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Jovens: Lição 02 – Entre os Candelabros – 05 a 12 de Janeiro 2019

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“Ao vencedor darei o direito de sentar-se comigo em Meu trono, assim como Eu também venci e sentei-Me com Meu Pai em Seu trono” (Ap 3:21).


PRÉVIA DA SEMANA

A ênfase desta lição está na introdução às mensagens para as sete igrejas (Ap 1:9-20). Ela é o pano de fundo das mensagens às sete igrejas (Ap 2, 3). Aspectos da gloriosa visão de Cristo apresentam o cenário singular para cada uma das sete mensagens.


LEITURA ADICIONAL

Êxodo 25:37; Salmos 118:22; Isaías 58:13; Daniel 1, 2; João 10:11; Apocalipse 17:14. Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, capítulo 57, “O Apocalipse”.


DOMINGO, 06 DE JANEIRO 2019 – UMA REVELAÇÃO DE...

Gosto de ler histórias sobre detetives que resolvem mistérios. Arthur Conan Doyle, o criador de Sherlock Holmes e Dr. Watson, escreveu mais de 50 pequenas histórias sobre as aventuras do famoso detetive e seu assistente. O doutor Watson ficou grandemente impressionado com o conhecimento de química, geologia e botânica revelado por Sherlock, e também com sua capacidade de formular hipóteses usando o raciocínio dedutivo. Forma-se então a dupla que investigaria uma série épica de misteriosos assassinatos fictícios que têm empolgado os leitores há mais de um século. No decorrer da investigação do primeiro assassinato, Holmes diz a Watson: “O fio vermelho do assassinato corre através da meada incolor da vida, e nosso dever é desemaranhá-lo, isolá-lo e expor cada centímetro dele.”1

Isso me faz pensar sobre o livro do Apocalipse. Muitos leitores da Bíblia têm evitado se deter e estudar minuciosamente esse livro por causa de suas figuras misteriosas e interações complexas. Muitos o veem como um livro “selado”, cheio de segredos complicados demais para a inteligência do leitor comum. Mas, e se, em vez de sermos intimidados por suas complexidades, encarássemos o livro como um grande enredo de mistério em nível cósmico?

Ellen White via o Apocalipse como uma leitura essencial para todas as pessoas: “O livro do Apocalipse deve ser aberto perante o público. A muitos lhes foi ensinado que é um livro selado; mas está selado unicamente para quem rejeita a luz e a verdade.”2 O Apocalipse é uma revelação de Jesus Cristo sobre os eventos que antecederão Sua volta. Que livro emocionante para ler, estudar, decifrar e guardar no coração!

Nesta semana, ao estudar os primeiros capítulos do Apocalipse, entenda que ele não é uma mera história fictícia que envolve um mistério. É um relato emocionante do plano de Jesus para o nosso mundo e o lar celestial que Ele está preparando para nós. Esse livro é algo muito mais emocionante do que ler qualquer romance fictício. Ele prende a atenção porque é uma leitura real, relevante e vital para o mundo de hoje.

Mãos à Bíblia

1. De acordo com Apocalipse 1:9, o que João revelou sobre as circunstâncias em que ele recebeu as visões do Apocalipse? Complete as lacunas:

“Eu, João, irmão vosso e companheiro na , no reino e na perseverança, em Jesus, achei-me na chamada , por causa da de Deus e do de Jesus” (Ap 1:9).

Patmos é uma ilha improdutiva e rochosa no Mar Egeu; tem 16 quilômetros de extensão e aproximadamente 10 quilômetros de largura em sua parte mais ampla.

“Patmos […] havia sido escolhida pelo governo romano para banimento de criminosos. Mas para o servo de Deus sua solitária habitação tornou-se a porta do Céu. Ali, afastado das cansativas cenas da vida, e dos ativos labores dos primeiros anos, [João] teve a companhia de Deus, de Cristo, dos anjos celestiais, e deles recebeu instrução para a igreja no futuro” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 570, 571).

2. Quais outros personagens da Bíblia sofreram privações, apesar de sua fidelidade a Deus, ou por causa dela? (Veja Dn 3:16-23; At 7:54-60). Assinale a alternativa correta:

  • A. (   ) Salomão, Ananias e Safira.
  • B. (   ) Sadraque, Mesaque, Abede-Nego e Estêvão.

SEGUNDA-FEIRA, 07 DE JANEIRO 2019 – A ILHA DE PATMOS 

Atualmente, a ilha grega de Patmos é um destino turístico muito procurado. Ela também é conhecida como “a ilha do Apocalipse”, e tem um sítio arqueológico chamado a Caverna do Apocalipse. Acredita-se que essa caverna tenha abrigado João quando ele esteve aprisionado na ilha. No século 10 foi construído um monastério nesse sítio arqueológico, e desde então ele tem sido um centro de estudos da igreja ortodoxa grega. Em 1999, a UNESCO designou a Caverna do Apocalipse como parte do patrimônio mundial, conferindo-lhe, formalmente, o significado que os cristãos lhe atribuem há séculos.

Mas não são apenas os cristãos que viajam para Patmos. Ela também é visitada por turistas que buscam aventura e desejam desfrutar de praias limpas, ótimos restaurantes, lojas singulares e resorts. Mas isso é muito diferente do que acontecia lá dois mil anos atrás.

Na época de João, Patmos era uma ilha remota que estava sob o domínio romano. Uma ilha pequena, rochosa, deserta e quase nenhum habitante. Um local perfeito para se instalar uma prisão romana. Era para Patmos, a Alcatraz do mundo antigo, que o Império Romano enviava os prisioneiros que desejava banir da sociedade. No ano 95 d.C., o imperador romano Tito Flávio Domiciano enviou o apóstolo João para essa ilha a fim de silenciar seus esforços evangelísticos. O mundo greco-romano foi tão receptivo à nova mensagem de Jesus Cristo, que a elite romana se sentiu ameaçada pela rápida expansão do movimento cristão.

Desde o tempo de João, essa minúscula ilha foi invadida e ocupada pelos turcos, saqueada diversas vezes por piratas normandos, tornou-se alvo das Cruzadas e, em época mais recente, foi ocupada pelos italianos e pelos nazistas durante a segunda guerra mundial. Não há dúvida de que essa minúscula ilha exerceu impacto desproporcional sobre o mundo. É uma ironia da História o fato de que o próprio lugar que devia silenciar o ministério do apóstolo João tenha servido como plataforma de lançamento para a mensagem final de Deus ao mundo.

Mãos à Bíblia

3. De acordo com Apocalipse 1:10, Êxodo 31:13, Isaías 58:13 e Mateus 12:8, qual dia é claramente especificado como o dia do Senhor? Esse dia foi importante para João em meio às suas dificuldades?

Ellen G. White afirmou: “Foi no sábado que o Senhor da glória apareceu ao exilado apóstolo. O sábado era tão religiosamente observado por João em Patmos como quando estava pregando ao povo nas cidades e vilas da Judeia. Considerava como sua propriedade as preciosas promessas feitas em referência a esse dia” (Atos dos Apóstolos, p. 581).


TERÇA-FEIRA, 08 DE JANEIRO 2019 – O APOCALIPSE REVELA JESUS

As visões e revelações do livro do Apocalipse foram dadas a João, o fiel discípulo, na condição de um exilado na ilha de Patmos. Ele foi condenado devido ao seu grande sucesso em proclamar o evangelho sob a hostilidade do Império Romano. A intenção era fazer com que seu apri­sionamento naquela ilha silenciasse sua mensagem, mas as autoridades romanas estavam equivocadas.

Os versos iniciais do primeiro capítulo do Apocalipse têm uma impressionante semelhança com o primeiro capítulo de Daniel. Os primeiros versos do livro de Daniel relatam o cerco e a posterior invasão à cidade de Jerusalém por Nabucodonosor. Ele levou vários cativos, entre eles, Daniel e seus três companheiros. No entanto, mesmo em uma terra pagã, eles permaneceram fiéis ao Senhor.

Enquanto Jerusalém permanecia cercada, provavelmente, Daniel tenha temido pela sua vida, e talvez tenha ficado em dúvida quanto à proteção do Senhor. De maneira semelhante, essa também pode ter sido a experiência do apóstolo João depois de ser julgado, sentenciado e levado para o exílio em Patmos. No entanto, foi em meio a todas essas adversidades que o Senhor Se revelou a Seus servos. Por isso os livros de Daniel e Apocalipse se complementam e nos trazem esperança.

A fidelidade ao Senhor e a confiança em Seu poder transformam nossos momentos escuros em lições transcendentes e eternas.

O dia do Senhor (Êx 31:13; Is 58:13; Mt 12:8; Ap 1:10). Quando os teólogos tratam de escatologia, eles estão lidando com a parte da teologia que diz respeito aos eventos do tempo do fim. Os livros de Daniel e Apocalipse são, por excelência, livros escatológicos. Através das suas profecias, eles nos colocam a par dos acontecimentos finais da história da humanidade e do estabelecimento eterno do Reino de Deus.

Por exemplo, a natureza escatológica desses livros tem levado os estudiosos a debater o significado do termo “dia do Senhor”, em Apocalipse 1:10. Será que esse termo se refere ao sábado ou aponta para o grande dia da segunda vinda de Cristo? Ambos os argumentos constituem uma revelação de Jesus Cristo. O primeiro argumento, o sábado, é uma revelação de Jesus Cristo em nossa vida semanalmente. Um dia separado por Deus para que adoremos ao Criador. O segundo argumento, a volta de Jesus, representa a revelação final e mais dramática do Salvador. Será o dia em que, finalmente, o bem triunfará.

A revelação de Jesus (Ap 1:12-17). Nesse capítulo introdutório do Apocalipse, também o apóstolo, em visão, viu Jesus. Mas Jesus não tem pés de bronze polido, voz como de muitas águas e uma espada de dois gumes que sai de Sua boca! Parece que João teve dificuldades para descrever o que viu. As palavras “semelhante” e “como” são usadas repetidamente, sugerindo que a visão que ele teve do Salvador era quase impossível de se descrever. Que bela revelação de Jesus Cristo em Sua glória pós-ressurreição!

Cristo estava andando entre os candelabros. Apocalipse 1:20 revela o mistério dos candelabros: eles representam as sete igrejas. Portanto, quando João se voltou e viu Jesus, Ele literalmente estava junto com as pessoas que compõem Suas igrejas. Essa é uma das mais preciosas revelações de Jesus Cristo. Jesus prometeu estar conosco, e de fato está. Uma investigação mais profunda do Apocalipse revela que essas igrejas não são apenas as sete igrejas antigas da Ásia Menor, são também um tipo das igrejas cristãs ao longo da História, até nossos dias.

Jesus e Sua igreja (Jr 2:2; Ap 2:1-7). Ao ler Apocalipse 2, é importante lembrar que, embora essas sete igrejas existissem na época de João, elas também simbolizam a trajetória da igreja cristã em diferentes períodos da História.*

João iniciou o capítulo 2 com mensagens endereçadas diretamente às sete igrejas. A primeira foi para a igreja de Éfeso. Nela, o apóstolo usou em sua introdução parte da visão que tinha recebido de Cristo, no capítulo 1: “Estas são as palavras Daquele que tem as sete estrelas em Sua mão direita e anda entre os sete candelabros de ouro” (Ap 2:1). Espere aí! E quanto aos pés de bronze polido e a espada de dois gumes?

À medida que João avançou no segundo capítulo, ele foi usando partes da sua visão de Cristo (Ap 1) para se comunicar com as sete igrejas. Isso é estratégico e profundamente simbólico pelo fato de Cristo ter prometido estar com Sua igreja até o fim dos tempos.

Cada igreja tinha seus próprios desafios e, assim, cada uma precisava que Cristo fosse apresentado a ela de maneira peculiar. Quando passarmos pelas angústias e tribulações da vida, não nos esqueçamos de que Jesus sempre estará ao lado dos fiéis que compõem Sua igreja neste mundo.

* Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 585

Mãos à Bíblia

4. Leia Apocalipse 1:12-18. Compare a descrição de João sobre Cristo com o Ser divino em Daniel 10:5, 6. Como Jesus apareceu na visão de João? O que ele estava fazendo?

João viu Jesus vestido como Sumo Sacerdote, caminhando entre os candelabros. A imagem de Jesus andando entre os candelabros aponta para a promessa de Deus ao antigo Israel de que Ele andaria entre o povo como seu Deus (Lv 26:1

Jesus Se apresentou com os seguintes títulos de Deus: “o primeiro e o último” (ver Is 44:6; Is 48:12). Ele é “Aquele que vive” e tem “as chaves da morte e do inferno” (Ap 1:18). Por Sua morte e ressurreição, Jesus recebeu autoridade para abrir as portas da morte (Jó 17:16; Sl 9:13).

Pense nisto

De que maneiras você vê Jesus revelado nos três primeiros capítulos do Apocalipse? Aplique à sua vida a experiência de João em Patmos. Que semelhanças você pode traçar com sua própria experiência no sentido de confiar no Senhor nos momentos difíceis?


QUARTA-FEIRA, 09 DE JANEIRO 2019 – UM FINAL DECISIVO

os dias dos apóstolos, os cristãos estavam cheios de fervor e entusiasmo. Eles trabalhavam tão incansavelmente para o Mestre que, em tempo comparativamente curto, não obstante a feroz perseguição, o evangelho do reino soou em todas as partes do mundo habitado. O zelo manifestado nesse tempo pelos seguidores de Jesus foi relatado pela inspiração para encorajamento dos crentes em todos os séculos.”1

“Depois de algum tempo, porém, começou a minguar o zelo dos crentes, assim como seu amor a Deus e de uns para com os outros. A frieza invadiu a igreja. Alguns esqueceram a maneira maravilhosa com que haviam recebido a verdade.”2

“Exilando João, os inimigos da verdade esperavam fazer silenciar para sempre a voz da fiel testemunha de Deus. Mas em Patmos, o discípulo recebeu uma mensagem cuja influência devia continuar a fortalecer a igreja até o fim dos tempos. Embora não tivessem ficado livres da responsabilidade de seu ato maldoso, os que exilaram João se tornaram instrumentos nas mãos do Senhor para a realização do propósito do Céu; e o próprio esforço para extinguir a luz colocou a verdade em ousada notoriedade.”3

“Esta revelação foi dada para guia e conforto da igreja através da dispensação cristã. […] É a revelação de Jesus Cristo, a qual Deus Lhe deu, para mostrar aos Seus servos as coisas que brevemente devem acontecer (Ap 1:3).”4

“No Apocalipse são pintadas as coisas profundas de Deus. O próprio nome dado às suas páginas inspiradas, ‘revelação’, contradiz a afirmação de que seja um livro selado. Uma revelação é algo que foi revelado. O próprio Senhor revelou a Seu servo os mistérios contidos nesse livro, e propõe que seja aberto ao estudo de todos.”5

1. Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 578.

2. Ibid., p. 580.

3. Ibid., p. 581.

4. Ibid., p. 583.

5. Ibid., p. 584.

Mãos à Bíblia

6. Leia Apocalipse 1:11, 19, 20. Jesus também deu sete diferentes mensagens para as igrejas na Ásia, mas havia mais de sete igrejas nessa província. O que isso sugere sobre o significado simbólico dessas mensagens para os cristãos em geral?

As mensagens que Jesus instruiu João a enviar às sete igrejas estão registradas em Apocalipse 2 e 3. O significado delas se aplica em três níveis:
Aplicação histórica.
Essas mensagens foram originalmente enviadas a sete igrejas localizadas em cidades prósperas da Ásia do primeiro século.
Aplicação profética.
As condições espirituais nas sete igrejas coincidem com as condições espirituais da igreja de Deus em diferentes períodos históricos.
Aplicação universal.
As sete mensagens também contêm lições que podem ser aplicadas aos cristãos de todas as eras.

Pense nisto

Quais semelhanças você pode ver entre o mundo cristão do tempo de João e de hoje?


QUINTA-FEIRA, 10 DE JANEIRO 2019 – O APOCALIPSE HOJE 

Às vezes, parece difícil extrair lições práticas da complexa narrativa do Apocalipse. No entanto, por ser uma revelação de Jesus Cristo, o livro contém princípios muito claros e práticos que servem de base para a vida do cristão.

Lembre-se do dia do sábado. Apocalipse 1:10 declara que Cristo se revelou a João no “dia do Senhor”.

O significado do sábado é encontrado ao longo de toda a Bíblia, e sua relevância foi novamente destacada na experiência de João. Procure fazer do sábado um dia especial, uma experiência singular e um dia de renovação das forças espirituais. Não se esqueça dos momentos especiais do pôr do sol. Selecione leituras, músicas, programações e tudo o mais que deve estar em conformidade com a santidade desse dia. Tudo deve ser apropriado para o dia do Senhor. Crie uma atmosfera diferente em casa.

Procure desenvolver relacionamentos saudáveis. No Apocalipse, Cristo descreveu as características das sete igrejas. Ele ordenou que João escrevesse a cada igreja: “Eu [o Senhor] conheço você”. Ao imitarmos Cristo e procurarmos ser mais semelhantes a Ele em nossa vida, precisamos estabelecer relacionamentos significativos e dar bom testemunho para aqueles que nos cercam.

Ame a igreja. O Apocalipse contém uma verdade inquestionável: Jesus ama a igreja e está preocupado com o bem-estar dela. A igreja é o corpo de Cristo. Ela é formada pelas pessoas que aceitam Sua mensagem e escolhem viver de acordo com Sua Palavra. Todos somos parte da igreja, cuja cabeça é Cristo. No Apocalipse, ela recebe atenção especial do Senhor. Isso deve nos levar a ter profunda consideração pelo corpo de Cristo, uma expressão pública de fé.

Mãos à Bíblia

7. De acordo com Apocalipse 2:1-4, como Jesus Se apresentou a essa igreja? Por quais qualidades Ele a elogiou? Que preocupação Ele também expressou? Assinale a alternativa correta:

  • A. ( ) Como Aquele que tem na mão as sete estrelas e que anda no meio dos candelabros; o labor, a perseverança da igreja e sua intolerância para com os homens maus; a igreja abandonou seu primeiro amor.
  • B. ( ) Como Aquele que tem a espada afiada de dois gumes; a igreja conservava a fé em Seu nome; falsas doutrinas estavam entrando na igreja.

8. Segundo Apocalipse 2:5-7, Jesus recomendou que a igreja fizesse três coisas para reavivar seu primeiro amor e devoção a Cristo e aos seus irmãos. Quais são elas?

  • A. ( ) Arrepender-se, mostrar generosidade para com os pobres e cuidar do corpo.
  • B. ( ) Lembrar-se de onde haviam caído, arrepender-se e voltar às primeiras obras.

SEXTA-FEIRA, 11 DE JANEIRO 2019 – O CORAÇÃO DO CRISTÃO 

Você já teve alguma experiência no deserto? Não estou falando de passear montado em um camelo, ou seguir uma caravana de beduínos, mas sobre uma experiência espiritual “no deserto” da vida. Alguns personagens bíblicos passaram por desertos existenciais. José foi rejeitado pelos irmãos e experimentou seu deserto espiritual no Egito. Moisés teve que fugir para o deserto por 40 anos para crescer em sua espiritualidade. Davi teve sua experiência no deserto quando foi perseguido pelo rei Saul. E até mesmo Jesus precisou passar 40 dias no deserto a fim de ser preparado para Seu ministério.

A experiência no deserto, pela qual João passou quando esteve aprisionado na ilha de Patmos, foi providencial para que ele recebesse as visões do Apocalipse. Sua experiência não foi um pequeno incidente. Após ter trabalhado incansavelmente para propagar a mensagem da salvação em Cristo no mundo romano, João se viu aprisionado. Isso deve ter sido desanimador! Mas, mesmo passando por provações extremas, o idoso apóstolo tinha o coração voltado para a missão.

Há uma lição muito prática na experiência de João que podemos aplicar à nossa vida hoje: seja qual for o nosso deserto, precisamos continuar avançando com Jesus. Estou falando de muito mais do que o compromisso diário de orar e dedicar momentos à devoção pessoal. Essas coisas são fundamentais na vida do cristão, mas haverá dias em que os momentos devocionais serão apressados ou omitidos, e a oração poderá parecer um ritual mecânico. A vida pode se tornar muito escura. Talvez isso já tenha acontecido com você em um momento ou outro. Acho que João passou por isso quando compreendeu a realidade de seu exílio.

Em algum momento, todos nós enfrentaremos uma ilha de Patmos na vida. Experiências amargas como ruína financeira, problemas de relacionamento, cair em tentação e sofrer derrotas podem nos tentar a desistir de nossa fé.

Mãos à obra

Pesquise sobre os nomes com que Cristo aparece ou é representado no Apocalipse.

Faça uma lista das promessas dadas às sete igrejas mencionadas em Apocalipse 2 e 3.

Escreva uma carta de apoio ao seu pastor, a um professor, ao diretor da instituição em que você estuda ou a um administrador ou departamental da sua Associação. Encoraje essa pessoa e mostre que ela exerce um importante ministério. Comprometa-se a orar por esse ministério.

Pesquise, na internet, figuras das visões que João recebeu segundo a concepção de vários artistas. Depois, use a criatividade para criar sua própria representação artística dessas cenas.

Pense nisto

Que tipo de experiências difíceis a vida lhe trouxe? De que maneira essas experiências contribuíram para seu crescimento espiritual?

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um comentário

  1. Correa

    Site muito Bom!!!
    quando fico sem a lição sempre recorro aqui…

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