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Lição 01: A Influência do Materialismo – 30/12/2017 á 06/01/2018

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COMENTÁRIOS DE ELLEN WHITE

30/12/2017 Á 06/01/2018

 

SÁBADO Á TARDE, 30 DEZEMBRO 2017 – INTRODUÇÃO

O coração inteiro tem que se render a Deus, do contrário não se poderá jamais operar a transformação pela qual é restaurada em nós a Sua semelhança. Por natureza estamos alienados de Deus. O Espírito Santo descreve nossa condição em palavras como estas: “Mortos em ofensas e pecados” (Ef 2:1); “Toda a cabeça está enferma, e todo o coração, fraco”, “não há nele coisa sã” (Is 1:5 e 6). Somos retidos nos laços de Satanás, “em cuja vontade” estamos presos (2Tm 2:26). Deus deseja curarnos, libertar-nos. Mas como isso requer uma completa transformação, uma renovação de nossa natureza toda, é necessário que nos rendamos inteiramente a Ele.

A luta contra o próprio eu é a maior batalha já ferida. A renúncia de nosso eu, sujeitando tudo à vontade de Deus, requer luta; mas a pessoa tem que se submeter a Deus antes que possa ser renovada em santidade (Caminho a Cristo, p. 43).

Caso a mente se demore de contínuo nas coisas temporais, elas se tornam todo-absorventes, afetando o caráter, de modo que a glória de Deus se perde de vista e é esquecida. As oportunidades que lhe estão ao alcance para se torne familiar com o que é celestial são passadas por alto. Perece a vida spiritual. […]

Coloquem em Deus toda a sua confiança. Quando vocês procedem contrariamente, então é tempo de fazer uma parada. Detenham-se mesmo onde estiverem, e mudem a ordem das coisas. … Clamem a Deus em sinceridade, com fome de alma. Lutem com os poderes celestes até que alcancem a vitória. Coloquem todo o ser nas mãos do Senhor, alma, corpo e espírito, e resolvam ser-Lhe amorável e consagrado instrumento, movido por Sua vontade, regido por Sua mão, possuído pelo Espírito. … Então vocês verão claramente as coisas celestiais. (Filhos e Filhas de Deus, p.105)

Hoje, Satanás tem grande poder no mundo. Ele obteve permissão para ter a propriedade da Terra por tempo determinado. Durante esse período, quando a iniquidade prevalece, homens e mulheres têm oportunidade de escolher em qual lado estar. … Satanás tenta tornar o caminho largo atraente e o caminho estreito difícil, humilhante, e desagradável. Ele estabelece planos engenhosos para atrair homens e mulheres a ser dominados pelo apetite. Prazeres vis e insatisfatórios são tornados relevantes nesta era degenerada. Satanás lança sua fascinação sobre esses divertimentos, os quais eclipsam as coisas eternas.

Mas Cristo venceu em nosso benefício. Ele era o único que poderia ser um Salvador competente. Ele tem sabedoria divina, habilidade, e poder. Ele pôde permanecer de pé perante o mundo como um Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz (Olhando Para O Alto, p. 30).


DOMINGO, 31 DEZEMBRO 2017 – O DEUS DESTE MUNDO

As tentações de Satanás apresentam coisas terrenas e as tornam todo-envolventes e atrativas, de modo que as realidades celestiais são eclipsadas e o apego ao mundo posto em primeiro plano. E isso se tem tornado tão grande em poder que unicamente a Onipotência o pode deslocar. A obra de Satanás é acorrentar os sentidos a este mundo. Cristo veio quebrar o encanto satânico […] e atrair a mente das coisas da Terra para as celestiais. Unicamente Ele é capaz de desfazer o encanto. … Uns poucos anos mais, e o mundo e toda a sua glória, que, mediante o fascinante poder do grande enganador, se tem tornado objeto de culto, serão queimados, com todos os embelezamentos da arte humana. Que se encontrará então para compensar a perda da vida humana? (Nossa Alta Vocação [MM 1962], p. 283).

A verdade, inculcada no coração pelo Espírito de Deus, expulsará o amor das riquezas. O amor de Jesus e o amor ao dinheiro não podem habitar no mesmo coração. De tal maneira o amor de Deus ultrapassa o amor ao dinheiro que seu possuidor se desvencilha das riquezas e para Deus transfere as afeições. Pelo amor é então levado a atender às necessidades dos necessitados e a ajudar a causa de Deus. É para ele o maior prazer dispor corretamente dos bens de seu Senhor. Não considera seu tudo o que tem, e fielmente desempenha seu dever como despenseiro de Deus. Então, pode guardar os dois grandes mandamentos da lei: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. […] Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22:37 e 39).

Dessa maneira é possível aos ricos entrar no reino de Deus. “E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou terras, por amor do Meu nome, receberá cem vezes tanto e herdará a vida eterna” (Mt 19:29). Eis a recompensa dos que se sacrificam por Deus: Rece berão cem vezes tanto nesta vida, e herdarão a vida eterna (Conselhos Sobre Mordomia, p. 157, 158).

O que está consumindo as forças vitais do povo de Deus é o amor ao dinheiro e a amizade com o mundo. É privilégio desse povo ser brilhantes luzes no mundo para crescer no conhecimento de Deus e ter clara compreensão de Sua vontade. Mas os cuidados desta vida e o engano das riquezas sufocam a semente lançada em seu coração, e não produzem fruto para a glória de Deus. Eles professam ter fé, mas não é uma fé viva porque não é sustentada pelas obras. “A fé sem obras é morta” em si mesma (Tg 2:26). Aqueles que professam grande fé, e contudo não têm obras, não serão salvos por sua fé. Satanás crê na verdade e treme, contudo, nessa espécie de fé não há virtude. Muitos que têm feito alta profissão de fé são deficientes em boas obras. Se mostrassem sua fé pelas obras, poderiam exercer poderosa influência em favor da verdade. Mas não aplicam os talentos de recursos que lhes foram confiados por Deus (Testemunhos para a Igreja, v. 2, p. 657, 658).


SEGUNDA, 01 JANEIRO 2018 – ENCHENDO OS CELEIROS

O rico estava em perplexidade sobre o que devia fazer com a colheita. Seus celeiros estavam superabarrotados, e não havia lugar para o excedente. Não pensou em Deus, de quem vieram todas as dádivas. Não reconheceu que Deus o havia feito mordomo de Seus bens, para que socorresse os necessitados.

Ele cerrou, porém, o coração ao clamor do indigente, e disse aos servos: “Farei isto: destruirei os meus celeiros, reconstruí-los-ei maiores e aí recolherei todo o meu produto e todos os meus bens. Então, direi à minha alma: tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te” (Lc 12:18, 19).

A aspiração desse homem não era mais elevada que a das bestas que perecem. Vivia como se não houvesse Deus, nem Céu, nem vida futura; como se tudo que possuía lhe pertencesse, e nada devesse a Deus nem aos homens (Parábolas de Jesus, p. 256-258).

[A Judas] foi-lhe dada toda a oportunidade de receber Cristo como seu Salvador pessoal, mas recusou essa dádiva. Não quis entregar seus caminhos e vontade a Cristo. Não pôs em prática o que lhe contrariava as inclinações. Portanto, seu forte espírito de avareza não foi corrigido. Ainda que continuasse como discípulo nas formas exteriores, embora estivesse na própria presença de Cristo, apropriava-se dos meios que pertenciam ao tesouro do Senhor. …

Judas poderia ter sido beneficiado por essas lições, tivesse ele sido dominado pelo anseio de ser reto de coração; mas o desejo de adquirir o venceu, e o amor do dinheiro se tornou uma força dominante. Pela condescendência, permitiu que esse traço de seu caráter crescesse e criasse raízes tão profundas que excluíram a boa semente da verdade semeada em seu coração (Conselhos Sobre Mordomia, p. 220).

Olhei para observar quem daqueles que professam estar esperando o aparecimento de Cristo, tinha uma disposição para oferecer, de sua abundância, sacrifícios a Deus. Pude ver uns poucos, que, como a viúva pobre, privavam-se e davam sua oferta. Cada oferta como essa é considerada por Deus como precioso tesouro. Mas aqueles que estão adquirindo recursos e aumentando suas posses, estão muito aquém. Nada fazem em relação ao que poderiam fazer. Estão retendo e roubando a Deus, pois estão temerosos de que venham a padecer necessidades. Não ousam confiar em Deus. Essa é uma das razões pelas quais, como um povo, estamos tão enfermos e muitos estão baixando à sepultura. […] O homem da parábola não tinha onde armazenar seus bens e o Senhor abreviou sua vida inútil. Assim Ele tratará com muitos. Nesta época corrompida, quão difícil é guardar-se do crescente mundanismo e egoísmo. Quão fácil é tornar-se ingrato ao Doador de todas as graças! Grande vigilância é necessária, e muita oração, para guardar o coração com toda a diligência. (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 198, 199).


TERÇA, 02 JANEIRO 2018 – A FASCINAÇÃO DO MATERIALISMO

Muitos que professam crer na Palavra de Deus parecem não compreender a enganosa atuação do inimigo. Não reconhecem que está próximo o fim do tempo. Porém, Satanás o sabe; e enquanto o homem dorme, ele atua. A concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos, e a soberba da vida estão controlando homens e mulheres. Satanás está em atuação, mesmo entre os filhos de Deus, a fim de causar desunião. O egoísmo, a corrupção e o mal de toda sorte, estão se apoderando firmemente dos corações. Muitos negligenciam a preciosa Palavra de Deus. Uma novela ou livro de contos monopoliza a atenção e fascina a mente. Aquilo que excita a imaginação é devorado rapidamente, ao passo que é posta de lado a Palavra de Deus.

O mundo é o inimigo número 1 da religião, pois forças satânicas estão em contínua atuação através do mundo, e é objetivo de Satanás levar a igreja e o mundo em tão íntima comunhão que seus alvos, seu espírito, seus princípios, se harmonizem, e que se torne impossível distinguir entre aquele que professa servir a Deus e aquele que não O serve. O inimigo atua continuamente para colocar em prioridade o mundo (Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 318).

As inspiradas advertências de Paulo contra a condescendência própria soam desde então até nosso tempo. […] Ele exortou os gálatas: “Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne. Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne” (Gl 5:16 e 17). Ele mencionou algumas formas de concupiscências carnais: idolatria, bebedices e coisas semelhantes.

Hoje há entre os professos cristãos muitos que haveriam de julgar que Daniel era muito esquisito, e o classificariam como mesquinho e fanático. Eles consideram a questão do comer e beber como de bem pequena importância para exigir tão decidida resistência – tal que poderia envolver o provável sacrifício de todas as vantagens terrenas. Mas aqueles que assim raciocinam, notarão no dia do juízo que se desviaram das expressas exigências de Deus e se apoiaram em sua própria opinião como norma para o certo e para o errado. Descobrirão que aquilo que lhes parecia sem importância não é assim considerado por Deus. Suas exigências deveriam ter sido obedecidas sagradamente (Conselhos Sobre Saúde, p. 69, 70).

Deus pede separação do mundo. Haveremos de obedecer-Lhe? Sairemos do meio deles, permanecendo separados, distintos? “Que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?” (2Co 6:14). Não podemos nos misturar com o mundo, participar de seu espírito, seguir seu exemplo, e ao mesmo tempo ser filhos de Deus. O Criador do Universo Se dirige a você como um Pai afetuoso. Se você se separar do mundo em suas afeições, e permanecer livre de sua contaminação, e guardando-se “da corrupção” que pela cobiça há no “mundo” (Tg 1:27), Deus será seu Pai. Ele o adotará em Sua família, e você será Seu herdeiro. Em lugar do mundo, Ele lhe dará, por uma vida de obediência, o reino debaixo de todo o céu. Ele lhe dará “um peso eterno de glória” (2Co 4:17) e uma vida perdurável como a eternidade (Testemunhos Para a Igreja, v. 2. p. 44).


QUARTA, 03 JANEIRO 2018 – AMOR PRÓPRIO

Há uma constante tentação para os seres humanos considerarem que qualquer influência que exerceram, seja fruto de algum valor em si mesmos. O Senhor não trabalha com estes pois Ele não dará a nenhum ser humano a glória que pertence a Seu próprio nome. Deus gostaria que todos estivessem sob Sua supervisão, reconhecendo que a Ele pertence toda a glória de seu sucesso. […]

É Deus que opera em nós para fazer Sua vontade em benefício da glória de Seu próprio nome. Ele concederá Sua sabedoria e Seu divino poder a todos que estão fazendo Seu serviço. Ele faz Seu representante o humilde e confiante servo (aquele que não se exalta e se conceitua mais alto do que deveria). A vida de tal pessoa será dedicada a Deus como um sacrifício vivo. […] (Olhando Para O Alto, p.266).

Pouco a pouco Lúcifer veio a condescender com o desejo de exaltação própria. Dizem as Escrituras: “Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor” (Ez 28:17). “Tu dizias no teu coração: … acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono. … Serei semelhante ao Altíssimo” (Is 14:13 e 14). Se bem que toda a sua glória proviesse de Deus, esse poderoso anjo veio a considerá-la como pertencente a si mesmo. Não contente com sua posição, embora fosse mais honrado do que a hoste celestial, arriscou-se a cobiçar a homenagem devida unicamente ao Criador. Em vez de procurar fazer com que Deus fosse o alvo supremo das afeições e fidelidade de todos os seres criados, concentrou seu esforço em obter para si o serviço e lealdade deles. E, cobiçando a glória que o infinito Pai havia conferido a Seu Filho, esse príncipe dos anjos aspirou ao poder que era a prerrogativa de Cristo apenas (Patriarcas e Profetas, p.35).

A Bíblia não condena ninguém por ser rico, uma vez que haja adquirido suas riquezas honestamente. Não é o dinheiro, mas o amor do dinheiro a raiz de todos os males. É Deus que dá aos homens poder para adquirir fortuna. E nas mãos daquele que agir como mordomo de Deus, empregando seus meios com altruísmo, a fortuna é uma bênção, tanto para seu possuidor como para o mundo. Muitos, porém, absorvidos em seus interesses nos tesouros mundanos, tornam-se insensíveis aos reclamos de Deus e às necessidades de seus semelhantes. Consideram sua riqueza um meio de glorificarem a si mesmos. Acrescentam casa a casa, e terra a terra: enchem sua casa de luxo, enquanto tudo ao seu redor são seres humanos em miséria e crime, em enfermidade e morte. Aqueles que assim consagram sua existência ao serviço do próprio eu, estão desenvolvendo em si mesmos não os atributos de Deus, mas os do maligno (A Ciência do Bom Viver, p.212, 213).

Vi que o povo de Deus está em terreno encantado, e que alguns têm quase perdido o senso da brevidade do tempo e o valor da alma. O orgulho tem-se insinuado entre os guardadores do sábado – o orgulho do vestuário e da aparência. Disse o anjo: “Os guardadores do sábado terão que morrer para o eu, morrer para o orgulho e o amor da aprovação.”

Vi que, se a exaltação pessoal fosse tolerada, levaria seguramente almas ao descaminho, e se não fosse vencida, seria sua ruína. Quando alguém começa a parecer grande aos seus próprios olhos e pensa que pode fazer alguma coisa, o Espírito de Deus é retirado, e ele vai em sua própria força até que é vencido (Primeiros Escritos, p.120).


QUINTA, 04 JANEIRO 2018 – A TOTAL FUTILIDADE DO MATERIALISMO

Paulo reconheceu que sua suficiência não estava em si mesmo, mas na presença do Espírito Santo, cuja benigna influência enchia-lhe o coração trazendo cada pensamento em sujeição a Cristo. Ele falava de si como “trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no… corpo, para que a vida de Jesus se manifestasse também em nossos corpos” (2Co 4:10). Nos ensinos do apóstolo, Cristo era a figura central. Declarou ele: “E vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim” (Gl 2:20). O eu foi apagado; Cristo foi revelado e exaltado.

Paulo foi um orador eloquente. Antes de sua conversão ele havia muitas vezes procurado impressionar seus ouvintes com vislumbres de oratória. Mas então havia posto tudo isso de lado. Em vez de se demorar em descrições poéticas e fantasiosas representações, que poderiam lisonjear os sentidos e alimentar a imaginação, mas que não encontrariam eco na experiência diária, ele buscava pelo uso de linguagem simples, convencer os corações com as verdades de importância vital (Atos dos Apóstolos, p. 251, 252).

Aquele que considera as coisas terrenas o supremo bem, aquele que gasta sua vida no afã de obter riquezas terrestres está realmente fazendo um péssimo investimento. Demasiadamente tarde verá desmoronar-se aquilo em que confiou. É unicamente pela abnegação e pelo sacrifício das riquezas terrenas que podem ser obtidas as riquezas eternas. É por meio de muitas tribulações que o cristão entra no reino do Céu. Ele deve combater constantemente o bom combate, não depondo suas armas antes que Cristo ordene que descanse. Unicamente dando tudo a Cristo ele poderá assegurar a posse da herança que durará por toda a eternidade (Este Dia Com Deus [MM 1980] p. 156).

Cristo diz: “Pois que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma?” (Mc 8:36).

Deus deseja que escolhamos o celestial em vez do terreno. Abre-nos as possibilidades de uma inversão celestial. Deseja prover encorajamento para nossas mais elevadas aspirações e segurança para nosso mais dileto tesouro. Declara: “Farei que um homem seja mais precioso do que o ouro puro e mais raro do que o ouro fino de Ofir” Isa. 13:12. Quando forem consumidas as riquezas que a traça devora e a ferrugem corrói (Mt 6:19), os seguidores de Cristo poderão rejubilar-se em seu tesouro celestial, em suas riquezas imperecíveis (Parábolas de Jesus, p.374).


SEXTA, 05 JANEIRO 2018 – ESTUDO ADICIONAL

Parábolas de Jesus, “O Maior Perigo do Homem”

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