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Informativo das Missões (Adultos): Contatos com os Mortos – 19 de Maio 2018

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“Quando soube que ele estava morto, senti um arrepio em meu pescoço”, Kim disse. “Senti que ela estivera na presença de um mau espírito.” Kim é professora de matemática e ciências na Escola Mamawi Atosketan, uma escola adventista missionária para as crianças de Primeiras Nações, em Alberta. Muitos dos 200 alunos são de famílias com práticas espiritualistas tradicionais e ouvem falar de Jesus pela primeira vez nessa instituição.

Shelly conversa muito sobre os espíritos com a professora. Depois de um pow-wow, reunião realizada pelos povos nativos da América no Norte, ela descreveu um centauro, uma figura mística que é metade homem metade cavalo, pulando de casa em casa na reserva. Contou que ouvia seus ancestrais falando através de uma árvore no quintal de casa. “Ela sentou-se tranquilamente e ouviu as vozes que pensava ser dos ancestrais”, Kim disse. Havia pelo menos duas conversas com uma aparição do avô. A conversa na varanda da casa, Shelly falava sobre o que desejava da vida, e o espírito não deu nenhuma ordem de conotação negativa como, por exemplo, “vá e pule no lago”. Eles simplesmente conversaram e ela achava a conversa agradável. Ela gostava de conversar com o avô.”

Encontro com a verdade Kim se sentiu muito incomodada e, em silêncio, pediu que Deus lhe desse as palavras corretas. Em seguida fez algumas perguntas: “Você já estudou as crenças adventistas?”, perguntou. “Fale-me o que você acha que era o espírito? Era mesmo seu avô? Quem enviou o espírito?” Shelly sabia que, segundo a Bíblia, os mortos estão dormindo e não sabem de nada. Então, respondeu: “Sim, você está correta, Sra. Harrington, entendi o que a senhora está tentando dizer.” Naquele momento, Kim orou pela garota. “Ela estava confusa porque a experiência foi positiva”,diz a professora. “Saiu com muitas perguntas, mas disse que ficou muito grata pela oração.”

Depois daquela primeira oração, Shelly pediu várias vezes que a professora orasse por problemas na família ou alguma luta diária, e Kim percebeu algo positivo emergir daquela conversa. “A conversa sobre os espíritos abriu repentinamente a porta para seu relacionamento pela oração”, disse. Shelly começou a pensar muito sobre a presença de espíritos em sua vida. Algum tempo depois, contou a Kim que foi abordada pelo espírito da avó. Ela não viu um ser físico, mas ouviu a voz da avó. Ouviu um ou dois minutos porque sentia falta da avó e queria conversar com ela. Porém, lembrou-se de suas conversas com a professora sobre a origem dos espíritos.

Ela disse com firmeza: “Se você é um espírito mau, quero que vá embora!” Em seguida, começou a cantar canções que falavam de Jesus, aprendidas na escola, e o espírito foi embora.

Deus tem um plano Kim ora para que Shelly aprenda a confiar em Deus. “Sempre digo a ela que Deus está no controle de sua vida, não importa o que aconteça”, diz. “Ela procurava conselhos do avô e questionava sobre o futuro; então, lembrou-se de que Deus tem um plano para ela, embora não possa saber o que é agora.” Kim leu a promessa encontrada em Jeremias 29:11, onde o Senhor diz: “Porque sou Eu que conheço os planos que tenho para vocês, diz o Senhor, planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro,”

O desejo de Kim é que seus alunos saibam que pertencem a Deus e não a espíritos. Em cada carteira na sala de aulas, ela colocou adesivos com a seguinte frase: “Esta carteira está ocupada por um(a) filho(a) de Deus.” E afirma: “Quero que os garotos saibam que são especiais e que Deus os ama incondicionalmente”.

Parte da oferta deste trimestre ajudará a expandir o programa de matemática e ciências da escola para que, assim, mais crianças possam ter acesso e aprender sobre Jesus.

*Pseudônimo

*Assista a Kim no link: bit.ly/Kim-Harrington


RESUMO MISSIONÁRIO

  1. A Associação de Alberta tem 11.646 membros e 67 igrejas.
  2. Em maio de 1895, dois colportores – Thomas Astleford e George W. Sowler – chegaram a Alberta com a mensagem adventista.
  3. O primeiro pastor a se estabelecer em Alberta foi Henry Block. Ele chegou em outubro de 1899 para dirigir a congregação alemã em Leduc.
  4. A Igreja Adventista em Alberta sofreu perseguição em 1902 e 1903. J. L. Hamren, de Wetaskiwin, foi multada por dois dólares e outros custos por trabalhar na fazenda num domingo. A lei proibia trabalhar naquele dia, entretanto, não era aplicada aos fazendeiros. Hamren apelou da sentença e ganhou uma demissão. Depois, um ferreiro em Leduc chamado Gebanus foi multado em $10,70 abrir a loja no domingo.
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