rentfro refere-se à Escola Sabatina de Lisboa nos seguintes termos: “A Escola Sabatina é regularmente frequentada por cerca de trinta membros e há com frequência algumas visitas. A divisão primária mantém ocupadas duas professoras. Duas pequenas portas de armário colocadas em cadeiras servem de mesas para os pequenos. A obtenção de artigos necessários para o ensino vai muito devagar, mas, mesmo assim, tanto crianças como professoras estão a beneficiar com as suas experiências.”2  Infelizmente, desapareceram muitos livros antigos de Actas da Escola Sabatina. Dispomos, no entanto, de algumas cópias referentes à Escola Sabatina de Lisboa. Talvez seja interessante reproduzir duas, ambas de 1910, mas muito diferentes uma da outra.
Minutas da Escola Sabatina realizada em Lisboa a 26 de Março de 1910.”A nossa aula sabatina teve início às duas horas da tarde com o hino 444 (n° 529 do Hinário actual) em honra e louvor do nosso Senhor. Ajoelhámo-nos com a nossa irmã Portugal para implorar o auxílio e a bênção do bom Deus para o estudo que íamos fazer. A secretária leu as minutas do Sábado passado e, em seguida, foi passada revista à lição anterior pela irmã Dold. Cantámos mais o hino 259 (sem correspondente no Hinário actual) e formaram-se as classes com os seus respectivos professores, para a lição do dia, cujo título era ‘Sobre a Magnitude da Lei’. Alguns meninos recitaram exaltantes textos bíblicos e concluímos cantando o hino 117 (n° 574 do Hinário actual). Oferta 1$28. Membros: 23. Visitas: 4.” No Sábado, 8 de Outubro de 1910, no livro de Actas ficou apenas o seguinte registo: “Por não se poderem reunir os membros devido à revolução de 5 de Outubro, que implantou a República em Portugal, não houve culto.” Poucos anos mais tarde, depois de Clarence E. Rentfro ter transferido a residência para o Porto, o seu filho Charles, então um prometedor jovem de 14 anos, escreveu uma carta, que apareceu publicada na revista Our Little Friend, de 14 de Junho de 1914: “Temos a Escola Sabatina, e há cerca de nove crianças na divisão primária. As suas lições estão traduzidas em português. Aprendem as suas lições muito bem. Desejaria que vocês, crianças, pudessem visitar a nossa Escola Sabatina. As crianças aqui são tão brilhantes como quaisquer outras. Os nossos irmãos são todos bastante pobres; todavia gostam de dar ofertas para a Escola Sabatina. A Escola Sabatina aqui no Porto tem 22 membros. 85 cêntimos (do dólar) é a média das suas ofertas no Sábado.”

Percurso Ulterior do Departamento da Escola Sabatina em Portugal 

Ao longo da história da Igreja Adventista em Portugal vamos assistindo à aplicação, no nosso país, dos planos estabelecidos pelo Departamento da Escola Sabatina a nível mundial. Isso tornou-se mais evidente à medida que o número de membros foi aumentando e que Portugal passou a fazer parte da União Ibérica, primeiro como Missão e depois, em 1935, como Conferência, e, finalmente, em 1940, assumiu o estatuto de União Portuguesa dos Adventistas do Sétimo Dia. No período intercalar que decorreu entre Outubro de 1928 e Março de 1930, Nazaré Raposo, que acabara de se casar com Alberto F. Raposo, foi nomeada secretária do Departamento da Escola Sabatina, da Missão Portuguesa, a primeira pessoa que nos consta ter desempenhado essa função no campo português.3 Na primeira Assembleia Geral da União Ibérica, que teve lugar em Madrid, de 5 a 8 de Maio de 1932, Alberto Raposo, que já era secretário-tesoureiro da Missão Portuguesa, foi nomeado, cumulativamente, secretário do Departamento da Escola Sabatina.
Entre as recomendações votadas nesta Assembleia, figura a seguinte:  “Considerando que, sendo a Escola Sabatina o meio mais eficaz para conservar e firmar a nossa fé, Recomendamos: (1) Que as nossas igrejas orem e trabalhem até alcançarem: a) que cada membro da igreja seja também membro da Escola Sabatina; b) que cada membro estude diariamente a lição; c) que cada membro assista regularmente e pontualmente à Escola Sabatina. (2) Que sendo as ofertas da Escola Sabatina um dos meios mais eficazes para a propagação da tríplice mensagem, se adopte o alvo de uma peseta por membro e por Sábado para toda a União Ibérica (para Portugal 1$30).  Na Segunda Assembleia Geral da União Ibérica, ocorrida em Madrid, de 15 a 20 de Maio de 1934, foi nomeado H. F. Neumann como secretário do Departamento da Escola Sabatina da Missão Portuguesa, função que continuou a desempenhar depois de esta ter sido elevada à categoria de Conferência.  Em 1937, no Conselho de Inverno da Divisão Sul-Europeia, foi votada a seguinte recomendação: “Considerando a necessidade de um desenvolvimento constante de todos os professores da Escola Sabatina, para os tornar mais aptos para esta elevada tarefa, Recomendamos:  Seguir no ano de 1938 em todas as línguas da nossa Divisão um Curso de Professores, e que todos os oficiais e professores da Escola Sabatina aproveitem este Curso.”4  No mesmo número da Revista Adventista em que aparece esta recomendação, lemos na página 12: “Estamos publicando em português um Curso de Doutrina para a Juventude e outro de Pedagogia Prática para Monitores da Escola do Sábado. Quem quiser obtê-los só tem de pedi-los porque são enviados gratuitamente.”5 Na Assembleia Anual da Conferência e simultaneamente da União Portuguesa, efectuada em Lisboa, de 18 a 23 de Fevereiro de 1941, Pedro Brito Ribeiro foi nomeado secretário-tesoureiro da União e da Conferência e, cumulativamente, secretário do Departamento da Escola Sabatina da União e Karl Sommer passou a desempenhar essa função a nível da Conferência. Foram então tomadas as seguintes resoluções:

Escola Sabatina 

“Considerando que as Sagradas Escrituras são o pão espiritual de que todos carecemos, Resolvemos: a) Aconselhar toda a Igreja a alimentar-se diariamente da Palavra de Deus por meio das lições da Escola Sabatina; b) Pedir a todos que têm responsabilidade nas Escolas Sabatinas que façam o possível para que toda a Igreja esteja presente e a tempo, e que todos estudem cuidadosamente as respectivas lições.

Agradecimento aos Irmãos da Conferência Geral 

Considerando que foi concedido ao campo português o excesso do 13° Sábado do 3º trimestre de 1940, Resolvemos: agradecer aos Irmãos da Conferência Geral o terem-se lembrado de nós.”

Vida Interior da Escola Sabatina 

Considerando que se torna necessário animar a Escola Sabatina de um renovado vigor, Resolvemos: a) Aconselhar a que se evite fazer da Escola Sabatina uma simples máquina que trabalhe sempre da mesma forma; b) Aconselhar a que se procurem dentro da Escola Sabatina novas formas de estudo e de ensino que levem todos a interessar-se mais pela mesma, sem todavia sair das normas oficialmente apresentadas; c) Aconselhar a que cada monitor se sinta não só um professor, mas uma parte da sua classe, procurando apascentar o seu rebanho e, particularmente, interessando-se pelos alunos que faltem, pondo-se em contacto com eles por meio de visitas ou de correspondência.

Classe de Monitores 

Considerando que não é suficiente uma reunião de meia hora para os monitores antes de passarem as suas classes, Resolvemos: Recomendar que esta reunião passe a ser de 45 minutos, empregando-se o primeiro quarto de hora em assuntos de ordem prática e a restante meia hora na lição do dia.

Curso de Monitores 

Considerando que o Curso de Monitores aprovado em 1938 não se tem mantido devidamente, Resolvemos: Aconselhar que seja posto em prática esse curso.

Departamento do Lar 

Considerando que por vezes os membros de Igreja se têm ausentado periodicamente, Recomendamos: a) Que se organize o Departamento do Lar de tal sorte que leve os irmãos a inscreverem-se nele todas as vezes que se afastem pelo período de um mês ou mais; b) Que se nomeie para este efeito um secretário do Departamento do Lar.

Escolas Sabatinas Anexas 

Considerando a conveniência em se criarem núcleos de estudo das Sagradas Escrituras sob a forma de Escolas Sabatinas Anexas, Recomendamos: Que se criem essas Escolas sempre que para elas se possam ajuntar algumas pessoas regularmente.

Dia da Escola Sabatina

Considerando que pela Divisão Sul-Europeia foi indicado o dia 20 de Setembro como Dia da Escola Sabatina, Recomendamos: Que se façarn os devidos preparativos para tornar esse dia o mais útil possível para este Departamento.

Convenção da Escola Sabatina 

Considerando a necessidade do estudo de vários problemas da Escola Sabatina, Resolvemos: Pedir ao Conselho da Conferência para estudar a possibilidade de indicar o lugar e a data para uma Convenção da Escola Sabatina durante o ano corrente.”

Nas Assembleias ulteriormente realizadas, foram sempre votadas recomendações relativas ao funcionamento e progresso deste Departamento.

Dinamização Operacional do Departamento 

Com o propósito de vitalizar o funcionamento da Escola Sabatina em Portugal, várias iniciativas foram surgindo, sobretudo a partir da década de 1940, entre as quais são dignas de registo a realização de Convenções, a organização de frequentes Cursos de Formação para Monitores e o aparecimento de abundante literatura de apoio.  A primeira convenção, com representantes de todas as igrejas da Conferência Portuguesa, teve lugar em Lisboa, de 27 a 29 de Maio de 1951, sob a orientação de L. L. Moffitt e de A. Dias Gomes, directores do Departamento da Escola Sabatina, respectivamente, da Conferência Geral e da Divisão Sul-Europeia.  Nesta Convenção foram realçados vários aspectos da E.S. que até então pouca ou nenhuma aplicação haviam tido entre nós, tais como: a divisão das classes pelas seguintes fases etárias:

  • Rol do Berço (até aos 4 anos), 
  • Jardim de Infância (dos 4 aos 7),
  • Primários (dos 7 aos 10),
  • Divisão Intermediária (dos 10 aos 16),
  • Jovens (dos 16 aos 20).

Na devida altura, e em ambiente adequado, foi demonstrado de forma prática o uso de flanelógrafo, de figuras para as mesas de areia, de rolos de imagens.  Das 14 resoluções tomadas, são dignas de realce as que se referem às Escolas Sabatinas Filiais em qualquer dia da semana, para não adventistas (4ª); ao Departamento do Lar (5ª); às Escolas Sabatinas Anexas (6ª); e aos Dons Natalícios e Fundo de Inversão (12ª). Dois anos depois, de 28 a 30 de Agosto de 1953, reunia-se em Lisboa uma nova Convenção, com a presença de W. J. Harris, da Conferência Geral, e A. Dias Gomes, da Divisão Sul-Europeia, na qual ficou decidido estabelecer em cada escola da União um quarto de hora para o estudo da lição da Escola Sabatina pelos métodos modernos mais adequados (resolução 4ª, a), e publicar lições destinadas às Escolas Sabatinas Filiais (5ª, c). Esta resolução veio a efectuar-se com a publicação de três trimensários intitulados “Doutrinas Bíblicas — Lições para as Escolas Sabatinas Filiais”.  Uma Convenção de grande impacto foi a que se realizou de 20 a 22 de Março de 1964, no Porto, de 27 a 29 no Funchal e de 3 a 5 de Abril em Lisboa, sob a orientação de B. E. Seton e David Vasco, respectivamente directores do Departamento da Escola Sabatina da Divisão e da União. Além destes assuntos abordados, foi dado realce a dois temas importantes: As Escolas Sabatinas Anexas e as Escolas Bíblicas de Férias. A propósito do primeiro tema, B. E. Seton “exemplificou como a partir de uma Escola Sabatina Anexa se pode e deve chegar à fundação de uma igreja”.  Ao segundo tema foi dado o título de “A evangelização das crianças pela Escola Sabatina”. Na sua exposição, Seton salientou uma ideia até então inédita em Portugal: “A realização de Escolas Bíblicas de Férias, também conhecidas por Escolas Cristãs de Férias, dirigidas por monitoras especializadas, com duração de duas ou três semanas, cada ciclo. Destinam-se a ocupar as crianças da vizinhança da Escola Sabatina no tempo de férias, durante as manhãs, com um programa recreativo e educativo, incluindo histórias bíblicas e livros. Cada ciclo de uma Escola Bíblica de Férias é encerrado com uma reunião especial para a qual se convidam os pais dos alunos, estabelecendo o contacto com eles por este meio e interessando-os nas actividades da igreja.”6 Esta ideia foi acolhida com entusiasmo, a tal ponto que em breve foi posta em execução nas diversas igrejas da União Portuguesa, incluindo Cabo Verde.  Para o efeito foi usado abundante material preparado pela Conferência Geral e traduzido no Brasil, e também publicado em Portugal. Esse material incluía, além de textos para os professores, cadernos de ilustrações e desenhos coloridos, adaptados ao Jardim de Infância, ao Primário e aos Juvenis.  A primeira menção que encontramos de Escola Cristã de Férias, realizada no nosso Campo, aparece num relatório apresentado na Assembleia Geral da União Portuguesa, referente ao biénio de 1967-1969: 10 escolas com um total de 166 alunos (105 de lares adventistas e 61 de lares não adventistas).7  A experiência a nível mundial tem revelado que “os dados mostram que, em casos específicos, as Escolas Cristãs de Férias, seguidas de adequado trabalho de consolidação, têm criado um certo clima favorável à decisão de seguir a Cristo e de tornar-se membro da Igreja, quando outros métodos têm falhado”.8 Além das Convenções, realizaram-se frequentes Cursos de Formação para monitores da Escola Sabatina, dirigidos, quer por Departamentais do nosso campo, quer por instrutores vindos do estrangeiro.  Ainda hoje se fazem sentir os resultados dos cursos dirigidos na década de 1990 e no início do século presente por Belvedere, da Divisão, para monitores da Escola Sabatina em geral, e por Daleth Feitosa, Odete Xavier e Zilda Azevedo, do Brasil, para monitoras da Escola Sabatina Infantil.  A par das Convenções da Escola Sabatina e dos Cursos de Formação para Professores, desempenhou também um papel importante na vitalização dos departamentos a literatura de apoio publicada tanto no Brasil como em Portugal.  Exemplo de folhetos: “O Superintendente da Escola Sabatina” (24 páginas), “A Divisão da Extensão da Escola Sabatina”, sobre Escolas Sabatinas Anexas e Filiais (16 páginas), “O Fundo de Inversão” (20 páginas), “Feliz Sábado Natalício”, sobre a oferta natalícia” (8 páginas). Como opúsculos e Iivros, alguns já esgotados e outros ainda em curso, são dignos de menção os seguintes: “Manual da Escola Sabatina – Guia para os Oficiais e Líderes da Escola Sabatina” (124 páginas); “Ensino Dinâmico na Escola Sabatina” (1965) (125 páginas); “Ensinar — Guia para o Ensino Eficiente na Escola Sabatina”; por Stanley S. Will (219 páginas); “Escola Sabatina de Adultos – Técnicas de Ensino”, por Charles H. Betz, Publ. Atlântico (168 páginas); “Como Ensinar Crianças na Escola Sabatina”, por Donna Habenicht e Anne Bell (263 páginas). “Relatório da Escola Sabatina —Sugestões aos Secretários da Escola Sabatina (88 páginas).

Trimensários Actualmente Usados na Escola Sabatina 

Durante meio século, todos os Trimensários e Boletins Missionários impressos em português, eram provenientes do Brasil. Devido à Guerra, os Trimensários do 4° trimestre de 1942 e do 1° trimestre de 1943, foram impressos em Portugal.  A partir, porém, de 1951, os Trimensários passaram a ser publicados em Portugal.  Actualmente, publicam-se em ciclos de dois e quatro anos ou de forma sucessiva, de acordo com a respectiva fase etária, os seguintes Trimensários e Boletins Missionários:

  •  Rol do Berço: Começou em 2002. Ciclo de 2 A. (A, B)  
  • Jardim-de-infância: (4-6 A). Começou em 2003. Ciclo de 2 A.(A, B).  
  • Primários: (7-10 A). Começou em 2003. Ciclo de 4 A. (A, B)  
  • Juvenis: (11-13 A). Começou em 2001. Ciclo de 4 A.  
  • Adolescentes: (14-17 A). Começou em 2002. Ciclo de 4 A. (A, B, C, D).

 

Todos estes Trimensários têm Manual Auxiliar, fotocopiado, para o director e os monitores de cada classe. Cada Manual contém a Carta Missionária adaptada às respectivas idades.

  •  Adultos: Trimensários, respectivamente, para alunos e Monitores. Carta Missionária. Publicação sucessiva.
    Como acima referimos, para o ensino da Escola Sabatina de Adultos foi editado, em 1999, pela Publicadora Atlântico, o excelente Iivro de Charles Beltz, intitulado, na versão portuguesa: Escola Sabatina de Adultos – Técnicas de Ensino, 168 páginas.

 

Oferta do 13° Sábado 

Que nos conste, por três vezes foi atribuída expressamente ao campo português, parte da oferta do 13° Sábado de um trimestre da Escola Sabatina:
1. Do 3° Trimestre de 1940, para a aquisição da propriedade em que ficou a funcionar a sede da missão da Madeira, a escola primária e a habitação do obreiro, e para a construção do respectivo Templo, situado na Rua João de Deus, 7, no Funchal.

2. Do 4° Trimestre de 1979, para a construção de um Internato misto no campus da Escola Adventista de Oliveira do Douro.

3. Do 1º Trimestre de 1992, para as despesas de remodelação da Escola Adventista de Lisboa.

Escola Cristã de Férias 

Ao ser criado em 1995 o Departamento do Ministério da Criança, a Escola Cristã de Férias passou a ser dirigida por este Departamento.

Directores do Departamento da Escola Sabatina 

Nazaré Raposo (1930-1932), Alberto F. Raposo (1932-1934), H. F. Neumann (1934-1937), Pedro Brito Ribeiro (1941-1943), Alberto F. Raposo (1943-1949), Pedro Brito Ribeiro (19491963), David Vasco (1963-1967), Eugénio Rodriguez (1967-1971), J. Sandoval Melim (19711973), Benito Raimundo (1973-1976), João Santos (1976-1978), Joaquim Morgado (19781979), Alberto Nunes (1979-1982), José Carlos Costa (1982-1987), Alberto Nunes (19871992), Joaquim Casaquinha (1992- 1997), José Carlos Costa (1997-2002), Paulo Renato Garrochinho (2002-2007). Júlio Carlos Santos (2007-xxxx).


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